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1 A arqueologia e o Antigo Testamento E.B.D. Imbuias 2007 Arqueologia bíblica.

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1 1 A arqueologia e o Antigo Testamento E.B.D. Imbuias 2007 Arqueologia bíblica

2 2 Arqueologia É o estudo dos costumes e culturas dos povos antigos (vem de duas palavras gregas, archaios e logos ). Em termos práticos, limita-se a analisar fatos históricos da Antiguidade, trazidos à luz através da escavação de cidades, túmulos e da descobertas de relíquias. A arqueologia bíblica está voltada principalmente para os objetos encontrados na região da Palestina, do Egito e da Mesopotâmia. Funções da Arqueologia Bíblica Funções da Arqueologia Bíblica 1. A Arqueologia ilustra e explica a Bíblia. Ela revela como era a vida nos tempos bíblicos, o que passagens obscuras da Bíblia realmente significam, e como as narrativas históricas e os contextos bíblicos devem ser entendidos. 2. A Arqueologia Autentica a Bíblia. Ela tem auxiliado a estabelecer a exatidão dos originais gregos e hebraicos e a demonstrar que o texto bíblico foi transmitido com um alto grau de exatidão. Tem confirmado também a exatidão de muitas passagens das Escrituras, como, por exemplo, afirmações sobre numerosos reis e toda a narrativa dos patriarcas. 3. A Arqueologia Suplementa a Bíblia. Os autores humanos inspirados pelo Espírito Santo narraram somente os aspectos históricos, geográficos etnológicos importantes para a compreensão da história da redenção, deixando outros sem comentários. Definição

3 3 História – 1700 d.C. Descoberta a Pedra de Roseta (em 3 línguas egípcio demótico, grego e em hieróglifos egípcios) – 1800 Foi decifrado a inscrição de Behistune (trilingue...), de Dario, o Grande, ajudou a desvendar o idioma assírio-babilônico (acadiano) O Papiro, semelhante ao papel apodrecia facilmente, temos preservador nas cavernas de Qumran (200 a.C – 50 d.C)

4 4 História II A arqueologia desenvolveu-se muito pouco até a 1ª guerra mundial. Os primeiros arqueólogos não contavam com técnicas muito precisas e adotavam métodos não-científicos para lidar com seus achados. Descobriram que as cidades antigas eram dispostas em níveis de ocupação, uma sobre a outras, denominadas Tel (outeiro, monte pequeno ).

5 5 História III A arqueologia se tornou uma ciência por volta de Pouco mais de 100 anos atrás, não se conhecia bem a história do Egito, da Mesopotâmia ou da Palestina em épocas anteriores a 800 a.C. Agora possuímos achados brilhantes que remontam a 3000 a.C. ou até antes disso.

6 6 Pedra de Roseta A Pedra de Roseta é um bloco de granito negro que proporcionou aos investigadores um mesmo texto escrito em egípcio demótico, grego e em hieróglifos egípcios. Como o grego era uma língua bem conhecida, a pedra serviu de chave para a decifração dos hieróglifos por Jean-François Champollion, em 1822 e por Thomas Young em Suas inscrições registram um decreto instituído em 196 a.C. sob o reinado de Ptolemeu V Epifânio, escrito em duas línguas: Egípcio e Grego. A parte da língua egípcia foi escrita em duas versões, hieróglifos e demótico, sendo esta última uma variante cursiva da escrita hieroglífica. Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Pedra_de_roseta

7 7 A inscrição de Behistune O texto é uma declaração de Dario I da Pérsia, e inclui três versões do mesmo texto, escrito em três línguas e alfabetos diferentes: Persa antigo, Elamita e Babilônio. Um oficial do exército britânico, Sir Henry Rawlinson, transcreveu a inscrição em duas vezes, em 1835 e Rawlinson foi capaz de traduzir o texto cuneiforme em Persa antigo em 1838, e os textos em Elamita e Babilônio foram traduzidos pelo mesmo Rawlinson e outros depois de Babilônio foi uma antiga forma de Acadiano: ambas são línguas semíticas. A inscrição de Behistune (também Bisitun ou Bisutun, بیستون em persa) é para a escrita cuneiforme o que a Pedra de Roseta é para os hieróglifos: o documento mais importante no deciframento de uma língua até então esquecida. Localiza-se na província de Kermanshah, no Irã. Fonte:

8 8 Confirmação Podemos usar pesquisas arqueológicas para confirmar fatos relatados nos livros históricos e proféticos. Contudo, elas não traz discernimento espiritual. Descobertas arqueológicas confirmam a batalha de Sisaque contra Roboão (1Rs 14.25,26), o reinado de Onri e o poderio de Acabe (1Rs 16.22), a revolta de Mesa de Moabe (2Rs 3.5), a queda de Samaria (2Rs 18.10), a escavação do aqueduto de Ezequias (2Rs 20.20), a invasão liderada por faraó Neco (2Rs 23.29), a queda de Jerusalém e a deportação de Joaquim (2Rs ). Tais comprovações corroboram que os livros da Bíblia foram escritos por testemunhas oculares dos fatos nela relatados, ou por outros indivíduos que os conheciam intimamente e que viveram nas épocas ali mencionadas. Selo de Baruque, diz: pertence a Baruque, filho de Nerias, o escrivão. 2- Os ferreiros (1Sm ) Exemplos de confirmação: 1- Selo de Baruque

9 9 Iluminando o Texto Exemplos do uso da arqueologia iluminando o texto bíblico e trazendo luz ao contexto histórico. Os horeus (Deut 2.12) Os horeus (Deut 2.12) A palavra hor, em hebraico, quer dizer buraco. Por esse motivo, um dos léxicos mais antigos traduz provavelmente significa escavadores de cavernas. Recentemente se descobriu outros detalhes sobre os horeus. Eles eram tão avançados como qualquer outro da Antiguidade. Os horeus são agora chamados de hurritas. Escavações na cidade de Nuzi, na Mesopotâmia (1929), revelam costumes relativos às leis e à vida em família deste povo. Salomão Salomão. Salomão é famoso por sua sabedoria. No entanto, a história antiga fala tão pouco sobre ele que alguns estudiosos se perguntam se sua riqueza e sabedoria não foram na realidade exageradas nos relatos bíblicos. Foram feito escavações na cidade de Megido ( ). Os edifícios do lugar comprovam o conhecimento arquitetônico de Salomão e seu interesse nesta arte. Os achados corroboram o costume do monarca de fundar várias cidades que se destinavam a abrigar carruagens militares (1Rs 10.26). Escavações posteriores em Hazor da Galiléia ( ) mostram indícios de uma riqueza semelhante no nível de ocupação da era salomônica. Estima-se que o portão principal de Hazor seja idêntico ao portão construído por Salomão em Megido.

10 10 Respondendo à alta crítica A alta crítica praticada pelos teólogos liberais têm sempre sido embuída de ceticismo. Embora seja essencialmente uma análise da autoria dos livros da Bíblia e da data em que foram escritos, essa linha de argumentação tem trazido resultados lamentáveis para o ensino cristão. A alta crítica surgiu num período de grande ignorância a respeito do contexto histórico da Bíblia. Ensinava-se que a Palestina e a Mesopotâmia eram tão atrasadas como a Grécia em 1500 a.C., e que Moisés não sabia escrever. Os relatos sobre os patriarcas eram supostamente mitos folclóricos dos hebreus que viveram entre 900 e 700 a.C. Hoje em dia tal ceticismo é tolice. Já está provado que nos dias de Moisés um homem culto sabia escrever em 3 ou 4 idiomas. Os patriarcas habitavam um mundo repleto de indivíduos poderosos e culturas avançadas. Em 1929, encontrou-se a antiga cidade de Nuzi, ao norte da Mesopotâmia. Essa localidade revelou um grande tesouro em placas de argila, que em sua maioria datavam do ano de 1500 a.C. Arqueólogos comprovaram e explicaram detalhadamente muitos costumes típicos dos patriarcas a respeito da vida em família. A partir de evidências assim alguns estudiosos se convenceram da veracidade histórica das narrativas do Gênesis.

11 11 Arqueologia na Internet Folha de S_Paulo - Arqueologia Israelense confirma data bíblica de túnel htm Folha de S_Paulo - Arqueologia Israelense pode ter achado palácio de Davi em Jerusalém htm Folha de S_Paulo - Inscrição de irmão de Jesus é falsa htm Folha Online - Ciência - Arqueólogos israelenses apresentam restos do rei Herodes htm Folha Online - Ilustrada - Robert Alter defende valor literário da Bíblia na Flip mht

12 12 Para saber mais... Links sobre Arqueologia centro de pesquisas CACP Arqueologia bíblica (Café Torah) (Diálogo universitário - Adventista) Manuscritos do Mar Morto ainda fascinam, 60 anos após a sua descoberta Arqueologia bíblica


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