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Nosferatus e Caligaris Cinema alemão e escandinavo.

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1 Nosferatus e Caligaris Cinema alemão e escandinavo

2 Mundo em transformação A 1ª Guerra Mundial: as cinematografias se isolam; os europeus se boicotam; os EUA atingem a supremacia. A República de Weimar ( ): decadência e nacionalismo; fantasia, delírio, reconstrução do irracionalismo alemão. Tratado de Versalhes limitou o ressurgimento econômico da nação. Surgimento da UFA, um truste cinematográfico primeiramente estatal, e depois privado. Inspirada em Hollywood, foi criada por magnatas dos bancos, da química e dos armamentos. Isolamento político estimulou uma cultura da Europa Central: Dinamarca, Viena, Praga, Varsóvia, Budapeste. Asta Nielsen e Pola Negri.

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4 As escolas escandinavas (I) - Dinamarca Rica tradição teatral: cenógrafos, diretores, atores, roteiristas. Nordisk: antes da 1ª Guerra, era a segunda maior produtora do mundo. Urban Gad e Asta Nielsen. As vamps, os beijos, a ousadia, a lascívia. Stellan Rye, Paul Wegener: influência sobre os cinemas alemão, sueco e russo. Carl Th. Dreyer.

5 Asta Nielsen e Pola Negri

6 As escolas escandinavas (II) - Suécia Proeminência entre 1917 e 1923 graças à neutralidade na Guerra. Svenska. Victor Sjöström: um dos fundadores do verdadeiro cinema de arte, grande ator de diretor da tela silenciosa sueca. Influenciou profundamente Ingmar Bergman. Mauritz Stiller: elegante, poético, sofisticado, responsável pela estreia de Greta Garbo. Benjamin Christensen: temas ousados.

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8 EXPRESSIONISMO (I) O idealismo alemão. Fim do século: decandestismo, conflitos étnicos, pessimismo, belicismo. Blaue Reiter (cavaleiro azul): Kandinsky, Franz Mark, Auguste Macke, Paul Klee. Uso extático da cor e distorção emotiva da forma: contato direto com o gerador da obra (Cardinal). Impressionismo: pecepção; Expressionismo: emoção.

9 Wassily Kandinsky

10 Franz Marc

11 Auguste Macke

12 Paul Klee

13 Edvard Munch

14 EXPRESSIONISMO (II) Ancestralidade do irracional. Novo homem sobre o processo civilizatório (Nietzsche; Kracauer). Submersão em pulsões pré-cognitivas. Arte gutural, essencialista, buscando unidade cósmica. Romantismo destituído de historicismo (no início) e de nacionalismo. Dramaturgia do eu. Tempo e espaço abstratizados: expressão presentificadora das forças e elementos da mente.

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16 EXPRESSIONISMO (III – cinema) Caligarismo : alteração plástica da realidade. Personagens e cenários se fundem. Sofisticação posterior: cenários elaborados, locações sombrias, efeitos de luz e sombra, movimentos de câmera com efeito psicológico. Mundo imaginário, fantástico: desdobramento demoníaco (Eisner). UFA procura investir em arte. Ruptura com a narrativa clássica (narrativa plástica), narrativa-moldura, sugestão e espaço offscreen (ambiguidade).

17 Carl Mayer Homem fundamental tanto para o expressionismo cinematográfico quanto para o kammerspiel, Mayer é provavelmente o mais importante roteirista do cinema alemão, tendo concebido obras-primas como O Gabinete do Dr. Caligari, Raslkolnikov, A Última Gargalhada e Aurora.

18 O Gabinete do Dr. Caligari Menos que um homem, Caligari é um estado de alma, uma mistura de crueldade e inquietação, de fantástico e frenético. (Georges Sadoul)

19 Emil Jannings O mais importante ator alemão do cinema mudo. Atuou desde o clássico Du Barry de Lubitsch até obras-primas de Murnau, como Fausto, Tartufo e A Última Gargalhada. Um de seus mais célebres papéis foi em O Anjo Azul, já sonoro, de Sternberg, onde contracena com Marlene Dietrich.

20 Fritz Lang Lendário, produziu uma boa quantidade de obras- primas do cinema mudo: Metropolis, A Morte Cansada, a série Dr. Mabuse, Os Nibelungos; além de ter feito sucesso com filmes falados, na Alemanha (M, o Vampiro de Dusseldorf) e em Hollywood (Os Corruptos).

21 A Morte Cansada Quando vi A Morte Cansada, eu percebi de imediato que queria fazer filmes. Não eram aquelas três histórias que me tocaram tanto, mas sim o episódio principal – a chegada daquele home de chapéu preto (que logo reconheci como a Morte) na vila flamenca – e a cena do cemitério. Algo nesse filme despertou alguma coisa profunda em mim; ele clarificou minha vida e minha visão do mundo – Luis Buñuel.

22 Werner Krauss Krauss, antes mesmo de se eternizar como o Dr. Caligari, já era reconhecidamente um dos maiores atores alemães. Foi duramente criticado após a 2ª Guerra por ter feito filme de propaganda nazista, o que gerou inevitáveis comparações com seu personagem mais famoso.

23 F.W. Murnau Considerado por muitos o maior diretor alemão de todos os tempos, Murnau é mais conhecido por Nosferatu, mas sua carreira possui uma longa lista de obras-primas, onde transcende os preceitos rasos do expressionismo e eleva a arte cinematográfica a patamares que não existiam antes.

24 Conrad Veidt Veidt, um ator de grande versatilidade, acabou ficando muito famoso por dois personagens excêntricos, o Cesare de Caligari e o Homem que Ri de Paul Leni. Fez carreira em Hollywood.

25 Paul Leni Morto tragicamente ainda em 1929, Leni foi muito importante para a institucionalização do filme de horror, tanto na Alemanha (O Gabinete das Figuras de Cera) quanto em Holywood, onde trouxe conhecimento de cenografia que resultaria em clássicos como Drácula e Frankenstein, nos anos 30.

26 Carl Theodor Dreyer Somente o realismo psicológico é arte. Verdade filtrada pela mente do artista. Joana DArc: um hino ao julgamento da alma de uma vida.


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