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A Festa, … de Miguel Torga. Constituição do trabalho - Parte I Conto Acção – Estrutura Interna Personagens Espaço e Tempo Narrador.

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1 A Festa, … de Miguel Torga

2 Constituição do trabalho - Parte I Conto Acção – Estrutura Interna Personagens Espaço e Tempo Narrador

3 Acção – Estrutura Interna Introdução - Primeiro ao oitavo Parágrafo Nestes Parágrafos desenvolve-se o entusiasmo e ansiedade das personagens, partindo do momento central do conto, a festa de Santa Eufémia. Pode-se verificar ainda, a apresentação pouco esclarecedora das personagens e as supostas funções de cada um na festa. Desenvolve-se um subtema de carácter económico baseado na ansiedade vivida pelas personagens e no imenso desejo da chegada da festa. Deste modo, as personagens esperavam um ano inteiro fazendo as suas reservas económicas. Desenvolvimento evolve o nono até ao trigésimo Parágrafo Ao longo deste, a família desloca-se para o local da romaria, onde se reúne com o resto da aldeia, para um suposto serão animado. Cada um segue o seu rumo. O nobre em direcção às pipas de vinho; a mãe, religiosa convicta, em direcção à capela; a filha dirigiu-se para o baile, em busca do amor. Conclusão abrange os últimos seis Parágrafos Aqui, é relatado o fim da história e o regresso a casa, transmitindo um conteúdo moral. A família depara que a festa não decorreu como imaginaram, como desejavam e tinham planeado, houve uma reviravolta geral, provocando desânimo.

4 PERSONAGENS - Caracterização e Representatividade A narrativa sugere três personagens centrais ao longo das quais de desenvolve todo o enredo: O pai, chefe de família, a mãe, devota religiosa, e a filha Lúcia, adolescente imatura. Quanto a uma caracterização e representatividade no conto, o pai surge como uma personagem que representa no povo, um chefe de família, que manifesta as suas características como um ser trabalhador, empenhado, orgulhoso e com uma certa ambição. Este Homem sentia uma necessidade de se sentir respeitado e honrado, pelo que vai agir ao longo da acção em busca destes ideais, que devem reger um chefe de família. Voltando-nos para a parte feminina da família, surge a mãe, que se apresenta como uma religiosa convicta, vivendo toda a sua vida em torno de ideias cristãos, e na fé pelo divino. A filha do casal, vivendo uma juventude, apresenta características comuns de imaturidade juvenil, de insegurança e de ilusão. Qualquer acção descrita no texto em torno desta personagem, revela a imaturidade de uma jovem persuadida pelo amor Generalizando, todos os elementos da família têm ideias que pretendem ver cumpridos e vivem em função deles, revelando qualquer um, ingenuidade face a certas realidades, sonhos irreais e obsessão por determinados factores, nomeadamente, pela festa que todos anseiam.

5 ESPAÇO - FÍSICO e SOCIAL Ambiente social Ambiente social: ambiente pobre, de trabalho, a família luta pelos seus objectivos, pelos seus sonhos, a vida era vivida momento a momento, fazendo as devidas poupanças. espaço físico Quanto ao espaço físico, quase toda a acção se desenrola no alto do monte, visto que era lá a festa (no alto do monte salientamos a igreja e as pipas de vinho). Durante a festa tudo transmite a ideia de festa, uma típica romaria com os respectivos entretenimentos e estabelecimentos que se encontra numa festa popular. Depois da festa, tudo é sujo e desarrumado, lixo por todos os lados, pessoas a recuperarem da longa noite em qualquer canto, a festa acaba e tudo é desagradável.

6 TEMPO - momentos temporais em foco * dois meses antes da festa; * o dia da festa de Santa Eufémia; * depois da festa; tempo cronológico tempo psicológico Ao longo deste conto, podemos salientar o tempo cronológico e o tempo psicológico. tempo cronológico O tempo cronológico divide-se em antes da festa – 2 meses antes; o dia da festa e o dia do regresso a casa. tempo psicológico O tempo psicológico, destaca-se principalmente antes da festa, devido à grande ansiedade com que as personagens viviam antes da festa. Antes da mesma chegar, já esta era vivida com grande entusiasmo pelas personagens do conto, com grande alegria mesmo sem ser realizada, era imaginada de uma forma diferente, activa, … no dia da festa, o estômago colava as costas, o sangue fervia nas veias, o nervosismo sentia-se em cada personagem. Após o acontecimento (festa da Santa Eufémia), o desalento, o desgosto e a desilusão predominavam nos rostos.

7 NARRADOR – CLASSIFICAÇÃO presença, posição e quanto á ciência O narrador desempenha diversas funções numa narração, e pode ser classificado quanto á presença, posição e quanto á ciência. heterodiegético ou não participante Neste conto, o narrador não intervém nem como personagem principal nem como secundária, sendo que narra sempre a história na terceira pessoa – Sorrateiramente, faziam os três, pelo ano fora, economias para esse dia – heterodiegético ou não participante. subjectividade do narrador Quanto á posição, o narrador intervém constantemente com críticas e sempre com uma tendência para o exagero, sendo notável a subjectividade do narrador em vários momentos – Com a cuba de estômago cheia e a imagem da santa espetada na fita do chapéu, um homem sente-se capaz de tudo. omnisciente. O narrador revela também conhecer o íntimo das personagens, os objectivos e os sentimentos das mesmas – Já nenhuma esperança sincera os amparava – esta expressão revela o conhecimento introspectivo das personagens, sendo um narrador omnisciente.

8 Trabalho realizado por: AndreaArturMaria J.Maria M.Vitor


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