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REVOLUÇÃO FRANCESA. ANTES Fins do XVIII 25.000.000 de hab. 2ª + populosa da Europa 3 estados.

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1 REVOLUÇÃO FRANCESA

2 ANTES Fins do XVIII de hab. 2ª + populosa da Europa 3 estados

3 CONTRADIÇÕES Antigo Regime Burguesia forte rica fora do poder Sans-cullotes trabalhadores urbanos Mundo feudal servidão impostos Nobreza privilégios absolutismo controla a economia parasitária

4 CRISE ECONÔMICA Conflitos externos Guerra dos 7 anos Independência dos EUA Grandes dívidas Produção de alimentos safras ruins clima preço do pão dispara fome Impostos aumentam

5 CRISE ECONÔMICA Tratado de Eden-Rayneval Vinho-Têxteis Manufaturas francesas fecham

6 REVOLTAS Povão Nobreza cobrança de impostos? revolução aristocrática

7 UNICAMP Observe a distribuição de custos dos camponeses franceses, em percentual da colheita, às vésperas da Revolução de Esses custos referem-se ao arrendamento da terra, ao custo das sementes e aos impostos pagos ao rei, ao senhor da terra e ao clero. (Adaptado de L. Bourquin (coord.), Histoire. Paris: Belin, 2003, p. 187.) a) Relacione os dados apresentados com as condições vividas pelos camponeses na França do final do Século XVIII. b) Por quais motivos a questão econômica foi um elemento importante para o Terceiro Estado durante a Revolução Francesa?

8 ASSEMBLEIA DOS ESTADOS GERAIS 05/1789 Luís XVI Última há 170 anos Reforma fiscal Impostos Voto por estado? ou individual? + impostos para o 3º Estado? revolta burguesa

9 INÍCIO DA REVOLUÇÃO Assembleia Nacional Constituinte Liderança burguesa Julho Guarda Nacional Povo em armas Fome grande em Paris

10 INÍCIO DA REVOLUÇÃO Queda da Bastilha Símbolo do absolutismo Tomada da prisão Revoltas

11 REVOLTAS Povo em armas Urbanas Campo camponeses tomada de terras morte à nobreza Fuga nobres clero

12 ASSEMBLEIA NACIONAL 1ª Constituição Francesa Fim do dízimo Fim das obrigações feudais Confisco dos bens da Igreja Monarquia Constitucional 3 poderes

13 ASSEMBLEIA NACIONAL Escravidão nas colônias Livre-comércio Voto censitário Alta burguesia Povão de fora Justiça social?

14 ASSEMBLEIA NACIONAL Proibido Greves Associações de trabalhadores Liberdade, Igualdade e Fraternidade Alta Burguesia povão de fora

15 ASSEMBLEIA NACIONAL

16 POLÍTICA Brigas pela liderança Girondinos Alta burguesia Jacobinos Baixa burguesia Povão

17

18 POLÍTICA Período Girondino Defendem o rei Revolta dos Sans-cullotes Problemas econômicos Fuga do rei (tentativa) 1791 Absolutistas contra a revolução Áustria e outros Batalha de Valmy Vitória revolucionária

19 CONVENÇÃO NACIONAL Girondinos no poder Direita Perdão do rei Monarquia Fim do radicalismo Rei traidor guilhotinado Jacobinos assumem

20 JACOBINOS NO PODER Absolutismo contra a França Áustria Prússia Espanha Holanda (liberal) Inglaterra (liberal) Jacobinos (radicalismo) Marat Hébert Danton Saint-Just Robespierre

21 JACOBINOS NO PODER Período Radical povão Novo calendário Feriados dos Sans-cullotes Preço máximo segurar os preços

22 JACOBINOS NO PODER Nova constituição Medidas radicais (Iluminismo) Governo republicano Divisão dos poderes Sufrágio Universal Masculino Fim do voto censitário Fim da escravidão nas colônias Terras confiscadas da nobreza entrega aos camponeses pobres

23 JACOBINOS NO PODER Marat é morto por 1 girondino Danton é expulso do poder considerado moderado Sobe Robespierre Radical Período do terror guilhotinados

24 JACOBINOS NO PODER Sobe Robespierre Radical Período do terror guilhotinados Hébert Danton Perca de apoio dos Sans-cullotes Fortalecimento dos girondinos

25 REAÇÃO TERMIDORIANA Girondinos voltam alta burguesia recuo na revolução fim do radicalismo percas populares terror branco jovens de direita matam Sans-cullotes atacam clubes republicanos voto censitário volta da escravidão nas colônias

26 DIRETÓRIO Girondinos no poder Enfrentamentos políticos jacobinos realistas Problemas econômicos Revoltas Graco Babeuf (1796) fim da propriedade privada ditadura dos humildes Para ele, a natureza conferida a cada homem o direito igual de desfrutar de tudo o que é bom, e o objetivo da sociedade era defender esse direito; a natureza impusera a cada homem o dever de trabalhar, e quem dele se esquivasse era criminoso; o objetivo da revolução fora acabar com todas as desigualdades e estabelecer o bem- estar de todos; a revolução, portanto, não estava terminada; todos aqueles que haviam abolido a Constituição de 1793 (ano I) eram culpados de lesa- majestade contra o povo WILSON, Edmund. Rumo à estação Finlândia. São Paulo: Companhia das lettras, p (adaptado)

27 FUVEST 2013 Oh! Aquela alegria me deu náuseas. Sentia-me ao mesmo tempo satisfeito e descontente. E eu disse: tanto melhor e tanto pior. Eu entendia que o povo comum estava tomando a justiça em suas mãos. Aprovo essa justiça, mas poderia não ser cruel? Castigos de todos os tipos, arrastamentos e esquartejamentos, tortura, a roda, o cavalete, a fogueira, verdugos proliferando por toda parte trouxeram tanto prejuízo aos nossos costumes! Nossos senhores colherão o que semearam. Graco Babeuf, citado por R. Darnton. O beijo de Lamourette. Mídia, cultura e revolução. São Paulo: Companhia das Letras, 1990, p. 31. Adaptado. O texto é parte de uma carta enviada por Graco Babeuf à sua mulher, no início da Revolução Francesa de O autor a) discorda dos propósitos revolucionários e defende a continuidade do Antigo Regime, seus métodos e costumes políticos. b) apoia incondicionalmente as ações dos revolucionários por acreditar que não havia outra maneira de transformar o país. c) defende a criação de um poder judiciário, que atue junto ao rei. d) caracteriza a violência revolucionária como uma reação aos castigos e à repressão antes existentes na França. e) aceita os meios de tortura empregados pelos revolucionários e os considera uma novidade na história francesa.

28 DIRETÓRIO Falta de estabilidade Guerra absolutista Espanha Holanda Prússia Reinos da Itália Napoleão Bonaparte Egito Aclamado pela população Figura de paz entre Jacobinos e Girondinos

29 18 BRUMÁRIO Napoleão Bonaparte famoso popular nacionalismo burguês alta burguesia garantir as conquistas burguesas 18 Brumário (19/11/1799) alta burguesia avanço capitalista governo forte evitar radicalismos consulado 3 membros Napoleão Bonaparte

30 CONSEQUÊNCIAS A França forneceu o vocabulário e os temas da política liberal e radical-democrática para a maior parte do mundo. A França deu o primeiro grande exemplo, o conceito e o vocabulário do nacionalismo. A França forneceu os códigos legais, o modelo de organização técnica e científica e o sistema métrico de medidas para a maioria dos países HOBSBAWM, Eric. A era das revoluções. Rio de Janeiro: Paz e Terra, p. 71. Inauguração do período contemporâneo capitalismo triunfante vitória final da burguesia

31 Era o século XVIII Tempo do Antigo Regime. Camponeses e burgueses Pagavam todos impostos Surge então um movimento Pensadores com a razão Criticavam os privilégios De toda a Igreja e a Nobreza. Iluminismo Liberalismo Iluminismo Na América do Norte agora Estourou a Guerra dos 7 anos. Os colonos então lutaram, Mas não receberam as terras Ganharam impostos E as leis intoleráveis. Se reuniram no Congresso. Revolução e independência! Declaração De Independência. Declaração. REVOLUÇÃO!!

32 O Antigo Regime francês Estava em crise então. Assembleia dos Estados Gerais Burgueses disseram: não! O povo em armas se rebelou E tomaram a Bastilha. Jacobinos e Girondinos Lutaram pelo poder na Convenção. Revolução! Burgueses mandam! Revolução!


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