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CADEIA AUTOMOTIVA: O DESEQUILÍBRIO DE FORÇAS ENTRE AS PARTES E O FRÁGIL ELO DA DISTRIBUIÇÃO FECAP - ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA DA LOGÍSTICA E SUPPY CHAIN.

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1 CADEIA AUTOMOTIVA: O DESEQUILÍBRIO DE FORÇAS ENTRE AS PARTES E O FRÁGIL ELO DA DISTRIBUIÇÃO FECAP - ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA DA LOGÍSTICA E SUPPY CHAIN SETEMBRO- 2003

2 CADEIA PRODUTIVA CONJUNTO DE ATIVIDADES QUE SE ARTICULAM PROGRESSIVAMENTE DESDE OS INSUMOS BÁSICOS ATÉ O PRODUTO FINAL, INCLUINDO A DISTRIBUIÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO, CONSTITUINDO-SE EM ELOS DE UMA CADEIA.

3 O CONCEITO DE CADEIA PERMITE: VISUALIZAR A CADEIA DE MODO INTEGRAL IDENTIFICAR DEBILIDADES E POTENCIALIDADES NOS ELOS MOTIVAR ARTICULAÇÃO SOLIDÁRIA DOS ELOS IDENTIFICAR GARGALOS, ELOS FALANTES E ESTRANGULANTES IDENTIFICAR FATORES E CONDICIONANTES DA COMPETITIVIDADE EM CADA SEGMENTO

4 PRINCIPAIS ELOS DA CADEIA PRODUTIVA AUTOMOTIVA

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12 A ESTRUTURA DOS CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO NO BRASIL A via de distribuição é a combinação de agências através das quais o produto flui desde o vendedor inicial até o consumidor final. A estrutura atual decorre da solução dada ao problema de prover ao consumidor não só o produto, em si tangível, como a manutenção do mesmo em condições de utilização e operação satisfatória. O sistema é de concessão e prevê uma área demarcada. A administração do negócio é de sua inteira responsabilidade quanto a custos, R.H. ou problemas jurídicos. Opera por margem de comercialização e não de comissão. A distribuidora desenvolve as atividades de vendas de novos, usados, peças e acessórios e serviços de assistência técnica.

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14 MONTADORAS INSTALADAS NO BRASIL CONSOLIDAÇÃO DOS PÓLOS

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17 VENDAS ANUAIS DE VEÍCULOS LEVES POR MONTADORA

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20 CLASSIFICAÇÃO DAS CONCESSIONÁRIAS - POR VENDA MÊS PEQUENAATÉ 20 UNIDADES MÉDIAENTRE 21 E 50 UNIDADES MÉDIA GRANDEENTRE 51 A 100 UNIDADES GRANDEENTRE 101 A 400 UNIDADES MEGA DEALERACIMA DE 401 UNIDADES

21 CLASSIFICAÇÃO DAS CONCESSIONÁRIAS - POR VENDA MÊS PEQUENAATÉ 20 UNIDADES MÉDIAENTRE 21 E 50 UNIDADES MÉDIA GRANDEENTRE 51 A 100 UNIDADES GRANDEENTRE 101 A 400 UNIDADES MEGA DEALERACIMA DE 401 UNIDADES

22 CRESCE O DESEQUILÍBRIO DE PODER NA CADEIA Década de 90 - encolhimento do poder estruturante do Estado Câmera Setorial de 92 a 94 - deu sinais de viabilidade mas desapareceu rapidamente Em 95 o Novo Regime Automotivo -conseguiu que fossem alocados recursos da ordem de US$ 17 bilhões de 95-99, mas carreou ainda mais poder às montadoras Autopeças, fornecedores de insumos, matérias primas e bens intermediários, do sistema de distribuição e dos trabalhadores tiveram sua rentabilidade pressionada em função da profunda reestruturação e modernização por que passavam Os perdedores, quase sempre são as médias e pequenas empresas, principalmente as que precisam das grandes para sobreviver.

23 Descontos de Curto Prazo: Promoções Comerciais Os fabricantes oferecem as promoções comerciais para oferecer um preço com desconto e o período de tempo sobre o qual o desconto será vigente... O objetivo é influenciar os varejistas a colaborarem com o fabricante para que este possa alcançar seus objetivos. 1 - Alavancar vendas 2 - Transferir estoque 3 - Defender a marca combatendo a concorrência Quando ambas as concorrentes oferecem promoções comerciais, não há um aumento real na demanda para nenhuma das duas. - Estoque na cadeia aumenta - Redução de lucro

24 Montadoras 44% Autopeças 36% Fonte: ANFAVEA

25 O QUE HÁ DE NOVO NO PODER DAS MONTADORAS DAIMLER Ctysler passa a controlar 37% das ações da Mitsubishi e 9,8% da Hyundai GM fica com 20% das ações da Fiat, 20% das ações da Fuji, aumenta para 49% sua participação na Isuzu e para 10% na Suzuki Renault adquiri 36,8% da Nissan e engole a Sansung Motors Ford incorpora a divisão de carros passeio da Volvo e a Land Rover (da BMW) Volvo compra a divisão de caminhões pesados da da Renault depois que a União Européia impediu-a de controlar a Scania que, na sequência, acabou cedendo 18,7% de suas ações para a VW Toyota ampliou sua participação na Hino Motors de 36,6% para 50,1% e tem intenções de controlar a Navistar

26 A Distribuição Vista pela Montadora Modelo baseado na certeza de que o que leva à compra é um gesto de natureza pessoal e localmente circunscrito Desejo de encurtar a distância com o consumidor Racionalizar custos, otimizar recursos e multiplicar ganhos de produtividade Recursos injetados excessivos e mal direcionados Ocupação do espaço privilegiado entre o fabricante e o consumidor

27 A Distribuição Vista pelos Revendedores - 1 Constante pressão pela redução das margens de lucro Competição com a mesma marca Empurrados para fora da venda de novos e ir para serviços Sem capital Forçados a engolir veículos indesejados e peças a preços elevados Sem lideranças/sem motivação

28 A Distribuição Vista pelos Revendedores - 2 Inseguros acerca do futuro da relação rede- montadora e quanto ao futuro do seu próprio negócio País sem ser matriz de nenhuma montadora Criação de redes de empresas sob seu controle funcionando paralelamente à cadeia tradicional Ameaça da internet

29 Dificuldades mercado interno frota nacional de automóveis e comerciais leves com idade média de 8 anos=> poluição, segurança e acidentes => custo social frota de caminhões com idade média acima de 14/15 anos=>custo frete, acidentes=>custo social baixa competitividade nos componentes automotivos com eletrônica embarcada Fonte: Fórum de Competitividade - 1

30 Dificuldades Principais decisões estratégicas são subordinadas às matrizes (montadoras e sistemistas) Fragilidade nos elos - base do segmento de autopeças (financeira, gerencial e tecnológica) dolarização dos insumos básicos comprometem os custos de componentes=>erosão do elo-base do segmento de autopeças custos de logística elevados para o padrão internacional linhas deficientes de financiamento Fonte: Fórum de Competitividade - 2

31 Vantagens atuais e potenciais Disponibilidade de 44% da capacidade instalada; Predominância da plataforma compacta. Brasil é referência mundial na produção e exportação de ônibus, com empresas brasileiras internacionalizadas. Fonte: Fórum de Competitividade -1

32 Vantagens atuais e potenciais Brasil detém a tecnologia para produção e utilização de combustíveis alternativos O mercado interno absorve parte expressiva da produção nacional Política Automotiva Comum do Mercosul - PAM Acordos Internacionais Inspeção Técnica Veicular O Brasil é o único país da América Latina a produzir máquinas rodoviárias Fonte: Fórum de Competitividade -2

33 FONTE: PRINCEWATERHOUSECOOPERS Terceiro Trimestre Montadoras Período: um anoPeríodo: três anos

34 FONTE: PRINCEWATERHOUSECOOPERS Período: um anoPeríodo: três anos Terceiro Trimestre Sistemistas

35 BIBLIOGRAFIA Potential Effects of Recent Terrorist - PrinceWaterHouseCoopers(*) The Second Automotive Century - PrinceWaterHouseCoopers(*) Fenabrave- Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores Anfavea - Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores Sindipeças - Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores Mapeamento da Nova Configuração da Cadeia Automotiva Brasileira - Escola Politécnica da Universidade de S. Paulo Dissertação de Mestrado: A Distribuição de Automóveis: Uma Análise Econômica do Sistema de Concessão Brasileiro - M. F. Pedroza Fórum da Competitividade da Cadeia Produtiva da Indústria Automotiva PRD.USP.BR/Cadeia Automotiva NITEC.ADM.UFRGS.BR/CARS POLI.USP.BR/PRO/Cadeia Automotiva A Distribuição de Veículos sob Fogo Cruzado - Glauco Arbix - João Paulo Cândido Veiga - 05/2003 Dissertação de Mestrado: Os canais de Distribuição da Indústria Automobilística - Ferreira, Ricardo José Fonseca Automotive Business.com.br/artigo 2003 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos/Sunil Chopra, Peter Meindl - São Paulo Administração de Marketing - Kotler, Philip - São Paulo

36 FECAP ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA DA LOGÍSTICA PROFº DR. JOSÉ CARLOS BARBIERI ALUNA: CONSUELO PAIVA MARTINS AMORIM


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