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AMBIENTE EMPRESARIAL. Nome Atividade atual Expectativas com o Curso e Módulo Ambiente Empresarial Projeto de carreira Apresentação pessoal.

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Apresentação em tema: "AMBIENTE EMPRESARIAL. Nome Atividade atual Expectativas com o Curso e Módulo Ambiente Empresarial Projeto de carreira Apresentação pessoal."— Transcrição da apresentação:

1 AMBIENTE EMPRESARIAL

2 Nome Atividade atual Expectativas com o Curso e Módulo Ambiente Empresarial Projeto de carreira Apresentação pessoal

3 Marcos Franco Bueno Formação Acadêmica - Economista pela PUC Campinas; - Pós em Gestão e Estratégia de Empresas pelo IE/UNICAMP; - Mestre em Ciência da Informação pela PUC Campinas. Experiência Profissional e Docente - PUC Campinas: Professor Práticas de Formação – Plano de Negócios; - FAJ Jaguariuna: Professor Mestre de Administração de Sistemas de Informação; - CEPROCAMP Campinas: Professor / Coodenador Técnico Profissional. Gestão; - Consultor em Gestão Empresarial. - Shell: Analista de Planejamento; - IBM: Analista de Informações; - SEBRAE-SP: Consultor / Gestor de Projetos.

4 Contato com Professor: Por Por Marcos Franco Bueno

5 OBJETIVOS DO MÓDULO Desenvolver o contato com informações e modelos que sinalizem aspectos conjunturais dos mercados; Compreender as variáveis que impactam os negócios e seu relacionamento; Decodificar a linguagem econômica e interpretar cenários

6 Sucesso Como e por que certas empresas possuem crescimento contínuo e existência continuada enquanto outra acabam se contraindo e, com o tempo, acabam desaparecendo?...ou perguntando de outro modo: Por que algumas empresa têm sucesso e outras não?

7 Sucesso Mas o que é o sucesso? Existem basicamente dois tipos de sucesso: Absoluto: Elvis Presley, Mona Lisa Relativo: (ex. do alpinista, ou da equipe que disputa o campeonato) - onde se encaixam as empresas

8 Sucesso Sucesso em termos empresariais: é quando uma empresa consegue a preferência do cliente em relação à outra que oferece o mesmo produto/serviço. E como a empresa bem sucedida consegue isso? Quando ela apresenta uma vantagem competitiva sobre as outras, seja nas características do prod/serv, seja no processo de transformação, seja no processo de gestão, ou de distribuição, ou do atendimento, etc

9 Sucesso em termos de Lógica de Negócios 1.No sistema capitalista, só sobrevivem empresas que acumulam capital; 2.As empresas acumulam capital quando obtêm lucros substanciais, de forma contínua e sustentada, e assim podem reinvestir no negócio; 3.Para obter lucro, as empresas precisam atender determinados clientes seguindo uma dada missão; 4.Ocorre que o mesmo cliente é alvo de diferentes empresas com missões iguais ou muito semelhantes; 5.O cliente então compara os prod/serv ofertados e escolhe um único; 6.CONCORRÊNCIA; 7.Para fugir da comparabilidade, as empresas procuram diferenciar- se; 8.A capacidade de diferenciação de uma empresa está diretamente relacionada com a(s) vantagem(ns) competitiva(s) que ela apresenta em relação às concorrentes.

10 Sucesso em termos de Lógica de Negócios

11 Como obter uma vantagem competitiva?...com INOVAÇÃO! Dois tipos de inovação: Empresas inovadoras: Sony, Apple; Empresas seguidoras: Gradiente, Microsoft.

12 Como e onde inovar?...através da formulação e implantação de estratégias. Como implantar e formular as estratégias?... entre outros, através do processo de Planejamento Estratégico.

13 Planejar: ver adiante Estratégia: aplicar os meios disponíveis e condições favoráveis para atingir objetivos

14 Método de Planejamento a Longo Prazo (Estados Unidos, anos 50): extrapolação de situações passadas; Método Planejamento Estratégico (prof. Ingor Ansoff, Stanford Research Institute e McKinsey Consulting, anos 60).

15 Método gerencial que permite conhecer a direção a ser seguida pela empresa, visando maior grau de interação com o ambiente Philip Kotler, 1975

16 Analogia com uma viagem: - Oportunidades (para onde ir) - Recursos (situação atual) - Destino (objetivo da empresa) - Escolha da estrada (estratégia) - Mapa (método) - Previsão do tempo (ambiente) - Providências (ações) - Eficiência (resultados)

17 Calendário de atividades Lista de ações Lista de desejos Cronograma Orçamento

18 Prover uma visão de futuro Definir uma direção (foco) Aproveitar as oportunidades Defender-se contra os riscos

19 [Dinossauro] [Camaleão] [homo sapiens] [extinção] [estagnação] [desenvolvimento] Fonte: Planejamento Estratégico, Paulo Vasconcellos, 1979.

20 Plano Estratégico [compreende a empresa inteira] Plano Tático [relacionado a uma área (ex: Financeiro)] Plano Operacional [orienta a alocação de recursos dos planos táticos]

21 Planejar: projetar ações para atingir um resultado e controlar os fatores que asseguram o sucesso (ex: construções, cirurgias, viagens, etc) Projetar: decidir como agir com base no ambiente atual e tendências (medidores, indicadores)

22 Definir resultados e metas Determinar ações Reservar recursos Visar alvos definidos Dominar ondas de choque Explorar tendências Gerir conhecimentos Monitorar indicadores críticos

23 Para fornecer uma visão de futuro, aumentando a chance de aproveitar as oportunidades Para se proteger das ameaças Para continuar a crescer

24 Direcionamento de esforços Entendimento da missão, dos propósitos, dos objetivos, dos desafios, das metas, das políticas e projetos da empresa Elaboração de programas de atividades das unidades da organização Agenda de trabalho com prioridades

25 Responda com suas próprias palavras e segundo o seu entendimento: O que é planejamento estratégico e para que ele serve?

26 Declaração de Visão e Missão do Negócio Análise do Ambiente Externo (oportunidades e ameaças) Análise do Ambiente Interno (forças e fraquezas) Formulação de metas e objetivos Formulação de Estratégia Implementação Feedback e Controle

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28 Tamanho e características da equipe ; Infra-estrutura da empresa; Condições financeiras ; Preço, características próprias e distribuição dos produtos ; Tecnologia.

29 Ambiente demográfico ; Ambiente econômico ; Ambiente natural ; Ambiente tecnológico ; Ambiente político e legal ; Ambiente sócio-cultural.

30 CONTEXTO EM ABRIL/MAIO DE 2010

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42 JORNAL BOM DIA

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45 ESTRUTURA DO CURSO I - ATIVIDADE E CRESCIMENTO ECONÔMICO II – INDICADORES DE PONTENCIAL DE MERCADO: RENDA, DISTRIBUIÇÃO E DESENVOLVIMENTO; III – EMPREGO IV – INFLAÇÃO V – CAMBIO E SETOR EXTERNO VI – AS 5 FORÇAS DE PORTER VII – MATRIZ SWOT OVERVIEW

46 A economia como um Fluxo Governo FamíliasEmpresas Setor Externo A economia de um determinado país/região pode ser entendida como um modelo dinâmico, onde a interação entre os agentes (salários, lucros, consumo, alugueis, etc.) compõe a atividade econômica Porém, de que forma podemos mensurar a atividade econômica?

47 Investimentos (I) Gasto do Governo (G) Exportações (X) Impostos (T) Importações (M) Nível de Atividade Econômica A figura abaixo, ilustra a existência de Vazamentos e Injeções em uma economia qualquer (nação). Os Vazamentos são os Impostos (T) e as Importações (M). Já as Injeções são o Consumo (C), Investimento (I), o Gasto do Governo (G) e as Exportações (X). Em geral, no curto prazo, quando as Injeções são maiores que os Vazamentos ocorre um aumento da atividade econômica. Por outro lado, no curto prazo, quando as Injeções são menores que os Vazamentos em geral ocorre uma redução da atividade econômica. Injeções Vazamentos Injeções e Vazamentos em uma Economia Nacional Consumo (C)

48 Formas de mensurar a atividade econômica Produto Interno Bruto - PIB O PIB é a medida mais conhecida de mensuração econômica, pois é o padrão adotado pela ONU (Organização das Nações Unidas). O PIB mede o valor 1 de todos os bens e serviços finais produzidos 2 na economia em um determinado momento do tempo 3. Em outras palavras, mede o crescimento econômico. 1 Valor = permite Agregar diferentes produções (maçã com fogão, etc.) 2 Bens e Serviços Finais = produtos acabados e os estoques finais (evita dupla contagem) 3 Período do tempo: fluxo definido em um dado período (trimestre, ano).

49 Produto Interno Bruto - PIB Fórmula do PIB PIB = (preços x quantidades) Ou seja, PIB = p sacas de café x q sacas de café + p fogão x q fogão + p passagem de onibus x q viagens Pergunta : Por que falamos de Produto Interno e não Produto Nacional??? O Produto é Interno porque demonstra os bens e serviços que são produzidos dentro do país. Não necessariamente sendo de propriedade do país. Ex. Fábrica da Ford na Bahia = produção brasileira com propriedade Americana.

50 Valor Adicionado Valor adicionado Fazendeiro Moleiro Padeiro Dono da Mercearia Consumidor VA do Fazendeiro Valor do trigo Valor da farinha Valor de Varejo do pão Dispêndio final do pão VA do moleiro VA do padeiro Valor de atacado do pão VA mercearia Dispêndio Final Dispêndio Intermediário Produto Interno Bruto - PIB

51 O PIB Brasileiro a Preços de Mercado Fonte IBGE Crescimento de aproximadamente. 14,7% a.a. desde 1994

52 O PIB e o Problema dos Preços Como vimos, o PIB é calculado agrupando o valor dos bens produzidos no país: Fórmula do PIB PIB = (preços x quantidades) Problema I: O que acontece com essa mensuração em países que possuem consideráveis índices de inflação? Exemplo: Brasil No ano de 2007, o PIB Brasileiro apresentou crescimento nominal de 9,68% Porém, a inflação do período foi de aproximadamente 4,26%. Temos então que o crescimento Real da economia brasileira foi de 5,4% no ano.

53 Resolvendo o Problema dos Preços Uma solução para a retirada do problema inflacionário no cálculo do PIB seria a utilização de preços de um determinado ano base. Exemplo: Para realizar uma comparação Real do PIB entre um intervalo de anos, faríamos: (preços x quantidades ) PIB 2004 = (preços 2004 x quantidades 2004 ) (preços x quantidades ) PIB 2003 = (preços 2004 x quantidades 2003 ) (preços x quantidades ) PIB 2002 = (preços 2004 x quantidades 2002 ) Assim, temos o chamado PIB a preços constantes, que permite avaliar o crescimento Real da economia.

54 PIB a Preços Constantes de 2007 Fonte IBGE +5.07% Crescimento de aproximadamente 2,7% a.a. desde 1994

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57 DA - mensuração do fenômeno econômico através do gasto dos agentes econômicos. DA = C + I + G + X - M, onde: - Setor Privado - Setor Público - Setor Externo Componentes da Demanda do PIB

58 Fonte IBGE

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60 Comparações Internacionais de PIB A medida do PIB também é utilizada para realizar comparações entre diferentes economias no planeta. Para tal, utiliza-se uma moeda como referência mundial, convertendo o valor de todos os PIBs para ela. Ex. Converter para dólares Ex: PIB R$ / Taxa de Câmbio R$ por US$ = PIB US$

61 Comparações Internacionais de PIB PIB 2006 – Bilhões de US$ Fonte: FMI Mercosul (8º PIB) PIB Total = US$ bi Argentina: US$ bi – 32º: Uruguai: US$ 19 bi– 86º Paraguai: US$ 9.5 bi– 109º Problema: Em países onde a taxa de câmbio oscila muito, teremos muita oscilação no valor do PIB em Dólares, sem ter havido oscilação no PIB Real

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63 PIB no Brasil – A diferença entre Estados

64 Participação do PIB - % em 2005 Fonte: IBGE

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66 DADOS DE 2005 PIB no Brasil – A diferença entre municípios

67 Além das diferenças de produção, os Estados Brasileiros possuem também, uma grande diferença populacional, sem uns muito populosos e outros menos. Uma medida relevante a ser considerada será a do PIB per cápita. PIB per capita = PIB / Total da População PIB no Brasil – População

68 PIB Per Capita - Brasil Fonte :IBGE

69 PIB Per Capita Brasil

70 O PIB Per Capita no Mundo Fonte: FMI DADOS DE 2006 USD $

71 Fonte :IBGE

72 PIB Per Capita - Estadual Fonte :IBGE PIB per capita 2005 Estados – R$ Mil 2000

73 PIB Per Capita – Municipal Fonte: IBGE DADOS DE 2005

74 O PIB per capita é uma medida de posicionamento central, ou seja, apenas uma média. O PIB per capita não captura as diferenças na distribuição de renda de um Pais, Estado ou Município. Exemplo do fogão/geladeira

75 % População% Renda Apropriada Apropriação da Renda por parcelas da população IBGE

76 Mas o PIB é o melhor indicador do bem-estar econômico de uma sociedade? Para conhecermos mais profundamente o grau de bem- estar sócio-econômico de uma nação, devemos também considerar outros indicadores. Alguns dos mais importantes : Í ndice de Gini; Índice de Desenvolvimento Humano (IDH); DISTRIBUIÇÃO DE RENDA E DESIGUALDADE

77 O Índice de Gini foi criado para avaliar a concentração de Renda existente em um determinado local. O Índice de Gini varia entre 0 e 1 sendo: 0 = Renda Perfeitamente Distribuída 1 = Renda totalmente concentrada O Índice de Gini

78 Fonte :IBGE/Todas as Rendas O Índice de Gini - Brasil

79 Mesmo com a repetição de avanços na distribuição de renda e no emprego, a persistente desigualdade da sociedade brasileira prejudica a evolução dos indicadores sociais, como mostrou a nova edição da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). Divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o levantamento revela que ocorreu, no ano passado, a maior redução na diferença entre ricos e pobres no Brasil desde 1990, segundo o Índice de Gini, que caiu de 0,541 para 0,528. A pesquisa também informa que havia 14,1 milhões de brasileiros analfabetos em o que coloca o País em 15º lugar em proporção de alfabetizados na América Latina e no Caribe - e 4,8 milhões de crianças trabalhando. Em contraposição, a cobertura previdenciária e a rede de esgoto passaram de 50%, em melhorias concentradas no Sudeste e no Sul. "Os indicadores sociais só não avançam mais porque a distribuição de renda não se dá numa velocidade maior do que a verificada nos últimos anos", disse o presidente do IBGE, Eduardo Nunes. "De 2006 para 2007, já observamos uma redução acentuada (na concentração). Mantida essa velocidade, a partir de agora certamente os indicadores sociais poderão acompanhar mais de perto o crescimento da renda. A queda no Índice de Gini - que varia de zero a 1 e indica maior desigualdade quanto mais aumenta - foi a reafirmação de uma tendência já verificada em anos anteriores no Brasil. A PNAD mostrou que, em 2007, o Gini da distribuição de renda do trabalho (não incluindo outras rendas) passou de 0,540 em 2006 para 0,528 em Apesar da redução forte, o Brasil ainda está muito atrás de outros países nesse indicador. O Gini da Rússia, por exemplo, é 0,399; o da China, 0,469; e o da Índia, 0,368. Todos têm distribuição de riqueza menos desigual que a brasileira. "O Brasil não é um país pobre; é rico e se aproxima de países desenvolvidos em alguns indicadores, mas a distribuição de renda é como a de países que nem sabemos direito onde estão no mapa", disse Nunes. A concentração de renda no País está mais próxima da de nações pobres da América Central, como El Salvador (0,524) e Panamá (0,561), ou africanas, como Zâmbia (0,505), África do Sul (0,578), Suazilândia (0,504) e Zimbábue (0,501). Desigualdade cai, mas avanço social do País ainda é tímido – Estadão 19/09/08

80 menor que 0,25 de 0,25 a 0,29 de 0,30 a 0,34 de 0,35 a 0,39 de 0,40 a 0,44 de 0,45 a 0,49 de 0,50 a 0,54 de 0,55 a 0,59 maior que 0,60 não informado O Índice de Gini – Mundo 2005

81 Fonte :IBGE O Índice de Gini – Regiões do Brasil

82 O Índice de Gini – Estados Brasileiros O Índice de Gini varia entre 0 e 1 sendo: 0 = Renda Perfeitamente Distribuída 1 = Renda totalmente concentrada O Índice de Gini – Gráfico Estados

83 O Índice de Gini – Estados Brasileiros O Índice de Gini varia entre 0 e 1 sendo: 0 = Renda Perfeitamente Distribuída 1 = Renda totalmente concentrada O Índice de Gini – Estados

84 O Índice de Desenvolvimento Humano O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida internacional que sintetiza em um único índice quatro indicadores de desenvolvimento humano: Expectativa de vida ao nascer : que demonstra as condições de acesso à saúde oferecido aos habitantes Taxa de alfabetização Taxas de matrícula bruta nas escolas primárias e secundárias PIB per capita : Indicativo de Renda Apesar de o desenvolvimento humano ser muito mais abrangente do que qualquer índice sintético, o IDH é uma alternativa melhor para medir o bem-estar das pessoas do que o PIB ou a renda per capita.

85 Ranking IDH - Internacional Brasil - 15ª Economia do Planeta - 60º em PIB Per capita - 65º em IDH Noruega - 22ª Economia do Planeta - 3º em PIB Per capita - 1º em IDH

86 IDH – Estados Brasileiros FONTE: IPEADATA

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88 Pelotão de elite Últimas posições

89 BRASIL DOS EXCLUIDOS – cidadãos sofrem com falta de infra-estrutura. (Fantástico)(Fantástico)

90 Atualmente, um grupo investidor estuda a viabilidade de instalar suas operações em cidades do interior paulista, com até 500 mil habitantes. Dentre as atividades previstas para implantação estão: (1) Uma Faculdade particular que tem como meta trabalhar com baixos custos/baixas mensalidades (2) Uma revenda de automóveis da marca TOYOTA (3) Uma franquia da lanchonete Mc Donalds. Atividade em Grupo para próxima aula

91 Municípios contatados; -Americana; -Piracicaba; -Bauru; -Taubaté; -Botucatu; -Suzano. Seu grupo foi contratado para desenvolver um serviço de consultoria a UM dos municípios acima, de forma a auxiliá-los na atração do investimento. Para tal, vocês devem elaborar uma apresentação destacando ao investidor os atributos positivos o município, identificando vantagens competitivas para cada uma das três modalidades de investimento. Atividade em Grupo para próxima aula

92 A apresentação é livre e deve ter no máximo 10 minutos. Deverão ser abordados um conjunto mínimo de informações: Indicadores mínimos a analisar: - População (Perfil) e localização; - PIB, PIB per capita; - IDH (Renda Saúde e Educação; Alem destas, outras informações podem ser fundamentais para o sucesso da consultoria e ficam a critério do grupo de consultores. Fonte dos dados: (1) (2) - Atlas do Desenvolvimento Humano; (3) Site das Prefeituras Municipais; (4) (5) Etc. Atividade em Grupo para próxima aula

93 Mercado de Trabalho e a questão do desemprego Conceitos gerais, forma de mensuração e números brasileiros

94 O Fator trabalho está diretamente relacionado ao tamanho da população. População Porém, não podemos entender o total da população como componentes do mercado de trabalho Por que?

95 Identificando o mercado de trabalho População PIAPopulaçãoem Idade Ativa Idade Ativa NPIA NPEA PEA Desocupados PessoalOcupado PEA = População Economicamente Ativa (empregados e os que procuram emprego) NPEA = Em idade ativa, porém, não PEA (incapacitados, estudantes, aposentados, etc.)

96 PEA, por sexo e raça – Pessoas de 16 anos ou mais Fonte PNAD

97 Mensurando mercado de trabalho 1 - Taxa de Participação da Força de Trabalho Mede o Total da População em Idade Ativa que é Economicamente Ativa TPFT = PEA/PIA Elaboração: PNUD

98 TPFT por Gênero

99 Desocupados PessoalOcupado Os indicadores de Desemprego medem qual o % da PEA encontra-se desocupada (e não o total da população). Taxa de Desemprego é dado por = Desocupados / PEA Mensurando mercado de trabalho ENFIM, O DESEMPREGO

100 Taxa de Desemprego Fonte: Ipeadata em 20/03/10

101 Medidas de Desemprego IBGE Coleta de Dados em Todo Brasil PEA>=15 anos Procurou trabalho por 30 dias ininterruptos Considera trabalho informal Desemprego Aberto Principais Diferenças nos Indicadores SEADE Coleta de Dados na RMSP PEA>=10 anos Procurou trabalho na semana da pesquisa Não considera trabalho informal Desemprego Total Aberto + Oculto

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105 % Trabalhadores Privados com Carteira assinada Fonte PNUD

106 % de crianças de 5-15 anos que trabalham Fonte PNUD

107 Tipos de Desemprego Uma vez definido o problema do desemprego, é importante investigar suas causas. O desemprego é estudado em quatro modalidades diferentes: - Desemprego Cíclico - Desemprego Conjuntural - Desemprego Estrutural - Desemprego Friccional

108 Tipos de Desemprego Desemprego Cíclico É o desemprego ligado sazonalidade econômica, devido à ciclos de curto prazo. Exemplo: Contratação de Vendedores em Nov/Dezembro e demissão em Fev/Março. Baixa Estação (cidades turísticas, etc.)

109 Tipos de Desemprego Desemprego Conjuntural É o desemprego ligado à reduções na atividade econômica, por fatores conjunturais (Câmbio, Juros, etc.) Exemplos - Plano Collor - Crise Argentina - Crise Cambial de 1999

110 Tipos de Desemprego Desemprego Estrutural É o desemprego ligado à inovações tecnológicas e ganhos de produtividade. Exemplos - Trabalhadores em Bancos no Brasil; - Cobradores de ônibus; - ´Cursos de datilografia... Etc.

111 Tipos de Desemprego Desemprego Friccional É o desemprego natural existente na economia. Exemplos - Pessoas mudando de cidade; - Pessoas mudando de profissão; Etc.

112 Ocupação no Brasil Fonte: PNUD

113 A INFLAÇÃO Conceitos gerais, formas de mensuração e números os brasileiros recentes.

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115 CONCEITOS INICIAIS Ao fazer suas compras, D. Maria vê que sua marca de leite favorita, passou de R$1,09/ litro para R$ 1,98 Indignada, ela diz se sentir enganada pelo governo pois, se o leite subiu 81,65%, como é que a inflação pode ser menor que 1%???

116 É natural que os preços subam e caiam em uma economia. Dessa forma, NÃO PODEMOS CONSIDERAR INFLAÇÃO aumentos pontuais de preços em determinados produtos ou serviços. Exemplo: Se o preço do Leite preferido por Dona Maria muda de R$ 1,09 para R$ 1,94, temos um aumento de preços; Se o preço da grande maioria dos Leites disponíveis no mercado aumentam, por períodos continuados e, esse aumento causa impactos em outros produtos (derivados, etc), ai sim podemos apontar o surgimento de Inflação. CONCEITOS INICIAIS

117 Como medir a inflação? Sabendo que diariamente, preços sobem e descem na economia, como medir a inflação? Exemplos: Um aumento contínuo e generalizado em Caixas de Fósforo irá abalar a inflação do País? Um aumento contínuo e generalizado nas tarifas de energia irão abalar a inflação do País? Solução:> A definição de Cesta de Consumo São determinados quais os gastos médios em cada modalidade de produto; Através dos gastos médios, a variação de preços é ponderada pela relevância do item, indicando assim, a inflação encontrada.

118 Medição: Os índices de inflação são obtidos através da através do acompanhamento da evolução de preços em: i) Um determinado grupo de bens e serviços e seus preços relativos; ii) Em uma determinada região; iii) Em um determinado período de tempo. Como medir a inflação?

119 Famílias de Índices de Inflação: De acordo com seu escopo, o índice de inflação pode ser agrupado em famílias: a)Índice de Preços no Atacado a)Índice de Preços ao Consumidor; a)Índice Geral de Preços

120 Como medir a inflação? Índice de Preços ao Consumidor Fipe – Cesta de Consumo

121 Fonte: IBGE, FGV, Fipe.

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124 Conceitos relativos a inflação: Inflação - Conceitos

125 Conceitos relativos a inflação: Inflação - Conceitos Aceleração Inflacionária Inflação Deflação Desaceleração Inflacionária

126 Caso Alemão na década de 20 de 20

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128 Quais as fontes de Inflação? Dentre as possíveis causas que levam a inflação em uma economia, podemos generalizar 3 principais fatores: 1.Inflação de Demanda a)Monetização excessiva; 2.Inflação de Custos; 3.Inflação Inercial

129 Inflação de Demanda (1) Imagine que: O salário de toda uma família dobrasse de hoje para amanhã. Eles estariam mais ricos com isso? (2) Imagine que: Por efeito de mágica, o salário de todos os brasileiros dobrasse de hoje para amanhã Estaríamos mais ricos a partir disso?

130 Inflação Monetária – de Demanda Alguns teóricos desenvolveram o que chamamos de Teoria Quantitativa da Moeda, que afirma o seguinte: P x Q = M x V Onde: P = Preços da Economia; Q = Quantidades produzidas; M = Total de dinheiro em circulação V = Velocidade da moeda PIB

131 Inflação Monetária – de Demanda No caso onde os salários dobram como mágica, temos que: P x Q = M x V Justificativa: Com mais dinheiro disponível, as famílias tendem a consumir mais (função demanda). No curto prazo, como a oferta de produtos não aumenta, temos uma elevação generalizada nos preços. A inflação Brasileira na década de 70 e 80 foi em grande parte gerada por emissões descontroladas de moeda

132 Inflação de Demanda Importante: A Inflação de Demanda não é apenas gerada por aumento da emissão de dinheiro. Toda vez que a Demanda da população é estimulada sem que haja uma maior produção, ela aparecerá. Exemplos de fatores que podem gerar inflação de demanda: - aumento real muito elevado nos salários; - aumento na oferta de crédito; - redução de taxa de juros; - mudanças em padrões comportamentais, etc.

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134 Inflação de Custo A chamada inflação de custo ocorre quando há o aparecimento de choques de oferta ou estrangulamento na produção de mercadorias chaves no processo produtivo. O aumento nos preços dessas mercadorias acabam por contagiar todos os preços da economia: Exemplos: -Combustíveis – Choques do Petróleo em 70; -Energia Elétrica – Crise do Apagão; -Quebra de safra agrícola; D Oi Of quantidades preço Pf Pi

135 Inflação Inercial Uma vez ocorrido um surto inflacionário – seja por demanda, seja por custos, os agentes econômicos tendem a replicar parte da inflação passada como sendo futura. Isto é, na inflação inercial, os preços sobem tomando como base os aumentos ocorridos em momentos passados. Exemplo prático: Alta nos Preços dos combustíveis dos combustíveis Pressão por reajuste salarial Pressão em Alugueis Pressão em outros produtos Mensalidade escolar

136 A Nocividade da inflação A inflação é um tema mundialmente conhecido e combatido pelos países. Dentre os efeitos nocivos advindos da Inflação temos: - Agravamento nos problemas de Distribuição de Renda - Desestímulo ao Abastecimento Dentro de uma dinâmica inflacionária, bens estocados geram lucro, dado que seus preços aumentam. Problemas de abastecimento são comuns. - Desestímulo à Eficiência Produtiva; - Desequilíbrios na Balança Comercial; - Aumento no tamanho do Estado

137 POLÍTICAS MONETÁRIA, CAMBIAL, FISCAL E DE RENDAS Como as políticas governamentais direcionam o funcionamento do Mercado

138 Principais Objetivos da Política Econômica A Política Econômica de qualquer governo, consistirá em equalizar os eventuais desequilíbrios existentes nos principais Agregados Macroeconômicos: Crescimento EconômicoEquilíbrio ExternoNível de EmpregoEstabilidade de Preços Distribuição de Renda

139 O Conceito de Inflation Target (Metas de Inflação) Criada pelo decreto Nº 3.088, de 21 de junho de 1999, a sistemática de "metas para a inflação" passa a ser utilizada como diretriz para fixação do regime de política monetária brasileira -As metas de inflação e seus intervalos de variação devem ser definidas pelo CMN e divulgadas com 2 anos de antecedência; -Por lei, o BACEN tem a obrigação de usar todos os meios necessários de política monetária para obter as metas estabelecidas. - A inflação oficial é medida através do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pelo (IBGE).

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141 Metas de Inflação - BRASIL

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144 Política Monetária Definida como o controle da oferta de moeda e das taxas de juros da economia, que garantam o cumprimento dos objetivos estabelecidos pela política econômica. O COPOM: instituído em junho de 1996, com o objetivo de estabelecer as diretrizes da política monetária e de definir a taxa de juros (a ex. doFederal Open Market Committee - FOMC); as decisões do Copom passaram a partir do decreto 3.088/99 a ter como objetivo cumprir as metas para a inflação definidas pelo Conselho Monetário Nacional; A taxa de juros fixada na reunião do Copom é a Taxa Selic meta, a qual vigora por todo o período entre reuniões ordinárias do Comitê. A partir de 2006, o COPOM realiza 8 reuniões anuais (45 dias) As atas das reuniões são divulgadas no site do Bacen em 6 d.u.

145 Política Monetária O Executor da política monetária é o Banco Central, tendo disponível os seguintes instrumentos: Emissão de Papel Moeda Depósitos Compulsórios; Redesconto; Operações de Open Market; Controle e Seleção de Crédito.

146 OS DEPÓSITOS COMPULSÓRIOS O depósito compulsório limita a capacidade bancária de criar moeda. M1 = k. B Onde M1 = Variação dos Meios de Pagamento do Tipo 1 B = Base Monetária; K = multiplicador bancário Instrumentos de Política Monetária

147 OS DEPÓSITOS COMPULSÓRIOS

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153 A dinâmica dos Compulsórios

154 O REDESCONTO No dia a dia do setor bancário, eventualmente um banco tem problemas de liquidez para honrar os saques dos correntistas. Nessa situação os bancos podem recorrer a outros bancos (CDI) ou ao BACEN. O REDESCONTO é o socorro de última instância que o BACEN fornece aos bancos de forma atender às necessidades momentâneas de caixa. É a última linha de atendimento aos furos de caixa das instituições bancárias. A taxa de juros cobrada pelo BACEN nas operações de redesconto acabam por influenciar a liquidez do sistema financeiro. Instrumentos de Política Monetária

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157 OPERAÇÕES DE OPEN-MARKET O BACEN também afeta a oferta de moeda ao público por meio de operações de compra e venda de títulos públicos federais. Os principais movimentos destes mercados são: - compra líquida de Títulos Públicos pelo BACEN, com aumento no volume de reservas bancárias, aumento na liquidez do mercado e queda nas taxas de juros de curto prazo. - venda líquida de Títulos Públicos pelo BACEN, com diminuição do volume de reservas bancárias, diminuição na liquidez de mercado e, aumento nas taxas de juros de curto prazo. Instrumentos de Política Monetária

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159 CONTROLE E SELEÇÃO DE CRÉDITO Instrumento que, de certa forma, impõe restrições ao livre funcionamento do mercado. Estabelece controles diretos sobre o volume e o preço do crédito. Tal instrumento pode ser feito de inúmeras formas: controle do volume de crédito, controle de taxas de juros, fixação de limites e condições dos créditos, etc. As intervenções precisam ser dosadas de forma a não prejudicar a eficiência do sistema financeiro nem favorecer um mercado paralelo. Instrumentos de Política Monetária

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161 Necessidade de financiamento federal 2009

162 Câmbio e Setor Externo Principais conceitos e números brasileiros

163 Taxa de Câmbio A taxa de câmbio é um dos preços mais importantes de uma economia pois demonstra a relação de valor entre duas moedas; Indica o preço, em moeda nacional, de uma moeda estrangeira; Exemplo: Brasil – Utiliza-se o padrão indireto da taxa Cotação Dólar Comercial = Taxa de Câmbio Comercial R$/US$ = 1,85 (27/01/10) Padrão Direto Cotação Real R$ = Taxa de Câmbio US$/R$ = 0,54

164 Valorização/Desvalorização do Câmbio Valorização Cambial - Moeda local se fortalece frente a outras moedas Exemplo: Taxa de Câmbio passa de R$/US$ = 3,894 em nov/02 para R$/US$ 1,85 em 27/01/10. Conseqüências: Um produto Nacional com valor de R$ 100,00 que era cotado a US$ 25,68 em nov/02, em jan/10 vale US$ 54,04 Desincentivos a Exportação e Incentivos à Importação e Saída de Capitais. Desvalorização Cambial - Moeda local perde valor frente a outras moedas Exemplo: Taxa de Câmbio passa de R$/US$ 1,5585 em 15/08/08 para R$/US$ 2,49887 em 05/12/08 (+60%).

165 Regimes Cambiais Indica a forma como a taxa de câmbio será formada em uma economia. Os três principais modelos existentes são: - Regime de Câmbio Fixo; - Regime de Câmbio Flutuante; - Regime de Câmbio Flutuante Administrado.

166 Regimes Cambiais – Câmbio Fixo A taxa de Câmbio é mantida Fixa de forma artificial pelo governo, independente de mudanças conjunturais (taxas de juros, inflação) desempenho comercial (Exportações e Importações) e movimentação de Capitais. O governo deve promover esforços para manter sua taxa artificialmente fixa: - Caso exista uma maior demanda por moeda estrangeira, o Banco Central deve suprir o mercado utilizando suas reservas; - Caso exista uma maior oferta de moeda estrangeira, o BC deve adquirir o excesso do mercado, incrementando suas reservas.

167 Aspectos Positivos: - Proporciona estabilidade no mercado de câmbio, mesmo em momentos de instabilidade de curto prazo na economia local/mundial; - Permite planejamento de longo prazo de investimento com diminuição do risco de variação cambial. Aspectos Negativos: - A manutenção de Câmbio Fixo aliada a Inflação de Preços retira a competitividade dos produtos nacionais; - Necessidade de permanente intervenção do BC no mercado e a manutenção de níveis mínimos de reservas cambiais. Regimes Cambiais – Câmbio Fixo

168 Regimes Cambiais – Câmbio Flutuante O mercado determina uma taxa de câmbio flutuante. Ou seja, uma moeda vale o quanto os compradores estão dispostos a pagar por ela. Determinada pela oferta e demanda de moeda, conseqüências do volume de investimento estrangeiro, importação/exportação, inflação e um conjunto de outros fatores econômicos. Ex: Com aumento da venda de Dólares no mercado interno, sem o aumento da demanda teremos uma queda na cotação desta moeda.

169 Regimes Cambiais – Câmbio Flutuante Aspectos Positivos: - Não necessita comprometimento de reservas por parte da autoridade monetária; - Mercado pode corrigir automaticamente mudanças conjunturais na economia local/mundial. Aspectos Negativos: - Momentos de instabilidade levam a grandes variações cambiais, desestimulando o lado REAL da economia; - Dificulta planejamento de Longo Prazo por parte das empresas.

170 Regimes Cambiais – Flutuante Administrado Forma híbrida entre regimes de Câmbio Fixo e Flutuante; Possibilita a livre flutuação da taxa de câmbio, dentro de bandas (teto e piso) pré estabelecidos e de conhecimento do mercado. Teto Piso Intervenção - Venda Intervenção - Compra

171 Aspectos Positivos: - Permite ao mercado realizar pequenas correções na taxa de câmbio; - Sinaliza para o mercado taxas de câmbio mínimas e máximas, permitindo maior planejamento e mensuração do risco; - Pode ser utilizada para corrigir o problema da inflação no Câmbio Fixo Aspectos Negativos: - Necessidade de permanente intervenção do BC no mercado e a manutenção de níveis mínimos de reservas cambiais; Regimes Cambiais – Flutuante Administrado

172 Evolução Taxa de Câmbio R$/US$ Fonte: Gazeta Mercantil R$ 1, /01/99 R$ 2, /03/99 R$ 3, /10/02 R$ 2, /10/01 R$ 1, /08/08 R$ 2,50 05/12/08 Tx Câmbio Comercial – Compra Média R$ 1, /11/2009 R$ 1,78 23/03/10

173 Como vimos, o Brasil adota hoje o regime de câmbio flutuante e como conseqüência disso temos que as taxas de câmbio são definidas pelo movimento dos mercados (oferta e demanda). (1) Taxa de Câmbio Comercial (Dólar Comercial) Taxa utilizada nas operações comerciais do país, no pagamento de dívida externa e nas operações de remessa de lucros e dividendos pelas empresas com sede no exterior. Taxa válida para operações de Comércio Exterior, passagens aéreas e marítimas, etc. As cotações para o Dólar Comercial são registradas e disponibilizadas pelo Sisbacen Ex: No dia 28/01/10 as cotações no fim da tarde estavam em R$ 1,883 na compra e R$ 1,885 na venda da moeda. Diferentes Taxas de Câmbio

174 (2) Taxa PTAX do Bacen. Calculada pelo BACEN no final de cada dia, a PTAX representa a média ponderada das taxas praticadas nas transações do mercado interbancário. No dia 28/01/10 as cotações no fim da tarde estavam em R$ 1,8855 na compra e R$ 1,8856 na venda da moeda. (3) Dólar Paralelo (black) É o dólar que circula fora dos meios oficiais. Como o próprio nome diz, ele normalmente é utilizado por quem quer realizar transações ilícitas ou fora da supervisão do Banco Central. Os exemplos são vários: lavagem de dinheiro, sonegação, tráfico etc. Aqui entram em cena os famosos doleiros. No dia 28/01/10 o Dolar paralelo foi negociado R$ 1,84 para compra e R$ 2,00 na venda. Mercado de Câmbio

175 Balanço de Pagamentos Balanço de Pagamentos é o registro contábil de todas as transações econômicas - financeiras de um país com outros do mundo. Ele registra o total de dinheiro que entra e sai de um país, na forma de importações e exportações de produtos, serviços, capital financeiro, bem como transferências comerciais. Organizado em grupos de contas que resumem as diferentes movimentações financeiras

176 CONTAS I- Balança Comercial - exportações e importações de mercadorias. II- Serviços - exportações e importações de turismo, fretes, seguros, patentes etc. III- Transferências Unilaterais I + II+III = SALDO EM CONTA CORRENTE IV- Balanço de capitais - movimentações financeiras (empréstimos, capitais de risco, etc) SALDO BALANÇO PAGAMENTOS Balanço de Pagamentos - BP

177 Balanço de Pagamentos - SALDOS BP = 0 Equilíbrio quando a quantidade de divisas que saíram do país são iguais as que deram entrada; BP > 0 Superavitário quando entraram mais divisas do que o total de saídas registradas no período. Aumento das Reservas Internacionais; Pressão na Valorização da Moeda BP < 0 Deficitário quando o total de saída de divisas é maior que as entradas registradas no período. Diminuição das Reservas Internacionais; Pressão por Desvalorização da Moeda

178 Balanço de Pagamentos - Números Fonte: BCB – US$ Milhão BP.XLS

179 BP:Balanca Comercial USD Milhões FOB – Fonte BCB

180 BP: Exportações: Porte da Empresa

181 BP: Exportações – 10 Maiores Destinos Fonte: BCB US$ Milhão 10 maiores compradores representam 69% das exportações brasileiras EUA : 14% em 2009 vs 10% em 2010 BCB 2009

182 BP: IMPORTAÇÕES – 10 Maiores Origens Fonte: BCB US$ Milhão China : 12% em 2009 BCB 2009

183 BP: Reservas Cambiais Brasileiras Fonte: BCB – US$ Milhão


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