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Literatura (do latim littera: letra) é a arte escrita, cuja matéria-prima é a palavra. Diferentemente das outras artes que impressionam de imediato, como.

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1 Literatura (do latim littera: letra) é a arte escrita, cuja matéria-prima é a palavra. Diferentemente das outras artes que impressionam de imediato, como a pintura, a dança, a música etc., num livro ela a beleza se esconde, age por persuasão como o charme de uma voz ou de um rosto; não constrange, mas predispõe sem que se perceba, e acreditamos ceder a argumentos quando na verdade estamos sendo solicitados por um encanto que não se vê (Jean-Paul Sartre).

2 A Literatura é o retrato vivo da alma humana; é a presença do espírito na carne. Para quem, às vezes, se desespera, ela consola, mostrando que todo ser humano é igual, e que toda dor parece ser a única; [...] (Ely Vieitez. Laboratório de literatura. São Paulo: Estrutural, 1978.) A literatura tem sido, ao longo da história, uma das formas mais importantes de que dispõe o homem, não só para o conhecimento do mundo, mas também para a expressão, criação e recriação desse conhecimento. Lidando com o imaginário, trabalhando a emoção, a literatura satisfaz sua necessidade de ficção, de busca de prazer. (Alice Vieira. O prazer do texto - Perspectivas para o ensino de literatura. São Paulo: E. p, U p. XI.)

3 A literatura não existe no vácuo. Os escritores, como tais, têm uma função social definida, exatamente proporcional à sua competência como escritores. Essa é a sua principal utilidade. (Ezra Pound. ABC da literatura. São Paulo: Cultrix, p. 36.) [...] O processo de leitura apresenta-se como uma atividade que possibilita a participação do homem na vida em sociedade, em termos de compreensão do presente e passado e em termos de possibilidades de transformação cultural futura. (Ezequiel T. da Silva. Leitura & realidade brasileira. Porto Alegre: Mercado Aberto, p )

4 Divisão Oficial dos Estilos de Época Portugal : ERA MEDIEVAL - Trovadorismo: 1189(98) – 1434 / Humanismo: 1434 –1527 ERA CLÁSSICA - Classicismo: 1527 – 1580 / Barroco: 1580 – 1756 / Arcadismo: 1756 – 1825 ERA ROMÂNTICA/MODERNA Romantismo: 1825 – 1865 / Realismo: 1865 – 1890 / Simbolismo: 1890 – 1915 / Modernismo: Brasil: ERA COLONIAL - Literatura Informativa e Jesuítica: 1500 – 1601/ Barroco: 1601 – 1768 / Arcadismo: 1768 – 1836 ERA NACIONAL - Romantismo: 1836 – 1881 / Realismo, Naturalismo e Parnasianismo: 1881 – 1893 / Simbolismo: 1893 – 1902 / Pré-Modernismo: 1902 – 1922 / Modernismo:

5 Trovadorismo (1189 ? – 1434) Contexto histórico Feudalismo : sociedade – servos e senhores feudais Teocentrismo : domínio do clero Relações sociais rígidas

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10 TROVADORISMO (1189? – 1434) Cantiga da Ribeirinha – Paio Soares de Taveirós No mundo non me sei parelha, mentre me for como me vai, ca já moiro por vós - e ai! mia senhor branca e vermelha queredes que vos retraia quando vos eu vi en saia! Mau dia me levantei que vos enton non vi fea! E, mia senhor, dês aquel dia, ai! me foi a mi mui mal, e vós, filha de don Paai Moniz, e ben vos semelha d 'haver eu por vós guarvaia, pois eu, mia senhor, d' alfaia nunca de vós houve nen hei valia d'ua correa: No mundo não conheço ninguém igual a mim, enquanto acontecer o que me aconteceu, pois eu morro por vós - e ai! Minha senhora alva e rosada, quereis que vos lembre que já vos vi na intimidade! Em mau dia eu me levantei Pois vos vi que não sois feia! E, minha senhora, desde aquele dia, ai! Venho sofrendo de um grande mal enquanto vós, filha de Dom Paio Muniz, a julgar forçoso que eu lhe cubra com o manto pois eu, minha senhora, nunca recebi de vós a coisa mais insignificante

11 Produção literária Cantiga (feita para ser cantada ou acompanhada de instrumento musical) lírica e satírica métrica da cantiga – redondilhas (5 e 7 sílabas poéticas) recursos formais – refrão e paralelismo Coletâneas das cantigas – cancioneiros: da Ajuda, da Vaticana e da Biblioteca Nacional de Lisboa

12 Novelas de Cavalaria O Rei Artur e os cavaleiros da Távola Redonda, etc...

13 Humanismo ( ) Contexto histórico grandes navegações; invenção da imprensa (1440- chega a Portugal em 1494); mercantilismo período de transição do Teocentrismo para o Antropocentrismo.

14 Humanismo ( ) - Nomeação de Fernão Lopes como cronista-mor da Torre do Tombo

15 Produção Literária a poesia palaciana; a historiografia de Fernão Lopes; o teatro de Gil Vicente. O velho da hortaAuto da Barca do Inferno

16 Teatro Gil Vicente - Lisboa Teatro Gil Vicente - Coimbra


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