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Investir em Saúde Mental Suplemento 2004 Investir em Saúde Mental – Suplemento 2004 “(...) bem-estar subjetivo, autonomia, competência, dependência.

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3 Investir em Saúde Mental Suplemento 2004

4 Investir em Saúde Mental – Suplemento 2004 “(...) bem-estar subjetivo, autonomia, competência, dependência intergeracional e reconhecimento da capacidade de se realizar intelectual e emocionalmente. (...) estado de bem-estar através do qual os indivíduos reconhecem suas habilidades, são capazes de lidar com o stress normal da vida, trabalhar de forma produtiva e frutífera, e contribuir para suas comunidades. (...) refere-se à possibilidade de aumentar a competência de indivíduos e comunidades e capacitá-los para alcançar seus próprios objetivos. Saúde mental é uma questão de interesse para todos, não apenas aqueles afetados por transtornos mentais. (...)”

5 Investir em Saúde Mental – Suplemento 2004

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9 Ronald L. Numbers, PhD. é Hildale Professor of the History of Science and Medicine, University of Wisconsin-Madison, Estados Unidos. Presidente da International Union of the History and Philosophy of Science, Division of History of Science and Technology.

10 A ascensão do Cristianismo exterminou a antiga ciência A Igreja Cristã Medieval suprimiu o crescimento da Filosofia Natural Os cristãos medievais ensinavam que a Terra era plana a Igreja proibiu autópsias e dissecações durante a Idade Média e o Renascimento

11 A Igreja Católica Romana deu mais financiamento e apoio social ao estudo da astronomia por mais de seis séculos no final da Idade Média até o Iluminismo. A escola médica Papal, San Viansa, atualmente a Universidade de Roma, foi durante anos, décadas e até mesmo séculos, no início do período moderno, a pioneira em estudos de anatomia e fisiologia.

12 Todos esses líderes eram, pelo menos em parte, movidos por convicções espirituais em suas buscas intelectuais e científicas Giordano Bruno Galileu Galilei Charles Darwin Nicolau Copérnico René Descartes Isaac Newton Johannes Kepler Robert Boyle Andreas Vesalius Marcello Malpighi

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14 Religiosidade extrínseca: a religião é um meio para obter outros fins, como consolo, sociabilidade, distração e status. Sua religião é aceita de modo superficial ou é adaptada para atender suas necessidades e seus objetivos pessoais. Religiosidade intrínseca: a religião ocupa lugar central na vida do indivíduo, é seu bem maior. Tendo aceitado uma religião, o indivíduo procura internalizá-la e segui-la de forma integral. Gordon W. Allport foi psicólogo nascido nos E.U.A. em 1897 e falecido em Foi professor e pesquisador de importantes Universidades norte-americanas e contribui para a compreensão da dimensão religiosa. Espiritualidade e Saúde Mental / Alexander M. de Almeida e André Stroppa / Zen Review 2009

15 Coping religioso e espiritual: é o modo como as pessoas utilizam sua religiosidade/espiritualidade para lidar com situações de estresse e de dificuldade em suas vidas. Coping: sem tradução exata para a língua portuguesa, pode significar lidar, manejar, adaptar-se ou enfrentar. Trata-se de um processo de interação entre o indivíduo e o ambiente, com a função de reduzir ou suportar uma situação adversa que exceda os recursos do indivíduo. Gordon W. Allport foi psicólogo nascido nos E.U.A. em 1897 e falecido em Foi professor e pesquisador de importantes Universidades norte-americanas e contribui para a compreensão da dimensão religiosa. Espiritualidade e Saúde Mental / Alexander M. de Almeida e André Stroppa / Zen Review 2009

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17 Harold Koenig é médico psiquiatra e Professor da Universidade de Duke. É diretor do Duke's Center for the Study of Religion/Spirituality and Health. Um dos maiores pesquisadores do mundo na interface religiosidade/espiritualidade e saúde. “ Espiritualidade é a busca pessoal pelo entendimento de respostas a questões sobre a vida, seu significado e relações com o sagrado e transcendente, que pode ou não estar relacionada a propostas de uma determinada religião”

18 Espiritualidade e Saúde Mental / Revista de Psiquiatria Clínica/ Vol. 34 – Suplemento

19 Primeiros hospitais destinados ao pacientes portadores de transtornos mentais foram organizados por monges e sacerdotes. Era o tipo dominante de cuidado psiquiátrico nos Estados Unidos e Europa no começo do século XIX.

20 Espiritualidade e Saúde Mental / Revista de Psiquiatria Clínica/ Vol. 34 – Suplemento Mudança no início do século XX com os escritos de Freud na psiquiatria e Hall na psicologia. Eles acreditavam que religião gerava neurose e que teorias psicológicas iriam substituir as religiões como propiciadoras de visão de mundo e fonte de tratamento. Textos fortemente anti-religiosos escritos nas décadas de 1980 e 1990, baseados em crenças e opiniões pessoais e não em pesquisas científicas ou estudos sistemáticos. Sigmund Freud G. Stanley Hall

21 Espiritualidade e Saúde Mental / Revista de Psiquiatria Clínica/ Vol. 34 – Suplemento Pesquisa on-line na PsycINFO (base de dados com 2,3 milhões de pesquisas e artigos acadêmicos, na época, de 49 países em 27 idiomas)

22 Espiritualidade e Saúde Mental / Revista de Psiquiatria Clínica/ Vol. 34 – Suplemento – artigos artigos Palavras-chave: “religion”, “religiosity”, “religious-beliefs” e “spirituality” Aumento superior a 600% em 30 anos

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25 Investir em Saúde Mental – Suplemento 2004

26 Religiosidade está inversamente associada ao nível de sintomas depressivos. Religiosidade intrínseca está relacionada a um tempo menor para remissão dos sintomas depressivos (Koenig et al.) Coping religioso e espiritual positivo: inversamente relacionada à ocorrência e à intensidade de sintomas depressivos (Pargament). Coping religioso e espiritual negativo: relação direta com depressão (Koenig et al.) Espiritualidade e Saúde Mental / Alexander M. de Almeida e André Stroppa / Zen Review 2009

27 Copíng religioso-espiritual negativo pode aumentar o estresse psicológico

28 Forte correlação, consistente e inversa entre religiosidade e uso/abuso de álcool e outras drogas, tanto entre adolescentes quanto adultos. Fatores religiosos fortemente associados com menor freqüência de uso de drogas. Indivíduos assíduos em serviços religiosos são menos suscetíveis a iniciar ou continuar fumando, fazer uso excessivo de álcool e outras drogas. Espiritualidade e Saúde Mental / Alexander M. de Almeida e André Stroppa / Zen Review 2009

29 Especial importância de aspectos religiosos e místicos na vida dos pacientes (Dantas et al. e Kirov et al.) Pacientes utilizam suas crenças religiosas para lidar com situações de estresse e com sua doença (coping religioso/espiritual) (Dantas et al. e Kirov et al.) Espiritualidade e Saúde Mental / Alexander M. de Almeida e André Stroppa / Zen Review 2009

30 Maior envolvimento religioso está relacionado a menor freqüência de suicídio (Koenig et al.) Mecanismos: Rede social de apoio. Crenças na vida após a morte. Autoestima e objetivos para a vida. Significado para as dificuldades da vida. Desaprovação enfática ao suicídio. Espiritualidade e Saúde Mental / Alexander M. de Almeida e André Stroppa / Zen Review 2009

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32 Muitos pacientes são religiosos e crenças religiosas os ajudam a lidar com muitos aspectos da vida. Crenças religiosas influenciam decisões médicas, especialmente quando os pacientes estão seriamente doentes. Atividades e crenças religiosas estão relacionadas à saúde e qualidade de vida. Muitos pacientes gostariam que os médicos comentassem suas necessidades espirituais. Médicos que falam sobre as necessidades espirituais não são novidade, tendo raízes na longa história da relação entre religião, medicina e assistência à saúde.

33 Estudos epidemiológicos apresentam, de modo consistente, uma relação positiva entre religiosidade e melhores indicadores de saúde (ênfase em religiosidade intrínseca). Pessoas religiosas freqüentemente apresentam maior capacidade de lidar com circunstâncias adversas de vida por meio da utilização de coping religioso positivo. É importante e necessário que profissionais da saúde saibam lidar com a religiosidade e a espiritualidade na vida de seus pacientes e com os sentimentos e comportamentos daí decorrentes. Espiritualidade e Saúde Mental / Alexander M. de Almeida e André Stroppa / Zen Review 2009

34 “A Ciência e a Religião são as duas alavancas da inteligência humana. Uma revela as leis do mundo material e a outra, as leis do mundo moral (...). (...) A Religião, não sendo mais desmentida pela Ciência, adquirirá um poder inabalável, estará de acordo com a razão, já não podendo mais se opor à irresistível lógica dos fatos. (...) Estas afinidades, uma vez constatadas pela experiência, fazem surgir uma nova luz: a fé se dirigiu à razão, a razão não encontrou nada de ilógico na fé (...).” “Não vim destruir a Lei” Cap. I/ O Evangelho Segundo o Espiritismo / Allan Kardec 1867

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