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Professora: Márcia M. Rios Ribeiro Estagiário-docente(Programa de Pós- Graduação em Eng. Civil e Ambiental): Danniel Cláudio de Araújo P OLUIÇÃO S ONORA.

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1 Professora: Márcia M. Rios Ribeiro Estagiário-docente(Programa de Pós- Graduação em Eng. Civil e Ambiental): Danniel Cláudio de Araújo P OLUIÇÃO S ONORA Universidade Federal de Campina Grande – UFCG

2 P OLUIÇÃO S ONORA É definido como um fenômeno físico, provocado pela propagação de vibrações mecânicas em meio elástico – o ar, passível de excitar o ouvido humano. A rápida vibração da pressão do ar em contato com o ouvido, produz a sensação auditiva. Ocorre quando num ambiente o som altera a condição normal de audição, embora não se acumule no meio ambiente, causa vários danos ao corpo e à qualidade de vida das pessoas.

3 P OLUIÇÃO S ONORA A poluição sonora passou a ser considerada pela OMS (Organização Mundial da Saúde), uma das três prioridades ecológicas para a próxima década. Acima de 70 decibéis o ruído pode causar dano à saúde, de modo que, para o ouvido humano funcionar perfeitamente até o fim da vida, a intensidade de som a que estão expostos os habitantes das metrópoles não poderia ultrapassar os 70 decibéis estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde.

4 P OLUIÇÃO S ONORA Fonte de Poluição Mecânica Pontual Máquinas Usinas

5 P OLUIÇÃO S ONORA Fonte de Poluição Mecânica Móvel

6 P OLUIÇÃO S ONORA Manifestações e eventos públicos (festas, fogos de artifícios, festivais, concertos e locais públicos com grande freqüência).

7 P OLUIÇÃO S ONORA

8 É qualquer variação de pressão ( no ar, na água) que o ouvido humano possa captar. É o som ou conjunto de sons indesejáveis, desagradáveis, perturbadores. Ruído Som

9 C ARACTERÍSTICAS DO S OM Número de vezes, durante um determinado período de tempo, que o objeto vibrante dá impulsos ao ar É causada pela pressão contra o ouvido ou outro instrumento de medição. Intensidade Frequência

10 P ROPAGAÇÃO DO S OM

11 P ARTICULARIDADES DA P OLUIÇÃO SONORA A poluição sonora difere bastante da poluição do ar e da água quanto aos seguintes aspectos: O ruído é produzido em toda parte e, portanto, não é fácil controlá-lo na fonte como ocorre na poluição do ar e da água; Embora o ruído produza efeitos cumulativos no organismo, do mesmo modo que outras modalidades de poluição, diferencia- se por não deixar resíduo no ambiente tão logo seja interrompido; Diferindo da poluição do ar e da água, o ruído é apenas percebido nas proximidades da fonte; Não há interesse maior pelo ruído nem motivação para combatê-lo; o povo é mais capaz de reclamar e exigir ação política acerca da poluição do ar e da água do que a respeito do ruído;

12 C ARACTERÍSTICAS DO S OM Nível de Pressão do Som (NPS) NPS = 10 log P 2 / P 0 2 = 20 log P/P 0 P = pressão sonora medida por instrumento; P 0 = pressão de referência (menor pressão audível); NPS = nível de pressão sonora, em dB

13 C ARACTERÍSTICAS DO S OM Tipos de FonteNPS(Db)Sensação Relógio / Sussurros /Chuvisco 30Muito Baixo Conversa50Normal Ruído de Tráfego pesado80Alto Buzina de Veículo(7m)100Muito Alto Avião150Insuportável Fonte : COPPE/UFRJ (1980)

14 C ARACTERÍSTICAS DO S OM

15 M EDIÇÃO DO R UÍDO Dentre os MNS (Medidores de Nível de Som) destacam-se os portáteis (Decibelímetro) que fornecem medidas numa faixa de 20 a 140 Db. Decibelímetro

16 F ONTES DE R UÍDO Ruído nas ruas O trânsito é o grande causador do ruído na vida das grandes cidades. Nas principais ruas da cidade de São Paulo - 88 a 104 decibéis. Nas áreas residenciais, os níveis de ruído variam de 60 a 63 decibéis – acima dos 55 decibéis estabelecidos como limite pela Lei Municipal de Silêncio.

17 F ONTES DE R UÍDO Ruído nas habitações

18 F ONTES DE R UÍDO Ruído nas indústrias Em alguns países europeus, como a Suécia e a Alemanha, é impressionante o número de operários que nas indústrias vêm sofrendo perda de audição devido ao ruído.

19 F ONTES DE R UÍDO Ruído dos aviões A partida e a chegada de aviões são acompanhadas de ruídos de grande intensidade que perturbam os moradores das imediações.

20 A VALIAÇÃO DO R UÍDO

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22 Í NDICES DE R UÍDO

23 M EDIÇÃO DO R UÍDO Se a diferença for cerca de 8 dB, predomina o som direto. Se a diferença entre as duas leituras for pequena, o som refletido é apreciável. Ruído direto e refletido Para determinar se a influência do som refletido é significativa, duas medidas, uma perto e outra longe do local (15 a 20 metros).

24 M EDIÇÃO DO R UÍDO A influência do ruído de fundo é avaliada através de duas medições, uma com a fonte em estudo ligada e outra com a fonte desligada. Há predominância do ruído de fundo, se com a fonte desligada o ruído não se alterar. Redução de até 2 dB indica que ruído da fonte não é apreciável, ou seja, predomina o ruído de fundo. Ruído de fundo

25 E FEITOS DO R UÍDO Ao homem: Nível Sonoro Efeitos 30 dB(A) Reações Psíquicas* 65 dB(A) Reações Fisiológicas 85 dB(A) Trauma Auditivo 120 dB(A) Lesões Irreversíveis no Sistema Auditivo * (stress, irritabilidade, agravamentos de estados de depressão e ansiedade)

26 E FEITOS DO R UÍDO Limites de intensidade Ruído com intensidade de até 55 dB não causa nenhum problema. Ruídos de 56 dB a 75 dB pode incomodar, embora sem causar malefícios à saúde. Ruídos de 76dB a 85dB pode afetar à saúde, e acima dos 85 dB a saúde será afetada, a depender do tempo de exposição. Uma pessoa que trabalha 8 horas por dia com ruídos de 85 dB terá, fatalmente, após 2 anos problemas auditivos.

27 M EDIDAS DE C ONTROLE

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29 E FEITOS N EGATIVOS DA P OLUIÇÃO S ONORA Insônia (dificuldade de dormir) Estresse Depressão Perda de audição Agressividade Perda de atenção e concentração Dores de Cabeça Aumento da pressão arterial Cansaço Queda de rendimento escolar e no trabalho Surdez (em casos de exposição à níveis altíssimos de ruído)

30 C ONSEQUENCIAS NO E COSSISTEMAS As conseqüências no ecossistema podem provocar o afastamento de espécies animais, como ocorre nos grandes centros urbanos. As leis de diversos países impõem restrições sobre a intensidade sonora, cujos máximos podem depender das horas. Medidas particulares podem ser tomadas: por exemplo, limitar o volume sonoro por ocasião de um concerto público, etc.

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32 P OLUIÇÃO SONORA COMO CONTRAVENÇÃO PENAL Art. 42. Perturbar alguém o trabalho ou o sossego alheios: I – com gritaria ou algazarra; II – exercendo profissão incômoda ou ruidosa, em desacordo com as prescrições legais; III – abusando de instrumentos sonoros ou sinais acústicos; IV – provocando ou não procurando impedir barulho produzido por animal de que tem guarda. Pena – prisão simples, de 15 dias a 3 meses, ou multa. Há muito tempo se preocupa com a poluição sonora, prova disso é o disposto no artigo 42, do Decreto-lei 3.688/41, que institui a Lei das Contravenções Penais

33 L EI 9.605/98 D ISPÕE SOBRE AS SANÇÕES PENAIS E ADMINISTRATIVAS DERIVADAS DE CONDUTAS E ATIVIDADES LESIVAS AO MEIO AMBIENTE, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Seção III Da Poluição e outros Crimes Ambientais Art. 54. Causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora: Pena - reclusão, de um a quatro anos, e multa. § 1º Se o crime é culposo: Pena - detenção, de seis meses a um ano, e multa. § 2º Se o crime: I - tornar uma área, urbana ou rural, imprópria para a ocupação humana; II - causar poluição atmosférica que provoque a retirada, ainda que momentânea, dos habitantes das áreas afetadas, ou que cause danos diretos à saúde da população; III - causar poluição hídrica que torne necessária a interrupção do abastecimento público de água de uma comunidade; IV - dificultar ou impedir o uso público das praias; V - ocorrer por lançamento de resíduos sólidos, líquidos ou gasosos, ou detritos, óleos ou substâncias oleosas, em desacordo com as exigências estabelecidas em leis ou regulamentos: Pena - reclusão, de um a cinco anos. § 3º Incorre nas mesmas penas previstas no parágrafo anterior quem deixar de adotar, quando assim o exigir a autoridade competente, medidas de precaução em caso de risco de dano ambiental grave ou irreversível.

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