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DIRETORIA DE ENSINO - REGIÃO SÃO BERNARDO EDUCAÇÃO ESPECIAL PCOP – LILIAN CRISTIANE VIDOI.

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Apresentação em tema: "DIRETORIA DE ENSINO - REGIÃO SÃO BERNARDO EDUCAÇÃO ESPECIAL PCOP – LILIAN CRISTIANE VIDOI."— Transcrição da apresentação:

1 DIRETORIA DE ENSINO - REGIÃO SÃO BERNARDO EDUCAÇÃO ESPECIAL PCOP – LILIAN CRISTIANE VIDOI

2 Para viabilizarmos a inclusão escolar devemos garantir que todos os alunos, independente da classe, raça, gênero, sexo, características individuais ou necessidades educacionais especiais, possam aprender juntos em uma escola de qualidade, é uma atitude humanitária e justa, demonstrando uma prática alicerçada nos valores éticos de respeito à diferença e ao compromisso com a promoção dos direitos humanos. (MANTOAN, 2003)

3 APRESENTAÇÃO Educar um indivíduo pressupõe transformá-lo, ajudá-lo a desenvolver suas potencialidades; tentando descobrir outras. É preciso levar em conta o fator genético, ambiental e a interação entre os dois elementos que a educação passará a modificar.

4 DIFERENÇAS ENTRE INTEGRAÇÃO E INCLUSÃO INTEGRAÇÃO modelo genético modelo médico perspectiva individualista a criança se adapta a escola a família atrapalha o processo escolar o professor é o centro do processo pedagógico deficiências modelo de EE segregado sem suporte INCLUSÃO modelo ambiental modelo pedagógico perspectiva socializada a escola se adapta a criança a família ajuda no processo escolar a criança é o centro do processo pedagógico aprendizagem modelo de EE ampliado com suporte

5 O QUE É DEFICIÊNCIA INTELECTUAL ? É um termo que se usa quando um indivíduo apresenta certas limitações no seu funcionamento mental e no desempenho de tarefas como as de comunicação, cuidado pessoal e de relacionamento social.

6 Estas limitações provocam uma maior lentidão na aprendizagem e no desenvolvimento desses indivíduos. As crianças com atraso mental precisam de mais tempo para aprender a falar, caminhar e a aprender as competências necessárias para sua vida.

7 COMO SE DIAGNOSTICA O ATRASO MENTAL ? Observando-se: 1. A capacidade do cérebro do indivíduo para aprender, pensar, resolver problemas; a esta capacidade dá-se o nome de funcionamento intelectual 2. A competência necessária para viver com autonomia e independência na comunidade; a esta capacidade dá-se o nome de comportamento adaptativo.

8 B OM DESEMPENHO ESCOLAR... É UM PROCESSO DE : Autonomia; Método de trabalho Motivação ;

9 As dificuldades da aprendizagem não se deve apenas a problemas do sistema nervoso central, um cérebro com estrutura Normal, com condições funcionais e neuroquímicas corretas e com um elenco genético adequado, não significa 100% de garantia de aprendizado normal. As dificuldades da aprendizagem não se deve apenas a problemas do sistema nervoso central. Um cérebro com estrutura Normal, com condições funcionais e neuroquímicas corretas e com um elenco genético adequado, não significa 100% de garantia de aprendizado normal. Dificuldade para aprendizagem

10 É no SNC onde ocorrem modificações funcionais e condutas, ele vai auxiliar na compreensão das dificuldades de aprendizagem, porém não se pode deixar de lado a genética e o ambiente onde o indivíduo está inserido.

11 A dificuldade de aprendizagem podem ser classificadas levando-se em conta as funções afetadas. Estas funções podem ser detectadas nos primeiros anos de vida através de avaliação do desenvolvimento neurológico, exames neurológico evolutivo dos 3 aos 7 anos de idade e exame das funções cerebrais

12 A capacidade da nossa mente é incomensurável, muito maior que a concretude percebida pelos nossos cinco órgãos dos sentidos. A capacidade da nossa mente é incomensurável, muito maior que a concretude percebida pelos nossos cinco órgãos dos sentidos.

13 RELAÇÃO PROFESSOR ALUNO PROCURE INFORMAÇÕES SOBRE ELE, CONVERSE COM OS PAIS, CONHEÇA SUAS CONDIÇÕES DE VIDA, SEU NÍVEL DE DESENVOLVIMENTO; ENCARE A DEFICIÊNCIA COMO A PERDA DE UM ATRIBUTO QUE DIFICULTA, MAS NÃO INCAPACITA A CRIANÇA; TRATE-O DE MANEIRA NATURAL, NÃO ADOTANDO ATITUDES SUPERPROTETORAS OU DE REJEIÇÃO ; USE NATURALMENTE EXPRESSÕES COMO OUVIR, VER, OLHAR, ANDAR, OBSERVAR, PENSAR;

14 CONSIDERE SEU RENDIMENTO EM RELAÇÃO ÀS SUAS APTIDÕES, HABILIDADES E COMPETÊNCIAS; ESCLAREÇA AOS DEMAIS ALUNOS SOBRE AS CONDIÇÕES E NECESSIDADES DO COLEGA, FAVORECENDO A SUA ACEITAÇÃO; NÃO LHE CONCEDA PRIVILÉGIOS, ESTABELEÇA LIMITES DA MESMA FORMA QUE O FAZ EM RELAÇÃO AOS DEMAIS; OFEREÇA-LHE AS MESMAS OPORTUNIDADES DADAS AOS OUTROS ALUNOS, FAVORECENDO SUA INDEPENDÊNCIA E AUTONOMIA;

15 CUIDE PARA QUE ELE ESTEJA SENTADO EM LUGAR ADEQUADO, A FIM DE FACILITAR A UTILIZAÇÃO DE TODAS AS VIAS PERCEPTIVAS; FALE COM CLAREZA E NATURALIDADE; EXPONHA E REPITA AS MESMAS IDÉIAS E CONCEITOS DE FORMA VARIADA, COM VOCABULÁRIO ACESSÍVEL, SEM INFANTILIZAR; INCLUA ESSE ALUNO EM TODAS AS ATIVIDAES COMO ELEMENTO INTEGRANTE DO GRUPO.

16 NÃO DEIXAR QUE O ALUNO USE SUA DEFICIÊNCIA COMO DESCULPA PARA NÃO REALIZAR AS TAREFAS SOLICITADAS OU OBTER VANTAGENS SOBRE OS DEMAIS; OBTER MAIORES INFORMAÇÕES COM PROFISSIONAIS ESPECIALIZADOS E O PROFESSOR DE EDUCAÇÃO ESPECIAL, SOBRE AS NECESSIDADES EDUCATIVAS E OS RECURSOS DE QUE O ALUNO PRECISA; LEMBRAR QUE BAIXAS EXPECTATIVAS LEVAM À FALTA DE PROGRESSO DA CRIANÇA; O PROFESSOR DEVE AINDA :

17 ENVOLVER O ALUNO EM TODAS AS ATIVIDADES DA ESCOLA NÃO ESTABELECENDO A PRIORI O QUE ELE PODE OU NÃO FAZER; EVITAR SENTIMENTOS DE MEDO, ANSIEDADE, CULPA OU PIEDADE QUE PODEM TER SÉRIOS EFEITOS PARA A AUTO- IMAGEM DA CRIANÇA; CONSIDERAR QUE OS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS PODERÃO USAR MATERIAIS ESPECÍFICOS QUE DESPERTARÃO A CURIOSIDADE DOS COLEGAS. PEÇA QUE O ALUNO FALE A RESPEITO;

18 AJUDAR O ALUNO A DESCOBRIR SUAS POSSIBILIDADES, INCENTIVANDO SEU ESFORÇO E NÃO SUBESTIMANDO SUA CAPACIDADE; LEMBRAR QUE O TRABALHO EM PEQUENOS GRUPOS FAVORECE A RELAÇÃO PESSOAL E A PARTICIPAÇÃO SOCIAL.

19 DICAS PARA TRABALHAR COM DEFICIENTE AUDITIVO TRATE-O DE MANEIRA NATURAL, NÃO ADOTANDO ATITUDES SUPERPROTETORAS OU DE REJEIÇÃO; ALERTE-O PARA QUE MANTENHA SEMPRE A ATENÇÃO VOLTADA PARA O INTERLOCUTOR; FALE COM CLAREZA, NATURALIDADE, SEM AUMENTAR O TOM DA VOZ; EXPONHA E REPITA AS IDÉIAS E CONCEITOS DE FORMAS VARIADAS, COM VOCABULÁRIO ADEQUADO E FLEXÍVEL, SEM INFANTILIZAR;

20 DICAS PARA TRABALHAR COM DEFICIENTE AUDITIVO ORGANIZANDO FRASES SIMPLES E CLARAS; EVITANDO MOVIMENTO DE CORPO, DE CABEÇA; DE OBJETOS E DETALHES OBSTRUTIVOS (BIGODE, FRANJA, BALA E CHICLETE); FACILITE A COMPREENSÃO DA MENSAGEM : CONVERSANDO DE FRENTE, DE FORMA QUE A ILUMINAÇÃO INCIDA SOBRE O ROSTO DE QUEM FALA; UTILIZANDO SINAIS E/OU GESTOS.

21 DEFICIENTE MENTAL/ INTELECTUAL ESTABELECER OBJETIVOS, CONTEÚDOS, METODOLOGIA, AVALIAÇÃO E TEMPORALIDADE, DE ACORDO COM A NECESSIDADE; DIVIDIR AS INSTRUÇÕES EM ETAPAS; DAR AS INSTRUÇÕES/ATIVIDADES DAS MAIS SIMPLES PARA AS MAIS COMPLEXAS; PARTIR DO CONCRETO PARA O ABSTRATO;

22 RESPEITAR O RITMO DE APRENDIZAGEM DO ALUNO; REPETIR AS INSTRUÇÕES/ATIVIDADES EM SITUAÇÕES VARIADAS, DE FORMA DIVERSIFICADA; EXPLICAR O QUE PODERÁ ACONTECER EM SITUAÇÕES NOVAS, COMO POR EXEMPLO, NADAR

23 DICAS PARA TRABALHAR COM DEFICIENTE VISUAL TRATE-O DE MANEIRA NATURAL, NÃO ADOTANDO ATITUDES SUPERPROTETORAS OU DE REJEIÇÃO; PERGUNTE-LHE SE PRECISA DE AJUDA; DIRIJA-SE DIRETAMENTE A ELE, IDENTIFIQUE-SE E FAÇA UM CONTATO FÍSICO ANTES DE INICIAR A CONVERSA; AVISE-O QUANDO FOR EMBORA; INDIQUE AS DIREÇÕES TOMANDO A POSIÇÃO DELE COMO REFERÊNCIA; OFEREÇA SEU BRAÇO PARA GUIÁ-LO E NUNCA PUXE OU EMPURRE;

24 DICAS PARA TRABALHAR COM DEFICIENTE VISUAL MOSTRE–LHE ONDE SENTAR E DEIXE QUE ELE SENTE OU LEVANTE SOZINHO; DESCREVA OS AMBIENTES DESCONHECIDOS COM O MAIOR NÚMERO POSSÍVEL DE INFORMAÇÕES; DIGA-LHE O QUE PODERÁ ACONTECER EM SITUAÇÕES NOVAS; NÃO EXISTE PALAVRAS TABU. EXEMPLO: OLHA, VEJA, CEGUEIRA, ETC.;

25 DICAS PARA TRABALHAR COM DEFICIENTE FÍSICO ADEQUAR O ESPAÇO FÍSICO E MOBILIÁRIO PARA POSSIBILITAR O ACESSO E, CONSEQUENTEMENTE, A REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES. EXEMPLOS: RAMPA, PORTAS LARGAS, CORRIMÃO, BARRAS AO LADO DO ASSENTO SANITÁRIO, SABONETE PRESO A CORRENTE, BANDEJA RECORTADA PARA SER FIXADA EM CADEIRA DE RODA ETC.; BUSCAR FORMAS ALTERNATIVAS DE COMUNICAÇÃO;

26 DICAS PARA TRABALHAR COM DEFICIENTE FÍSICO USAR ADAPTAÇÕES QUE VISEM FACILITAR O DESEMPENHO E POSSIBILITAR MAIOR INDEPENDÊNCIA. EXEMPLO: ENGROSSAR O LÁPIS, ADAPTAR TALHERES, USAR CADERNOS DE PAUTA AMPLIADA, ETC. PROMOVER TREINO DE ATIVIDADES DE VIDA DIÁRIA.

27 A principal razão para a inclusão não é que os alunos previamente excluídos estarão necessariamente se tornando proficientes em socialização, embora seja óbvio que nas turmas inclusivas há mais oportunidades para todos crescerem e aprenderem.

28 Bibliografia: BRASIL.MEC/SEESP. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, MANTOAN, Maria Teresa Eglér, Inclusão Escolar: o que é? Por quê? Como Fazer? São Paulo: Editora Moderna, BRASIL. MEC/SEESP. Atendimento Educacional Especializado. Formação de Professores, 2008.

29 OBRIGADA.


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