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PALESTRA TÉCNICA Soluções para Isolamento térmico e Acústico em Edificações de acordo com a ABNT NBR 15575 PALESTRA TÉCNICA.

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1 PALESTRA TÉCNICA Soluções para Isolamento térmico e Acústico em Edificações de acordo com a ABNT NBR PALESTRA TÉCNICA

2 CONHECENDO a A NBR Publicação: maio de 2008 Objetivo: traduzir tecnicamente as necessidades dos usuários brasileiros de imóveis Definição de requisitos mínimos (qualitativo), critérios (quantitativos ou premissas) e métodos de avaliação. Visam de um lado incentivar e balizar o desenvolvimento tecnológico e, de outro, orientar a avaliação da eficiência técnica e econômica das inovações tecnológicas. 1

3 APLICAÇÃO DA NORMA Não se aplica a obras já concluídas, ou em andamento, até a data da entrada em vigor desta Norma, nem a projetos protocolados nos órgãos competentes até seis meses após a data da entrada em vigor desta Norma. Também não se aplica a obras de reformas, nem de retrofit. 2

4 QUANDO ENTRA EM VIGOR? Sua exigibilidade foi adiada para março de Em 16 de julho, a Norma entrou em consulta pública, com data limite para votação até o dia 13/Setembro/

5 ENTENDENDO A NORMA Na norma, são definidos critérios e métodos de avaliação de desempenho de 5 sistemas: estrutura, pisos internos, vedações externas e internas, coberturas instalações hidrossanitárias. 4

6 Subdivisões da norma ABNT NBR Edifícios habitacionais de até cinco pavimentos – Desempenho – Parte 1: Requisitos gerais. ABNT NBR Edifícios habitacionais de até cinco pavimentos – Desempenho – Parte 2: Requisitos para os sistemas estruturais. ABNT NBR Edifícios habitacionais de até cinco pavimentos – Desempenho – Parte 3: Requisitos para os sistemas de pisos internos. ABNT NBR Edifícios habitacionais de até cinco pavimentos – Desempenho – Parte 4: Sistemas de vedações verticais externas e internas. ABNT NBR Edifícios habitacionais de até cinco pavimentos – Desempenho – Parte 5: Requisitos para sistemas de coberturas. ABNT NBR Edifícios habitacionais de até cinco pavimentos – Desempenho – Parte 6: Sistemas hidrossanitários. 5

7 EXIGÊNCIAS DOS USUÁRIOS Para os efeitos desta Norma, apresenta-se uma lista geral de exigências dos usuários e utilizada como referência para o estabelecimento dos requisitos e critérios. 1. Segurança segurança estrutural segurança contra o fogo segurança no uso e na operação. 6

8 EXIGÊNCIAS DOS USUÁRIOS 2. Habitabilidade estanqueidade conforto térmico conforto acústico conforto lumínico saúde, higiene e qualidade do ar funcionalidade e acessibilidade conforto tátil e antropodinâmico. 3. Sustentabilidade durabilidade manutenibilidade impacto ambiental. 7

9 REQUISITOS Em função das necessidades básicas: segurança, saúde, higiene e de economia, etc.. São estabelecidos requisitos mínimos de desempenho (Nível M) para Sistemas (elementos e componentes), que devem ser considerados e estabelecidos pelos intervenientes, e obrigatoriamente atendidos. 8

10 Papel dos Intervenientes Projetista e contratante - estabelecer a vida útil de projeto de cada sistema que compõe esta Norma Construtor e incorporador – Elaborar Manual de uso e operação da edificação Usuário - realizar a manutenção de acordo com o Manual de uso e operação da edificação 9

11 VIDA ÚTIL DE PROJETO Definir a vida útil de projeto deve ser estabelecida na fase de concepção do projeto. Deverá ser de comum acordo entre os intervenientes 10 Sistemas, elementos ou componentes Anos MIS Fundações, estrutura principal, estruturas periféricas, contenções e arrimos Sistemas de cobertura Paredes de vedação, estrutura das escadarias internas ou externas, guarda-corpos, muros de divisa Revestimentos de paredes, pisos e tetos internos e Externos

12 AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO Busca analisar se o sistema construtivo cumpre requisitos mínimos, independentemente da técnica da solução adotada. Dever ser realizada por instituições de ensino ou pesquisa, laboratórios especializados, e sempre que possível, acreditados pela Rede Brasileira de Laboratórios de Ensaio (RBLE), empresas de tecnologia, equipes multi-profissionais ou profissionais de reconhecida capacidade técnica. 11

13 REQUISITOS E CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DOS SISTEMAS 1. Desempenho estrutural 2. Segurança contra incêndio 3. Segurança no uso e na operação 4. Estanqueidade a fontes de umidade externas à edificação 5. Conforto térmico 6. Conforto acústico 7. Conforto lumínico 8. Durabilidade e manutenibilidade 12

14 CONFORTO TÉRMICO De acordo com a ABNT NBR

15 EXIGÊNCIA DOS USUÁRIOS CONSIDERAÇÕES O Projeto dever analisar: região de implantação da obra características bioclimáticas definidas na ABNT NBR comportamento interativo entre fachada, cobertura e piso. 14

16 O QUE É CONFORTO TÉRMICO Interação entre CLIMA (temperatura do ar, umidade relativa, movimento do ar e radiação), a VESTIMENTA, a IDADE do indivíduo, e outros fatores como a ACLIMATAÇÃO, a FORMA e o volume do CORPO, a COR, o METABOLISMO, etc. Quando a interação produz sensações térmicas agradáveis, é denominada a ZONA DE CONFORTO, e quando essas sensações são desagradáveis é denominada a ZONA DE DESCONFORTO TÉRMICO. 15 Temperatura de conforto = 18,9ºC e 25,6 ºC.

17 NBR 15220Desempenho térmico de edificações Parte 1: Definições, símbolos e unidades; Parte 2: Métodos de cálculo da transmitância térmica, da capacidade térmica, do atraso térmico e do fator de calor solar de elementos e componentes de edificações; Parte 3: Zoneamento Bioclimático Brasileiro e Diretrizes Construtivas para Habitações Unifamiliares de Interesse Social Parte 4: Medição da resistência térmica e da condutividade térmica pelo princípio da placa quente protegida; Parte 5: Medição da resistência térmica e da condutividade térmica pelo método fluximétrico. 16

18 NBR Trata das diretrizes construtivas para habitações unifamiliares de interesse social. Analisa a localização da edificação em sua respectiva ZONA CLIMÁTICA 17

19 ZONEAMENTO BIOCLIMÁTICO BRASILEIRO 18

20 CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DOS COMPONENTES CONSTRUTIVOS De acordo com a zona bioclimática na qual a edificação está localizada, a norma recomenda níveis mínimos ou máximos de: transmitância térmica (U) dos componentes construtivos, absortividade externa das superfícies, área de abertura para ventilação outras estratégias de condicionamento passivo (sombreamento de aberturas, entre outros...) 19

21 TRANSMITÂNCIA TÉRMICA - VALOR U Fluxo de calorias que atravessam em uma hora, um metro quadrado de parede ou vidro, por uma diferença de um grau centígrado, entre as temperaturas de dois ambientes divididos por este mesmo elemento. 20

22 CAPACIDADE TÉRMICA - Ct Capacidade térmica (C)- Quantidade de calor necessária para variar em uma unidade a temperatura de um sistema. Sua unidade de medida é J/(m2.K). Capacidade térmica de um componente (Ct) - Quociente da capacidade térmica de um componente pela sua área. Sua unidade de medida é J/(m2.K). 21

23 DIRETRIZES CONSTRUTIVAS ZONA BIOCLIMÁTICA 3 Zona Bioclimática 3 Carta Bioclimática apresentando as normais climatológicas de cidades desta zona. 22

24 DIRETRIZES CONSTRUTIVAS ZONA BIOCLIMÁTICA 3 23 Vedações externas Parede: Leve refletora Cobertura: Leve isolada Tipos de veda ç ões externas para a Zona Bioclim á tica 3 Aberturas para ventilaçãoSombreamento das aberturas MédiasPermitir sol durante o inverno Aberturas para ventila ç ão e sombreamento das aberturas para a Zona Bioclim á tica 3

25 DIRETRIZES CONSTRUTIVAS ZONA BIOCLIMÁTICA 3 Estação Estratégias de condicionamento térmico passivo VerãoJ) Ventilação cruzada Inverno B) Aquecimento solar da edificação C) Vedações internas pesadas (inércia térmica) Nota: Os códigos J, B e C são os mesmos adotados na metodologia utilizada para definir o Zoneamento Bioclimático do Brasil (ver anexo B). 24 Estrat é gias de condicionamento t é rmico passivo para a Zona Bioclim á tica 3

26 REQUISITOS DA NBR Vedações Externas Transmitância térmica - U Fator solar Atraso térmico - φ FSo W/m2.K Paredes LeveU 3,00φ 4,3FSo 5,0 Leve refletora U 3,60φ 4,3FSo 4,0 PesadaU 2,20φ 6,5FSo 3,5 Coberturas LeveU 2,00φ 3,3FSo 6,5 Leve refletora U 2,30.FTφ 3,3FSo 6,5 PesadaU 2,00φ 6,5FSo 6,5 NOTAS 1 Transmitância térmica, atraso térmico e fator solar (ver 02: /2) 2 s aberturas efetivas para ventilação são dadas em percentagem da área de piso em ambientes de longa permanência (cozinha, dormitório, sala de estar). 3 No caso de coberturas (este termo deve ser entendido como o conjunto telhado mais ático mais forro), a transmitância térmica deve ser verificada para fluxo descendente.4 O termo ático refere-se à câmara de ar existente entre o telhado e o forro. 25

27 REQUISITOS TÉRMICOS NA NBR Condições de conforto no verão Apresentar condições térmicas no interior do edifício habitacional melhores ou iguais às do ambiente externo, à sombra, para o dia típico de verão. 26 Nível de desempenho Limites de temperatura do ar no verão M - Valor máximo diário da temperatura do ar interior valor máximo diário da temperatura do ar exterior (zonas 1 ao 8) I - Valor máximo diário da temperatura do ar interior 29°C (zonas 1 a 7) - Valor máximo diário da temperatura do ar interior 28°C (zona 8) S - Valor máximo diário da temperatura do ar interior 27° C (zonas 1 a 7) - Valor máximo diário da temperatura do ar interior 26° C (zona8) NOTA – Zonas bioclimáticas de acordo com ABNT NBR 15220/3

28 REQUISITOS TÉRMICOS NA NBR Propiciar conforto térmico no interior do edifício habitacional, no dia típico de inverno. 27 Nível de desempenho Critério Zonas bioclimáticas 1 a 5 ¹ Zonas bioclimáticas 6,7 e 8 M Valor mínimo diário da temperatura do ar interior 12° C Dispensa Verificação I Valor mínimo diário da temperatura do ar interior 15° C S Valor mínimo diário da temperatura do ar interior 17° C ¹ Nas zonas 1 e 2 o critério deve ser verificado considerando-se fonte intrna de calor de 1000W. NOTA - Zonas bioclimáticas de acordo com ABNT NBR 15220/3

29 NBR – Paredes Externas 28 Capacidade Têrmica CT em kj/(m².k) Zona 8Zona 1 a 7 Sem ExigênciaCT130 Transmitância Térmica U em W/(m².k) Zonas 1 e 2Zonas 3,4,5,6,7 e 8 U 2,5α0,6α>0,6 U3,7U2,5 Α é a absortância à radiação solar da superfície externa da parade

30 ABSORTÂNCIA À RADIAÇÃO SOLAR 29 Absortância à radiação solar nas paredes correspondente à cor definida no projeto. cor claracor médiacor escura, α = 0,3α = 0,5α = 0,7

31 PRODUTO JOONGBO APLICAÇÃO DE PLACAS EM PAREDES 30

32 PAREDES EXTERNAS CARACTERÍSTICAS DE ALGUNS MATERIAIS 31 Tijolo maciço: Espessura de 10 cm e argamassa de revestimento U = 3,13 W/(m2.K) CT = 255 kJ/(m2.K) Tijolo maciço : Espessura de 20 cm e argamassa de revestimento U = 2,25 W/(m2.K) CT = 445 m2.K)

33 PAREDES EXTERNAS CARACTERÍSTICAS DE ALGUNS MATERIAIS Blocos cerâmicos de 6 furos Espessura 14 cm e argamassa de revestimento U = 2,02 W/(m2.K) CT = 192 kJ/(m2.K) Blocos cerâmicos de 8 furos Espessura 19 cm e argamassa de revestimento U = 1,80 W/(m2.K) CT = 231 kJ/(m2.K) Parede de concreto maciço Espessura de 10 cm U = 4,40 W/(m2.K) CT = 240 kJ/(m2.K) 32

34 NBR Sistemas de Coberturas Requisito para Isolação térmica da cobertura Proporcionar nível de satisfação térmica próprio, para cada zona climática conforme NBR , em função de valores das propriedades térmicas Nota: as propriedades térmicas são a transmitância térmica e a absortância à radiação solar 33

35 NBR Sistemas de Coberturas TRANSMITÂNCIA TÉRMICA (u) EM w/(m².K) Zonas 1 e 2 Zonas 3 a 6Zonas 7 a 8 Nivel de desempenho U 2,3 α 0,6α > 0,6α 0,4α > 0,4 M U 2,3U 1,5U 2,3. FVU 1,5. FV U 1,5 α 0,6α>0,6α 0,4α > 0,4 I U 1,5U 1,0U 1,5. FVU 1,0. FV U 1,0 α 0,6α>0,6α 0,4α > 0,4 S U 1,0U 0,5U 1,0. FVU 0,5. FV Na zona bioclimática 8 também são atendidas coberturas com componentes de telhas cerâmicas, mesmo que a cobertura não tenha forro. Nota: O fator de ventilação (FV) é estabelecido na ABNT NBR 15220/2 34

36 NBR Sistemas de Coberturas 35 Premissas para projeto: Em todas as zonas bioclimáticas, com exceção da zona 7, recomenda-se que elementos com capacidade térmica maior ou igual a 150 kJ/(m2.K) não sejam empregados sem isolamento térmico ou sombreamento. Telhas cerâmicas com forro de Madeira U = 2,00 W/(m2.K) CT = 32 kJ/(m2.K) Telhas de fibrocimento com forro de madeira U = 2,00 W/(m2.K) CT = 25 kJ/(m2.K) Telhas cerâmicas com forro de laje mista U = 1,92 W/(m2.K) CT = 113 kJ/(m2.K) Telhas cerâmicas com isolante térmico sobre forro de madeira U = 0,62 W/(m2.K) C = 34 kJ/m2 K)

37 PRODUTO JOONGBO APLICAÇÃO EM COBERTURAS 36

38 CONFORTO ACÚSTICO De acordo com a ABNT NBR

39 DEFINIÇÕES Pessoa confortável = observa fenômeno sem preocupação ou incômodo. Quantidade de Ruído Nível de ruído adequado à função ou finalidade do ambiente; Qualidade do Ruído – Psicoacústica; – Inteligibilidade. 38

40 DEFINIÇÕES Som Ruído O som é a sensação produzida no sistema auditivo resultante de vibrações das moléculas do ar que se propagam a partir de estruturas vibrantes. O Ruído é som sem harmonia ou som indesejável! Controle do Ruído Para redução do ruído é necessário conhecer: –A fonte de ruído; –As características do ruído; –O caminho que o ruído percorre; e –O lugar onde se percebe o ruído. Redução do nível de Ruído –Na fonte do ruído: Anular ou reduzir. –Na transmissão: Distinguir se o ruído e transmitido pelo ar ou pela estrutura – isolar a fonte e/ou interromper a transmissão. O que caracteriza o ruído? Duas grandezas: - Nível de ruído dado em decibels (dB); e - Freqüências dadas em Hertz (Hz). 39

41 NORMAS PARA CONFORTO ACÚSTICO NBR Esta Norma fixa as condições exigíveis para avaliação da aceitabilidade do ruído em comunidades. Ela especifica um método para a medição de ruído, a aplicação de correções nos níveis medidos (de acordo com a duração, característica espectral e fator de pico) e uma comparação dos níveis corrigidos, com um critério que leva em conta os vários fatores ambientais. 40

42 Nível Critério de Avaliação NCA para ambientes externos, em dB(A). Tipos de áreasDiurnoNoturno Áreas de sítios e fazendas4035 Vizinhanças de hospitais (200 m além divisa)4540 Área estritamente residencial urbana5045 Área mista, predominantemente residencial, sem corredores de trânsito5550 Área mista, com vocação comercial e administrativa, sem corredores de trânsito 6055 Área mista, com vocação recreacional, sem corredores de trânsito6555 Área mista até 40 m ao longo das laterais de um corredor de trânsito7055 Área predominantemente industrial

43 Normas para Conforto Acústico NBR Esta Norma fixa os níveis de ruído compatíveis com o conforto acústico em ambientes diversos. No projeto, verificar: – Fontes de ruído externas ao edifício – Verificar atividades que são interrompidas por ruídos : sono, descanso, convalescença, estudo e outros trabalhos intelectuais. Estas atividades requerem baixos níveis de ruído. – A convivência entre essas duas categorias de atividade implica necessariamente na separação acústica. 42 A separação acústica é representada pelo isolamento acústico entre um ambiente e outro.

44 Valores de ruído – NBR LOCAISDb (A)Curvas NC Hospitais Apartamentos, Enfermarias, Berçários, Centros cirúrgicos Laborátorios, Áreas para uso do público Serviços Escolas Bibliotecas, Salas de música, Salas de desenho Salas de aula, Laboratórios Circulação Hotéis Apartamentos Restaurantes, Salas de Estar Portaria, Recepção, Circulação LOCAISDb (A)Curvas NC Residências Dormitórios Salas de estar Auditórios Salas de concertos, Teatros 30 – Salas de conferências, Cinemas, Salas de uso múltiplo Restaurantes Escritórios Salas de reunião Salas de gerência, Salas de projetos e de administração Salas de computadores Salas de mecanografia Igrejas e Templos (Cultos meditativos) Locais para esporte, Pavilhões fechados para espetáculos e atividades esportivas

45 NBR Desempenho Acústico – Generalidades Para gerar conforto acústico a seus ocupantes, o edifício habitacional deve apresentar: – isolamento acústico adequado das vedações externas, (ruídos aéreos externos) – isolamento acústico entre ambientes. 44

46 NBR Desempenho Acústico – Generalidades Para gerar conforto acústico a seus ocupantes, o edifício habitacional deve apresentar: – isolamento acústico adequado das vedações externas, (ruídos aéreos externos) – isolamento acústico entre ambientes. 45

47 NBR Isolação acústica de vedações externas Propiciar condições de conforto acústico no interior da edificação, com relação a fontes externas de ruídos aéreos. Critério – Nível tolerável de ruído no interior da habitação A edificação, submetida aos limites de estímulos sonoros externos especificados na ABNT NBR 10151, deve atender aos limites especificados pela ABNT NBR 10152, no que se refere aos níveis de ruído em seus ambientes internos. Método de avaliação Especificado na ABNT NBR

48 NBR Isolação acústica entre ambientes Propiciar condições de isolação acústica entre ambientes. Critério- Isolação ao som aéreo entre pisos e paredes internas Os sistemas de pisos e vedações verticais que compõe o edifício habitacional devem ser projetados, construídos e montados de forma a atender aos requisitos estabelecidos nas ABNT NBR e ABNT NBR Método de avaliação Métodos especificados nas ABNT NBR e ABNT NBR

49 NBR Isolação ao som aéreo da envoltória da habitação Os sistemas de vedações externos e os sistemas de coberturas dos edifícios habitacionais devem ser projetados, construídos e montados de forma a atender aos requisitos e critérios especificados nas ABNT NBR e ABNT NBR Método de avaliação Análise do projeto e atendimento às ABNT NBR e ABNT NBR 10152, conforme métodos de ensaios especificados nas ABNT NBR e ABNT NBR Premissas de projeto O projeto deve mencionar a avaliação das condições do entorno em relação ao ruído. 48

50 NBR Ruídos por impactos e ruídos de equipamentos Reunir características de privacidade e conforto acústicos dos usuários. Critério – Ruídos gerados por impactos ou vibrações Os sistemas que compõe os edifícios habitacionais devem atender aos requisitos e critérios especificados nas ABNT NBR , ABNT NBR , ABNT NBR , ABNT NBR Métodos de avaliação Análise do projeto e atendimento às ABNT NBR e ABNT NBR 10151, conforme métodos de ensaios especificados nas ABNT NBR , ABNT NBR , ABNT NBR , ABNT NBR

51 NBR Premissas de projeto O projeto deve considerar: a) o nível de ruído externo à edificação e os valores-limites estabelecidos para uso interno dos ambientes; b) a redução de ruído entre o lado externo e o lado interno de ambientes de uso especifico, inclusive fachadas; c) as condições de geração, propagação e recepção dos sons na edificação; d) os ruídos contínuos, variáveis e de impactos, e das vibrações de equipamentos, como motores-bomba, elevadores, válvulas de descarga, motores geradores de energia, tubulações de água e esgoto, ventilação e ar- condicionado. 50

52 NBR Sistemas de vedações verticais – internas e externas) Sistema D2m, nT, w dB D2m, nT, w + 5 dB Nivel de desempenho Vedação externa25 a 2930 a 34M - Recomendado de dormitórios30 a 3435 a 39I 3539S Nota: Para vedação externa de cozinhas, lavanderias e banheiros, não há exigências específicas 51 Sistema Rw dB Rw + 5 dB Nivel de desempenho Vedação externa30 a 3435 a 39M - Recomendado de dormitórios35 a 3940 a 44I 39 45S Nota: Para vedação externa de cozinhas, lavanderias e banheiros, não há exigências específicas Tabela F.9 – Indice de redução sonora ponderado de fachada, R w para ensaios de laboratório Tabela F.8 – Diferença padronizada de nível ponderado da vedação externa, D 2m,nT,w para ensaios de campo

53 NBR Sistemas de vedações verticais – internas e externas 52 Elemento da Edificação DnT, w [dB] Nível de desempenho Paredes de salas e cozinhas entre uma unidade30 a 34M - Recomendado habitacional e áreas comuns de trânsito eventual, como35 a 39I corredores, halls e escadaria nos pavimentos-tipo 40 S Parede de dormitórios entre uma unidade habitacional e40 a 44M - Recomendado corredores, halls e escadaria nos pavimentos-tipo45 a 49I 50 S Parede entre uma unidade habitacional e áreas comuns45 a 49M - Recomendado de permanência de pessoas, atividades de lazer e atividades esportivas, como home theater, salas de50 a 54I ginásticas, salão de festas, salão de jogos, banheiros e vestiários coletivos, cozinhas e lavanderias coletivas 55 S Parede entre unidades habitacionais autônomas40 a 44M - Recomendado (parede de geminação)45 a 49I 50S

54 PRODUTO JOONGBO APLICAÇÃO DE PLACAS EM FORROS 53

55 NBR Pisos internos Elemento L nT,w dB Nível de desempenho Laje, ou outro elemento portante, com ou sem contrapiso, sem tratamento acústico < 80M - Recomendado Laje, ou outro elemento portante, com ou55 a 65I sem contrapiso, com tratamento acústico< 55S 54 Elemento Campo D nT, w dB Laboratório R w dB Nivel de desempenho Piso de unidade habitacional,3540M posicionamento sobre áreas comuns,40 a 4545 a 50I como corredores> 45> 50S Piso separando unidades habitacionais autônomas4045M (piso separando unidades habitacionais45 a 5050 a 55I posicionadas em pavimentos distintos)> 50> 55S Tabela F.2 – Critério e nível de diferença padronizada de nível ponderada D 2m,nT,w para ensaios de campo e Rw para ensaios em laboratório Tabela F.1 – Critério e nível de pressão sonora de impacto padronizado ponderado L´ nTw, para ensaios de campo

56 PRODUTO JOONGBO APLICAÇÃO EM PISOS 55

57 NBR CONSIDERAÇÕES Poder das Frestas Vãos abertos, por menor que sejam comprometem, drasticamente a isolação do elemento. Garantia de bom isolamento acústico É fundamental ter: qualidade acústica dos componentes, isto é isolação e absorção adequadas; instalação correta dos componentes. 56

58 NBR CONSIDERAÇÕES A norma NBR 15575, aborda o aspecto da isolação sonora, sem levar em conta a qualidade acústica dos ambientes. Para pisos, além da isolação para sons aéreos, é importante assegurar que não haja transmissão pela p estrutura, evitando assim o indesejado ruído de impacto de piso. 57 Isolação acústica e absorção acústica Isolantes acústicos – servem para reduzir a energia do som transmitido através das estruturas para os ambientes vizinhos. Absorvedores acústicos – servem para reduzir a energia de um som refletido por uma superfície do mesmo ambiente.

59 Alguns valores de isolação acústica Material Isolação Acústica Parede de tijolo maciço com 45 cm de espessura55 dB Parede de 1 tijolo de espessura de 23 cm50 dB Parede de meio tijolo de espessura com 12 cm e reboco45 dB Parede de concreto de 8 cm de espessura40 dB Parede de tijolo vazado de 6 cm de espessura e reboco35 dB Porta de madeira maciça dupla com 5 cm cada folha45 dB Janela de vidro duplos de 3 mm cada separados 20 cm45 dB Janela com placas de vidro de 6 mm de espessura30 dB Porta de madeira maciça de 5 cm de espessura30 dB Janela simples com placas de vidro de 3 mm de espessura20 dB Porta comum sem vedação no batente15 dB Laje de concreto rebocada com 18 cm de espessura50 dB 58

60 A JOONGBO AGRADECE A PRESENÇA DE TODOS! FIM


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