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Qualidade Acústica Cesar Eduardo Fernando Juliana Veiga Letícia Bueno Letícia Paim Matheus Paulo Renato Universidade Federal do Triangulo Mineiro Instituto.

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Apresentação em tema: "Qualidade Acústica Cesar Eduardo Fernando Juliana Veiga Letícia Bueno Letícia Paim Matheus Paulo Renato Universidade Federal do Triangulo Mineiro Instituto."— Transcrição da apresentação:

1 Qualidade Acústica Cesar Eduardo Fernando Juliana Veiga Letícia Bueno Letícia Paim Matheus Paulo Renato Universidade Federal do Triangulo Mineiro Instituto de Ciências e Tecnologia Disciplina Acústica Professor Ricardo

2 Indices Objetivos

3 Retardo Inicial Tempo decorrido entre o som original e a primeira de todas as reflexões. ITGD - Initial Time Delay Gap

4 Retardo Inicial Representa a geometria do ambiemte. Ponto central do recinto – ponto onde o ITGD é maior. Indíce Objetivo relacionado com a Intimidade – Indice Subjetivo.

5 Retardo Inicial É medido através da analise sinal sonoro capitado.

6 Tempo de Reverberação Tempo que o nível de intensidade de um som demora a diminuir 60 decibéis depois de a fonte sonora ter se extinto.

7 Tempo de Reverberação Estruturas revestidas com material absorvente diminui o tempo de reverberação. O tempo de reverberação é maior em frequências baixas. A maior parte dos materiais absorve melhor as altas frequências.

8 Tempo de Reverberação Deve ser aplicado ao objetivo de utilização do espaço.

9 Calculo doTempo de Reverberação

10

11

12 Tempo de Decaimento Inicial Primeiros 10 dB Reverberação percebida pelo ouvinte Reflexões, difusões e claridades das ondas no local

13 Definição

14 Clareza Clareza (C 80 ou C 50 ) Fator importante para o favorecimento da inteligibilidade da fala

15 Clareza Segundo (Rosão, 2012) C 80 teórico é inversamente proporcional a T 60.

16 Como conseguir uma boa Clareza (Borron, 1993) estima a fixa de -2dB a 2dB como a faixa ótima de valores de clareza para salas de concerto Medidas para obter um bom fator de clareza: Proporcionar grande numero de reflexões iniciais Estreitar a largura do recinto Painéis refletores nas paredes e no teto

17 Tempo Central (Tc) Corresponde ao centro de gravidade da resposta impulsiva (IR), seu valor é dado em ms. Tc pequeno sensação de clareza Tc grande som reverberante Segundo (Rosão, 2012) Tc é diretamente proporcional com T60

18 Inteligibilidade da fala É definida como a relação entre palavras faladas e palavras entendidas expressa em porcentagem. Pode ser medida através do Método Subjetivo de Índice de Acerto por Sílabas Padronizadas

19 Como melhorar a inteligibilidade? Reforçar o som no auditório; Reduzir o tempo de reverberação em salas de reuniões; Prevenir os ecos; Atenuar o ruído de fundo.

20 Índice de transmissão da fala (STI) Amplamente utilizado como parâmetro de avaliação acústica de salas. Leva em consideração o Tempo de Reverberação, os ecos, e o ruído de fundo, os quais são os principais fatores que afetam a inteligibilidade. Valor do STIAvaliação segundo a IEC ,75-1,00Excelente 0,60-0,75Bom 0,45-0,60Adequado 0,30-0,45Fraco 0-0,30Péssimo

21 Perda da articulação de consoantes Relação percentual entre as consoantes recebidas e as consoantes emitidas; Percepção incorreta das consoantes; Quanto maior for a Perda da Articulação de Consoantes, pior será o grau de inteligibilidade existente;

22 Perda de articulação de consoantes Ld: nível de pressão sonora de campo direto; Lr: nível de pressão sonora de campo reverberante; Q: fator de diretividade; R: constante da sala; r: distância do ponto considerado à fonte sonora.

23 Porcentagem de perda de articulação sonora

24 Audibilidade Impressão derivada da relação entre as contribuições da energia do som direto e do som reverberante, importante para a noção de intensidade e difusão sonora.

25 Audibilidade A percepção de intensidade depende da frequência o ouvimos melhor a faixa Hz (basta pouco para ouvirmos nas médias) o quanto mais intenso, mais a resposta torna-se plana (ouve-se igualmente bem em todas as frequências)

26 Audibilidade Mais plano Mais distorcido Limiar de audibilidade Limiar da dor

27 Vivacidade Refere-se à reverberação da sala em médias e altas frequências. Tem relação direta com o tempo de reverberação.

28 Vivacidade Uma sala reverberante é dita viva, enquanto que uma sala pouco reverberante é dita morta ou seca. A sala seca é preferível à sala viva no que se refere à inteligibilidade da fala, porém na sala seca, a audibilidade tende a ser menor que na sala viva para uma mesma fonte sonora. Portanto deve haver um compromisso entre a vivacidade e a audibilidade em salas para a palavra falada.

29 SUPORTE Nível Sonoro Relativo, G é definido como a razão logarítmica entre a energia total medida na resposta impulsiva e a energia total na resposta em campo livre, a 10m da mesma fonte, conforme equação:

30 FRAÇÃO LATERAL - LF Compara a energia sonora que atinge a cabeça do ouvinte lateralmente com a energia sonora total. Como a sensação subjetiva de espacialidade é atribuída às reflexões sonoras que atingem o ouvinte lateralmente, trata-se, portanto de uma medida objetiva do envolvimento que a sala proporciona.

31 Calor Definição: presença de baixas frequências (menores que 250Hz). Ocorre quando o tempo de reverberação dos sons graves é suficiente para ser claramente ouvido.

32 Calor

33 Calor

34 Calor

35 Calor Composição das salas: o Madeira fina – grande absorção dos graves o f=125Hz: intensidade cai 1/35 do original em 10s o Superfície rígida – pouca absorção o f=125Hz: intensidade cai 1/3 do original em 10s o f=1kHz os valores são praticamente os mesmos

36 Clareza Definição: característica dada ao som, quando este é bem definido e limpo. Ex.: Um espetáculo musical, independente do andamento da música o espectador ouve de maneira clara e limpa.

37 Clareza Estudos psicoacusticos revelam que os primeiros 50 a 80ms, a partir da chegada do som ao ouvido, é de fundamental importância para propriedades acústicas. Fisicamente, a clareza é a razão da energia que chega nos primeiros 80ms pela energia remanescente do mesmo sinal.

38 Clareza Parametros: o Padrão de reflexão da superfície do local; o Distancia entre ouvinte e fonte; o Dimensao da sala; o Reverberação da sala (mais importante).

39 Intimidade Numa sala com intimidade acústica, um ouvinte tem a sensação de estar num espaço com menores dimensões, mesmo que o volume desta seja elevado.

40 Intimidade A intimidade é um indicador importante da qualidade acústica de uma sala. Nas salas para música mais valorizadas em termos de qualidade acústica e intimidade, o som direto e as primeiras reflexões são percepcionados com intensidades elevadas e o intervalo de tempo entre a chegada do som direto e a primeira reflexão é reduzido.

41 Intimidade A intimidade é mensurada pelo parâmetro Intervalo de Tempo de Atraso Inicial, ITDG ou t1, em [seg.], que calcula a diferença temporal entre o som direto e o refletido pela primeira reflexão sonora no centro da audiência principal, buscando verificar a condição dimensional do recinto percebida pelo ouvinte, que julga a apropriação da sala, quanto ao seu tamanho para execução de determinadas obras ou peças.

42 Envolvimento Impressão subjetiva de estar imerso no campo acústico, essencialmente atribuída aos sons que atingem o observador lateralmente, e pela dissimilaridade dos sons que atingem as orelhas.

43 Envolvimento Quando o som reverberado parece chegar, igualmente, de todas as direções (frontal, traseira, lateral e de cima), o grau de envolvência sentido é elevado, isto significa, que a energia sonora reverberada é bastante difusa.

44 Envolvimento A caracterização objetiva do grau de envolvência do ouvinte LEV, ou de difusão numa sala tem sido feita com base no índice de difusão de uma superfície SDI, estimado com base na inspecção visual da difusividade das superfícies existentes na sala.

45 Envolvimento Para prover um bom Envolvimento, a regra, do ponto de vista da arquitetura, consiste em criar irregularidades em tantas superfícies quantas for possível, aumentando o coeficiente de difusividade das mesmas, assim como evitar áreas de focalização sonora dentro da sala.

46 Correlação cruzada inter- aural Mede a similaridade do sinal em ambas as orelhas; Medida da diferença entre os sons recebidos em cada ouvido e é função da posição relativa entre a fonte e o ouvinte.

47 Cálculo da correlação cruzada inter-aural pe(t): resposta impulsiva no canal na entrada do canal auditivo esquerdo; pd(t): resposta impulsiva no canal na entrada do canal auditivo direito;


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