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II Reunião Ordinária CD

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Apresentação em tema: "II Reunião Ordinária CD"— Transcrição da apresentação:

1 II Reunião Ordinária CD
Conselho Deliberativo da ABDI II Reunião Ordinária CD Brasília, 04/05/05

2 PAUTA II Reunião Ordinária CD
15:00 – 15:15hs - Comunicados Gerais – Ministro Eduardo Campos 15:15 – 16:45hs – Planejamento Estratégico ABDI 16:45 – 17:15hs – Contrato de Gestão ABDI 16:15 – 17:30hs – Outros Assuntos

3 VISÃO ESTRATÉGICA PLANO DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL, TECNOLÓGICO
E DE COMÉRCIO EXTERIOR Horizonte 2008 VISÃO ESTRATÉGICA

4 OBJETIVO GERAL DA AGÊNCIA
O OBJETIVO GERAL DA ABDI É ARTICULAR, COORDENAR E PROMOVER A EXECUÇÃO DA PITCE EM INTERAÇÃO COM OS DIVERSOS ÓRGÃOS PÚBLICOS E COM A INICIATIVA PRIVADA.

5 Indústria ameaçada “por baixo” pela concorrência de produtores que se
apóiam em baixos salários e “por cima” por produtores que têm alto potencial de inovação e criação de produtos e serviços

6 indústria pela inovação e diferenciação de produtos
Mudança do patamar da indústria pela inovação e diferenciação de produtos e serviços, com inserção e reconhecimento nos principais mercados do mundo

7 AGENDA ESTRATÉGICA DA INDÚSTRIA
Visão de Presente AUMENTAR A CAPACIDADE INOVADORA DAS EMPRESAS Visão de Futuro Indústria ameaçada “por baixo” pela concorrência de produtores que se apóiam em baixos salários e “por cima” por produtores que têm alto potencial de inovação e criação de produtos e serviços. Restrições ao Desenvolvimento Industrial, Tecnológico e de Comércio Exterior Mudança do patamar da indústria pela inovação e diferenciação de produtos e serviços, com inserção e reconhecimento nos principais mercados do mundo. FORTALECER E EXPANDIR A BASE INDUSTRIAL BRASILEIRA

8 FINANCIAMENTO PARA A ATIVIDADE PRODUTIVA
AGENDA DAS RESTRIÇÕES EDUCAÇÃO CARGA TRIBUTÁRIA INFRA-ESTRUTURA FINANCIAMENTO PARA A ATIVIDADE PRODUTIVA Restrições ao Desenvolvimento Industrial, Tecnológico e de Comércio Exterior MARCOS REGULATÓRIOS

9 AGENDA DA MODERNIZAÇÃO
Desafio 1: FORTALECER AS CADEIAS PRODUTIVAS Desafio 2: FORTALECER APLs E A ESTRUTURA PRODUTIVA REGIONAL Desafio 3: INSERÇÃO INTERNACIONAL ATIVA Macro Objetivo 1: FORTALECER E EXPANDIR A BASE INDUSTRIAL BRASILEIRA Desafio 4: APOIAR O DESENVOLVIMENTO DAS OPÇÕES ESTRATÉGICAS E DAS ATIVIDADES PORTADORAS DE FUTURO

10 AGENDA DA INOVAÇÃO Macro Objetivo 2: AUMENTAR A CAPACIDADE
Desafio 4: INCENTIVAR OS PROCESSOS DE INOVAÇÃO NAS OPÇÕES ESTRATÉGICAS E NAS ATIVIDADES PORTADORAS DE FUTURO Desafio 5: DESENVOLVER CULTURA E AMBIENTE INOVADOR Desafio 6: DESENVOLVER INSTRUMENTOS DE POLÍTICAS DE PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO (P,D&I) Macro Objetivo 2: AUMENTAR A CAPACIDADE INOVADORA DAS EMPRESAS Desafio 7: REALIZAR PROSPECÇÃO TECNOLÓGICA PARA INOVAÇÃO Desafio 8: ACOMPANHAR E AVALIAR OS PROGRAMAS E PROJETOS DE INOVAÇÃO

11 VISÃO GERAL DA ESTRATÉGIA
FINANCIAMENTO PARA A ATIVIDADE PRODUTIVA CARGA TRIBUTÁRIA INFRA-ESTRUTURA MARCOS REGULATÓRIOS EDUCAÇÃO AUMENTAR A CAPACIDADE INOVADORA DAS EMPRESAS Visão de Presente Visão de Futuro Indústria ameaçada “por baixo” pela concorrência de produtores que se apóiam em baixos salários e “por cima” por produtores que têm alto potencial de inovação e criação de produtos e serviços. Restrições ao Desenvolvimento Industrial, Tecnológico e de Comércio Exterior Mudança do patamar da indústria pela inovação e diferenciação de produtos e serviços, com inserção e reconhecimento nos principais mercados do mundo. FORTALECER E EXPANDIR A BASE INDUSTRIAL BRASILEIRA Desafio 1: FORTALECER AS CADEIAS PRODUTIVAS Desafio 2: FORTALECER APLs E A ESTRUTURA PRODUTIVA REGIONAL Desafio 3: INSERÇÃO INTERNACIONAL ATIVA Desafio 5: DESENVOLVER CULTURA E AMBIENTE INOVADOR Desafio 6: DESENVOLVER INSTRUMENTOS DE POLÍTICAS DE PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO (P,D&I) Desafio 7: REALIZAR PROSPECÇÃO TECNOLÓGICA PARA INOVAÇÃO Desafio 8: ACOMPANHAR E AVALIAR OS PROGRAMAS E PROJETOS DE INOVAÇÃO Desafio 4: APOIAR O DESENVOLVIMENTO E OS PROCESSOS DE INOVAÇÃO NAS OPÇÕES ESTRATÉGICAS E NAS ATIVIDADES PORTADORAS DE FUTURO

12 MODELO DE ATUAÇÃO DA ABDI PRESIDENTE
GERÊNCIA GERAL ENFOQUE NAS OPÇÕES ESTRATÉGICAS E ATIVIDADES PORTADORAS DE FUTURO ASSESSORIA DE ARTICULAÇÃO INSTITUCIONAL AGENDA DAS RESTRIÇÕES CAMPO DE IMPLEMENTAÇÃO DA AGENDA ESTRATÉGICA DA ABDI AUMENTAR A CAPACIDADE INOVADORA DAS EMPRESAS FORTALECER E EXPANDIR A BASE INDUSTRIAL BRASILEIRA Restrições ao Desenvolvimento Industrial, Tecnológico e de Comércio Exterior PRESIDENTE DIRETORIA DE INOVAÇÃO DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL AGENDA DA INOVAÇÃO AGENDA DA MODERNIZAÇÃO

13 NÚMEROS DO WORKSHOP

14 Projetos / Iniciativas
OBJETIVOS DO WORKSHOP 1 Apresentar as Diretrizes, os Objetivos e os Desafios do Plano Estratégico da ABDI e da PITCE; 2 Identificar as convergências, sinergias e complementaridades entre as ações, iniciativas e projetos dos principais parceiros. 3 Identificação e construção de Macro Programas Mobilizadores para implementação da PITCE. 41 Organizações Públicas e Privadas 178 Participantes 296 Projetos / Iniciativas Mapeados e Validados

15 TEMAS DO WORKSHOP 14 GRUPOS DE TRABALHO EM 2 DIAS:

16 AUMENTO DA CAPACIDADE INOVADORA DAS EMPRESAS PARTICIPANTES DO WORKSHOP
5 Sessões de Trabalho 18 Organizações 42 Especialistas

17 EXPANSÃO E FORTALECIMENTO DA BASE INDUSTRIAL BRASILEIRA
PARTICIPANTES DO WORKSHOP EXPANSÃO E FORTALECIMENTO DA BASE INDUSTRIAL BRASILEIRA 5 Sessões de Trabalho 18 Organizações 43 Especialistas

18 OPÇÕES ESTRATÉGICAS E ATIVIDADES PORTADORAS DE FUTURO
PARTICIPANTES DO WORKSHOP OPÇÕES ESTRATÉGICAS E ATIVIDADES PORTADORAS DE FUTURO 4 Sessões de Trabalho 28 Organizações 61 Especialistas

19 MACRO PROGRAMAS MOBILIZADORES

20 32 ADENSAMENTO DAS CADEIAS PRODUTIVAS Atores Envolvidos Iniciativas
MACRO PROGRAMA 1 ADENSAMENTO DAS CADEIAS PRODUTIVAS Objetivos: fortalecer o parque industrial brasileiro, estimular a tecnologia industrial básica, aumentar o porte das empresas nacionais, estimular as atividades de engenharia de concepção e projeto de produto, estimular o investimento em geral e prover financiamento para a expansão da capacidade instalada. 32 Iniciativas Relacionadas Atores Envolvidos Ministérios: Casa Civil, MAPA, MDIC, MCT, MF, MIN, MPOG, MS Entidades de Fomento: APEX, BNDES, CNPq, FINEP, Fundos Setoriais, FAPs (estaduais) Instituições de Pesquisa e Institutos de Apoio Tecnológico: Universidades, Institutos de Pesquisa Tecnológica e Entidades de Ciência e Tecnologia em geral, INMETRO, INPI

21 ADENSAMENTO DAS CADEIAS PRODUTIVAS 32 Iniciativas Relacionadas
MACRO PROGRAMA 1 ADENSAMENTO DAS CADEIAS PRODUTIVAS Certificação Financiamento Programa de Bônus Metrologia e Certificação (INMETRO/SEBRAE) Programas Setoriais (BNDES) 32 Iniciativas Relacionadas Acesso ao serviço de certificação (CNI) Capacitação em TIB Coordenação de Iniciativas Programa de Gestão Ambiental (SEBRAE) Apoio à constituição de centros tecnológicos para cadeias produtivas (CNI) Educação, treinamento e formação de RH em metrologia (INMETRO) Infra-estrutura para Metrologia CICMAC – Centro Internacional de Capacitação em Metrologia e Avaliação de Conformidade (INMETRO) Programa de Fóruns de Competitividade das Cadeias Produtivas (MDIC) Redes de apoio à metrologia e qualidade (INMETRO) PRÓ RH em TIB (MCT) Implantação de Laboratórios; da divisão química; de vazão de líquidos e gases; e de materiais (INMETRO) Ações Indutoras Cultura / Sensibilização para Metrologia Indução ao desenvolvimento de parcerias tecnológicas entre indústrias e centros de conhecimento (CNI) Fortalecimento dos Institutos de P&D (MCT) Divulgação dos Conceitos de Qualidade (CNI) Programa de desenvolvimento de fornecedores (CNI) Metrologia em telecomuincações (MCT) Certificação e Metrologia para APLs (ABIPTI) Projetos Setoriais Integrados (APEX) Programa de Difusão de Cultura Metrológica (INMETRO) Normalização RBT Serviços de informação tecnológica de apoio às empresas (MCT) PROMINP Sistemática de Normalização em Segmentos (ANPROTEC) Programa de Gestão e Planejamento locados em APLs (INMETRO) Off Set Revisão das normas de exportação (ABIPTI) Avaliação de Conformidade Legislação de Off Set (CAMEX) Modernização do Sistema Brasileiro de Normalização (MCT) SBAC – Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade (MCT) Incentivos Modernização da regularização técnica (MCT) Normas, calibração e avaliação de conformidade como mecanismo de agragação de valor (MCT) Fixação de processos produtivos básicos (PPBs) para bens de informática (MDIC) Estimular a PCT na Norrmalização Internacional (MDIC/STI)

22 22 MODERNIZAÇÃO DE EMPRESAS EM APLS Atores Envolvidos Iniciativas
MACRO PROGRAMA 2 MODERNIZAÇÃO DE EMPRESAS EM APLS Objetivos: viabilizar o atendimento das empresas organizadas em APLs no que se refere a sua organização empresarial , sistemas de gestão , TIB etc; promover a sinergia entre os diversos programas de modernização de empresas em APLs, tomando por base o PEIEX – MDIC e atuando junto ao GTP-APL; viabilizar o financiamento para consórcios de empresas; e estimular a promoção comercial dos APLs. 22 Iniciativas Relacionadas Atores Envolvidos Ministérios: Casa Civil, MDIC, MCT, MF, MIN, MPOG Entidades de Fomento: APEX, BNDES, CNPq, FINEP, Fundos Setoriais, FAPs (estaduais) Instituições de Pesquisa e Institutos de Apoio Tecnológico: Universidades, Institutos de Pesquisa Tecnológica e Entidades de Ciência e Tecnologia em geral, INMETRO, INPI, Ipea, Sebrae

23 MODERNIZAÇÃO DE EMPRESAS EM APLS
MACRO PROGRAMA 2 MODERNIZAÇÃO DE EMPRESAS EM APLS 22 Iniciativas Relacionadas Coordenação de Iniciativas Modernização de Organização e Gestão de Empresas em APLs Enfoque Regional Desenvolvimento de Sub-Regiões (MIN) GTP - APL (Grupo de Coordenação) Assistência Técnica, Tecnológica e Inovação para empresas em APLs (CNI/SENAI) Estruturação e dinamização de APLs (MIN) Capacitação Empresarial Interação Universidade e Centros de Conhecimento / Empresas (CNI/SEBRAE) Fortalecimento de Cadeias Produtivas no Desenvolvimento Regional (MIN) Clínicas Tecnológicas (SEBRAE) Bolsas de gestão empresarial (CNI/SEBRAE) Fortalecimento da competitividade para bens de informática e eletrônica de consumo (SUFRAMA) PACI – Programa de Apoio à Capacitação Empresarial (INMETRO) Bolsas de Estudo IEL ;/ APEX (CNI / IEL / APEX) Programa de Regionalização do Turismo (MTUR) Programa de Capacitação aos APLs (ABIPTI) Informação em APLs Desenvolvimento Tecnológico nas MPEs Inteligência Comercial (APEX) Sistema de Informações Estratégicas para APLs (CNI) PPI –APLs – Programa de Apoio à Pesquisa e à Inovação em APLs (FINEP) Sistema de Informaçòes sobre APLs (IPEA) Consultoria Tecnológica (SEBRAE) PAPPE – Programa de Apoioa à Pesquisa nas Micro e Pequenas Empresas (FINEP) Promoção Comercial PROGEX – Programa de Apoio Tecnológico à Exportação (FINEP) Promoção comercial de microempresa e empresa de pequeno e médio porte (MDIC) Programa de PD&I em APLs (MCT/SECIS)

24 21 ESTÍMULO À INSERÇÃO INTERNACIONAL ATIVA DAS EMPRESAS BRASILEIRAS
MACRO PROGRAMA 3 ESTÍMULO À INSERÇÃO INTERNACIONAL ATIVA DAS EMPRESAS BRASILEIRAS Objetivos: apoiar os programas de exportação e o aumento da oferta exportável; incentivar o aumento do valor agregado das exportações brasileiras; apoiar a difusão de produtos brasileiros e da marca Brasil no exterior; apoiar a melhoria da logística brasileira, incluindo centros de distribuição no exterior; estimular a difusão de informações relativas ao comércio exterior; incentivar a internacionalização de empresas e à criação de multinacionais brasileiras. 21 Iniciativas Relacionadas Atores Envolvidos Ministérios: Casa Civil, MAPA, MDIC, MCT, MF, MPOG, MRE Entidades de Fomento: APEX, BNDES, CNPq, FINEP, Fundos Setoriais, FAPs (estaduais) Instituições de Pesquisa e Institutos de Apoio Tecnológico: Universidades, Institutos de Pesquisa Tecnológica e Entidades de Ciência e Tecnologia em geral, INMETRO, INPI, Ipea, Sebrae Agências: ANVISA, IBAMA

25 ESTÍMULO À INSERÇÃO INTERNACIONAL ATIVA DAS EMPRESAS BRASILEIRAS
MACRO PROGRAMA 3 ESTÍMULO À INSERÇÃO INTERNACIONAL ATIVA DAS EMPRESAS BRASILEIRAS 21 Iniciativas Relacionadas Inserção Internacional Ativa Inserção Internacional Ativa Capacitação para Comércio Exterior (CAMEX) Alerta Exportador (INMETRO) Feiras Internacionais (APEX/MAPA) Capacitação para o Comércio Exterior (CAMEX) Missões Comerciais (APEX/MRE) Centros de Distribuição de Produtos Brasileiros no Exterior (APEX) Marca Brasil Consórcios de Exportação (CAMEX) Programas de Certificação Internacional (INMETRO) Promoção e Divulgação da Marca Brasil (MDIC/SECEX/APEX/EMBRATUR) Redes de Centros Internacionais de Negócios – CIN (CNI) Informações Sobre Mercados Externos Propostas de Políticas de Comércio Exterior (CNI/CAMEX) REDE CICEX – Centros de Informações de Comércio Exterior (MDIC/SECEX) Estado Exportador - Programa de Desenvolvimento e Densificação das Exportaçoes dos Estados (MDIC/SECEX) Programas Informações Comerciais – Guias de Exportação (SECOM/MRE) ExportaCidade - Programa de inserção de municípios no comércio internacional (MDIC/SECEX) Programa de Inteligência Comercial (APEX) Financiamento Projeto APEX – PA (APEX) PSI – Projeto Setorial Integrado (APEX) Programas BNDES (BNDES) Capacitação para Comércio Exterior (BANCO DO BRASIL) Programas Banco do Brasil (BB)

26 17 INOVA BRASIL Atores Envolvidos Iniciativas Relacionadas
MACRO PROGRAMA 4 INOVA BRASIL Objetivo Geral: difusão da cultura inovadora por meio da valorização do comportamento inovador e da simplificação do acesso a informações que facilitem e viabilizem o processo de inovação. 17 Iniciativas Relacionadas Atores Envolvidos Ministérios: MDIC, MCT, MS e MAPA Instituições de Pesquisa: Universidades e ICTs Iniciativa Privada: Empresas Entidades de Fomento: FINEP, CNPq, BNDES e Fundações de Amparo à Pesquisa Outros: ABDI, CNI, Sebrae, ABIPTI, ANPEI, ANPROTEC, Federações de Indústrias e CGEE

27 INOVA BRASIL 17 Iniciativas Relacionadas MACRO PROGRAMA 4
Capacitação Profissional Formação Cultural para Inovação Educação continuada em Gestão Empresarial (SEBRAE) Capacitação via internet para gestão de MPEs (SEBRAE) Capacitação de MPEs para captação de financiamentos para inovação (ANPROTEC) Redes e sistemas de educação profissional e tecnológica (MEC) Núcleo de inovação Tecnológica (INMETRO) Inovação na Formação Universitária Sistemas Setoriais de Inovação (MDIC/SPD) Pós-graduação nos centros de educação profissional (MEC) Difusão da Cultura de Metrologia e Avaliação da Conformidade (INMETRO) Programa de aproximação empresas x universidade (CNI) Programa de disseminação da cultura empreendedora via Rádio (SEBRAE) Premiação e Reconhecimento para Inovação Educação em empreendedorismo e inovação nas universidades e escolas técnicas (ANPROTEC) Prêmio CNI (CNI) Prêmio FINEP de Inovação (FINEP) Incentivo ao empreendedorismo via competição entre grupos de estudantes de centros educacionais (MEC) Prêmios de reconhecimento no esforço de melhoria da competitividade (SEBRAE/MBC) Programa de Expansão da Educação Profissional e Tecnológica (MEC) Desafio Sebrae (SEBRAE)

28 MACRO PROGRAMA 5 PD&I NAS MPES: PROGRAMA DE INCENTIVO À PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS Objetivo Geral: fomentar o desenvolvimento de PD&I nas empresas por meio: (i) aprimoramento das condições de infra-estrutura; (ii) de instrumentos como incentivos fiscais, encomendas, financiamento e subvenções (e.g., equalização de juros, subsídios, doações, contrapartidas); (iii) da simplificação e aprimoramento dos marcos legais; (iv) do aprimoramento dos mecanismos de proteção intelectual; (v) da inserção de pesquisadores nas empresas; e, (vi) de maior interação com universidades e ICTs. 27 Iniciativas Relacionadas Atores Envolvidos Ministérios: MDIC, MCT, MS, MAPA e MD Instituições de Pesquisa: Universidades e ICTs Iniciativa Privada: Empresas Entidades de Fomento: FINEP, CNPq, BNDES e Fundações de Amparo à Pesquisa Outros: ABDI, CNI, INPI, Sebrae, ABIPTI, ANPEI, ANPROTEC e Federações de Indústrias

29 PD&I NAS MPES 27 Iniciativas Relacionadas MACRO PROGRAMA 5
Estruturação de Atividades de PD&I em MPEs de Base Tecnológica Instalação ou Ampliação da Base Produtiva e Capital de Giro Compras Externas Financiamento de “compradores externos de inovação” (ANPROTEC) Desenvolvimento e criação de incubadoras em centros de educação profissional e tecnológica (MEC) Venture Capital – Programa Inovar (FINEP) Projeto de Lei sobre Off Set nas compras governamentais (MDIC/STI) Programa Juro Zero (FINEP) Fortalecimento do movimento de Parques Tecnológicos e de Inovação (ANPROTEC) Pró-Inovação (FINEP) Fortalecimento dos sistemas de incubação de empresas (ANPROTEC) Compras Governamentais Parque Tecnológico de Xerém (INMETRO) Inserção de pesquisadores nas empresas (MCT/SDTI) Política de Compras Governamentais (ABIPTI/UnB) PROCOMP – Estímulo à Inovação nos APLs (CNI) Parque Tecnológico de Xerém (INMETRO) Governo Inovador (CNI) PROCOMP – Estímulo à Inovação nos APLs (CNI) Compras Governamentais Direcionadas (CNI) Programa RHAE Inovação – CNPq (MCT/SDTI) Revisão da Lei (MDIC/STI) Financiamento para PD&I Proteção à Propriedade Intelectual Atualização do Programa Brasileiro de Compras Governamentais, voltado para a Inovação (MDIC/SDP) Financiamento com juros equalizados (MCT) Núcleo de Patenteamento (MCT) Estímulo para contratação de empresas inovadoras, para realizar ações de PD&I em empresas “não inovadoras” (ANPROTEC) Encomendas Instrumentos Fiscais e Não Fiscais Financiamento à inovação por meio de cooperação entre empresas inovadoras e empresas com interesse em inovar (ANPROTEC) Fundos Setoriais (FINEP) Lei de Inovação e Revisão de Leis de Incentivos (MCT) Linhas de Crédito para PD&I (CNI) Programa de Financiamento para “compra de inovação” (ANPROTEC)

30 FORMAÇÃO PARA A INOVAÇÃO
MACRO PROGRAMA 6 FORMAÇÃO PARA A INOVAÇÃO Objetivo Geral: promover nas universidades e escolas técnicas, a criação de cursos específicos, ou alterações curriculares, que levem à promoção da inovação tecnológica, seja em áreas estratégicas, seja em áreas portadoras de futuro. Atores Envolvidos Ministérios: MEC, MDIC e MCT Instituições de Pesquisa: Universidades e ICTs Iniciativa Privada: Empresas Entidades de Fomento: FINEP, CNPq, CAPES e Fundações de Amparo à Pesquisa Outros: ABDI, CNI, Sebrae, ABIPTI, ANPEI e ANPROTEC.

31 INDÚSTRIA DE SEMICONDUTORES
MACRO PROGRAMA 7 DESENVOLVIMENTO DA INDÚSTRIA DE SEMICONDUTORES Objetivo Geral: criar capacitação empresarial, tecnológica e científica nacionais com a atração de investimentos privados, nacionais e estrangeiros em toda a cadeia industrial de semicondutores, composta pelos seguintes segmentos: (a) Projeto (design house); (b) Encapsulamento e Teste (back-end) e (c) Difusão (front-end). Atores Envolvidos Ministérios: MDIC, MCT Iniciativa Privada: Investidores privados Entidades de Fomento: FINEP, BNDES Outros: ABDI, CNI, Suframa, governos e entidades estaduais .

32 DESENVOLVIMENTO DA INDÚSTRIA DE SEMICONDUTORES
MACRO PROGRAMA 7 DESENVOLVIMENTO DA INDÚSTRIA DE SEMICONDUTORES Design Houses Centros de Desenvolvimento de Projetos de Circuitos Integrados, formados por: a) institutos públicos de pesquisas; b) investidores privados. Resultados atuais: Projeto de instalação de 4 DH, com recursos públicos oriundos do Ministério da Ciência e Tecnologia. Formação de Recursos Humanos e realização de pesquisa internacional para a produção de microcontroladores (MEMS) no pólo industrial de Manaus, pelo CT-PIM. Governança: MCT, Finep, ABDI, Suframa. Encapsulamento e Teste (back-end) Indústria de montagem de chips, a partir de wafers fabricados por empresas internacionais. Resultados atuais: Investimento pré-definido pela empresa Smart Modular Technologies, a ser iniciado em 2005, com valor de US$ 15 a 20 milhões em máquinas e equipamentos e investimento total de US$ 40 a 50 milhões, num período de três anos. Destaque: este é o primeiro investimento novo em semicondutores no Brasil após duas décadas. Governança: ABDI, MDIC, MCT, BNDES, Finep Difusão (front-end) Implantação de fábricas de produção primária de chips (foundry), com investimentos elevados, situados entre US$ 600 milhões e US$ 2 bilhões. Governança: ABDI, MDIC, MCT, BNDES, Finep.

33 TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
MACRO PROGRAMA 8 EXCELÊNCIA EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Objetivo Geral: inserir a indústria brasileira no deslocamento internacional da cadeia de serviços de software e de tecnologia da informação e buscar o desenvolvimento de indústrias de ponta no país, visando criar empresas de excelência em áreas inovadoras. Atores Envolvidos Ministérios: MDIC, MCT, MF Iniciativa Privada: Indústrias Entidades de Fomento: FINEP, BNDES Outros: ABDI, APEX, CNI, Comunidade Acadêmica

34 TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
MACRO PROGRAMA 8 EXCELÊNCIA EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Meta de exportações de software Elevar as vendas externas brasileiras de serviços e software produto para US$ 2 bilhões, até o início de Instrumentos: Inteligência Comercial - Estudo Internacional contratado pelo governo e pelo setor privado, sobre a realidade, potencial e oportunidades do offshoring/outsourcing, conduzido pela consultoria AT Kearney, com prazo de conclusão em 14 a 16 semanas (início de agosto, no limite). Governança: Brasscom (associação privada) - MCT, Finep, MDIC, BNDES, ABDI Plataforma de Exportação de Software – Criação de regime especial de produção para exportação de serviços de software, com a suspensão e isenção tributária de insumos adquiridos no mercado interno. Medida já definida no âmbito do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial, a ser encaminhada a curtíssimo prazo, na forma de projeto de lei, ao Congresso Nacional. Governança: MDIC, Ministério da Fazenda, ABDI Exportação de software – Programa de inserção externa de pequenas e médias empresas de software, com recursos de origem pública e privada. Governança: Softex, MDIC, Apex

35 TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
MACRO PROGRAMA 8 EXCELÊNCIA EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Programa Nacional de Visualização Desenvolvimento de capacidade tecnológica e empresarial nas áreas de realidade virtual, telemedicina, simulação numérica, visualização, jogos e afins, por meio de PAD (Processamento de Alto Desempenho), em que o Brasil encontra-se no estado da arte internacional. Governança: Finep, MCT, ABDI Programa Nacional de Meteorologia Atualização da rede meteorológica brasileira, a cargo dos institutos federais CPTEC/INPE e INMET, em articulação com redes estaduais, apoiado em PAD e amplo repertório de desenvolvimento de softwares e aplicativos, baseados, em grande medida, em linguagens de código aberto. Programa inscrito no projeto piloto de investimentos definido pelo governo brasileiro com o FMI. Programação: investir R$ 36 milhões em dois anos (2005 e 2006). Governança: Finep, MCT,ABDI,MF/Tesouro

36 PROGRAMA NACIONAL DE BIOTECNOLOGIA Atores Envolvidos MACRO PROGRAMA 9
Objetivo Geral: coordenar ações para o desenvolvimento de infra-estrutura básica (laboratórios, coleções de biomoléculas, biotérios), marco regulatório, formação de recursos humanos, financiamento e apoio às atividades industriais emergentes. Atores Envolvidos Ministérios: MDIC, MCT, MS, MAPA, MF, MPOG, Casa Civil Institutos de Pesquisa: Fiocruz, Embrapa, Universidades, ICTs Iniciativa Privada: Indústrias Entidades de Fomento: FINEP, CNPq, BNDES, Fundos Setoriais Outros: ABDI, APLs, Incubadoras, Fundações de Amparo à Pesquisa

37 DIÁLOGO DA POLÍTICA INDUSTRIAL DIÁLOGO DA POLÍTICA INDUSTRIAL
MACRO PROGRAMA 10 ARTICULAÇÃO COM O AMBIENTE EXTERNO Objetivo Geral: Essa articulação deverá privilegiar a parceria, a concertação de interesses públicos e privados e a consistência e viabilidades técnica e institucional dos programas e projetos. DIÁLOGO DA POLÍTICA INDUSTRIAL CNDI (CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL) SEMINÁRIO NACIONAL DE POLÍTICA INDUSTRIAL FORUM DE PRESIDENTES DAS ASSOCIAÇÕES INDUSTRIAIS SEMINÁRIOS SETORIAIS MENSAIS DIÁLOGO REGIONAL AGÊNCIAS DE DESENVOLVIMENTO BANCOS REGIONAIS DE DESENVOLVIMENTO FEDERAÇÕES INDUSTRIAIS SECRETARIAS DE DESENVOLVIMENTO ESTADUAIS DIÁLOGO DA INOVAÇÃO DIÁLOGO PARLAMENTAR DIÁLOGO COM GOVERNO: CDE (CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO) CPE (CONSELHO DE POLÍTICA ECONÔMICA) CD (CONSELHO DELIBERATIVO DA ABDI) CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL FORUNS DE COMPETITIVIDADE FUNDOS SETORIAIS DIÁLOGO INTERNACIONAL UNIDO UNCTAD BID BIRD OCDE AGÊNCIAS NACIONAIS DE DESENVOLVIMENTO PROGRAMA DOS FÓRUNS DE COMPETITIVIDADE DAS CADEIAS PRODUTIVAS DO MERCOSUL DIÁLOGO DA POLÍTICA INDUSTRIAL CNDI (CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL) SEMINÁRIO NACIONAL DE POLÍTICA INDUSTRIAL FORUM DE PRESIDENTES DAS FEDERAÇÕES INDUSTRIAIS SEMINÁRIOS SETORIAIS MENSAIS DIÁLOGO DA POLÍTICA INDUSTRIAL CNDI (CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL) SEMINÁRIO NACIONAL DE POLÍTICA INDUSTRIAL FORUM DE PRESIDENTES DAS FEDERAÇÕES INDUSTRIAIS SEMINÁRIOS SETORIAIS MENSAIS DIÁLOGO DA INOVAÇÃO DIÁLOGO DA INOVAÇÃO DIÁLOGO PARLAMENTAR DIÁLOGO PARLAMENTAR DIÁLOGO REGIONAL AGÊNCIAS DE DESENVOLVIMENTO BANCOS REGIONAIS DE DESENVOLVIMENTO FEDERAÇÕES INDUSTRIAIS SECRETARIAS DE DESENVOLVIMENTO ESTADUAIS DIÁLOGO REGIONAL AGÊNCIAS DE DESENVOLVIMENTO BANCOS REGIONAIS DE DESENVOLVIMENTO FEDERAÇÕES INDUSTRIAIS SECRETARIAS DE DESENVOLVIMENTO ESTADUAIS DIÁLOGO COM GOVERNO: CDE (CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO) CPE (CONSELHO DE POLÍTICA ECONÔMICA) CD (CONSELHO DELIBERATIVO DA ABDI) FORUNS DE COMPETITIVIDADE FUNDOS SETORIAIS DIÁLOGO COM GOVERNO: CDE (CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO) CPE (CONSELHO DE POLÍTICA ECONÔMICA) CD (CONSELHO DELIBERATIVO DA ABDI) FORUNS DE COMPETITIVIDADE FUNDOS SETORIAIS

38 DIÁLOGO DA POLÍTICA INDUSTRIAL DIÁLOGO DA POLÍTICA INDUSTRIAL
MACRO PROGRAMA 11 INTELIGÊNCIA PARA INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE INDUSTRIAL Objetivo Geral: acompanhamento da conjuntura industrial e das necessidades e tendências do ambiente externo das organizações; e realização de prospecções que facilitem a tomada de decisão e antecipem mudanças. Atores Envolvidos Ministérios: MDIC, MCT, MF, MAPA, MDA, MIN, MPOG Outros: ABDI, CGEE, IPEA, NAE, CNI, Federações da Indústria DIÁLOGO DA POLÍTICA INDUSTRIAL CNDI (CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL) SEMINÁRIO NACIONAL DE POLÍTICA INDUSTRIAL FORUM DE PRESIDENTES DAS FEDERAÇÕES INDUSTRIAIS SEMINÁRIOS SETORIAIS MENSAIS DIÁLOGO DA POLÍTICA INDUSTRIAL CNDI (CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL) SEMINÁRIO NACIONAL DE POLÍTICA INDUSTRIAL FORUM DE PRESIDENTES DAS FEDERAÇÕES INDUSTRIAIS SEMINÁRIOS SETORIAIS MENSAIS DIÁLOGO DA INOVAÇÃO DIÁLOGO DA INOVAÇÃO DIÁLOGO PARLAMENTAR DIÁLOGO PARLAMENTAR DIÁLOGO REGIONAL AGÊNCIAS DE DESENVOLVIMENTO BANCOS REGIONAIS DE DESENVOLVIMENTO FEDERAÇÕES INDUSTRIAIS SECRETARIAS DE DESENVOLVIMENTO ESTADUAIS DIÁLOGO REGIONAL AGÊNCIAS DE DESENVOLVIMENTO BANCOS REGIONAIS DE DESENVOLVIMENTO FEDERAÇÕES INDUSTRIAIS SECRETARIAS DE DESENVOLVIMENTO ESTADUAIS DIÁLOGO COM GOVERNO: CDE (CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO) CPE (CONSELHO DE POLÍTICA ECONÔMICA) CD (CONSELHO DELIBERATIVO DA ABDI) FORUNS DE COMPETITIVIDADE FUNDOS SETORIAIS DIÁLOGO COM GOVERNO: CDE (CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO) CPE (CONSELHO DE POLÍTICA ECONÔMICA) CD (CONSELHO DELIBERATIVO DA ABDI) FORUNS DE COMPETITIVIDADE FUNDOS SETORIAIS


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