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IDEOLOGIA. A INVENÇÃO DO SER NEGRO Nascimento do Racismo: campo das ideias a partir das necessidades políticas. Iluministas: Homem – 3 tipos de variações:

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1 IDEOLOGIA

2 A INVENÇÃO DO SER NEGRO Nascimento do Racismo: campo das ideias a partir das necessidades políticas. Iluministas: Homem – 3 tipos de variações: cor, grandeza e forma; diferenças naturais entre os povos. Voltaire- Há origens diferentes para o ser humano (subespécies de homens): Inferiores, que não progridem, não desenvolvem talentos, nem sociedades. - Há vínculo entre raça, progresso e hierarquia social

3 Filósofos Iluministas – 1ºs a desenvolver teorias racialistas (estudo das raças humanas). Racialistas- julgamento moral e ideal político (submissão das raças inferiores, eliminação). -Determinismo Biológico=racionalidade universal – exploração científica dos povos ). - Superioridade da denominada raça branca em relação às raças negra e amarela. Racialismo – levou ao racismo. Século XIX – Raça = diferenças físicas hereditárias=definir e separar tipos humanos. Darwinismo – aplicação no mundo social reforçou a questão racial.

4 Darwinistas sociais – acreditavam em raça pura que eliminaria as raças mais fracas e menos sábias, desenvolvendo a eugenia e a teoria do negro como tipo inferior. -Coroou com êxito a teoria das raças humanas. - Preconceito racial como forma de eugenia, onde o preconceito favorecia a evolução Tese de Lamarck - favoreceu a ideia de que os negros seriam duplamente inferiores: clima e herança genotípica, onde diferenças físicas produzem diferenças intelectuais e morais. -Inferioridade inata e irremediável. Pilares das Teorias Racistas: Construção da racionalidade e da cultura europeia e os interesses de dominação, conquista e usurpação das riquezas encontrada no Continente Africano.

5 ...toda ideologia que se preza é criada, mantida e aperfeiçoada como arma política e não como doutrina teórica. (Hannah Arendt, 1998, p.189). Racismo apropriou-se de elementos do imaginário oferecendo-lhes um caráter científico. Transformando diferença e mistério em anormalidade e monstruosidade. - Ganha vida quando as Nações pensaram em si mesmas como raça e lançaram seu olhar imperialista a outros povos de modo a submetê-los. Raça – inventado por teóricos que necessitavam de ideologias que contribuíssem para a unidade nacional.

6 O QUE É O NEGRO? Desde a Antiguidade greco-romana – África, terra de figuras monstruosas segundo Heródoto, Plínio, Rabelais e outros. A África era vista pela Europa como uma porta para o inferno. Para cultura islamita: justificavam a escravidão no século XVI – são brutos sem razão, sem inteligência e sem experiência. Eles não têm absolutamente nenhuma noção do que quer que seja. Eles assim vivem como as bestas, sem regra e sem leis. (Relato de Jean Léon L Africain, citado por Apud Cohen, 1981, p.24).

7 INVENTANDO O NEGRO BRASILEIRO: Teoria abolicionista de County – o negro era mau trabalhador e que não pode se desenvolver. Era um atraso para o Brasil. -Não se discutia o regime político, e sim os antigos escravos. - Não havia preocupação com a inovação das formas de produção econômica Joaquim Nabuco,(responsável pela abolição e monarquista) apresentava uma leitura menos pejorativa que Couty, mas ainda se influenciava com ideias racistas. era preciso afastar o negro do processo político da abolição, convencionado que não havia racismo, nem ódio, nem vingança no Brasil. -Conseguiu defender a abolição e ao mesmo tempo encarar a população negra como inferior. -Partidário da teoria da raça branca. - Imigração como solução para todos os problemas. - Era contra a escravidão, mas não encarava o problema da questão social do negro. - Centralizou atenção na questão política e econômica, não se ocupando com o destino dos negros pré e pós abolição - Existência de um poder central eliminaria todos os problemas.

8 Século XIX – Pós Abolição Negro = anticidadão, marginal, incompetente e inúteis. Ameaça ao desenvolvimento da Nação. Visão Racista – afastar negros e brancos para que não houvesse misturas e maior enegrecimento do país. Visão em várias esferas 1º) provar sutilmente a inferioridade do negro e a superioridade do branco. 2º) atestar que no Brasil nunca houve barreiras raciais (para evitar revoltas). 3º) gerar sentimento do branco negativo pelo negro e resignação do negro como um ser inferior. Objetivo Abolicionista - Eliminar a presença negra no país. - Alienar o negro de sua própria história, o colocando como passivo e desinteressado e tomar como parâmetro a conduta do homem branco. - Movimento abolicionista – defendia os interesses dos cidadãos brancos - classe pobre=classe perigosa.

9 Resistência 1860 – 1870 – os negros se organizavam e lutavam contra essas injustiças, através de fugas, revoltas e assassinatos 1880 – sublevações apoiadas pelo povo ou por alguns abolicionistas que preferiam à prática. A Lei abolicionista descaracterizou as lutas sociais, nunca foi sinônimo de ganho para pop. Negra. Abolicionistas brancos=legitimação do poder Teorias racistas europeias se misturavam aos interesses nacionais. Jornais elogiavam positivistas, darwinistas e teóricos do racismo europeu.

10 REPÚBLICA -Marcada pela produção de excluídos -Tem como ideal uma harmonia/democracia entre as raças - Branqueamento da população - Eugenia: Construção da nacionalidade, aperfeiçoamento da população(Oliveira Vianna). - Desqualificação da família negra. - O racismo explícito poderia instigar revoltas. Dois momentos para invenção do Negro: 1º - Discurso médico e jurídico de Nina Rodrigues. 2º - Antropologia de Gilberto Freyre.

11 Para Nina Rodrigues – ação política submetido à ciência - Positivista, alicerçado em diferenças nacionais entre grupos/classes sociais. -Preocupação maior – Direito Penal Brasileiro. - Darwinismo Social -Inexistência de valores universais, pois o povo não possui a mesma identidade. - Contesta o livre arbítrio, a universalidade e a liberdade ( conceitos da ética iluminista). Para Freyre – lança mão de elementos do cientificismo para explicar a colonização brasileira, através da: -Adaptação climática - Evolução de um povo pela mistura com outros superiores(mestiçagem).

12 TEORIA RACISTA Visando a crítica, acaba reproduzindo o pensamento daqueles que pretendia criticar (colonizadores portugueses). O Senhor – representava a força, a virilidade, a brancura, a inteligência, o engenho, a crueldade sádica. O Escravo Negro – doçura, sensualidade, esperteza, passividade, masoquismo e sombra da vida sexual do brasileiro. Sua teoria defende: que o ajustado socialmente é o mestiço domesticado e apegado aos valores brancos (falso negro), o embranquecimento (apologia à mestiçagem), harmonia entre Senhores e Escravos, inventa um novo racismo e uma falsa Democracia.

13 BIBLIOGRAFIA : A Invenção do Ser Negro: um percurso das ideias que naturalizaram a inferioridade dos negros/ Gislene Aparecida dos Santos. 1ª ed. – São Paulo: Educ/Fapesp; Rio de Janeiro: Pallas, 2006.


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