A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

CANTO DAS TRÊS RAÇAS - CLARA NUNES...4:28

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "CANTO DAS TRÊS RAÇAS - CLARA NUNES...4:28"— Transcrição da apresentação:

1

2 CANTO DAS TRÊS RAÇAS - CLARA NUNES...4:28

3 homenageia-o-dia-da-consciencia-negra/ / Domingão homenageia o Dia da Consciência Negra...2:22

4 cidadania/v/diversidade-racial-dia-da-consciencia- negra/ / Consci%C3%AAncia-Negra-LISTA.pdf 20 de novembro foi instituído como o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra pela Lei /2011, ainda não é considerada feriado nacional. A adesão ao feriado ou instituição de ponto facultativo é decisão legal de cada estado ou município. Mais de 700 cidades já adotaram feriado, no Dia da Consciência Negra. A data é considerada como uma ação afirmativa de promoção da igualdade racial e uma referência para a população afrodescendente dedicada à reflexão sobre as consequências do racismo e sobre a inserção do negro na sociedade brasileira.

5 O Quilombo dos Palmares -- localizado na atual região de União dos Palmares (hoje Município de Alagoas) -- era uma comunidade formado por escravos negros que haviam escapado das fazendas, prisões e senzalas brasileiras. Ele ocupava uma área próxima ao tamanho de Portugal, no atual estado de Alagoas.

6 1630: Começam as invasões holandesas no nordeste brasileiro, o que desorganiza a produção açucareira e facilita as fugas dos escravos. Em 1644, houve uma grande tentativa holandesa de aniquilar com o quilombo de Palmares que, como nas investidas portuguesas anteriores, foi repelida pelas defesas dos quilombolas. 1654: Os holandeses deixam o nordeste brasileiro. 1670: Ganga Zumba, filho da Princesa Aqualtune, tio de Zumbi, assume a chefia do quilombo, então com mais de trinta mil habitantes. Filme Quilombo de Parte 1...8:43

7 Zumbi nasceu em Palmares, Alagoas, livre, no ano de 1655, mas foi capturado e entregue a um missionário português quando tinha aproximadamente seis anos. Batizado 'Francisco', Zumbi recebeu os sacramentos, aprendeu português e latim, e ajudava diariamente na celebração da missa. Apesar destas tentativas de aculturá-lo, Zumbi escapou em 1670 e, com quinze anos, retornou ao seu local de origem. Zumbi se tornou conhecido pela sua destreza e astúcia na luta e já era um estrategista militar respeitável quando chegou aos vinte anos. Filme Quilombo de Parte 2...9:10

8 Por volta de 1678, o governador da Capitania de Pernambuco cansado do longo conflito com o Quilombo de Palmares, se aproximou do líder de Palmares, Ganga Zumba, com uma oferta de paz. Foi oferecida a liberdade para todos os escravos fugidos se o quilombo se submetesse à autoridade da Coroa Portuguesa; a proposta foi aceita, mas Zumbi rejeitou a proposta do governador e desafiou a liderança de Ganga Zumba. Prometendo continuar a resistência contra a opressão portuguesa, Zumbi tornou-se o novo líder do quilombo de Palmares. Quinze anos depois, o bandeirante paulista Domingos Jorge Velho foi chamado para organizar a invasão do quilombo. Em 6 de fevereiro de 1694 a capital de Palmares foi destruída e Zumbi ferido. Apesar de ter sobrevivido, foi morto quase dois anos após a batalha, em 20 de novembro de Filme Quilombo de Parte :07

9 Polêmicas: - O verdadeiro herói do Quilombo dos Palmares foi Ganga-Zumba, -Para José Murilo de Carvalho, em "Cidadania no Brasil" (pag 48), "os quilombos mantinham relações com a sociedade que os cercavam, e esta sociedade era escravista. No próprio quilombo dos Palmares havia escravos. - Ganga Zumba teria sido assassinado, e os negros de Palmares elevaram Zumbi a categoria de chefe. Seu governo também teria sido caracterizado pelo despotismo: "Se algum escravo fugia dos Palmares, eram enviados negros no seu encalço e, se capturado, era executado pela severa justiça do quilombo. Zumbi é considerado um dos grandes líderes de nossa história. Símbolo da resistência e luta contra a escravidão, lutou pela liberdade de culto, religião e pratica da cultura africana no Brasil Colonial.

10 (Unicamp) Em 1694, tropas comandadas pelo paulista Domingos Jorge Velho destruíram o quilombo de Palmares, que havia se formado desde o início do século XVII. Poucos sobreviveram ao ataque final, refugiando-se nas matas da Serra da Barriga sob a liderança de Zumbi, morto em 20 de novembro de 1695, depois de resistir por quase dois anos. a) O que foi o quilombo de Palmares? R:a) Foi o maior e mais importante reduto de resistência à escravidão, formado fundamentalmente por negros que fugiam dos latifúndios escravistas. b) Além de realizar ataques a quilombos, que outros interesses tinham os paulistas em suas expedições pelos sertões? R:b) Os bandeirantes também se dedicaram a destruir tribos indígenas que se opunham, no sertão nordestino, ao avanço da pecuária. Em outros ciclos bandeirísticos, havia a captura de índios e a busca de minerais preciosos. c) Explique por que o dia da morte de Zumbi é considerado o "dia nacional da consciência negra". R:c) A luta de Zumbi representa o episódio maior da resistências negra contra a escravidão.

11 (Cesgranrio e) No Brasil, o quilombo foi uma das formas de resistência da população escrava. Sobre os quilombos no Brasil, é correto afirmar que o(a): a) maior número de quilombos se concentrou na região nordeste do Brasil, em função da decadência da lavoura cafeeira, já que os fazendeiros, impossibilitados de sustentar os escravos, incentivavam- lhes a fuga. b) maior dos quilombos brasileiros, Palmares, foi extinto a partir de um acordo entre Zumbi e o governador de Pernambuco, que se comprometeu a não punir os escravos que desejassem retornar às fazendas. c) existência de poucos quilombos na região norte pode ser explicada pela administração diferenciada, já que, no Estado do Grão-Pará e Maranhão, a Coroa Portuguesa havia proibido a escravidão negra. d) quase inexistência de quilombos no sul do Brasil se relaciona à pequena porcentagem de negros na região, o que também permitiu que lá não ocorressem questões ligadas à segregação racial. e) população dos quilombos também era formada por indígenas ameaçados pelos europeus, brancos pobres e outros aventureiros e desertores, embora predominassem africanos e seus descendentes.

12 d (Faap) Identifique em que cenário ocorreram em os fatos que se relatam: RELACIONA-SE - Quilombos eram comunidade de negros, negros que fugiam da escravidão. O mais importante se instalou na região da Serra da Barriga. O governo resolveu destruí-lo. PROPÓSITO - Viver numa comunidade sem escravidão. PERSONAGEM - líder do quilombo: Zâmbi ou Zumbi. RESULTADO - Domingos Jorge Velho liderou a destruição do Quilombo dos Palmares. a) Paraná b) Santa Catarina c) São Paulo d) Alagoas e) Rio Grande do Sul

13 VFVV (Unb) Em relação à vida cultural e intelectual do Brasil contemporâneo, julgue os itens que se seguem. (0) Apesar das diferenças regionais e sociais que compõe o mosaico da cultura brasileira, a língua portuguesa, falada e escrita em todo o território nacional, tem permitido o diálogo construtivo acerca dessas diferenças. (1) A substituição da cultura tecnocrática e da especialização do trabalho intelectual pela formação humanística e abrangente é uma das características marcantes do Brasil contemporâneo. (2) As discussões intelectuais e políticas provocadas pelas comemorações do tricentenário da morte de Zumbi dos Palmares, celebrado oficialmente em 1995, demonstraram a riqueza histórica das lutas heroicas pela liberdade e a permanência de preconceitos raciais no Brasil contemporâneo. (3) Apesar da difusão dos novos meios de comunicação e das redes de transmissão informatizada de conhecimentos, o uso do livro ainda se constitui como o principal instrumento da formação dos jovens nas escolas brasileiras.

14 dUFGD - Leia o texto a seguir e depois responda à questão 28. Para compreender o processo permanente de elaboração da identidade negra neste país africano da Bahia, é necessário, sobretudo, não esquecer o cordão umbilical pelo qual os baianos acreditam estar ligados à África. Ao longo da história, depois do tempo da escravidão, este mito fundador dos negros da Bahia se adapta, se transforma, muda suas máscaras e seus hábitos para desempenhar o papel mágico de um espantalho que afasta a tentação, aliás, sempre proposta pelas elites brancas, de aceitar a ideia segundo a qual os negros brasileiros seriam um simples produto da sociedade escravista luso-tropical. Para esses negros da Bahia, é necessário estabelecer suas raízes antes e fora da escravidão. Assim, o tempo e o lugar da liberdade original não podem estar dentro do Brasil. Utopia, anacronismo, pouco importa, esse refúgio da herança cultural da escravidão é o núcleo duro da identidade negra baiana. (ARAÚJO, Ubiratan C. de. Conexão atlântica: História, memória e identidade. In: Acesso em: 27/10/2009).

15 28. Com base nesse texto e em seus conhecimentos sobre a história da escravidão no Ocidente, assinale a alternativa correta. (A) A expressão o tempo e o lugar da liberdade original não podem estar dentro do Brasil reforça a afirmação de que é possível encontrar, na África, as raízes livres dos seres humanos escravizados trazidos à América. (B) A alusão ao processo permanente de elaboração da identidade negra na Bahia permite concluir que isso seja uma utopia, uma vez que os afrobrasileiros da atualidade mantêm intacta a cultura africana tal como era no século XVIII. (C) É errônea a afirmação do texto de que é possível estabelecer as raízes dos africanos trazidos ao Brasil antes e fora da escravidão, pois eles já eram escravizados por portugueses desde o século IV a.C., período da formação histórica da África. (D) No processo de implantação da escravidão no Brasil, as elites escravocratas conseguiram banir todo e qualquer resquício das religiões africanas ancestrais, transformando os escravos em cristãos devotados. (E) Na história da humanidade, os únicos grupos humanos a serem escravizados foram os africanos, motivo pelo qual a escravidão sempre fez parte da essência desses povos. Eles jamais foram livres.

16 UFGD 12 e 31. Leia a seguir partes do livro Filosofia da História Universal, do filósofo alemão George Friedrich Hegel ( ). Texto A A África propriamente dita é a parte característica deste continente. Começamos pela consideração deste continente, porque em seguida podemos deixá-lo de lado, por assim dizer. Não tem interesse histórico próprio, senão o de que os homens vivem ali na barbárie e na selvageria, sem fornecer nenhum elemento à civilização. Por mais que retrocedamos na história, acharemos que a África está sempre fechada no contato com o resto do mundo, é um eldorado recolhido em si mesmo, é o país criança, envolvido na escuridão da noite, aquém da luz da história consciente. [...] Nesta parte principal da África, não pode haver história. Texto B Encontramos, [...], aqui o homem em seu estado bruto. Tal é o homem na África. Porquanto o homem aparece como homem, põe-se em oposição à natureza; assim é como se faz homem. Mas, porquanto se limita a diferenciar-se da natureza, encontra-se no primeiro estágio, dominado pela paixão, pelo orgulho e a pobreza; é um homem estúpido. No estado de selvageria achamos o africano, enquanto podemos observá-lo e assim tem permanecido. O negro representa o homem natural em toda a sua barbárie e violência; para compreendê-lo devemos esquecer todas as representações europeias. Devemos esquecer Deus e a lei moral. Para compreendê-lo exatamente, devemos abstrair de todo respeito e moralidade, de todo o sentimento. Tudo isso está no homem em seu estado bruto, em cujo caráter nada se encontra que pareça humano.

17 Assinale a alternativa que traz a afirmação correta acerca da África subsaariana e de suas sociedades. (A) Apesar de uma grande carga de preconceito, o texto A apresenta uma consideração verdadeira sobre a África, uma vez que mesmo nos tempos atuais aquele continente se caracteriza por possuir tribos que vivem ainda na pré-história. (B) Embora etnocêntrico, o texto B, se considerarmos a época em que foi escrito, expressa em parte uma verdade, pois somente é possível falar de civilização na África após a chegada, no século XIX, dos europeus ao continente africano. (C) Do ponto de vista dos historiadores, o texto A, apesar de seu conteúdo racista, é em parte correto porque não se pode falar de história em sociedades que não conhecem a escrita (ágrafas). Assim, a África subsaariana era, no momento em que o texto foi escrito, uma sociedade sem história ou pré-histórica. (D) Ambos os textos expressam preconceitos derivados do sentimento de superioridade de seu autor, um europeu. Na verdade, no século XIX, as sociedades existentes na África subsaariana organizavam-se em tribos devido ao esvaziamento demográfico e às migrações internas, ocorridos em séculos anteriores devido à escravidão. Porém, essas sociedades já se encaminhavam na direção da construção de novos Estados Nações, algo que se efetivaria no século XX. (E) Os textos A e B expressam opiniões correntes nos séculos XIX e XX sobre a África e as sociedades subsaarianas. Em grande medida, tais opiniões derivavam das ideias iluministas de civilização e progresso que circulavam amplamente na Europa antes da Primeira Grande Guerra e que somente começaram a ser efetivamente derrubadas após o final da Segunda Guerra Mundial.

18 CANTO DAS TRÊS RAÇAS - CLARA NUNES...4:28

19 incluindo-a-tematica-afro-brasileira-em-seu-dia-a-dia-integra/ / Como as escolas estão incluindo a temática afro- brasileira em seu dia a dia?...1:53


Carregar ppt "CANTO DAS TRÊS RAÇAS - CLARA NUNES...4:28"

Apresentações semelhantes


Anúncios Google