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Henrique Viega Thiago Napoleão Valter Silva Marcelo Adelson Aguinaldo Pablo Feitosa Bruno Jurani Ferreira.

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1 Henrique Viega Thiago Napoleão Valter Silva Marcelo Adelson Aguinaldo Pablo Feitosa Bruno Jurani Ferreira

2 ENERGIA E ÓLICA: ENERGIA EÓLICA é a energia cinética contida nas massas de ar em movimento (vento). O termo eólico vem do latim aeolicus, pertencente ou relativo a Éolo, Deus dos ventos na mitologia grega e, portanto, relativo ao vento. O aproveitamento da energia eólica ocorre por meio da conversão da energia cinética de translação em energia cinética de rotação, com o emprego de turbinas eólicas, também denominadas aerogeradores (eletricidade), ou cataventos e moinhos, (trabalhos mecânicos). A primeira turbina eólica comercial ligada à rede elétrica pública foi instalada em 1976, na Dinamarca. Atualmente existem milhares de turbinas no mundo.

3 A energia eólica tem sido aproveitada desde a antiguidade para mover os barcos impulsionados por velas ou para fazer funcionar a engrenagem de moinhos, ao mover as suas pás. Nos moinhos de vento a energia eólica era transformada em energia mecânica,utilizada na moagem de grãos ou para bombear água.Os monhios foram usados para fabricação de farinhas e ainda para drenagem de canais, sobretudo nos Países Baixos. Baixos.barcosmoinhosPaíses Baixos

4 PRODUÇÃO DE ENERGIA grandes turbinas colocadas em lugares de muito vento. Essas turbinas têm a forma de um catavento ou um moinho. Esse movimento, através de um gerador, produz energia elétrica. energia elétrica Precisam agrupar-se em parques eólicos, concentrações de aerogeradores, necessários para que a produção de energia se torne rentável, mas podem ser usados isoladamente, para alimentar localidades remotas e distantes da rede de transmissão.parques eólicos É possível ainda a utilização de aerogeradores de baixa tensão quando se trata de requisitos limitados de energia elétrica.aerogeradores de baixa tensão

5 Avaliação: Para a avaliação do potencial eólico de uma região é necessário a coleta de dados de vento com precisão e qualidade, capaz de fornecer um mapeamento eólico da região. Para que a energia eólica seja considerada tecnicamente aproveitável, é necessário que sua densidade seja maior ou igual a 500 W/m2, a uma altura de 50 m, o que requer uma velocidade mínima do vento de 7 a 8 m/s. Segundo a Organização Mundial de Meteorologia, em apenas 13% da superfície terrestre o vento apresenta velocidade média igual ou superior a 7 m/s, a uma altura de 50 m.

6 TURBINAS EÓLICAS:

7 Características: Com o passar do tempo, consolidou- se o projeto de turbinas eólicas com as seguintes características: eixo de rotação horizontal, três pás, alinhamento ativo, gerador de indução e estrutura não-flexível, como ilustrado na figura anterior. Nos últimos anos, as maiores inovações tecnológicas foram a utilização de acionamento direto (sem multiplicador de velocidades), com geradores síncronos e novos sistemas de controle que permitem o funcionamento das turbinas em velocidade variável, com qualquer tipo de gerador. A tecnologia atual oferece uma variedade de máquinas, de acordo com a aplicação ou local de instalação. Quanto à aplicação, as turbinas podem ser conectadas à rede elétrica ou destinadas ao suprimento de eletricidade a comunidades ou sistemas isolados. Em relação ao local, a instalação pode ser feita em terra firme.

8 Há dois tipos básicos de turbina de energia eólica/ aerogerador: => Eixo horizontal: Com duas variedades: Aerogeradores de 2 pás de eixo horizontal a girar a favor do vento; Aerogeradores de três pás de eixo horizontal a girar contra o vento. => Eixo vertical: O tamanho de uma turbina de energia eólica influencia a sua capacidade de criar energia, como os moinhos de vento mais pequenos que produzem abaixo de 50 kilowatts, sendo o género mais utilizado para alimentar bombas de água, pratos de telecomunicações, e alguns lares.

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10 Reduzindo a uma expressão mais simples, uma turbina eólica funciona da seguinte forma: O vento faz girar as ventoinhas, que fazem rodar um eixo. Este eixo faz ligação a um gerador e este produz eletricidade (energia).

11 Crescimento: Mais de 82 países no mundo possuem turbinas eólicas. A energia eólica pode garantir 10% das necessidades mundiais de eletricidade até 2020, pode criar 1,7 milhão de novos empregos e reduzir a emissão global de dióxido de carbono na atmosfera em mais de 10 bilhões de toneladas. O crescimento mais acelerado é verificado na Ásia, sendo a China o principal produtor de energia eólica e o quinto país em produção de material para construção das turbinas. As maiores turbinas estão na Europa, porém seu potencial está se esvairindo, passando a ocupar o terceiro lugar.

12 BRASIL: =>No Brasil, os primeiros anemógrafos computadorizados e sensores especiais para energia eólica foram instalados no Ceará e em Fernando de Noronha (PE), no início dos anos Os resultados dessas medições possibilitaram a determinação do potencial eólico local e a instalação das primeiras turbinas eólicas. =>No âmbito nacional, o estado do Ceará destaca-se por ter sido um dos primeiros locais a realizar um programa de levantamento do potencial eólico. Sendo hoje a principal fonte do país. =>A primeira turbina do Brasil, foi colocada em Fernando de Noronha em 1992.

13 ALGUNS PROJETOS NO BRASIL:

14 Em 1994, no Município de Gouveia – MG, com capacidade nominal de 1 MW, o projeto foi realizado pela Companhia Energética de Minas Gerais – CEMIG, com o apoio financeiro do governo alemão (Programa Eldorado). A central é constituída por 4 turbinas de 250 kW, com rotor de 29 m de diâmetro e torre de 30 m de altura. A Central Eólica de Taíba (Figura 6.10), com 5 MW de potência, foi a primeira a atuar como produtor independente no País. Em operação desde janeiro de 1999, a central é composta por 10 turbinas de 500 kW, geradores assíncronos, rotores de 40 m de diâmetro e torre de 45 m de altura.

15 Central Eólica de Prainha é o maior parque eólico do País, com capacidade de 10 MW (20 turbinas de 500 kW). O projeto foi realizado pela Wobben Windpower (do Brasil) e inaugurado em abril de As turbinas utilizam geradores síncronos, funcionam com velocidade variável e com controle de potência por pitch (ângulo de passo das pás). Esta central tinha potência instalada de kW. Desativada em 2000, foi posteriormente repotenciada e passou a contar com 4 turbinas eólicas E-40 de 600 kW (2.400 kW).

16 BENEFÍCIOS E MALEFÍCIOS

17 BENEFÍCIOS As pequenas centrais podem suprir pequenas localidades distantes da rede, contribuindo para o processo de universalização do atendimento. Quanto às centrais de grande porte, estas têm potencial para atender uma significativa parcela do Sistema interligado Nacional (SIN) com importantes ganhos: contribuindo para a redução da emissão, pelas usinas térmicas, de poluentes atmosféricos; diminuindo a necessidade da construção de grandes reservatórios; e reduzindo o risco gerado pela sazonalidade hidrológica. Utilizando também uma fonte de energia inesgotável, porém possui como um de seus maiores inimigos os altos custos para a montagem das usinas.

18 Entre os principais impactos socioambientais das usinas eólicas destacam-se os sonoros e os visuais. Os sonoros devido ao ruído dos rotores que podem variar de acordo com as especificações dos equipamentos. As turbinas de múltiplas pás são menos eficientes e mais barulhentas que os aerogeradores de hélices de alta velocidade. Os níveis devem respeitar alguns padrões. Há estudos que dizem que o barulho emitido pelas turbinas possa causar problemas sérios de saúde, afetando principalmente a audição, causando também vários sintomas. Já os impactos visuais são decorrentes do agrupamento de torres e aerogeradores, principalmente no caso de centrais eólicas com um número considerável de turbinas, também conhecidas como fazendas eólicas. IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS

19 Outro impacto negativo das centrais eólicas é a possibilidade de interferências eletromagnéticas, que podem causar perturbações nos sistemas de comunicação e transmissão de dados (rádio, televisão etc.) Há também outro estudo que relata que as turbinas são responsáveis pela morte de vários morcegos e pássaros, representando um impacto direto na agricultura e no meio ambiente. Os impactos variam muito de acordo com o local das instalações, o arranjo das torres e as especificações das turbinas. Apesar de efeitos negativos, como alterações na paisagem natural, esses impactos tendem a atrair turistas, gerando renda, emprego, arrecadações e promovendo o desenvolvimento regional. Além que, a energia eólica complementa a hidráulica, pois os ventos costumam ser mais fortes nos períodos mais secos.

20 CONCLUSÃO Concluímos nesse trabalho, que o vento apresenta-se como uma fonte de energia natural que pode ser transformada em energia elétrica. Infelizmente seus custos para instalação são muito altos e as hidrelétricas também não tem gostado desta velha novidade. Mas, há vários países investindo neste tipo de energia, principalmente por ser uma fonte inesgotável e pelos benefícios que para o planeta. Este interesse pela energia eólica também tem aumentado nos últimos anos, principalmente depois do disparo do preço do petróleo, que não é uma fonte de energia renovável. Considerando o grande potencial eólico de várias regiões do Brasil, seria possível produzir eletricidade à partir do vento a um custo de geração inferior a U$50/mkw. Assim, o Brasil e o mundo precisa investir cada vez mais em soluções para contribuir e saber aproveitar de forma correta os benefícios naturais.


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