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Situação atual do controle da Dengue no Brasil e no mundo. Componentes: José Ricardo Silva Leonardo Aidar Lidiane Nahas Shaira Vieira Lara Professor:

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1 Situação atual do controle da Dengue no Brasil e no mundo. Componentes: José Ricardo Silva Leonardo Aidar Lidiane Nahas Shaira Vieira Lara Professor:

2 A epidemiologia da dengue O dengue é hoje a arbovirose mais importante do mundo. Cerca de 2,5 bilhões de pessoas encontram-se sob risco de se infectarem,particularmente em países tropicais onde a temperatura e a umidade favorecem a proliferação do mosquito vetor Doença de larga distribuição e predomina em regiões tropicais. Mais da metade dos casos de dengue mundial é da América do Sul. A segunda região em casos é o sudeste asiático. O vírus da dengue pertence à família Flaviviridae. O único transmissor importante do vírus nas Américas é o Aedes aegypti, mosquito originário da África subsaariana e que se espalhou rapidamente pelo mundo por sua facilidade em se adaptar a ambientes modificados pelo homem e por sua capacidade de se reproduzir em depósitos artificiais. O Aedes albopictus,oriundo das selvas asiáticas, também se infecta com o vírus, no entanto não tem importância na transmissão do vírus da dengue nas Américas visto que não é um vetor que tem hábitos domiciliares ou peridomiciliares.

3 Fonte: png. Acesso em: 10 out

4 Histórico do controle da dengue no Brasil Faz-se referência à dengue no Brasil desde o ano de 1846 Uma primeira campanha pública contra a Dengue e a febre amarela, iniciada por Oswaldo Cruz no Rio de Ja­neiro ( ), instituiu as brigadas sanitárias, cuja função era detectar casos de febre amarela e eliminar os focos de Ae. Aegypti. Com o incentivo da Fundação Rockefeller, nas décadas de 1930 e 1940, foram executadas intensas campanhas de erradicação de Ae. aegypti nas Amé­ricas Em 1947, a Organização Pan-Americana da Saúde e a Organização Mundial da Saúde decidiram coordenar a erradicação do Ae. aegypti no continente, por intermédio do Programa de Erradicação do Aedes aegypti no Hemisfério Oeste O Brasil participou da campanha de erradicação continental do Ae. aegypti e teve êxito na primeira elimi­nação desse vetor em Em 1967, criou-se a Superintendência de Cam­panhas de Saúde Pública (Sucam), no mesmo ano, confirmou-se a reintrodução do Ae. aegypti no País. Em 1973, um último foco foi eliminado e o vetor, novamente, considerado erradicado do terri­tório brasileiro. Em 1976, entretanto, o Ae. aegypti retornou ao Brasil, em função de falhas na vigilância epidemiológica e de mudanças sociais e ambientais decorrentes da urbanização acelerada dessa época

5 Em abril de 1990, a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) foi criada e passou a ser responsável pela co­ordenação das ações de controle da dengue. Em 1996, o Ministério da Saúde elaborou o Plano de Erradicação do Aedes aegypti (PEAa) No ano de 1999, foi alcançada a marca de Municípios conveniados. O Ministério da Saúde investiu mais de um bilhão de reais nesses Municípios, na estruturação do combate ao vetor O aumento do número de casos de dengue e o avanço da infestação vetorial demonstravam que a implementação do PEAa não havia alcançado o êxito esperado Em julho de 2001, a Funasa abandonou oficialmen­te a meta de erradicar Ae. aegypti do País e passou a trabalhar com o objetivo de controlar o vetor. Foi implantado o Plano de Intensificação das Ações de Controle da Dengue (PIACD), que focalizou as ações em Municípios com maior transmissão da doença Em 2002, foi implantado o Programa Nacional de Controle da Dengue (PNCD), que dá continuidade a algumas propostas do PIACD Entre o fim do século XVIII e o início do XX ocorreram oito pandemias ou surtos isolados que atingiram várias regiões no mundo: América, África, Ásia, Europa e Austrália.

6 Medidas Tomadas pelos programas de controle da Dengue (PNCD) 1- Elaboração de pro­gramas permanentes, pois não há qualquer evidência técnica de que a erradicação do mosquito seja possível a curto prazo; 2) o desenvolvimento de campanhas de informação e de mobilização da população, de maneira a se promover maior responsabilização de cada família na manutenção de seu ambiente doméstico livre de potenciais criadouros do vetor; 3) o fortalecimento da vigilância epidemiológica e entomológica, para ampliar a capacidade de predição e detecção precoce de surtos da doença; 4) a melhoria da qualidade do trabalho de campo no combate ao vetor; 5) a integração das ações de controle da dengue na atenção básica, com a mobilização do Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) e do Programa Saúde da Família (PSF); 6) a utilização de instrumentos legais que facilitem o trabalho do poder público na eliminação de criadouros em imóveis comerciais, casas abandonadas etc.; 7) a atuação multissetorial, no fomento à destinação adequa­da de resíduos sólidos e à utilização de recipientes segu­ros para armazenagem de água; 8) o desenvolvimento de instrumentos mais eficazes de acompanhamento e supervisão das ações desenvolvidas pelo Ministério da Saúde, Estados e Municípios.

7 Dificuldade no controle Eficiência do vetor: O vírus é transmitido pela fêmea de Aedes aegypti diretamente para as crias, visto que o vírus dissemina-se por vários órgãos do inseto, até mesmo os reprodutores. Uma vez contaminada pelo vírus, a fêmea permanece assim por toda a sua vida; vetor bem adaptado ao ambiente urbano Inexistência de vacina eficaz: O grande problema da vacina é quanto a resposta imune que o corpo desenvolve, uma vez que as complicações da doença são em virtude dela; Incerta quanto se a imunização de indivíduos que já tiveram dengue desenvolverem o quadro de dengue hemorrágica em função da vacina. Recursos humanos: Alta rotatividade e em alguns casos carga horária de 30 horas semanais, Desvio de função, Precarização dos contratos de trabalho Técnico: Falta de supervisão de campo; Número inadequado de agentes de campo; Falta de implantação de componentes do PNCD; Problemas com o Sistema de Informação; Elevado índice de pendência (casas fechadas e recusas) Administrativo: Deficiência na manutenção dos veículos e aquisição de material; Desvio dos veículos do programa; Deficiência no número de veículos Falta de conscientização da população

8 Conclusões Necessidade de continuação ou mesmo introdução de uma política publicitária de combate ao mosquito vetor da doença, alertando à população em geral dos possíveis locais de ovodeposição no domicílio e peridomicílio. Produção de inseticidas de ação residual de pouca toxicidade ao homem, tal como se obteve com os piretróides no combate aos triatomíneos. Aumento da responsabilidade do Governo Federal na cobrança da atitude dos Municípios no combate ao vetor, visto que ainda é o melhor meio de controle da doença. Aumento do interesse, diga-se financiamento, por parte do Governo Federal no desenvolvimento de vacinas ou mesmo antivirais para o combate aos sorotipos dos vírus.

9 Referências Bibliográficas BARRETO, Maurício L. and TEIXEIRA, Maria Glória. Dengue no Brasil: situação epidemiológica e contribuições para uma agenda de pesquisa. Estud. av. [online]. 2008, vol.22, n.64, pp ISSN doi: /S BRAGA, Ima Aparecida y VALLE, Denise. Aedes aegypti: histórico do controle no Brasil. Epidemiol. Serv. Saúde, jun. 2007, vol.16, no.2, p ISSN TAUIL, Pedro Luiz. Aspectos críticos do controle do dengue no Brasil. Cad. Saúde Pública [online]. 2002, vol.18, n.3, pp ISSN X. doi: /S X BARRETO, Maurício L.; TEIXEIRA, Maria Glória. Dengue no Brasil: situação epidemiológica e contribuições para uma agenda de pesquisa. Estud. av., São Paulo, v. 22, n. 64, Available from. access on05 July doi: /S BRAGA, Ima Aparecida y VALLE, Denise. Aedes aegypti: histórico do controle no Brasil. Epidemiol. Serv. Saúde. [online]. jun. 2007, vol.16, no.2 [citado 05 Julio 2009], p Disponible en la World Wide Web:. ISSN TAUIL, Pedro Luiz. Aspectos críticos do controle do dengue no Brasil. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 18, n. 3, June Available from. access on05 July doi: /S X


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