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QUESTÕES DA INFÂNCIA E JUVENTUDE: ADOLESCÊNCIA Psicologia Jurídica.

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Apresentação em tema: "QUESTÕES DA INFÂNCIA E JUVENTUDE: ADOLESCÊNCIA Psicologia Jurídica."— Transcrição da apresentação:

1 QUESTÕES DA INFÂNCIA E JUVENTUDE: ADOLESCÊNCIA Psicologia Jurídica

2 ADOLESCÊNCIA: anos (ECA); anos (OMS); Transição da infância para a vida adulta; A adolescência - amadurecimento emocional; A puberdade - amadurecimento físico – complexo conjunto de mudanças físicas – hormônios de crescimento e sexuais, estimulam o crescimento físico rápido e a maturidade sexual; Caracterizada e marcada por muitas transformações - físicas, psicológicas e sociais.

3 Características da fase da adolescência (normal): 1. Busca de si mesmo e da identidade; 2. A tendência grupal; 3. Condutas contraditórias; 4. Contestação e questionamento das figuras de autoridade; 5. Atitude social reivindicatória; 6. Constantes flutuações do humor; 7. Egocentrismo; 8. Sexualidade.

4 Crise da adolescência: Crise da adolescência: é expressiva do crescimento - desorganizações físicas, hormonais, psíquicas e emocionais e conseqüentes reorganizações; Geram um enorme conflito - amadurecimento emocional; Dúvidas, incertezas, ambivalências, ansiedade - desequilíbrio e instabilidade intensos; Luto: pelo corpo infantil, pela definição sexual, pelos pais da infância, pela identidade infantil

5 Crise da adolescência: Adolescente suscetível a crises; Importância de um ambiente familiar estruturado – com limites, atenção e afetividade; Mudanças da adolescência aliadas à estrutura emocional frágil são fatores de risco; Para encobrir a intensa angústia existencial, muitas vezes, surgem comportamentos anti-sociais e auto- destrutivos.

6 Transtornos mais comuns na adolescência: Transtornos do Humor: doenças depressivas, apresentação de humor deprimido acentuado ou irritabilidade Transtornos Alimentares: bulimia, anorexia; Transtornos de Ansiedade: intensa ansiedade, timidez excessiva Transtornos Psicóticos: esquizofrenia Suicídio na Adolescência: comportamentos de exposição e risco Transtornos do Uso de Substâncias Psicoativas: comum na adolescência, situações ilegais ou de risco

7 Transtornos mais comuns na adolescência: Transtornos de Conduta: comportamentos repetitivos de contrariedade a normas e padrões sociais, conduta agressiva e desafiadora, envolvimento em situações de ilegalidade e violações do direito de outras pessoas.

8 Uso de drogas: Os adolescentes estão entre os principais usuários de drogas; O adolescente é extremamente vulnerável aos apelos provenientes do mundo das drogas; Droga – capaz de solucionar os conflitos; Busca de conforto em algo de que dependam – comportamentos compulsivos; Busca pelo prazer imediato; Oferece uma fuga à realidade - sente-se o todo-poderoso, "em paz", independente; Moda; Insegurança diante da vida; Necessidade de aplacar a dor ou a fome; Falta de perspectivas - dificuldade de lidar com a vida de forma responsável; Pouco interesse pela vida e pelos relacionamentos humanos está mais propenso a procurá-las; União com grupos – busca de aceitação – regras do grupo – busca de independência leva a dependência do grupo - regra: drogar.

9 Tipos de drogas: Atuam no sistema nervoso central – denominadas de psicoativas; 1. Drogas que diminuem a atividade mental – também chamadas de depressoras. Afetam o cérebro, fazendo com que funcione de forma mais lenta. Essas drogas diminuem a atenção, a concentração, a tensão emocional e a capacidade intelectual. Ansiolíticos (tranqüilizantes), Álcool, Inalantes, solventes (cola), Narcóticos (morfina, heroína):

10 Tipos de drogas: 2. Drogas que aumentam a atividade mental – são chamadas de estimulantes. Afetam o cérebro, fazendo com que funcione de forma mais acelerada. Anfetamina, Cocaína, Tabaco, Crack ou merla.

11 Tipos de drogas: 3. Drogas que alteram a percepção – são chamadas de substâncias alucinógenas e provocam distúrbios no funcionamento do cérebro, fazendo com que ele passe a trabalhar de forma desordenada, numa espécie de delírio. LSD, Ecstasy, Maconha.

12 Perfil do Adolescente Infrator: Apesar de ser inimputável, o adolescente infrator é responsabilizado pelos seus atos, através das medidas sócio-educativas previstas pelo ECA (Art ECA): I – Advertência; II – Obrigação de reparar o dano; III – Prestação de serviços à comunidade; IV – Liberdade Assistida; V – Inserção em regime de semiliberdade; VI – Internação em estabelecimento educacional.

13 Perfil do Adolescente Infrator: Sexo masculino; 16 e 17 anos; não concluíram o ensino fundamental; 85% são usuários de drogas; 80% têm renda familiar de até dois salários mínimos e menos de 5% carteira de trabalho assinada; Predominantemente inseguros, perturbados, baixa auto-estima; Sentem-se humilhados, inferiores e sofrem carência de necessidades básicas e imediatas.

14 Perfil do Adolescente Infrator: A maioria tem famílias desestruturadas; A falta da figura paterna é uma constante; A maioria dos adolescentes reside somente com a mãe; Roubo: ato infracional mais praticado; Tráfico: segundo ato infracional mais praticado; Motivos para cometer o ato infracional: influência dos amigos, uso de drogas, evasão escolar, falta de instrução, pobreza.

15 Transtorno de Conduta (Delinqüência): Um dos quadros mais problemáticos tem sido o chamado Transtorno de Conduta (anteriormente Delinqüência) ou Distúrbios de Conduta; Característica: padrão repetitivo e persistente de conduta anti-social, agressiva ou desafiadora, por no mínimo seis meses;

16 Transtorno de Conduta (Delinqüência): Sintomas: - Falta de consideração pelos sentimentos alheios e bem estar dos outros, faltando-lhe um sentimento apropriado de culpa e remorso; - Manipuladores e aprendem que a expressão de culpa pode reduzir ou evitar punições, não titubeiam em demonstrarem remorso sempre que isso resultar em benefício próprio; - Demonstração de comportamento insensível, podendo ter o hábito de acusar seus companheiros e tentar culpar qualquer outra pessoa ou circunstância por suas eventuais más ações;

17 Transtorno de Conduta (Delinqüência): - Baixíssima tolerância a frustrações favorece as crises de irritabilidade, explosões temperamentais e agressividade exagerada, parecendo, muitas vezes, uma espécie de comportamento vingativo e desaforado; - Costumam apresentar precocemente comportamentos violentos, reagindo agressivamente a tudo e a todos, supervalorizando o seu exclusivo prazer, ainda que em detrimento do bem-estar alheio; - Crueldade com outras pessoas e/ou com animais - violência física - estupro, agressão, homicídio;

18 Transtorno de Conduta (Delinqüência): - Pode iniciar na infância: apresentam sintomas que satisfazem todos os critérios para Transtorno de Conduta antes da puberdade; - Têm relacionamentos perturbados com seus pais, irmãos e colegas; - Estão mais propensos a desenvolverem o Transtorno da Personalidade Anti-Social na idade adulta.

19 Transtorno de Conduta (Delinqüência) Grau: Leve: mentiras, faltas na escola, permanência na rua à noite sem permissão. Moderado: furtos sem confronto com a vítima, vandalismo, uso de droga. Severo: sexo forçado, crueldade física, uso de arma, roubo com confronto com a vítima, arrombamento e invasão.

20 Transtorno de Conduta (Delinqüência): Prevalência: Há alguma crença de que o Transtorno de Conduta seja mais freqüente nas classes sociais mais baixas, notadamente em famílias que apresentam, concomitantemente, instabilidade familiar, desorganização social, alta mortalidade infantil e incidência mais alta de doenças mentais graves. Não é uma opinião unânime, acreditando-se que entre o comportamento delinqüencial das classes mais baixas e mais altas hajam diferenças apenas no modo de apresentação do comportamento, sugerindo assim uma falsa idéia de que os mais pobres têm mais esse transtorno.

21 Transtorno de Conduta (Delinqüência): Características para diagnóstico: 1. Roubo sem confrontação com a vítima em mais de uma ocasião (incluindo falsificação). 2. Fuga de casa durante a noite, pelo menos duas vezes enquanto vivendo na casa dos pais (ou em um lar adotivo) ou uma vez sem retornar. 3. Mentira freqüente (por motivo que não para evitar abuso físico ou sexual).

22 Transtorno de Conduta (Delinqüência): 4. Envolvimento deliberadamente em provocações de incêndio. 5. Ausência freqüentemente na escola (ou ausência ao trabalho). 6. Violação de casa, edifício ou carro de uma outra pessoa. 7. Destruição deliberadamente de propriedade alheia. 8. Crueldade física com animais. 9. Forçar alguma atividade sexual com homens ou mulheres.

23 Transtorno de Conduta (Delinqüência): 10. Uso de arma em mais de uma briga. 11. Freqüentemente inicia lutas físicas. 12. Roubo com confrontação da vítima (assalto, roubo de carteira, extorsão, roubo à mão armada). 13. Crueldade física com pessoas.

24 Transtorno de Conduta (Delinqüência): Causas: - Integração entre características individuais e ambientais; - Atitudes e comportamentos familiares, assim como exclusão sócio-econômica, má distribuição de renda, a inversão dos valores, desestrutura familiar; - Podem mostrar, no exame clínico, sinais e sintomas indicativos de algum tipo de disfunção cerebral; - Tentativas de explicações são sempre muito vagas e imprecisas.

25 Transtorno de Conduta (Delinqüência): Tratamento: - Psicoterapia - fármacos no controle da impulsividade – intervenções familiares e sociais - transtornos de difícil manejo – muitas vezes não há resultado.

26 Estudo de caso: "CHAMPINHA" Em 2003, aos 16 anos, assassinou a tiros e facadas o casal Liana Friedenbach e Felipe Caffé, no interior de São Paulo. Levado para a Febem, está hoje em uma clínica psiquiátrica

27 Estudo de caso: Roberto Aparecido Alves Cardoso, o Champinha, é a personificação do mal, segundo funcionários da Febem. Os funcionários que trabalham no módulo da Febem em que o assassino está internado, junto com outros 80 reclusos de alta periculosidade, ouvem repetidas vezes os detalhes da violência sexual sofrida por Liana. Champinha costuma contar, com riqueza de detalhes e principalmente na presença de mulheres, as atrocidades que fez durante os quatro dias em que violentou a jovem e desfigurou seu cadáver. De acordo com os funcionários, Champinha é um líder nato. Rapidamente assumiu a liderança dos internos de maior periculosidade, chamados de os menos, ou seja, a escória da Febem. Se auto-intitula integrante da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), embora não haja provas disso, e incita rebeliões. Os demais costumam seguir suas orientações.


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