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Na antiguidade (grega e romana), constatamos o desprezo e mesmo a eliminação das crianças que nasciam com algum tipo de defeito, seja ele físico ou mental:

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2 Na antiguidade (grega e romana), constatamos o desprezo e mesmo a eliminação das crianças que nasciam com algum tipo de defeito, seja ele físico ou mental: a maioria dos povos primitivos permitiam a morte dos recém-nascidos que eram deformados, doentes, bastardos ou cujas mães tinham morrido ao dar a luz. (Our Oriental Heritage, Will Durant).

3 Na Idade Média, surgiram as dúvidas: e se o deficiente fosse um aplacador da cólera divina, a receber uma vingança celeste? Ou teria uma alma, mas não teria virtudes? Como poderia ser salvo do inferno? O desconhecimento quase que completo, levou à busca de tratamentos antiquados e dolorosos aos doentes. A trepanação consistiam na abertura de buracos nos crânios dos doentes de 2,5 a 5 cm de diâmetro. Os doutores buscavam remover a pedra da loucura que acreditavam existir nos cérebros dos doentes. O que acontecia de fato é que eram feitas verdadeiras mutilações que acabavam por deixar os pacientes privados de certos movimentos.

4 Do ponto de vista médico, identificam-se disposições gerais como agentes causadores da deficiência mental e também fatores biológicos, psicológicos e sociais. Face a esta realidade, existem várias alternativas terapêuticas e formas de reabilitação, conforme o grau de comprometimento orgânico.

5 A medicina procura descrever seus efeitos e, por vezes, alcança causas imediatas, mas ainda permanece a grande incógnita da causalidade primeira do problema. A causa, sendo sempre anterior ao efeito e desde que não se encontre na vida atual, é que pertence a uma existência precedente.

6 Ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo "Em verdade, em verdade vos digo: Ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo (Jesus) LE A opinião de que os cretinos e os idiotas teriam uma alma de natureza inferior tem fundamento? – Não. Ele têm uma alma humana, freqüentemente mais inteligente do que pensais, e que sofre com a insuficiência dos meios de que dispõe para se comunicar, como o mudo sofre por não poder falar.

7 São espíritos em punição que vivem em corpos de idiotas: é uma expiação, imposta ao abuso que tenham feito de certas faculdades; é um tempo de suspensão. Os entraves que o espírito prova em suas manifestações são para ele como as cadeias que constrangem os movimentos de um homem vigoroso. (LE 372~373)

8 3. (Evocação de Carlos) R. Sou um pobre Espírito preso à Terra por um pé como se passarinho fosse. 4. Presentemente, isto é, como um Espírito, tendes consciência de vossa nulidade neste mundo? R. Decerto que sinto o cativeiro

9 6. Experimentais no estado espiritual qualquer sensação dolorosa oriunda do vosso estado corpóreo? R. Sim, por isso que é uma punição. 7. Lembrai-vos da precedente encarnação? R. Oh! Sim, e ela é causa de meu exílio de hoje. 8. Que existência era essa? R. A de um jovem libertino no reinado de Henrique III. 9. Dizeis ser uma punição a vossa condição atual... acaso não a escolhestes? R. Não.

10 13. Tendes, quando acordado, a consciência do que se passa, apesar da imperfeição dos vossos órgãos? R. Vejo e ouço, mas meu corpo nada vê nem percebe. 14. Poderemos fazer alguma coisa de proveito por vós? R. Nada.

11 Esse mutismo moral e físico constitui uma das mais cruéis punições terrenas. A provação nem por isso é improfícua, porque o Espírito não fica estacionário na prisão carnal; esses olhos estúpidos vêem, esses cérebros deprimidos concebem, conquanto nada possam traduzir pela palavra e pelo olhar. A loucura também é punição ao abuso das mais elevadas faculdades; o louco tem duas personalidades a que delira e a que tem consciência dos seus atos sem poder guiá-los.

12 A loucura não é das leis divinas, pois resultando materialmente da ignorância, da sordidez e da miséria, pode o homem debelá- la. Os modernos recursos da higiene, que a Ciência hoje executa e a todos faculta, tende a destruí-la.


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