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UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – UNIJUÍ UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – UNIJUÍ SOCIEDADE,

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1 UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – UNIJUÍ UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – UNIJUÍ SOCIEDADE, POLITICA E CULTURA PROF. DEJALMA CREMONESE LITERATURA DE AUTO-AJUDA E MÚSICA CLÁSSICA FÁTIMA ROSANE SCHUQUEL GABRIELA DAROS SPAZZIN LILIANE L. ZANETTI Ijuí, maio de 2006.

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3 Conceito A literatura de auto-ajuda consiste em um conjunto de relatos e manuais que ensina como conduzir a vida, fugir da depressão, manejar com pessoas, exercitar a sexualidade, parar de fumar, enriquecer, etc.

4 O 1º livro de auto-ajuda foi lançado em 1859, mas somente metade do século XX alcançou o sucesso; O grande mérito da literatura de auto-ajuda é o chamar a atenção dos leitores para coisas simples, mas que não conseguimos observar quando estamos passando por algum problema pessoal ou profissional;

5 Um bom livro de auto-ajuda é aquele que se auto-vende; Os livros de auto-ajuda oferecem dicas de como sermos felizes, mas as pessoas que os lêem correm o risco de transformá-los na única maneira de serem felizes;

6 Há muito lixo publicado diariamente. O mercado editorial tem a noção dos milhões de reais que podem lucrar as custas dos sofrimentos dos outros; E apesar disso, um bom livro pode ser instrumento eficiente e capaz de nos motivar e encarar a vida de frente e de forma mais corajosa.

7 Pesquisa aponta que: Livros de auto-ajuda surtem efeitos somente durante o tempo em que as pessoas estão lendo; Quando acabam a leitura voltam a ficar depressivas e até pioram; Voltam as livrarias e compram mais livros, pois acreditam que só serão felizes lendo um livro do tipo.

8 Dr. James Philong diz que: SE O SUJEITO PRECISA DE UM LIVRO PARA SE AJUDAR NÃO É MAIS AUTO-AJUDA E SIM AUTO- COLETIVA. SUGERE QUE, SE O TÍTULO FOR MUDADO AS PESSOAS NÃO CRIARÃO MAIS O VÍNCULO DE DEPENDÊNCIA.

9 QUE RAZÕES LEVAM AS PESSOAS A CONSUMIREM LIVROS DE AUTO- AJUDA?

10 Segundo Chagas o consumo aumentou devido aos avanços da vida moderna: As pessoas mudaram seu modo de pensar, agir e sentir O homem voltou-se para si e acabou ficando só E então foi buscar ajuda nessas literaturas para alcançar a felicidade

11 Conclusão Concluiu-se que a literatura de auto-ajuda refere-se a série de práticas, sobretudo de leitura, através das quais o indivíduo vem tentando descobrir dentro de si, os recursos e as soluções dos problemas sociais criados pela vida moderna.

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13 História da Música Clássica Iniciou-se no período barroco por volta de 1730; A primeira fase – estilo galante (estilo amável, cortês que visava agradar o ouvinte); Posteriormente com amadurecimento da música clássica, as composições passaram a enfatizar a arquitetura, graça e beleza (melódica); Uns sugerem que o fim do período clássico se deu em 1827 (morte de Beethoven) e outros pensam que foi bem antes (+ ou – 1800).

14 Principais Características da Música Clássica As obras para instrumentos passam a ter mais importância do que as composições para contos; Mais leve, mais clara e menos complicada que a barroca; As melodias tendem a ser mais curtas que as barrocas; Ênfase na beleza e na graça da melodia, com a estrutura formal e a expressividade em perfeito equilíbrio; Aumenta o tamanho das orquestras.

15 Mozart ( ) Um dos maiores gênios da música de todos os tempos; Foi pela opera que Mozart mais se sentiu atraído; Desde criança adorava música Aos 5 anos compôs as primeiras músicas. Principais Autores

16 É uma colossal figura na história da música; É uma colossal figura na história da música; Costumava-se dividir a vida e obra de Beethoven em 3 fases; Costumava-se dividir a vida e obra de Beethoven em 3 fases; Suas obras teve um estilo de drama e conflito; Suas obras teve um estilo de drama e conflito; Beethoven não escreveu música para servir ou agradar patrocinadores ricos e sim para agradar a si mesmo. Beethoven não escreveu música para servir ou agradar patrocinadores ricos e sim para agradar a si mesmo. BEETHOVEN ( )

17 Outros autores: GLUCK ( ) HANDYN ( )

18 Porque o povo brasileiro não ouve música clássica?

19 Será que é porque é considerada uma música de difícil entendimento? Sim, porque no Brasil não se aprende nada sobre música nas escolas e então não se pode exigir um entendimento maior sobre ela, a não ser a que estamos acostumados a ouvir (uma música para corpo). No entanto a música é algo muito mais sublime, mas não aprendemos a ouvir música para a alma.

20 Ou é a falta de divulgação por parte da mídia pode estar impedindo que a música clássica se difunda no Brasil? Também, pois a globalização visa o lucro e atualmente é muito mais fácil vender o estilo típico dos consumidores. Portanto podemos afirmar que a mídia de um certo modo reprime música clássica, pois para ela é muito mais fácil fabricar Felipy Dylons do que fabricar obras para instrumentos de música clássica.

21 Ou também será que é porque a música clássica só é para pessoas com um alto poder aquisitivo? Sem dúvida, pois somente poderia pagar ingressos caríssimos a uma sala de concerto quem tivesse poder aquisitivo.

22 Projeto A música clássica nas aulas de Educação Física Influência no comportamento das crianças; As crianças estão mais sensíveis, calmas e melhoram sua auto estima; Com esse projeto elas não ficarão ociosas, fora do período escolar, o que contribui para uma educação longe de drogas e outros agentes negativos.

23 Conclusão Conclui-se nesse trabalho que a música clássica foi um importante estilo, mas hoje como há uma maior diversidade de estilos musicais e a falta de divulgação, ela acabou sendo deixada de lado.

24 BIBLIOGRAFIA BENNETT, Roy. Uma breve história da música. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.,1986. CHAGAS, Arnaldo; A Ilusão no Discurso de Auto-Ajuda e o Sintoma Social. Ed. UNIJUÍ, 2ª ed. acessado no dia 27 de abril de 2006; acessado no dia 27 de abril de 2006; acessado dia 08 de maio de 2006; www. ufsm.brlinguagem_e_cidadania/02_03/carla.html acessado no dia 080de maio de 2006; acessado dia 08 de maio de 2006.


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