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Formação para Gestores Escolares Janeiro de 2010 SEMED Se você quer os acertos, esteja preparado para os erros. (Carl Yastrzemski)

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Apresentação em tema: "Formação para Gestores Escolares Janeiro de 2010 SEMED Se você quer os acertos, esteja preparado para os erros. (Carl Yastrzemski)"— Transcrição da apresentação:

1 Formação para Gestores Escolares Janeiro de 2010 SEMED Se você quer os acertos, esteja preparado para os erros. (Carl Yastrzemski)

2 Pauta: 1.Pensamento de Carl Yastrzemski. 2.Reflexões acerca de Gestão Pedagógica, a partir dos registros de Clóvis Rosa, no livro Gestão Estratégica Escolar. 3.Leitura do poema Escola é, de Paulo Freire.

3 [...] a área pedagógica, cerne da escola [...]. (pag. 14)

4 A escola instalada no local precisa, sim, possuir dados sempre atualizados e confiáveis da população local, estar atenta e focada para atender toda e qualquer nova necessidade – por pequena que seja – que o seu público venha a exigir. (pag. 23)

5 Entendendo que a capacidade de sobrevivência e crescimento de uma escola é suportada por aquilo que ela sabe e do conhecimento subjacente das rotinas, procedimentos, normas e processos de execução, é natural que ela perceba que o seu capital intelectual não é o que ela tem de tecnologia, bens duráveis, entre outros, mas os seus colaboradores internos e externos[...]. (pag. 27)

6 Conhecimento é pouco absorvido pelo ouvir (máximo de vinte por cento), um pouco mais pelo ouvir e ver (máximo de quarenta por cento) e muito mais quando complementado pelo envolvimento, pela participação (até oitenta por cento). Logo, o que deve fazer para realmente conhecer, além de ouvir e ver, é envolver-se e se tornar parte naquilo que está sendo transmitido, sempre. (pag. 29)

7 O que é facilmente mensurável perde cada vez mais valor para a intangibilidade, ou seja, o que realmente vem importando cada vez mais é o relacionamento humano e os processos dos serviços fornecidos. (pag. 33)

8 Conhecendo o ambiente interno e externo, os dados colhidos devem se transformar em informação [...]. (pag. 37) [...] nada do que existe é definitivo; plano é plano, e por mais que se aproxime da realidade certamente serão necessários acertos. (pag. 40)

9 Finalizando, a estratégia da direção superior da instituição é algo como uma semeadura que levará tempo para germinar, e as formas de atuação a serem adotadas pelos níveis táticos e operacionais são como a colheita, que é feita de forma ordenada, padronizada, constante até a sua conclusão; e nova semeadura será necessária objetivando a futura colheita; porém, olhando para a última safra, não repetindo os erros e potencializando os acertos. (pag.44)

10 A escola é reconhecida pelas pessoas que não têm contato direto com ela? [...] todos são responsáveis pela imagem da entidade, e é essa imagem que precisa ser definida no imaginário da população do local em que está situada a escola. (pag. 48) [...] importante mesmo é que o corpo docente esteja identificado com a cultura da escola, o que não é nada fácil, pois muitas vezes nem mesmo a direção sabe qual é a sua própria cultura. (pag. 49)

11 A cultura define o que a escola é [..] [...] Padrões, crenças, valores [...] se instalam no todo coletivo da instituição, deixando-a com a cara do dono. (pag. 50)

12 [...] a maioria das escolas pretende ter por missão o desenvolvimento social do aluno, ético e cooperativo, com práticas pedagógicas que o preparem para o exercício da cidadania, consciente de suas responsabilidades em uma sociedade democrática e pluralista [...] essa missão [...] é mesmo um lugar comum. (pag. 52)

13 Da missão saem os valores, e as políticas têm suas origens nos valores. Das políticas saem os objetivos, dos objetivos as estratégias e, por fim, das estratégias chega-se às táticas. (pag. 53)

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15 Os clientes (responsáveis adultos pelos alunos) [...] numa primeira visita avaliam a escola. (pag. 70) Atualidades Transparência Normas e procedimentos Trabalhos de Arte Educação Física Espaço físico Solidariedade Corpo docente

16 As classes cheias de uma escola permitem seguro planejamento de novos espaços e recursos materiais. (pag. 66)

17 Lidar com crianças da faixa de atendimento do maternal e infantil é de uma responsabilidade que assusta muita gente [...] e exige pessoas especiais para desenvolver uma formação que marcará o ser humano para toda a vida. (pag. 68)

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19 [...] o normal é se considerar a média de 25 alunos. (pag. 75) [...] a escola deve procurar prever um certo índice (para isso precisará analisar o passado da instituição, de preferência retroagir cinco anos, e encontrar uma porcentagem de equilíbrio financeiro não prejudicial à escola) e monitorá-lo, não permitindo que seja ultrapassado, ou a escola estará seriamente ameaçada. (pag. 78)

20 No que se refere às organizações prestadoras de serviços, apenas empresas do setor público, ou as próprias prefeituras, suportam porcentagem acima de 65% na folha de pagamento de pessoal; porém, transmitem imagem de péssimas administradoras, sabendo-se que o déficit é distribuído para que a sociedade o pague. Claro que uma escola privada não poderá sobreviver com tal distorção; a mantenedora só pode valer-se dela mesma para a sobrevivência e crescimento da rede escolar. (pag. 81)

21 [...] o procedimento de uma unidade precisa estar de acordo com a outra. (pag.82)

22 [...] A escola é como uma teia com alta sensibilidade que, mexendo-se em um fio num determinado momento, certamente os demais fios irão forçosamente mover-se em outro momento qualquer. Portanto, as atividades são elos interligados que, ao se alterar um, os demais são influenciados por aquele. (pag. 86)

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25 Existe deficiência para enxergar o conjunto quando a escola tem a cultura – ainda – da estanqueidade departamental. (pag. 90) [...] O míope departamental, além de não ter a preocupação em passar experiência, aquilo que ele recebe dos outros ele desconsidera. (pag. 91)

26 Todo pequeno problema tem um grande problema dentro dele lutando para aparecer. Isso significa que não se deve desprezar nenhum pequeno conflito; ao contrário, ele deve ser tratado tão logo surja. (pag. 102)

27 Existem muitos cursos que tratam de administração escolar, mas poucos de gestão escolar. (pag. 105)

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29 [...] o executivo principal da escola deve lembrar-se que quando todo mundo pensa igual é porque ninguém está pensando. (pag. 114) [...] ouvir atentamente, analisar minuciosamente, escrever, ler, perguntar, reescrever, reler, discutir e rediscutir, até que a melhor solução acaba naturalmente emergindo, consensualmente. (pag. 116)

30 [...] a escola é, sempre, uma organização que aprende [...] tomando como base o corpo humano e o relacionando com a escola, qualquer parte, por mais autônoma que seja, nunca conseguirá dirigir o corpo todo; precisa, sempre, da harmonização completa para funcionar bem [...]. (pag. 127)

31 [...] é a lei interna que rege a escola [...]. (pag. 140) [...] nenhum regimento, por mais bem elaborado que seja, jamais poderá contrariar um artigo de lei. (pag. 141)

32 É uma necessidade a existência de um sistema de avaliação constante nas instituições de ensino. (pag. 145) [...] uma avaliação só é possível se existirem documentos escritos que definam claramente as diretrizes e características do que se pretende avaliar. (pag. 146) [...] é indispensável incluir no primeiro momento o projeto pedagógico [...] (pag. 149) [...] a escola é sempre uma entidade comunitária,onde todos a estão constantemente avaliando [...]. (pag. 160)

33 [...] por mais moderna que uma escola venha a ser, se retirarmos as pessoas ela perde quase totalmente o próprio valor. (pag. 181)

34 O conflito causa tensão, cria ambiente improdutivo, distorce o comportamento das pessoas. (pag. 198) [...] As causas principais de conflitos são: comunicação falha, pressão do tempo, expectativas não atendidas e problemas particulares. (pag. 200) Atender e entender o outro é tão importante quanto atender e entender a si próprio. (pag. 246)

35 A escola é uma vitrine para a sociedade, tudo o que nela acontece é notícia [...]. (pag. 214)

36 16,6Demais mídias_ 4,8Jornal do bairro5º 7,5Panfletos, com algum tipo de mensagem útil no verso 4º 9,1Boca a boca da comunidade vizinha à escola 3º 12,3Faixas, com mensagem útil, no bairro em que a escola está localizada 2º 49,7Boca a bocade alunos, pais e demais familiares 1º %Tipo de divulgaçãoItem

37 Perguntar aos alunos o que eles mais apreciam na escola, incluindo atividades extras, é uma ótima maneira de fortalecer os pontos fracos, divulgar os fortes e eliminar os irrelevantes. Aos pais ou responsáveis pergunta-se quais os comentários dos filhos em relação à escola, além de perguntar a eles mesmos o que consideram positivo ou negativo; se negativo, o que eles fariam para melhorar? (pag. 255)

38 [...] jamais um texto enviado por uma escola deverá conter erros de português, por motivos óbvios (vindo de uma instituição de ensino isso seria imperdoável, portanto, revise e revise quantas vezes julgar necessário, e mais de uma pessoa deverá participar da revisão, sempre). (pag. 264)

39 A palavra, substantivo feminino, imagem é muito comentada em todos os meios, níveis, locais, etc. [...] Que a imagem é importantíssima todo mundo sabe; que precisa ser preservada, mantida, melhorada, também [...] (pag. 271) A imagem da instituição não é formada só pela vontade, ela precisa ser trabalhada, começando por ter uma qualidade reconhecida, mediante a formalização de procedimentos e normas escritos [...] (pag. 274)

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43 Não praticar o que discursa é antiético. [...] a educação e a ética são inseparáveis [...] (pag. 292)

44 Quando a escola não entende que a sua razão de existência é o aluno, ela está fadada ao desaparecimento mais rápido do que pensa. (pag. 295) [...] a escola, no passado (cinco anos é muito tempo, com a velocidade das mudanças) respondia a um contexto social diferente, mais lento e com menos alterações [...] (pag. 300)

45 Escola é (Paulo Freire)... o lugar em que se faz amigos. Não se trata só de prédios, salas, quadros, Programas, horários, conceitos... Escola é sobretudo, gente Gente que trabalha, que estuda Que alegra, se conhece, se estima.

46 O Diretor é gente, O coordenador é gente, O professor é gente, O aluno é gente, Cada funcionário é gente.

47 E a escola será cada vez melhor Na medida em que cada um se comporte Como colega, amigo, irmão. Nada de ilha cercada de gente por todos os lados, Nada de conviver com as pessoas e, depois, Descobrir que não tem amizade a ninguém. Nada de ser como tijolo que forma a parede, indiferente, frio, só.

48 Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar, É também criar laços de amizade, é criar ambiente de camaradagem, é conviver, é se amarrar nela! Ora, é lógico... Numa escola assim vai ser fácil! Estudar, trabalhar, crescer, Fazer amigos, educar-se, ser feliz! É por aqui que podemos começar a melhorar o mundo.

49 Referência Bibliográfica ROSA, Clóvis. Gestão Estratégica Escolar. 2ª Edição. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.


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