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Violência, Sociedade e Escola: da recusa do diálogo à falência da palavra A construção da subjetividade humana e a vivência do homem em sociedade permitem.

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1 Violência, Sociedade e Escola: da recusa do diálogo à falência da palavra A construção da subjetividade humana e a vivência do homem em sociedade permitem desvelar algumas hipóteses sobre a questão da violência. Ausência: da palavra/do diálogo/ de visão crítica

2 Escola/família/meios de comunicação São importantes no estabelecimento dos diálogos. Porém... A escola e a família se calam Os meios de comunicação agem de modo sensacionalista.

3 A cultura da revolta Se transforma em reality show (banalização da violência)

4 Função da palavra Interpelar Procurar respostas Procurar soluções

5 Não uso da palavra Fragiliza a democracia Os direitos civis não são respeitados Violenta o sujeito enquanto cidadão

6 Violência Existe Causa revolta Não pode ser tratada com complacência. Não pode haver: indiferença nem conivência.

7 Violência: violentia Recurso à força,para submeter alguém, contra a vontade. Exercício da força contra o direito Essa força é definida como violência contra vai contra acordos e regras que pautam as relações.

8 Violência: uma trama Antiga: existe há séculos, praticada pelos homens nos homens. Complexa:fenômeno intrincado e multifacetado.

9 Análise Partir do reconhecimento de sua complexidade. Múltiplas formas Com diferenças qualitativas Diferentes níveis de significado Diferentes efeitos históricos.

10 Díade:dominação-exploração Relações assimétricas: Conceito de patriarcado-capitalismo-racismo Seus atores: A mulher, a criança, o pobre,o negro. Sociedade: Sexista,adultocêntrica,classista e racista

11 Síndrome do pequeno poder Pequenês, mesquinhês Atua nas relações interpessoais. O homem se exercita no pequeno poder para um dia exercê-lo. As consequências são nefastas para as pessoas atingidas por ele.

12 A intolerância Ao negro porque o padrão é ser branco À mulher porque o importante é ser homem Ao pobre porque o bom é ser rico. Aos homossexuais porque o padrão é ser heterossexual Etc.

13 A violência abarca diferentes esferas Social Econômica, Cultural Política, etc.

14 Estado Cria e mantem diferentes formas de violência por se ausentar e delegar para a sociedade civil as suas responsabilidades. A delinquência e a violência são sintomas sociais de grande amplitude – difíceis de serem justificados por um único fator.

15 Violência/agressão São conceitos diferentes Violência – todo uso de força em excesso. Agressão –ato violento, danoso,intencional.

16 agressividade Para alguns psicólogos não é nem positivo nem negativo. Trata-se de um impulso ou instinto comum ao ser humano e direcionado para a luta, para a sobrevivência individual ou coletiva. Aceitam o caráter biológico da violência mas não o da agressividade.

17 Ser agressivo Ser dinâmico, competente, não importando os meios para atingir os fins, vencer obstáculos. Individualismo estimula a agressão, a violência e a competição em que há vencedores e fracassados.

18 Raízes da agressão e violência Na pessoa Nas circunstâncias de vida da pessoa Na aprendizagem de que é dessa forma que consegue o que quer.

19 Pressupostos sobre a violência 1-Múltiplas formas: Estrutural, interpessoal, educativa, pessoal, institucional, pessoal, física, moral, simbólica 2-Caráter histórico – precisa ser compreendida no contexto histórico em que se produz.(interesses e valores do grupo social)

20 Pressupostos sobre a violência 3-espiral de violência – relativos aos contextos sociais.

21 O que desencadeia a violência? Frustração Pressão grupal Disponibilidade de poder Convencimento sobre seu valor instrumental

22 Martin e Baró Em todo ato de violência é necessário diferenciar 4 fatores: A estrutura formal do ato O contexto possibilitador O fundo ideológico A equação pessoal


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