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IST - Políticas de C&T CULTURA CIENTÍFICA 1. Enquadramento e Relevância Social 2. Public Understanding of Science (contexto internacional) 3. Cultura.

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2 IST - Políticas de C&T CULTURA CIENTÍFICA 1. Enquadramento e Relevância Social 2. Public Understanding of Science (contexto internacional) 3. Cultura Científica dos Portugueses 4. Divulgação da Ciência Cristiana Agapito Isabel Pita Joana Duarte Joana Mendonça

3 IST - Políticas de C&T Segunda metade do séc. XX surge a preocupação com o acesso do público em geral ao conhecimento científico e técnico. Em 1951, a American Association for the Advancement of Science (AAAS) declara que:...na sociedade moderna é absolutamente essencial que a ciência – os resultados da ciência, a natureza e importância da investigação básica, os métodos da ciência, o espírito da ciência – sejam melhor compreendidos pelos oficiais governamentais, pelos homens de negócio, e mesmo por todas as pessoas. E NQUADRAMENTO E R ELEVÂNCIA S OCIAL

4 IST - Políticas de C&T Cultura Científica/ Public Understanding of Science aparecem nos discursos oficiais O cidadão comum deve possuir determinado grau de literacia científica Factor determinante para: - Prosperidade nacional - Elevação da qualidade da decisão pública e privada - Enriquecimento da vida do indivíduo - Alargamento da base social de apoio à ciência - Promoção da sociedade democrática e exercício da cidadania

5 IST - Políticas de C&T O interesse da ciência em alargar a sua base social de apoio O interesse em garantir a legitimação das suas aplicações O facto da ciência se ter tornado um problema social Emergência de pesquisas à chamada Cultura Científica Verifica-se então: Conhecimento Científico Avaliação crítica da ciência Ciência como bem público vs Ciência como factor de risco

6 IST - Políticas de C&T O P UBLIC U NDERSTANDING OF S CIENCE (PUS) OU A COMPREENSÃO DA CIÊNCIA POR PARTE DO PÚBLICO EM CONTEXTO INTERNACIONAL O caso americano Anos 30 e seguintes Movimento PUS nos EUA Project 2061 estudantes cientificamente literatos Ter literacia científica significa ser capaz de ler, compreender e expressar a sua opinião sobre assuntos de carácter científico.

7 IST - Políticas de C&T C ronologia - entre 1972 e 1979: objectivo de saber até que ponto o apoio que o público dava à ciência se traduzia na sua vontade de continuar a apoiar o empreendimento científico. - entre 1979 e 1981: objectivo de saber quais as atitudes, os níveis de conhecimento e a participação dos cidadãos em relação a assuntos controversos inquérito à população adulta americana Anos 70 investigação espacial como reforço da importância da ciência 1972 inquirição regular aos cidadãos americanos 1979 construção de uma medida de literacia científica

8 IST - Políticas de C&T º inquérito na Europa realizado pela European Science Foundation – ESF Objectivo: medir níveis de cultura científica dos cidadãos da União Europeia. Tópicos incluidos: Periodicidade: bienal Ponto forte: comparação sistemática de 12 nações Movimento PUS No Reino Unido O caso europeu Interesse Informação Conhecimento Atitudes do público C&T Discussão teórica e metodológica.

9 IST - Políticas de C&T Principais críticas: - Assunção da ciência como um corpo de conhecimentos não problemático e estabilizado; - Desprezo pelas especificidades regionais e locais; - Desprezo pelas especificidades do público-alvo; - Entre outras. Inquéritos realizados até 1992 Entre 1992 e 2001 só foram realizados alguns estudos parcelares

10 IST - Políticas de C&T C ULTURA C IENTÍFICA DOS P ORTUGUESES Inquérito à Cultura Científica dos Portugueses Cronologia º Inquérito à Cultura Científica dos Portugueses 1990 e Inquérito europeu 1996/ O Observatório das Ciências e das Tecnologias relança o Inquérito à Cultura Científica dos Portugueses Novo inquérito à cultura científica dos portugueses

11 IST - Políticas de C&T Dimensões de análise: 1) - práticas quotidianas de contacto com a C&T - visitas a instituições científicas (museus, exposições temporárias, etc). - leitura de livros de divulgação científica, de jornais e revistas; - assistir a programas de ciência e tecnologia na televisão; 2) - representações perante a C&T (grau de confiança na ciência e tomada de consciência da importância da ciência para a nossa vida) 3) - grau de conhecimento científico (avaliados através de um conjunto de afirmações sobre diversos temas)

12 IST - Políticas de C&T Amostra - Indivíduos entre os 15 e os 64 anos, residentes no continente; - Estratificada por idade, grau de instrução e região. Principais resultados /97 défice de cultura científica na população portuguesa, sobretudo quando se compara à média da União Europeia (dados de 1992) melhoria dos resultados no que refere a: - práticas de leitura e de visita a instituições com forte componente científica; - interesse declarado sobre as temáticas de C&T; - grau de conhecimento sobre temas de C&T; - nº de inquiridos que manifestam maior confiança no progresso da ciência.

13 IST - Políticas de C&T Conclusões - apesar das melhorias ligeiras entre 1996 e 2000, o espaço de tempo que medeia as duas inquirições não é suficientemente dilatado para se poder afirmar inequivocamente que a tendência prosseguirá de modo consolidado; - a falta de oportunidades de contacto com a ciência e tecnologia, quer a nível das escolas pela falta de recurso à experimentação, quer a nível dos meios de comunicação social, instituições científicas, etc. O investimento feito pelo Ministério da Ciência e da Tecnologia, sobretudo através do programa Ciência Viva, mas não só (por exemplo, ao nível dos meios de comunicação social foi assinado um protocolo com a Agência Lusa para a criação de uma editoria de ciência e tecnologia), permitirão ver a longo prazo o efeito que tais medidas políticas terão nos níveis de cultura científica da população portuguesa.

14 IST - Políticas de C&T D IVULGAÇÃO DA C IÊNCIA Há uma tradição de divulgação cientifica em Portugal António Augusto Ferreira de Macedo Fundador da Universidade Popular Portuguesa. «Educação Popular», «A Educação do Povo, o que é e o que devia ser», «O que é a Educação?», «As Grandes Descobertas Cientifícas», «As tarefas actuais dos educadores», «Curiosidades Matemáticas»e «Paradoxos Matemáticos».

15 IST - Políticas de C&T Rómulo de Carvalho Professor, pedagogo, cientista e investigador de História das ciências. co-director da "Gazeta de Física" de 1946 a 1974 colecção Ciência para gente nova; Física para o povo Bento de Jesus Caraça Universidade Popular Portuguesa. Biblioteca Cosmos (1941) -1ªeditora a lançar obras de divulgação cientifico em Portugal «....Eduquemos e cultivemos a consciência humana, acordemo-la quando estiver adormecida, demos a cada um a consciência completa de todos os seus direitos e de todos os seus deveres, da sua dignidade, da sua liberdade. Sejamos homens livres, dentro do mais belo e nobre conceito de liberdade – o reconhecimento a todos do direito ao completo e amplo desenvolvimento das suas capacidades intelectuais, artísticas e materiais»

16 IST - Políticas de C&T Ciência Viva Lançado em Julho de 1996, o Ciência Viva tem como missão a promoção da cultura científica e tecnológica junto da população portuguesa....A tradição já não é o que era? Museus Pavilhão do conhecimento; Museus de Ciência; Oceanário; Planetário; Museu de História Natural Media Jornais e revistas, televisão, rádio.

17 IST - Políticas de C&T Divulgação da Ciência = Divulgação das ciências exactas ? Como estimular o interesse do público em relação à Ciência ? Porque é que não há uma grande expansão da oferta da divulgação científica nos media? ou Será que a informação existente é suficiente para satisfazer a necessidade de conhecimento cientifico da população? APLAUDIR !


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