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Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Universidade Técnica de Lisboa Projecto de Engenharia Química II Mestrado de Engenharia.

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1 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Universidade Técnica de Lisboa Projecto de Engenharia Química II Mestrado de Engenharia Química 18 de Fevereiro de 2009 Realizado por: Andreia Motanº52623 Magda Troeiranº52635 Maria Teresa Fonsecanº52639 Patrícia Diznº54054 Coordenador: Prof. Carlos Henriques 1

2 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Biocombustíveis, Porquê? Crise do petróleo; Menor dependência energética; Problemas ambientais; Compromissos internacionais e Directivas comunit á rias. BIODIESEL Utilização de óleos vegetais e gorduras, menos poluentes Poder calorífico elevado Incentivos fiscais e governamentais Emissão de poluentes diminuta Possibilidade de queima em motores a diesel recentes Necessidade de fontes de energia alternativas 2

3 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais  Situação actual  Processos actuais não permitem atingir os objectivos estipulados pela Directiva Europeia 2003/30/CE  Biodiesel Geração I (FAME) Limitações Técnicas  Futuro  Biodiesel Geração II Diesel Biológico de elevada qualidade, sem problemas de incorporação Grande flexibilidade na matéria prima utilizada (todos os tipos de óleos) 3

4 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais O processo da UOP/ENI foi escolhido devido a: Maior rendimento e conversão no produto final; Menor desactivação possível dos catalisadores; Menor consumo de H 2. Processos de Produção de green diesel Empresa Licenciadora Processo UOP/ENI Ecofining Process Neste OilNextBTL PetrobrásH-Bio 4

5 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Ecofining TM Descarboxila ç ão: Hidrodesoxigena ç ão: Isomeriza ç ão: Green diesel vs. Petro diesel 5

6 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Principais conclusões da 1º parte do projecto Localização e capacidade:  De acordo com a proximidade ao cliente, e simultaneamente, fornecedor de matérias- primas, optou-se para localização da unidade fabril o parque industrial de Sines;  A capacidade anual escolhida foi de toneladas de green diesel. A capacidade foi definida com base:  Na procura estimada de diesel para 2020, à qual se aplicou a percentagem de 20% para a substituição deste por biocombustível;  Mercado alvo: cobrir toda a procura de Portugal + 5% da procura de Espanha;  Nas capacidades de fábrica já instaladas ou projectadas para este tipo de processo. Principais Concorrentes:  Biodiesel - FAME 6

7 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Flowsheet do processo 7

8 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Zona de Reacção Função do Equipamento: Misturador M-201 – Mistura os óleos vegetais com o Hidrogénio; Misturador M Mistura a corrente de n-parafinas com Hidrogénio Fornalha F-201 – Aquece a mistura até à temperatura de funcionamento do Reactor R-201 (T=330ºC); Reactor R-201 – Ocorre a hidrodesoxigenação/descarboxilação dos ácidos gordos para formar n- parafinas; Fornalha F-202 – Aquece a mistura de n-parafinas até à temperatura do reactor R-202 (T=330ºC); Reactor R-202 – Ocorre isomerização das n-parafinas em i-parafinas. Transformação dos óleos vegetais em i-parafinas (green diesel) 8

9 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Zona de Separação Função do Equipamento: Separador SGL Separa uma fracção líquida e outra gasosa da mistura que saí do R-201. A fase líquida é ainda separada numa fase orgânica e numa fase aquosa; Separador SGL Separa uma fracção líquida e outra gasosa da mistura que saí do R-202; Coluna de Destilação CD-301- Separação do produto final (green diesel) das naftas e compostos leves. Separação do green diesel e produtos secundários 9

10 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Zona de Purificação Função do equipamento: Pressure swing adsortion PSA- 401 – Purificar o Hidrogénio que não reagiu em R-201 e R-202 para o recircular ao processo. Purificação do Hidrogénio que não reagiu 10

11 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Balanços de Massa e Entálpicos Balanços ao processo  Objectivo: produção de 800 mil ton/ano de green diesel dentro das especificações e uma actividade anual da fábrica de 330 dias;  Efectuados no Aspen Plus , excepto aos Reactores R-201 e R-202 Estado de referência para o balanço entálpico:  Temperatura = 25 ºC  Pressão = 1 atm  Estado de Agregação – compostos no seu estado elementar 11

12 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Reactor R-201 Base de cálculo: 110 ton/h de green diesel à saída da fábrica; Composição do óleo de soja em ácidos gordos: Composto modelo para o desenvolvimento das reacções químicas C 18 H 32 O 2 12

13 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Esquema Reaccional no Reactor R-201: Hidrogenação das ligações duplas Hidrodesoxigenação Descarboxilação Dados necessários à resolução dos balanços ao Reactor R-201: Conversão total dos óleos; Rendimentos iguais às selectividades; Razão H 2 /óleos= 100g/2,65g (Processo da UOP); As Naftas só se formam no segundo reactor; Temperatura no reactor R-201 = 330ºC; Pressupõe-se reactor isotérmico; Pressão de funcionamento = 50 atm. 13

14 Balanço entálpico ao Reactor R-201 O cálculo do calor trocado no reactor é feito recorrendo às entalpias de formação (  H f ) dos componentes à entrada (e) e saída (s) do reactor: Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais e  Considerações: Funcionamento isotérmico; Reacção extremamente exotérmica –43 MW; Calor trocado de -77,75 MW; Se o calor não for retirado o sistema aquece de 330ºC até 555ºC; 14

15 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Folha de Balanço de Massa e Entálpico ao Reactor R

16 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Reactor R-202 Reacções Presentes: Isomerização de n-C 18 H 38 n -C 18 H 38 + H 2 → i -C 18 H 38 Cracking Catalítico n-C 18 H H 2 → 3 C 6 H 14 Dados necessários à resolução dos balanços do reactor R-202: 101 ton hr-1 de green diesel à saída; Razão green diesel/ H2 à entrada de 100g óleo/3,80g H 2 (*fornecida pela UOP); 72% da corrente de saída em iso-parafinas; Rendimento Global das Naftas de 4%; Temperatura de entrada igual à de saída e dada por 330 ºC; Pressão de 70 bar; 16

17 Balanço entálpico ao Reactor R-202 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Para o cálculo do calor trocado no reactor, procedeu-se a um balanço entálpico baseado na seguinte equação: e  Considerações: Reacção fracamente exotérmica; Q Trocado praticamente igual ao calor da reacção; Calor consideravelmente baixo; Ponderação no uso de uma camisa de arrefecimento. 17

18 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Folha de Balanço de Massa e Entálpico ao Reactor R

19 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Controlo e Instrumentação Objectivos: Manter as variáveis do processo dentro dos limites de segurança dos equipamentos, salvaguardando os interesses humanos, o meio ambiente e o próprio investimento; Maximizar o volume de produção e a qualidade do produto. Válvula Pneumática Automática Válvula Manual Válvula de Corte Válvula anti-retorno Válvula de segurança de sobre-pressão Equipamento Local Equipamento presente na sala de control Equipamento com base em algorítmo Computacional Linha de sinal eléctrico Linha pneumática Nomenclatura do equipamento de controlo: 19

20 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Esquema de controlo do Reactor R-201 Variáveis a controlar: Temperatura; Pressão do fluido refrigerante; Caudal (tempo de residência). 20

21 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Esquema de controlo da coluna de destilação CD-301 Variáveis a controlar: Pressão no topo da coluna (controlo) e ao longo desta (alarmes); Temperatura ao longo da CD (alarmes); Nível de líquido na CD; Temperatura do condensado de refluxo; Temperatura da corrente vaporizada no Reboiler que é recirculada à CD. 21

22 Dimensionamento do Reactor R-201 Patente Reactor trickle bed de leito fixo; Reacção muito exotérmica. Dadas estas condições optou-se por usar um Reactor Multitubular, com as seguintes características: Mistura Reaccional passa nos tubos, que contêm o catalisador; O fluído de arrefecimento passa na caixa; Geometria semelhante a um permutador de calor de caixa e tubos. Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Dimensionamento 22

23 Alguns dados informativos sobre o catalisador: Trata-se de um catalisador heterogéneo de Níquel/Molibedénio suportado em alumina (NiMo/Al 2 O 3 ); Partículas esféricas com ¼ polegadas de diâmetro. Área específica da partícula (S) 9,48 cm -1 ; Porosidade do leito (ε) 0,405. O dimensionamento deste reactor dividiu-se em várias partes: 1ªParte – Cálculo do volume de catalisador necessário à reacção; 2ªParte – Cálculo do comprimento dos tubos de leito fixo; 3ªParte – Determinação da área de transferência e escolha do diâmetro de tubos a utilizar; 4ªParte – Cálculo do caudal necessário de Fluído refrigerante; 5ªParte – Cálculo do diâmetro da caixa e da respectiva perda de carga; Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais 23

24 Para achar o volume da catalisador necessário à reacção de transformação dos triglicéridos, considerou-se a seguinte equação: Onde LHSV é um parâmetro reaccional e significa liquid-hourly space velocity (h -1 ) Caudal volumétrico de 425m 3 /h (corrente 204) LHSV=1,5h -1 V catalisador =283m 3 Dividiu-se este volume em n porções iguais de modo a que o compromisso entre perdas de carga, e dimensões do próprio reactor fosse satisfatório (método tentativa-erro) Sobredimensionamento de 20% N.º reactores=15 V catalisador por reactor =22,7 m 3 1ªParte: Cálculo do volume de catalisador necessário à reacção: Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais 24

25 2ªParte: Cálculo do comprimento dos tubos de leito fixo: Parâmetros decisivos na escolha do comprimento óptimo dos tubos: Perdas de carga reduzidas; Valores de Re que atinjam o regime turbulento (Re > 100) para uma melhor transferência de calor. Esquema de cálculo: Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais 25

26 Escolha do comprimento óptimo dos tubos: Escolha: L=5m uma vez que a partir deste valor verifica-se escoamento turbulento e as perdas de carga são reduzidas. Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais 26

27 3ªParte: Determinação da área de transferência e escolha do diâmetro de tubos a utilizar A área de transferência é dada por: Equipamento comporta-se como um permutador de calor (na transferência de calor): onde Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais 27

28 Escolha do diâmetro de tubos a utilizar: O fluído refrigerante escolhido foi a água, tendo em mente a geração de vapor Aspectos decisivos para a escolha do diâmetro dos tubos: Fluído de maior pressão deve passar nos tubos; Temperaturas de entrada da água média de modo a não ocorrer choque térmico; Assim escolheu-se o diâmetro de 3 polegadas. Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais 28

29 Balanço de energia ao permutador de calor: (do lado do fluido refrigerante) 4ªParte – Cálculo do caudal necessário de Fluído refrigerante Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais 29

30 5ªParte: Cálculo do diâmetro da caixa e da respectiva perda de carga: Pode-se calcular o diâmetro da caixa atravé da seguinte expressão: O diâmetro obtido foi de 3,7 m. Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais 30

31 Cálculo da perda de carga na caixa: A perda de carga na caixa é dada por: Onde: G s – é a velocidade mássica da água de arrefecimento (Kg/m 2.s); F – é o factor de atrito da caixa; Nb – número de chicanas; De – diâmetro equivalente da caixa (m); Φ s – é dado por (μ b / μ w ) 0,14. Admitiu-se 1. O valor final de perda de carga foi de 0,0002 atm para uma disposição de 3 chicanas com um afastamento de 1,47m e segmentação de 25%. Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais 31

32 Resultados do dimensionamento do reactor R-201 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais 32

33 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Dimensionamento do Reactor R-202 Reactor tubular catalítico trickle-bed em leito fixo; Catalisador Pt/SAPO-11/Al2O3; Qv de 136,8 m 3 hr -1; LHSV = 9 h -1 Alguns dados informativos sobre o catalisador: Partículas esféricas com ¼ polegadas de diâmetro. Área específica da partícula (S) 9,48 cm -1 ; Porosidade do leito (ε) 0,405. V= 15,2 m 3 33

34  Cálculo da velocidade → u Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Equação para calcular Re modificado Re – valor de Reynolds modificado para regime intermédio ρ e μ – densidade e viscosidade da mistura reaccional S – área específica do leito ε – porosidade do leito; u – velocidade superficial média de passagem do fluido. UQvUQv VAVA 34

35  Cálculo da Perda de Carga → ∆ P Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Equação de Carman-Kozeny para leitos porosos Sendo que a parcela corresponde ao factor de atrito onde 35

36 Resultados do dimensionamento do reactor R-202 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais 36

37 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Dimensionamento da Coluna de destilação CD-301 Pseudo-Componentes –Uma vez que não se tinha a composição exacta do green diesel recorreu-se ao simulador Aspen Hysis para se ter uma pseudo- composição da corrente de alimentação da coluna. –Para se obterem os pseudo-componentes utilizou-se os valores de TBP, true boiling point, referentes à TOFA. 37

38 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Pseudo-Componentes (Aspen Hysis) Fracção Molar da corrente de alimentação (Aspen Hysis) 38

39 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Características da alimentação 39 Composição obtida no Aspen Hysis

40 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Especificações da coluna de destilação 40

41 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Resultados Obtidos após simulação Condensador Re-ebulidor 41

42 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Dimensionamento Prato Perfurado 42

43 Dimensionamento Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais 43

44 Resultados do dimensionamento da Coluna de Destilação CD-301 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais 44

45 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Implementação da instalação  Minimizar o custo de construção e futuras expansões da fábrica  Proporcionar um fluxo económico de materiais e pessoas  Facilitar a manutenção e o funcionamento da unidade  Minimizar a ocorrência de acidentes  Respeitar as distâncias exigidas face ao projecto em estudo Objectivos 45

46 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Layout Distâncias Típicas de segurança: Área do Processo: Entre zonas processuais – 30 m; Entre Equipamento principal ~10 m; Entre permutadores adjacentes ~1m; Entre Separadores GL (horizontal vessels) adjacentes ~1,5m; Áreas de armazenagem: Entre tanques – ½ do maior diâmetro; Distância da área de processo ~ 50 m; Percentagens de ampliação adoptadas: 50% - Área de processo, armazenagem e utilidades; 20% - Sala de controlo, laboratórios e Oficinas. 46

47 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Esquema do Layout e respectivas áreas Escala 1:1000 1mm=1m 47

48 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Análise Económica  Estimativa do Investimento -Capital fixo+Capital Circulante+Juros Intercalares  Estimativa do custo de Produção -Custo de fabrico + Despesas Gerais  Avaliação de Rentabilidade - Valor Líquido Actual (VLA) - Taxa Interna de Rentabilidade (TIR) - Ponto Crítico  Análise de Sensibilidade -Equipamento base -Matérias-primas -Utilidades -Venda do produto Viável ou não viável? 48

49 Estimativa do Investimento – Capital Fixo Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Capital Fixo Corp ó reo (Custos Directos Equipamento Base (C eb ) : Estimado com base na literatura e em fornecedores Montagem: % sobre o custo de cada equipamento Condutas: 65% do C eb Utilidades e Servi ç os: 50% do C eb Instrumenta ç ão e Aparelhagem de Controlo: 25% sobre o C eb Instala ç ões El é ctricas: 12% do C eb Terreno: 4,23 € /m 2 ano  Á rea da f á brica (82800 m 2 ) Edif í cios: 10% do Capital Fixo Isolamentos T é rmicos: 9% do C eb 49

50 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Estimativa do Investimento – Capital Fixo Custos Directos Fixos Equipamento Base ,97 Montagem do equipamento ,99 Condutas ,98 Utilidades ou serviços ,99 P&I ,99 Instalações eléctricas ,60 Terreno ,00 Edifícios ,15 Isolamentos ,20 Total ,87 50

51 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Capital Fixo Incorpóreo (Custos Indirectos) Projecto e Fiscalização: 30% dos Custos Directos Despesas de Empreitada: 30% dos Custos Directos Provisão para Imprevistos: 15% do Capital Fixo Projecto e Fiscalização Empreitada Imprevistos

52 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Métodos Alternativos  Método dos factores de Lang  Método dos factores de Cran 52

53 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Capital Circulante Reserva de Matérias-primas: Preço do Óleo de soja; 15 dias de stock Stock de Produtos Fabricados: Custo de Fabrico; 8 horas de stock Condições de Crédito Oferecidas: Preço do produto; 1 mês Condições de Crédito Obtidas: Custo de Fabrico, 1 mês Fundo de Maneio: 7,5% das parcelas anteriores do Capital Circulante Matérias-Primas Quantitativo de produtos em laboração Stock produtos fabricados Crédito oferecido Crédito obtido Fundo de maneio Capital Circulante

54 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Juros Intercalares Capital Alheio: 60% do Investimento Total Capital Próprio: 40% do Investimento Total Taxa de Juro: Euribor a 12 meses, 3,92% + Spread 3% Investimento Total Investimento Capital fixo Corpóreo (custos directos) Incorpóreo (custos indirectos) Total Capital circulante Juros durante a fase de investimento Investimento Total (€)

55 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Estimativa dos Custos de Produção Custos Directos de Fabrico Matérias-primas: Preço do óleo e hidrogénio, taxa de ocupação Mão-de-obra de Fabrico, supervisão e Controlo: diferentes postos de trabalho e número de trabalhadores necessários Utilidades e Serviços Manutenção: Desde 3% até 10% do Investimento Fixo Anual Patentes e Royalties: 4% do Custo de Fabrico Catalisador e solventes: vida útil de 1 ano Fornecimentos Diversos: 15% da Manutenção 55

56 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais  Custos Indirectos de Fabrico  50% dos Custos de Mão-de-obra Total e de Manutenção  Custos Fixos de Fabrico  Amortizações: Projecto (3 anos) + Equipamento (10 anos)+ Edifícios (25 anos)  Seguros: 1% do Capital Fixo  Impostos Locais: 1% do Capital Fixo  Rendas: aluguer de 4,26 €/m 2 para uma área industrial  Despesas Gerais  Despesas de Administração: 40% da Mão-de-obra de Fabrico  Serviços de Venda, Distribuição e Marketing: 5% do Custo de Produção  Investigação e Desenvolvimento: 2% do Valor das Vendas  Encargos Financeiros 56

57 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Distribuição dos Custos de Produção  Os Custos Directos representam 88,4% dos Custos de Produção 57

58 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Hipóteses:  Custos Variáveis todos proporcionais  Preço Unitário de Venda constante Q c = Ponto Crítico em Capacidade CF = Custos Fixos = Custos Indirectos de Fabrico + Custos Fixos de Fabrico – Amortizações + Despesas Gerais – Encargos Financeiros P = Preço Unitário de Venda = 1282 €/ton V = Custo Variável Unitário = Custos Directos de Fabrico Método do Ponto Crítico 58

59 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Q c = ton ano -1 < Produção Anual de ton ano -1 Processo Viável, boa margem de segurança 59

60 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Análise de Rentabilidade Cash Flow  Cash Flow de Exploração = Resultado Bruto – Imposto  Cash Flow de Investimento = Investimento Anual  Valor Residual = 5% do C EB + Valor dos Edifícios por amortizar + Terreno Ano CF (€/ano)

61 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Critérios de Rentabilidade Valor Líquido Actual (VLA): i n = Taxa de juro a pagar ao banco = 6,92% i d = Taxa de inflação = 2,6% Ano Cf actualizado Cfacumulado actualizado VAL>0, processo rentável 61

62 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais  Taxa Interna de Rentabilidade (TIR): TIR = 54,3% > i = 4,21%  Ratios: Investimento Favorável 62

63 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Análise de Sensibilidade Valor do Equipamento Base (€) VLATIR 20% ,1% 10% ,5% 5% ,3% 0% ,3% -5% ,4% -10% ,6% -20% ,4% Equipamento Base: Valor do Óleo (€)VLATIR 20% ,6% 10% ,0% 5% ,3% 0% ,3% -5% ,0% -10% ,4% -20% ,7% Óleo de Soja: Valor do Hidrogénio (€)VLATIR 20% ,6% 10% ,9% 5% ,1% 0% ,3% -5% ,5% -10% ,6% -20% ,0% Hidrogénio: 63

64 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Utilidades: Valor das utilidades (€) VLATIR 20% ,1% 10% ,2% 5% ,3% 0% ,3% -5% ,3% -10% ,3% -20% ,3% Valor do produto (€) VLATIR 10% ,1% 5% ,0% 0% ,3% -5% ,6% -10% ,7% Produto: Parâmetros analisados por ordem de importância Preço de venda do produto Preço de compra do óleo de soja Valor do equipamento base Valor de utilidades Valor do hidrogénio

65 Projecto de Engenharia Química II Isomerização de Óleos Vegetais Conclusões  Pela avaliação económica determinou uma TIR de 54,3% ;  O projecto é principalmente influenciado pelo preço de venda do green diesel e do preço de compra do óleo de soja;  Mesmo com uma descida de 10% no valor do green diesel, o VAL mantém-se positivo;  Uma optimização processual poderia ser alcançada com um detalhe maior do flowsheet que por sua vez poderia repercutir-se numa redução dos custos totais;  O projecto é economicamente rentável; 65


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