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PARTE I – Analise Situacional março - 2011 Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso Superintendência de Políticas de Saúde Coordenadoria de Gestão.

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1 PARTE I – Analise Situacional março Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso Superintendência de Políticas de Saúde Coordenadoria de Gestão da Informação em Saúde Gerência de Padronização e Divulgação da Informação Gerência de Avaliação da Qualidade dos Sistemas de Informação

2 PES.MT PARTE I – Analise Situacional COORDENAÇÃO – SPS/COGIS Grupo de Trabalho: Silvana Kruger Sunilde Aldave Bethina Azevedo Hudson Silva Mara Andréia Noemi Dreyer Ana Carolina Mourão

3 O Plano de Saúde é definido, segundo o PlanejaSUS, como o instrumento de gestão, que baseado em uma análise situacional, define intenções e resultados a serem buscados pelo Estado num período de quatro anos, expressos em objetivos, diretrizes e metas.

4 PROPOSTA DE METODOLOGIA: - Identificação e descrição dos Problemas de Saúde; Condições de Saúde; Atenção Integral à Saúde Gestão de Saúde - Construção dos Objetivos, Metas e Indicadores; Priorização dos Problemas (aplicar a matriz GUT); Identificar e priorizar a causas; Definição dos Objetivos; Construção das ações para o enfrentamento das mesmas; Definição das metas; Definir os indicadores para monitoramento e avaliação Março até 1º quinzena de abril Maio até 1º quinzena de junho - Transpor o que foi construído anteriormente para a linguagem do FIPLAN 2º quinzena de junho

5 PLANEJASUS CONDIÇÕES DE SAÚDE – Grupo de Indicadores PES e PPA (OBJETIVOS) PLANO DE GOVERNO RELATÓRIOS ESTRATÉGICOS SES/SUS

6 Plano Estadual de Saúde (Análise da Situação de saúde.. ) e=4&instituicao=0 Livro 2 PLANEJASUS - asus_2ed.pdf asus_2ed.pdf PPA-AGENDA/GOVERNO... SAÚDE NET - O Portal do Servidor

7 Desafios » Contexto político nem sempre favorável » Integração com áreas técnicas finalísticas » Assimilação da Cultura de planejamento: - Comprometimento e disciplina no processo de formulação, monitoramento e avaliação; - Retroalimentação do sistema; - Incorporação da metodologia. Encarar Trabalho em conjunto Harmonizar

8 Institucionalizar a construção do PLANO ESTADUAL DE SAÚDE (PES) antes do Planejamento Plurianual de governo (PPA) para contribuir no alinhamento e decisão das prioridades relevantes para o setor Saúde nos próximos 4 anos. Processo de planejamento Promover ampla discussão com as unidades de gestão: Os compromissos e responsabilidades exclusivas do setor saúde e as medidas compartilhadas com outros setores(determinantes e condicionantes) Análise das condições de saúde existentes nas regiões de saúde de MT, considerando a infra-estrutura existente e a organização dos serviços Medidas que se configuram essenciais à melhoria e/ou ao aperfeiçoamento da gestão na respectiva esfera, tais como recursos humanos, participação social, infra-estrutura, descentralização,.. definição de objetivos que confiram direcionalidade ao SUS, em consonância com os principais instrumentos de gestão do SUS –Controle Social.

9 I parte – PES.MT

10 Orientar as áreas estratégicas na elaboração da análise de situação e o produto esperado, a partir dos eixos propostos (condições de saúde, atenção integral a saúde, gestão) Definição dos grupos-Unidades com a participação dos interlocutores de informação Agendamento da interlocução/unidade com a Coordenadoria de Gestão da Informação em Saúde - COGIS/SPS-SAGE.

11 Calendário de Reuniões I etapa PES – Analise Situacional Coordenação: COGIS-SPS/SAGE EIXOSUNIDADES-INTERLOCUTORESDATAHORÁRIOLOCAL EIXO I CONDIÇÕES DE SAÚDE Sup. Vigilância em Saúde (Siriana, Valéria, Vagner, Angela), e MT LABORATÓRIO (Virgínia) 10/03/20119:00 Escola de Governo Eixo 2 ATENÇÃO INTEGRAL À SAUDE Sup de Atenção - SAS (Coord. Rede),Sup de Regulação, Controle e Avaliação, Coord. De Assistência Farmacêutica, CERMAC, SAMU, CRIDAC, HEMOCENTRO, CEOPE 11/03/20119:00 Eixo 3 GESTÃO EM SAUDE Sup de Politicas, Sup de Planejamento, financeira e orçamento, Sup administrativa, CES, CIB, Sup. Articulação Regional, Sup. de Gestão de Pessoas, ESP, Cermac; 14/03/20119:00 Parte/MEMORANDO CIRC. Nº85//SES/MT

12 identificaçãoFormulaçãopriorização Objetivo Permitir a identificação dos problemas e orientar a definição das medidas a serem adotadas

13 EIXO 1.CONDIÇÕES DE SAÚDE UNIDADESup.Vigilância em Saúde – MT LABORATÓRIO AGENDA 10/03/ :00 h LOCALEscola de Governo SUB-EIXOS SUGERIDOS Indicadores demográficos Indicadores sócio – econômicos Morbidade Mortalidade Vig. Sanitária e Ambiental

14 2.ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE Unidades Sup de Atenção - SAS (Coord. Rede),Sup de Regulação, Controle e Avaliação, CAF, CERMAC, SAMU, CRIDAC, HEMOCENTRO, CEOPE, CIAPS ATENÇÃO PRIMÁRIA ATENÇÃO SECUNDÁRIA/ ORGANIZAÇÃO DE REDE ASSISTÊNCIA HOSPITALAR ASSISTÊNCIA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA UBS – organização e funcionamento CTAs – Centros de Testagem e Aconselhamento em DSTs Distribuição de Unidades UPAS MEDICAMENTOS BÁSICOS/CONTROLE ESTRATÉGICO - saúde mental- saúde da mulher.. ESF – distribuição nos municípios SAEs – Serviços de apoio especializado OrganizaçãoSAMU PROGRAMAS ESPECIAIS DE MEDICAMENTOS ESTRATÉGICOS ESB – distribuição Serviços de Referência e contra-referência; Funcionamento PROGRAMAS DE MEDICAMENTOS - FEDERAL Hemorrede Rabilitação

15 ...Continuação Eixo 2 – ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE Unidades Sup de Atenção Integral, Sup de Regulação, Controle e Avaliação/CAF ATENÇÃO PRIMÁRIA ATENÇÃO SECUNDÁRIA/ ORGANIZAÇÃO DE REDE ASSISTÊNCIA HOSPITALAR ASSISTÊNCIA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA PROCEDIMENTO ANALISAR A ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS SERVIÇOS E O SEU IMPACTO NAS AÇÕES DESENVOLVIDAS PELA UNIDADE ACSR - distribuição Incorporações tecnológicas LeitosFuncionamento seleção, programação, NASF – estruturados Programas de saúde: mulher; criança; diabetes; hipertensão; adolescente; homem; idosos; Equipamentos Mecanismos de regulação Aquisição, armazenamento, distribuição e acompanhamento da utilização de medicamentos, uso racional.. CAPS - distribuição (organização e capacidade instalada para os ciclos de vida) Serviços de referencia e contra- referencia Imunobiológicos, insumos..

16 EIXO 1 CONDIÇÕES DE SAÚDE VIGILÂNCIA EM SAÚDE Analisar a atuação voltada a eliminar, diminuir, controlar ou prevenir doenças, agravos e riscos à saúde, bem como a intervenção nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse à saúde. EIXO 2 ATENÇÃO INTEGRAL À SAUDE ATENÇÃO PRIMÁRIA Analisar a distribuição e funcionamento, com destaque para aspectos ligados a cobertura e qualidade com foco humanização, ações de promoção e prevenção; ATENÇÃO SECUNDÁRIA Analisar a organização e o funcionamento, com destaque para oferta e demanda de serviços, incorporação tecnológica, articulação e fluxo entre os diferentes níveis assistenciais, a resolubilidade e os mecanismos de regulação. ORGANIZAÇÃO DE REDE

17 EIXO 2 ATENÇÃO INTEGRAL À SAUDE ASSISTÊNCIA HOSPITALAR analisar a organização e o funcionamento dos serviços próprios e o perfil dos estabelecimentos conveniados, com destaque para o porte, o número de leitos destinados ao SUS e a disponibilidade de equipamentos hospitalares. ASSISTÊNCIA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA analisar a organização e o funcionamento com ênfase na estrutura física e tecnológica; atendimento pré-hospitalar; qualificação da equipe profissional; disponibilidade de transportes para transferência de pacientes; unidades de pronto atendimento não hospitalares e estruturação dos mecanismos de regulação ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA analisar a organização e a prestação desta assistência, compreendendo desde o acesso ao elenco básico e o fornecimento dos medicamentos excepcionais, até o financiamento.

18 EIXO 2 ATENÇÃO INTEGRAL À SAUDE Estrutura e Programas existentes SES CICLOS DE VIDA Mulher Homem Criança Adolescentes- jovens Idoso Análise destas políticas transversalizadas no estado Organização da rede de cuidados Incorporação de ações de promoção da saúde Acesso a insumos e tecnologias Hierarquização – acesso aos níveis de atenção Ações intra e intersetoriais Financiamento GRUPOS EM VULNERABILIDADE População (negra, indígena, LGBT, de rua, cigana, carcerária, trabalhadores, pessoas com deficiência..)

19 AGENDA QuandoO quêQuem Março (1ª-2ª semana ) - Apresentação metodologia de trabalho da analise situacional; - Disponibilização de material na intranet e impresso; SPS-COGIS X GT- ÁREAS ESTRATÉGICAS ENVOLVIDAS Março (3ª e 4 ª semana – 30) - Esclarecimento de dúvidas às áreas pelo GT- INFO/COGIS - Devolutiva das áreas com suas considerações de determinantes, condicionantes, a evidenciação dos problemas e exposição da situação desejada possível de ser alcançada no período, ( Olhar de cada área sobre a dada situação GT-ÁREAS ESTRATÉGICAS ENVOLVIDAS x SPS- COGIS

20 Determinantes e Condicionantes da Saúde (Dahlgren e Whitehead) - OMS Fatores inerentes a indivíduos ou coletividades – associados às determinações sociais, sejam elas socioeconômicas, culturais ou ambientais, relacionadas às condições de vida e de trabalho, como habitação, saneamento, ambiente de trabalho, serviços de saúde e educação, existência ou não de redes sociais e comunitárias – geram na sociedade, desigualdades muitas vezes macro estruturadas.

21 Condições de Saúde Condições de Saúde GRUPOS DE TRABALHO UnidadeResponsávelMembros GT-Informação/Unidades SAMUDaoudDaoud-Pablo-Wanessa SASEdite Eunice de SouzaCoordenadores CAFCleide Souza do Amaral Sup.Reg.Cont.Aval.Ivana-Josafa-Alice CERMACCresa Moreira PintoSergio MT-HEMOCENTROEliana Rabani Lisboa da CostaEliany-Alzir-Victor CRIDACLucia Maria de Campos ProvenzanoRose-Roberta-Eliete CEOPEDaniely Beatrice Ribeiro do LagoDubia CIAPSJane Pimenta dos SantosJane

22 Desigualdades: diferenças sistemáticas na situação de saúde de grupos populacionais Iniqüidades: as desigualdades na saúde evitáveis, injustas e desnecessárias (Whitehead) Determinantes sociais de saúde (DSS) são as condições sociais em que as pessoas vivem e trabalham ou "as características sociais dentro das quais a vida transcorre (Tarlov,1996)

23 PORTARIA N° 067/2009/GBSES O SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso de suas atribuições legais, e CONSIDERANDO a necessidade de subsídios para a definição de uma Política de Informação em Saúde; CONSIDERANDO a necessidade de promover a melhor e mais ampla utilização das informações técnicas, normativas, educativas e culturais de interesse do setor Saúde e da sociedade em geral; CONSIDERANDO a necessidade da Secretaria de Estado da Saúde dispor de forma qualificada o processo de coleta, análise e disseminação das informações do Setor Saúde; servindo como instrumento de apoio à Gestão e ao controle social; R E S O L V E: Art. 1º Instituir o GRUPO DE INTERLOCUTORES DA GESTÃO DA INFORMAÇÃO EM SAÚDE, no âmbito desta Secretaria de Estado de Saúde, cujos membros serão co-responsáveis pelas informações oficiais da Unidade a qual representam, visando garantir a pontualidade, veracidade, a oportunidade e a qualidade das informações demandadas, cabendo ainda, juntamente com a Coordenadoria de Gestão da Informação em Saúde (COGIS): a. Identificar fragilidades dos setores na produção de informações, bem como os instrumentos de coleta de dados, banco de dados, processamento e disseminação; b. Promover a identificação das informações e avaliação do conteúdo com base na política de saúde e nas demandas dos usuários; c. Apresentar subsídios para a manutenção de informações no site oficial do Órgão e demais portais web; d. Disponibilizar, periodicamente, as bases de dados dos sistemas de informação para fins de consulta e validação. PORTARIA N° 067/2009/GBSES O SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso de suas atribuições legais, e CONSIDERANDO a necessidade de subsídios para a definição de uma Política de Informação em Saúde; CONSIDERANDO a necessidade de promover a melhor e mais ampla utilização das informações técnicas, normativas, educativas e culturais de interesse do setor Saúde e da sociedade em geral; CONSIDERANDO a necessidade da Secretaria de Estado da Saúde dispor de forma qualificada o processo de coleta, análise e disseminação das informações do Setor Saúde; servindo como instrumento de apoio à Gestão e ao controle social; R E S O L V E: Art. 1º Instituir o GRUPO DE INTERLOCUTORES DA GESTÃO DA INFORMAÇÃO EM SAÚDE, no âmbito desta Secretaria de Estado de Saúde, cujos membros serão co-responsáveis pelas informações oficiais da Unidade a qual representam, visando garantir a pontualidade, veracidade, a oportunidade e a qualidade das informações demandadas, cabendo ainda, juntamente com a Coordenadoria de Gestão da Informação em Saúde (COGIS): a. Identificar fragilidades dos setores na produção de informações, bem como os instrumentos de coleta de dados, banco de dados, processamento e disseminação; b. Promover a identificação das informações e avaliação do conteúdo com base na política de saúde e nas demandas dos usuários; c. Apresentar subsídios para a manutenção de informações no site oficial do Órgão e demais portais web; d. Disponibilizar, periodicamente, as bases de dados dos sistemas de informação para fins de consulta e validação.

24 Art. 2º A condução das ações ficará sob a coordenação da Superintendência de Políticas de Saúde, através da Coordenadoria de Gestão da Informação em Saúde (SPS/COGIS) que definirá, em conjunto com o GRUPO DE INTERLOCUTORES DA GESTÃO DA INFORMAÇÃO EM SAÚDE das áreas técnicas, a relevância, a estrutura, e o fluxo de atualização das informações em saúde. Parágrafo Único. As ações receberão o acompanhamento e suporte da Coordenadoria de Tecnologia da Informação - unidade integrante do Núcleo Sistêmico da Saúde. Art. 3º O GRUPO DE INTERLOCUTORES DA GESTÃO DA INFORMAÇÃO EM SAÚDE será constituído por um representante e suplente, das seguintes áreas, validados pelos respectivos dirigentes: Superintendência de Políticas de Saúde Superintendência de Planejamento e Finanças Superintendência Administrativa Superintendência de Atenção à Saúde Superintendência de Vigilância em Saúde Superintendência de Gestão de Pessoas Superintendência de Articulação Regional Hemocentro MT Laboratório Escola de Saúde Pública CRIDAC CEOPE CIAPS Adauto Botelho Coordenadoria de Assistência Farmacêutica Coordenadoria do Centro Estadual de Referência de Média e Alta Complexidade – CERMAC Coordenadoria de Transplante Obs: Acessar o arquivo original no link da SES: SES-MT].pdfhttp://www.saude.mt.gov.br/upload/legislacao/067-[ SES-MT].pdf Art. 2º A condução das ações ficará sob a coordenação da Superintendência de Políticas de Saúde, através da Coordenadoria de Gestão da Informação em Saúde (SPS/COGIS) que definirá, em conjunto com o GRUPO DE INTERLOCUTORES DA GESTÃO DA INFORMAÇÃO EM SAÚDE das áreas técnicas, a relevância, a estrutura, e o fluxo de atualização das informações em saúde. Parágrafo Único. As ações receberão o acompanhamento e suporte da Coordenadoria de Tecnologia da Informação - unidade integrante do Núcleo Sistêmico da Saúde. Art. 3º O GRUPO DE INTERLOCUTORES DA GESTÃO DA INFORMAÇÃO EM SAÚDE será constituído por um representante e suplente, das seguintes áreas, validados pelos respectivos dirigentes: Superintendência de Políticas de Saúde Superintendência de Planejamento e Finanças Superintendência Administrativa Superintendência de Atenção à Saúde Superintendência de Vigilância em Saúde Superintendência de Gestão de Pessoas Superintendência de Articulação Regional Hemocentro MT Laboratório Escola de Saúde Pública CRIDAC CEOPE CIAPS Adauto Botelho Coordenadoria de Assistência Farmacêutica Coordenadoria do Centro Estadual de Referência de Média e Alta Complexidade – CERMAC Coordenadoria de Transplante Obs: Acessar o arquivo original no link da SES: SES-MT].pdfhttp://www.saude.mt.gov.br/upload/legislacao/067-[ SES-MT].pdf


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