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Trabalho realizado por Cândida Vieira Agosto de 1999 Animismo e Mediunidade Bibliografia: BOZZANO, Ernesto, Animismo ou Espiritismo; KARDEC, Allan, O.

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2 Trabalho realizado por Cândida Vieira Agosto de 1999 Animismo e Mediunidade Bibliografia: BOZZANO, Ernesto, Animismo ou Espiritismo; KARDEC, Allan, O Livro dos Espíritos e O Livro dos Mediuns; LUIZ, André/F.C.Xavier, Mecanismo da Mediunidade e Nos Domínios da Mediunidade; PERALVA, Martins, Estudando a Mediunidade

3 2 Fenómeno Espírita e Anímico Fenómeno espírita - É o produzido pela acção e manifestação dos espíritos. Fenómeno anímico - É o produzido pelo próprio espírito do encarnado.

4 3 Tipos de Fenómenos Anímicos... §a transmissão ou percepção de pensamentos e impressões à distância (como na telepatia; precognição; retrocognição; leitura de cartas e objectos ocultos; emersão do passado); §a acção sobre a matéria à distância (como a movimentação ou transporte de objectos sem contacto aparente = acções psicocinéticas; o poltergeist); §a produção de formas (como aparições, bicorporeidade, materialização e ideoplastias em geral); §alguns sonâmbulos (estado de independência da alma em que as faculdades adquirem maior desenvolvimento); desprendimento pela acção de anestésicos; desdobramento astral; catalepsia; letargia; sonhos proféticos; levitação; §dupla vista (é a visão da alma); clarividência; clariaudiência; xenoglossia.

5 4 Animismo e Perispírito §Quanto maior o grau de expansão do perispírito, mais expressivo pode ser o fenómeno anímico, porque o espírito do médium desfruta de maior liberdade em relação ao corpo, retomando o exercício mais pleno de suas faculdades (que o organismo físico vela).

6 5 Comunicações de Vivos §Em desdobramento, o espírito encarnado pode influenciar outra pessoa e usá-la como médium, manifestando-se através dela. Será a comunicação de um encarnado e não de um desencarnado. OBS.: Durante essa manifestação, o corpo do comunicante, perto ou longe, permanecerá em repouso ou êxtase.

7 6 Comunicações Anímicas §Em vez de entrar em transe mediúnico, o médium adentra- se o seu próprio mundo íntimo e dá manifestação. Mas não está sob a influência de outro espírito; fala e age por si mesmo, de si mesmo, ainda que o faça de modo diferente do seu normal. E não se trata de fraude (não finge nem quer enganar). §O animismo poderá ser: 1) total (quando tudo procede da alma do médium); 2) parcial (quando o médium mistura parte de seus pensamentos e sentimentos com os do espírito comunicante).

8 7 Como se manifestam? 1) como a de um espírito em sofrimento. 2) como a de um espírito superior ao médium. 3) resultado de uma sugestão ou impressão.

9 8 Como podemos ajudar? §1) Devemos atender essa manifestação com a mesma disposição de ajudar e reequilibrar que temos para com os desencarnados sofredores. (Vide Cap. 22 de "Mecanismos da Mediunidade", de André Luiz, psicografado por Francisco C. Xavier). §2) Podemos aproveitar essa produção, se ocorrer; mas o médium deve ser orientado e ajudado para que não se vicie nessa produção anímica, se quiser trabalhar como verdadeiro médium (intermediário de outros espíritos). §3) Esse médium deve ser orientado e corrigido, até conseguir evitar o animismo.

10 9 Como reconhecer a produção anímica? §1) há repetição dos estados e personalidades apresentados pelo médium (o comunicante é sempre o mesmo: o próprio médium); §2) falta "presença" de espíritos junto ao médium (ele age de si mesmo); Podemos verificar se uma produção é anímica: 1) fazendo análise das comunicações; 2) usando a percepção fluídica; 3) usando a vidência.

11 10 Animismo ou Espiritismo? Qual dos dois explica o conjunto dos factos? §Nem um nem outro logra, separadamente, explicar o conjunto dos fenómenos supranormais. Ambos são indispensáveis a tal fim e não podem separar-se, pois que são efeitos de uma única causa, e esta causa é o Espírito Humano, que, quando se manifesta, em momentos fugazes, durante a encarnação, determina os fenómenos anímicos e, quando se manifesta mediunicamente, durante a existência desencarnada, determina os fenómenos espiríticos. §Ernesto Bozzano, CEI, 1937 Voltar Voltar


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