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TREINAMENTO, QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL ABM ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA D E M E T A L U R G I A E M A T E R I A I S.

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Apresentação em tema: "TREINAMENTO, QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL ABM ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA D E M E T A L U R G I A E M A T E R I A I S."— Transcrição da apresentação:

1 TREINAMENTO, QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL ABM ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA D E M E T A L U R G I A E M A T E R I A I S

2 Certificação Declaração do fornecedor ( Ex. isqueiros a gás – declaração compulsória) Inspeção (organismos de inspeção. Ex. segurança veicular) Etiquetagem (etiquetas com informações de desempenho do produto. Ex. Geladeiras /programa PROCEL) Ensaios (laboratórios) AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE

3 É um dos mecanismos de avaliação da conformidade CERTIFICAÇÃO É o testemunho formal de uma qualificação através da emissão de um certificado. Procedimento usado pelo órgão certificador para confirmar que as exigências de qualificação para um método, nível e setor foram atendidas, resultando na emissão de um certificado.

4 CERTIFICAÇÃO certificação educacional certificação de produtos e serviços certificação de sistemas de gestão certificação de pessoas

5 CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS certificação profissional Rapidez (menos burocrática, mais específica) Acompanhar os avanços tecnológicos certificação educacional

6 CERTIFICADO CERTIFICAÇÃO (PROFISSIONAL)

7 TREINAMENTO processo de instrução teórico e prático do método de END para o qual a certificação é pretendida, na forma de cursos de treinamento com programa aprovado pelo órgão certificador, mas que não inclui o uso de corpos de prova usados nos exames de qualificação. (ISO )

8 Comprovação das características e habilidades segundo procedimentos formais, que atestam que uma pessoa está capacitada para o desempenho de atividades de trabalho previamente definidas. QUALIFICAÇÃO demonstração de atributos pessoais, educação, treinamento e/ou experiência de trabalho (ISO 17024)

9 CERTIFICADO TESTEMUNHO FORMAL DA QUALIFICAÇÃO OBSERVAÇÃO: a emissão de um certificado não autoriza seu portador a exercer a função. Essa autorização só pode ser dada pelo empregador (ISO )

10 RAZÕES PARA A CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS ?

11 ALVO

12 GLOBALIZAÇÃO EFICIÊNCIA COMPETIVIDADE SUSTENTABILIDADE

13 CERTIFICAÇÃO X EMPRESA –Melhoria da qualidade –Facilitar comércio exterior –Desenvolvimento industrial –Maior produtividade

14 CERTIFICAÇÃO X PROFISSIONAL –Ampliar os conhecimentos –Reconhecimento no mercado –Evolução profissional –Inserção no mercado –Ajuda identificar pontos fortes e pontos de melhoria (planejamento)

15 EMPREGADOR PROFISSIONAL ORGANISMO DE CERTIFICAÇÃO CERTIFICAÇÃO ACREDITAÇÃO Recertificação

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17 IAF Fórum de Acreditacão Internacional (IAF) é a associação mundial de Avaliação da Conformidade de organismos interessados pela avaliação de conformidade (sistemas de administração, produtos, serviços, pessoal e outros). Sua função primária é desenvolver um único programa mundial de avaliação de conformidade que reduz risco para os negócios e seus clientes assegurando que aqueles certificados aprovados são confiáveis. A acreditação assegura os usuários da competência e imparcialidade do organismo acreditado. Os sócios do IAF são organizações que conduzem ou administram programas pelos quais eles acreditam organismos para certificação/registro de sistemas da qualidade, produtos ou pessoal obedecem um padrão especificado (chamado de avaliação de conformidade).

18 INMETRO O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - é uma autarquia federal, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que atua como Secretaria Executiva do Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro), colegiado interministerial, que é o órgão normativo do Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Sinmetro). Uma das atribuições é planejar e executar as atividades de acreditação de laboratórios de calibração e de ensaios, de provedores de ensaios de proficiência, de organismos de certificação, de inspeção, de treinamento e de outros, necessários ao desenvolvimento da infra-estrutura de serviços tecnológicos no País; (entre outras)

19 ISO – REQUISITOS P/ ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO Esta norma foi desenvolvida pelo ISO/CASCO (comitê de avaliação da conformidade). Esta Norma especifica os requisitos que asseguram um funcionamento homogêneo, comparável e confiável de organismos de certificação que aplicam sistemas específicos (schemes) de certificação para pessoas. No Brasil temos aprovada a norma ABNT NBR ISO Foi inicialmente baseada na norma EN-45013:1999

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21 CONMETRO: responsável por formular, ordenar e supervisionar a Política Nacional de Metrologia, Normalização Industrial e de Certificação da Qualidade de Produtos Industriais. CONMETRO CBNCBN ABNTINMETRO REGULAMENTO TÉCINCO NORMAS BRASILEIRAS CBN: Órgão assessor do CONMETRO, com composição paritária entre órgãos de governo e privados, com o objetivo de planejar e avaliar a atividade de normalização técnica no Brasil. INMETRO: Secretaria Executiva do CONMETRO e do CNN e fórum de compatibilização dos interesses governamentais. (Governo => Regulamentos Técnicos: Saúde, segurança e meio ambiente e defesa do consumidor) ABNT - Fórum Nacional de Normalização SISTEMA BRASILEIRO DE NORMALIZAÇÃO – PRINCIPAIS ATORES – – PRINCIPAIS ATORES –

22 Empresa Associação (setorial) Nacional Regional e Sub-regional Internacional ISO - IEC - ITU COPANT- CEN - AMN ABNT – BSI - DIN - AFNOR ASME - ASTM - API - SAE ASME - ASTM - API - SAE PETROBRAS - Shell - IBM NÍVEIS DE NORMALIZAÇÃO Menos exigente (Genérica) Mais exigente (Restritiva)

23 Empresa (Petrobras) ABENDE) ABNT AMN ISO TC-135 CSM-24 ONS-58 NÍVEIS DE NORMALIZAÇÃO Menos exigente (Genérica) Mais exigente (Restritiva) ISO-9712 NBR ISO-9712 NA-001 CC CONTECSC-27 N-1590 NM ISO-9712

24 ISO 9712 – REQUISITOS END A aplicação de um END depende da capacidade de quem executa o ensaio. Esta norma foi desenvolvida para providenciar um meio de avaliação e documentação e da competência de um profissional. Esta avaliação envolve os conhecimentos teóricos e práticos no método que ele pretende executar, supervisionar, monitorar ou avaliar. Esta norma permite uniformizar os requisitos entre os vários países do mundo que possuem um sistema de certificação. Traz requisitos técnicos sobre os métodos de END

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26 ASNT ( USA) DGZfP (Alemanha) CGBC (Canadá) CGBC (Canadá) COFREND (França) COFREND (França) JSNDI (Japão) JSNDI (Japão) PCN (Reino Unido) PCN (Reino Unido) AEEND (Espanha) AEEND (Espanha) AIPnD (Itália) AIPnD (Itália) SNQC (Brasil)

27 SISTEMA ABENDE DE CERTIFICAÇÕES

28 CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL EM END HISTÓRICO ABENDE Em 1979 foi fundada a ABENDE Em ABENDE - Comissão Técnica de Qualificação e Certificação de Pessoal – COEND, integrada por diversos especialistas no tema. Em 1987, foi constituído o Conselho de Certificação do SNQC/END, órgão normativo do Sistema Em 1990 – Qualificação SEQUI/PETROBRAS passou a integrar o SNQC/END. Em 1997 a ABENDE foi acreditada pelo INMETRO como ORGANISMO DE CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL – OPC conforme EN (ISSO 9712)

29 ESTRUTURA DA ABENDE E DO SNQC/END

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31 ACREDITAÇÃO

32 SISTEMA ABENDE DE CERTIFICAÇÕES MÉTODOS APLICÁVEIS: –LP – LÍQUIDO PENETRANTE –PM – PARTÍCULAS MAGNÉTICAS –US – ULTRA-SOM –EV – ENSAIO VISUAL –ER – ENSAIO RADIOGRÁFICO –CP – CORRENTES PARASITAS –EA- EMISSÃO ACÚSTICA –ES – ESTANQUEIDADE (SANEAMENTO BÁSICO) –SM – SUBAQUATICO (PM, US-ME, PE, EV, ACFM) –TERMOGRAFIA, ANÁLISE DE VIBRAÇÕES, DIMENSIONAL, TESTE POR PONTOS E ESTANQUEIDADE (EM FASE DE IMPLEMENTAÇÃO)

33 NUCLEAR AERONÁUTICO PETROQUÍMICO AUTOMOTIVO PETRÓLEO E QUÍMICO ELETROMECÂNICO SANEAMENTO BÁSICO INSPEÇÃO SUBAQUÁTICA SIDERÚRGICO /FERROVIÁRIO/ CIMENTEIRO/ MINERAÇÃO COMITÊS SETORIAIS

34 (-) Exames Teóricos Aplicados pelo BC NÚMEROS DO SNQC

35 Nro. Profissionais atuando por Técnica profissionais NÚMEROS DO SNQC

36 Distribuição dos Níveis - Qualificações Em dia NÚMEROS DO SNQC

37 SNQC/END Certificação por terceira parte Voluntária Acreditado pelo INMETRO Reconhecimento internacional (EFNDT) Baseado na norma internacional ISO 9712 Em fase de reconhecimento mútuo com Canadá, Inglaterra e Argentina

38 PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO

39 NÍVEIS DE QUALIFICAÇÃO: nível 1, 2 ou 3 EXAMES: -Exame Geral -Exame Específico -Exame Prático QUALIFICAÇÃO

40 CERTIFICAÇÃO Validade da Certificação 5 anos Manutenção a comprovação do exercício da atividade sem interrupção significativa Recertificação Exame prático no máximo após 10 anos Renovação

41 FUNDIÇÃO PROCESSO PEÇA FORMA DE AVALIAÇÃO (END) CONFIANÇA

42 independente de todos os fatores que envolvem a certificação e do resultado final, este profissional será sempre melhor do que aquele que iniciou o processo. CONSIDERAÇÃO FINAL

43 CONTATOS ABENDE FONE: (11) Site: Marcelo Neris Consultor do Bureau de Certificação OBRIGADO!


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