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TRABALHO COLABORATIVO E EM REDE Warley Bombi. Litogravura MÍDIAS ANTIGAS.

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Apresentação em tema: "TRABALHO COLABORATIVO E EM REDE Warley Bombi. Litogravura MÍDIAS ANTIGAS."— Transcrição da apresentação:

1 TRABALHO COLABORATIVO E EM REDE Warley Bombi

2 Litogravura MÍDIAS ANTIGAS

3 Xilogravura MÍDIAS ANTIGAS

4 Gravura em metal MÍDIAS ANTIGAS

5 TVs, games, notebooks, tablets, celulares etc MÍDIAS CONTEMPORÂNEAS

6 O que é tecnologia?

7 A história da tecnologia é quase tão antiga quanto à história da humanidade, que se segue desde quando os seres humanos começaram a usar ferramentas de caça e de proteção.

8 Podemos entender a tecnologia como uma extensão do corpo

9 Podemos pensá-la como uma prótese do corpo humano TECNOLOGIA

10 Hoje, as interações extrapolam as noções de tempo e espaço TECNOLOGIA

11 Primeiros computadores TECNOLOGIA

12 Primeiros computadores TECNOLOGIA

13 Primeiros computadores TECNOLOGIA

14 Primeiros celulares TECNOLOGIA

15 Primeiros games TECNOLOGIA

16 Ferramentas atuais TECNOLOGIA

17 Projeções da tecnologia para o futuro TECNOLOGIA

18 Agrupamento de pontos (ou nós) ligados por meio de linhas. Conjunto de atores e conexões. REDE

19 Tipos de rede REDE

20 Processos colaborativos: Não linearidade; Não hierarquização: horizontalidade; Democracia; Emancipação; Auto gestão; REDE

21 Processos colaborativos: Isonomia e insubordinação; Desconcentração de poder e multiliderança; Democracia; Diálogo. REDE

22 Interações no espaço urbano e diversidade cultural Na Atenas contemporânea, os transportes coletivos se chamam metaphorai. Para ir para o trabalho ou voltar para casa, toma- se uma “metáfora” - um ônibus ou um trem. Os relatos poderiam igualmente ter esse belo nome: todo dia, eles atravessam e organizam lugares; eles selecionam e os reúnem num só conjunto; deles fazem frases e itinerários. (CERTEAU, 2007, p. 199) REDE

23 Espaço urbano = físico / informacional Mídias locativas Tecnologias e processos infocomunicacionais, por meio de dispositivos digitais, cujo conteúdo informacional vincula-se a um lugar específico; referindo-se a processos de emissão e recepção de informações que relacionam lugares e dispositivos móveis de comunicação (LEMOS, 2008). Lula e menino da favela Manguinhos RJ: REDE

24 Diversidade cultural: interação das diferenças e não a soma dos universos simbólicos. Dimensôes: multi / inter / transcultural. Espaço urbano e diversidade cultural: espaço de interação social para conferir visibilidade e permitir trocas e contágio entre as diferenças. Potência da organização em rede para diversidade: convivência com o outro - mas também o reforço das próprias referências culturais. REDE

25 Conexões: Constituídas dos laços sociais, formados através das interações que permanecem no ciberespaço. Mediação: Processo de circulação dos sentidos que envolve elementos sociais, tecnológicos e linguagem. Constroi representações sociais. Interação: Ação de um depende da reação de outro e há orientação quanto às expectativas, influência recíproca. REDE

26 A rede como processo “Pensar a aprendizagem como processo é considerar não existir um início, mas um ponto de partida diverso a cada indivíduo, é construir um conhecimento junto...com base em suas experiências anteriores” (Mídias comunitárias, juventude e cidadania, p: 73). O primeiro contato com a câmera é marcado pelo deslumbramento... passa então a existir a possibilidade de ocupar aquele espaço...Existe o momento de tentar mostrar-se. Não apenas por meio da captação da própria imagem, mas do seu ambiente, gostos e símbolos, modos de falar, cotidiano e sua história – tudo coisas que fazem parte de um processo de construção de uma identidade visual e coletiva por intermédio do vídeo” (Mídias com., juventude e cidadadania, p: 74). REDE

27 A rede como processo A partir do deslocamento do padrão por meio do conteúdo e forma pensados juntos é que acontece a apropriação. Essa apropriação dos meios de comunicação detêm uma dimensão política... Trata-se da construção de um conhecimento específico. (Mídias comunitárias, juventude e cidadania, p: 76). REDE

28 A rede como processo O mundo não é. O mundo está sendo. Como subjetividade curiosa, inteligente, interferidora na objetividade com quem dialeticamente me relaciono, meu papel no mundo não é o de quem constata o que ocorre mas também o de quem intervém como sujeito de ocorrências. Não sou apenas objeto da História, mas seu sujeito igualmente. No mundo da História, da cultura, da política, constato não para me adaptar mas para mudar. (...) Ninguém pode estar no mundo, com o mundo e com os outros de forma neutra. (FREIRE, 1997, p.85). REDE

29 A rede como processo “Não podemos pensar em dar autonomia ao outro porque isso seria contraditório: autonomia não se dá. Queremos provocar o outro a tomar o seu lugar e ir construindo nele e a partir dele, processualmente, posturas e ações autônomas que só ele saberá quais são. Como diz Paulo Freire, “Ninguém é autônomo primeiro para depois decidir. A autonomia vai se constituindo na experiência de várias, inúmeras decisões, que vão sendo tomadas. A gente vai amadurecendo todo dia, ou não. A autonomia, enquanto amadurecimento do ser para si, é processo, é vir a ser. (FREIRE, 1997, p.127) Fonte: Mídias comunitárias, juventude e cidadania, p. 61). REDE

30 Experiências de trabalho em rede com a Cultura Kairós - Criticar BH - Movimento Boa Praça - Escola de Redes - Indios on line - Coletivo Digital - Avaaz.org - Programadora Brasil - Obvius - Orquestra Colaborativa You Tube - Circuito Fora do Eixo - Coletivo Pegada - Overmundo – OhmyNews - Central de Mídia Independente - Canal Motoboy - Sistema Nacional de Cultura - Cultura Viva - REDE


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