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sede perfeitos, como o vosso Pai celeste é perfeito» 23 de FEVEREIRO 7º Domingo do tempo comum LEITURA I – Lv 19, 1-2.17-18 SALMO RESPONSORIAL – Salmo.

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2 sede perfeitos, como o vosso Pai celeste é perfeito» 23 de FEVEREIRO 7º Domingo do tempo comum LEITURA I – Lv 19, SALMO RESPONSORIAL – Salmo 102 (103) LEITURA II – 1 Cor 3, EVANGELHO – Mt 5, 38-48

3 A liturgia do sétimo Domingo do Tempo Comum convida-nos à santidade, à perfeição. Sugere que o caminho cristão é um caminho nunca acabado, que exige de cada homem ou mulher, em cada dia, um compromisso sério e radical (feito de gestos concretos de amor e de partilha) com a dinâmica do Reino. Somos, assim, convidados a percorrer o nosso caminho de olhos postos nesse Deus santo que nos espera no final da viagem. A liturgia do sétimo Domingo do Tempo Comum convida-nos à santidade, à perfeição. Sugere que o caminho cristão é um caminho nunca acabado, que exige de cada homem ou mulher, em cada dia, um compromisso sério e radical (feito de gestos concretos de amor e de partilha) com a dinâmica do Reino. Somos, assim, convidados a percorrer o nosso caminho de olhos postos nesse Deus santo que nos espera no final da viagem.

4 Sede santos porque Eu, o vosso Deus, sou santo. Porque é que o convite à santidade soa como algo de estranho para os homens de hoje? Porque uma certa mentalidade contemporânea vê os santos como extra- terrestres, seres estranhos que pairam um pouco acima das nuvens sem se misturar com os outros seus irmãos e que passam ao lado dos prazeres da vida, ocupados em conquistar o céu a golpes de renúncia, de sacrifício e de longos trabalhos ascéticos… Sede santos porque Eu, o vosso Deus, sou santo. Porque é que o convite à santidade soa como algo de estranho para os homens de hoje? Porque uma certa mentalidade contemporânea vê os santos como extra- terrestres, seres estranhos que pairam um pouco acima das nuvens sem se misturar com os outros seus irmãos e que passam ao lado dos prazeres da vida, ocupados em conquistar o céu a golpes de renúncia, de sacrifício e de longos trabalhos ascéticos…

5 No entanto, a santidade não é uma anormalidade, mas uma exigência da comunhão com Deus. É o estado normal de quem se identifica com Cristo, assume a sua filiação divina e pretende caminhar ao encontro da vida plena, do Homem Novo. A santidade é algo que está no meu horizonte diário e que eu procuro construir, minuto a minuto, sem dramas nem exaltações, com simplicidade e naturalidade, na fidelidade aos meus compromissos?

6 Para que a santidade não seja uma miragem, temos de ter o cuidado de viver num contínuo processo de conversão, que elimine do nosso coração as raízes do mal, responsáveis pelo egoísmo, pelo ódio, pela injustiça, pela exploração.

7 Na segunda leitura, Paulo convida os cristãos de Corinto – e os cristãos de todos os tempos e lugares – a serem o lugar onde Deus reside e Se revela aos homens. Para que isso aconteça, eles devem renunciar definitivamente à sabedoria do mundo e devem optar pela sabedoria de Deus (que é dom da vida, amor gratuito e total).

8 Os cristãos são Templo de Deus, onde reside o Espírito. Isso quer dizer, em concreto, que, animados pelo Espírito, eles têm de ser o sinal vivo de Deus e as testemunhas da sua salvação diante dos homens do nosso tempo.

9 O testemunho que damos, pessoalmente, fala de um Deus cheio de amor e de misericórdia, que tem um projeto de salvação e libertação para oferecer – sobretudo aos pobres e marginalizados, aqueles que mais necessitam de salvação? No nosso ambiente familiar, no nosso espaço de trabalho, no nosso círculo de amigos, somos o rosto acolhedor e alegre de Deus, as mãos fraternas de Deus, o coração bondoso e terno de Deus?

10 No Evangelho, Jesus continua a propor aos discípulos, de forma muito concreta, a sua Lei da santidade (no contexto do sermão da montanha). Hoje, Ele pede aos seus que aceitem inverter a lógica da violência e do ódio, pois esse caminho só gera egoísmo, sofrimento e morte; e pede-lhes, também, o amor que não marginaliza nem discrimina ninguém (nem mesmo os inimigos). É nesse caminho de santidade que se constrói o Reino.

11 Jesus pede, aos que aceitaram embarcar na aventura do Reino, a superação de uma lógica de vingança, de responder na mesma moeda, e o assumir uma atitude pacífica de não resposta às provocações, que inverta a espiral de violência e que inaugure um novo espírito nas relações entre os homens.

12 Não é, no entanto, esta a lógica do mundo, mesmo do mundo cristão: em nome do direito de legítima defesa ou do direito de resposta, as nações em geral e as pessoas em particular recusam enveredar por uma lógica de paz e respondem ao mal com um mal ainda maior. Como é que eu vejo a questão da violência, do terrorismo, da guerra?

13 Tenho consciência de que a lógica da violência, da vingança, não tem nada a ver com os métodos do Reino? O que é que é mais questionante, interpelador e transformador: a violência das armas, ou a violência desarmada do amor? Tenho consciência de que a lógica da violência, da vingança, não tem nada a ver com os métodos do Reino? O que é que é mais questionante, interpelador e transformador: a violência das armas, ou a violência desarmada do amor?

14 TEXTOS EXTRAÍDOS DO PORTAL DEHONIANOS SACERDOTES DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

15 Marineves Marina


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