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UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE. Bem vindo, Bem vinda!! Você vai navegar pelo tema QUEM SOMOS, DE ONDE VIEMOS, PARA ONDE VAMOS?, primeiro tópico.

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE

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3 Bem vindo, Bem vinda!! Você vai navegar pelo tema QUEM SOMOS, DE ONDE VIEMOS, PARA ONDE VAMOS?, primeiro tópico da Iª Unidade da Disciplina Introdução à Antropologia, ministrada pelo Prof. Márcio Caniello para o Curso de Ciências Sociais do CDSA no semestre Use as setas do cursor para transitar entre os slides. Clique nos ícones para acessar slides especiais (mapas e ilustrações) e para assistir a um vídeo (é necessário estar conectado à internet. Clique no ícone para voltar ao texto. Bom Trabalho...

4 UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO SEMI-ÁRIDO UNIDADE ACADÊMICA DE EDUCAÇÃO DO CAMPO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS SOCIAIS INTRODUÇÃO À ANTROPOLOGIA SEMESTRE Professor Dr. Márcio Caniello caniello.blogspot.com

5 QUEM SOMOS, DE ONDE VIEMOS, PARA ONDE VAMOS? Introdução à Antropologia – Prof. Dr. Márcio Caniello

6 Há um senso de identidade na raiz da personalidade humana (Clark, 1985: 24) O homem é um animal que reconhece a si próprio 1.A consciência especular: O exemplo do cão e do gato O espelho de Narciso 2.A consciência contrastiva: A carteira de identidade O indivíduo se identifica com seu grupo em oposição aos outros grupos. Múltiplas hierarquias de contraste / identidade Questão filosófica básica: Quem somos, de onde viemos e para onde vamos? A IDENTIDADE HUMANA Introdução à Antropologia – Prof. Dr. Márcio Caniello

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8 Conseqüências Criacionismo Geocentrismo e Antropocentrismo O Universo gira em torno do homem Albrecht Dürer ( ) A RESPOSTA RELIGIOSA Premissas A natureza fixa e imutável da criação Mundo divinamente ordenado Lugar especial e único do homem no Universo Introdução à Antropologia – Prof. Dr. Márcio Caniello

9 AS RESPOSTAS DA CIÊNCIA Introdução à Antropologia – Prof. Dr. Márcio Caniello

10 AS RESPOSTAS DA CIÊNCIA: A REVOLUÇÃO COPERNICANA Nicolau Copérnico Toruñ (Polônia), 19/02/1473 Contexto histórico: a Renascença Em 1529 circulava entre os astrônomos um manuscrito "Pequenos Comentários de Nicolau Copérnico em Torno de Suas Hipóteses sobre os Movimentos Celestes onde apresentava o sistema heliocêntrico como uma hipótese. Em 1539 um jovem astrônomo, Georg Joachim ( ), mais conhecido como Rheticus, tendo ouvido de Copérnico e suas teses, decidiu visitá-lo, e sua visita se estendeu por dois anos. Em 1540 Rheticus publica uma carta, Primeira Narrativa, a primeira forma acessível das idéias de Copérnico. Introdução à Antropologia – Prof. Dr. Márcio Caniello

11 COPÉRNICO: A TERRA GIRA EM TORNO DO SOL Em 1540 Rheticus enviou para publicação o livro completo de Copérnico, De Revolutionibus ("As Revoluções"), cujo primeiro exemplar chegou às mãos de Copérnico em seu leito de morte, em No livro Copérnico declarava que a Terra cumpria "uma revolução em torno do Sol, como qualquer outro planeta", como já haviam afirmado Pythagoras e Aristarchus de Samus, que Copérnico já tinha lido. Mas Copérnico desenvolveu a idéia matematicamente, construindo um sistema capaz de explicar as observações celestes, pelo menos tão precisamente como qualquer variação do sistema de Ptolomeu, e em muitos aspectos, muito mais simples. Este sistema só pôde ser provado pelas observações de Galileu das fases de Venus e dos satélites de Jupiter, mais de setenta anos depois. Fonte

12 AS RESPOSTAS DA CIÊNCIA: AS DESCOBERTAS DE GALILEU GALILEI Galileu Galilei Pisa (Itália), 15/02/1564 Contexto histórico: Mercantilismo / Inquisição 12/03/1610: publica Mensagem Celeste, com observações telescópicas sobre os satélites de Júpiter, confirmando as teses de Copérnico. 08/04/1610: Kepler publica Conversações com o Mensageiro Celeste, repercutindo o livro de Galileu Galilei e avalizando suas descobertas. Julho de 1610: Galileu Galilei é nomeado Primeiro Matemático da Universidade de Pisa. Dezembro de 1610: Galileu Galilei verifica que Vênus apresenta fases como a Lua, tornando falso o sistema geocêntrico de Ptolomeu, e provando que Vênus orbita o Sol. Introdução à Antropologia – Prof. Dr. Márcio Caniello

13 CIÊNCIA E RELIGIÃO: O DILEMA DE GALILEU GALILEI Em 1613 Galileu Galilei publica História sobre as manchas solares, argumentando que a existência das manchas demonstrava a rotação do Sol. 05/03/1616: O Santo Ofício coloca o Des Revolutionibus de Copérnico no INDEX, junto com todos livros que defendiam a teoria heliocêntrica. 21/02/1632: publica Diálogo dos Dois Mundos, em que refuta as objeções contra o movimento diário e anual da Terra, e mostra como o sistema de Copérnico explica os fenômenos celestes. 22/06/1633: O Santo Ofício proíbe o Diálogo e sentencia seu autor ao cárcere. Galileu Galilei, aos setenta anos, renega suas conclusões de que a Terra não é o centro do Universo e imóvel. Introdução à Antropologia – Prof. Dr. Márcio Caniello

14 CIÊNCIA E RELIGIÃO: O TRIUNFO (TARDIO?) DA RAZÃO Apesar de praticamente cego, completa o Discurso das Duas Novas Ciências, Mecânica e Dinâmica, contrabandeado para a Holanda, pois Galilei havia sido também proibido de contato público e publicar novos livros. O livro é publicado em Leiden em Faleceu em 8 de janeiro de 1642 em Arcetri, e está enterrado na Igreja da Santa Cruz, em Florença. Apenas em 1822 foram retiradas do INDEX as obras de Copérnico, Kepler e Galileu Galilei. Em 1980, o Papa João Paulo II ordenou um reexame do processo contra Galileu Galilei, o que eliminou os últimos vestígios de resistência, por parte da Igreja Católica, à revolução Copernicana. Introdução à Antropologia – Prof. Dr. Márcio Caniello

15 AS RESPOSTAS DA CIÊNCIA: A REVOLUÇÃO DARWINIANA Charles Darwin Nasc.: Shrewsbury, Inglaterra, 12/02/1809 Contexto histórico: a Revolução Industrial A Origem das Espécies, 1859 O Evolucionismo A Revolução Darwiniana Rejeição de conceitos filosóficos em favor da observação empírica e da experimentação; A consideração dos humanos como uma espécie animal. Os seres vivos mudam e evoluem ao longo do tempo. Introdução à Antropologia – Prof. Dr. Márcio Caniello

16 As espécies evoluem por meio de seleção natural – Condições: Reprodução Hereditariedade Variação interna nas espécies Competição O EVOLUCIONISMO DARWINISTA Os indivíduos mais bem adaptados à aquisição de recursos necessários à sobrevivência e à reprodução deixarão mais filhos, e esses filhos portarão a característica do genitor que lhes conferiu essa vantagem competitiva (Foley, 2003: 44) Introdução à Antropologia – Prof. Dr. Márcio Caniello

17 SELEÇÃO NATURAL: UM EXEMPLO INSTRUTIVO Um dos exemplos mais bem comprovados da Seleção Natural em ação é a famosa história das mariposas de áreas industriais da Inglaterra. Em um certa espécie desses animais, Biston betularia, os espécimes escuros costumar ser mais fortes e resistentes que os claros. Porém, nas regiões não poluídas, com troncos de árvores claros eles são mais visíveis aos pássaros e assim, facilmente capturados. Nessas regiões os indivíduos mais claros conseguem se mimetizar entre os troncos. Em compensação, nas áreas industriais onde os troncos de árvores foram enegrecidos pela poluição, o quadro muda de figura. Dessa vez as mariposas escuras que conseguem se mimetizar e as mais claras são facilmente capturadas. Fonte / Consequentemente é fácil perceber que a predominância das mariposas escuras é um fenômeno recente, mas não a sua existência. Elas surgiram provavelmente como uma mutação há milhares ou milhões de anos atrás, apenas não duravam muito tempo a ponto de gerar mais descendentes que as brancas. Vale lembrar que esse caso também mostra que uma mutação sozinha não representará automaticamente a evolução dessa espécie. Ela precisa trabalhar em parceria com a Seleção Natural, que agirá quando certas condições acontecerem. No nosso caso, foi a Revolução Industrial que trouxe consigo a poluição e consequente escurecimento das árvores.

18 A ESPÉCIE HUMANA O que significa ser um homem em vez de qualquer outra forma de primata? (Clark, 1985: 24) DNA: toda matéria viva compartilha de determinadas características (Foley, 2003: 47) Os humanos são apenas uma espécie numa família que inclui até 20 espécies, numa ordem que contém 20 ou mais famílias vivas e muitas outras já extintas. E essa ordem (os primatas) é apenas uma das mais de 25 ordens de mamíferos (Foley, 2003: 47) A identidade biológica do homem Reino: Animal Filo: Vertebrados Classe: Mamíferos Ordem: Primatas Família: Hominídeos Gênero: Homo Espécie: Homo sapiens sapiens Introdução à Antropologia – Prof. Dr. Márcio Caniello

19 O QUADRO DE EVOLUÇÃO DA VIDA NO PLANETA Introdução à Antropologia – Prof. Dr. Márcio Caniello

20 PERIODICIZAÇÃO GEOLÓGICA E PALEONTOLÓGICA DA TERRA ERA/PERÍODOINÍCIO (AP)FIM (AP)DURAÇÃO% PRÉ-CAMBRIANO ,00% AZÓICO ,33% PALEOZÓICO ,33% VENDIANO ,33% PALEOZÓICO ,96% CAMBRIANO ,89% ORDOVICIANO ,67% SILURIANO ,38% DEVONIANO ,02% MEZOZÓICO ,60% CARBONÍFERO ,60% PERMIANO ,00% TRIÁSSICO ,82% JURÁSSICO ,40% CRETÁCEO ,78% CENOZÓICO Presente ,44% TERCIÁRIO ,41% QUATERNÁRIO Presente ,04%

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22 Período de grandes transformações, inclusive da crosta terrestre Fauna Ediacariana: fósseis de corpo mole achados na Austrália MISTÉRIO: Seriam os primeiros animais a aparecerem na Terra ou apenas liquens? MISTÉRIO: Desapareceram completamente do registro fóssil e não deixaram descendentes O aparecimento da Fauna Ediacariana e da Biota Cambriana são dois eventos independentes e ambos eclodiram repentinamente em estado completo Período Azóico 4,5 – 3 Bilhões AP (33%) Formação da crosta terrestre Período Paleozóico 3 Bilhões – 600 Milhões AP (53%) Extensa atividade de formação de montanhas Período de aparecimento de bactérias, plâncton e algas azuis, primeiras formas de vida no planeta Com a multiplicação das algas azuis (microorganismos autotróficos, que se alimentam através da fotossíntese), há um grande aumento de oxigênio na Terra, propiciando a explosão da vida no planeta Período Vendiano 600 – 540 Milhões AP (1%) O PRÉ-CAMBRIANO 4,5 Bilhões – 540 Milhões AP 88% da História da Terra 3,96 Bilhões de Anos

23 A superfície terrestre há 600 milhões de anos O PRÉ-CAMBRIANO Período Paleozóico 3 Bilhões – 600 Milhões AP

24 A superfície terrestre há 540 milhões de anos O PRÉ-CAMBRIANO Período Vendiano 600 – 540 Milhões AP

25 Alguns dos mais primitivos animais multicelulares, membros da fauna Ediacariana, de cerca de 570 Milhões AP: cnidários ou celenterados como as águas-vivas (Charnodiscus, Ediacaria, Kimberella), vermes (Spriggina, Dickensonia), possivelmente equinodermas (Tribrachidium ) e artrópodes (Parvancorina). Imagem de um diorama do Museu Nacional de História Natural, Smithsonian Institution. Charnodiscus Ediacaria Kimberella Dickensonia Spriggina Tribrachidium

26 Mares rasos cobrem grande parte da Terra e liquens começam a se adaptar à vida na terra Evolução e diversificação dos trilobitas. É o período dos equinodermas Braquiópodes (conchas brancas) são os mais abundantes restos de invertebrados encontrados em sedimentos orduvicianos. Aparecimento dos cefalópodes, ancestrais da sépia No final do Orduviciano, 85% das espécies desapareceram na primeira grande extinção em massa Período Orduviciano 500 – 425 Milhões AP Um período de explosão da vida Aparecimento de animais com exoesqueleto e de muitos animais invertebrados Um planeta em movimento 510 Milhões AP – Aparecimento dos primeiros vertebrados – peixes sem mandíbula. A atual lampréia é uma espécie cambriana Fauna Cambriana – 530 Milhões AP (Chengiiang – China) Ecossistema Cambriano – 510 Milhões AP (Burgess Shale – Colúmbia Britânica) Período Cambriano 540 – 500 Milhões AP O PALEOZÓICO 540 – 362 Milhões AP 3,96% da História da Terra 178 Milhões de Anos

27 A superfície terrestre há 500 milhões de anos O PALEOZÓICO Período Cambriano 540 – 500 Milhões AP

28 A superfície terrestre há 470 milhões de anos O PALEOZÓICO Período Orduviciano 500 – 425 Milhões AP

29 A EXPLOSÃO CAMBRIANA No fim do Cambriano, haviam surgido todas as principais linhagens de animais cujos descendentes povoam o Mundo atualmente. Toda essa diversidade eclodiu no mar, pois ainda não havia nenhuma forma de vida terrestre.

30 Estes são os mais antigos fósseis de animais já encontrados. Paleontologistas identificaram mais de 100 espécies de trilobitas, vermes, esponjas e vários ancestrais de crustáceos, aracnídeos, insetos e vertebrados primitivos, bem como muitos organismos que não puderam ser identificados. (530 Milhões AP)

31 Representação artística do ecossistema cambriano, onde se observa a presença de esponjas, cnidários, vermes, trilobitas, escorpiões do mar, entre outros animais (510 Milhões AP).

32 Trilobitas Braquiópodes Cefalópode (Nautilus) Equinodermas O PALEOZÓICO Período Orduviciano 500 – 425 Milhões AP

33 O panorama do planeta Aparecimento dos insetos Aparecimento de dois grupos de peixes com ossos, um deles ancestral de mais de 90% dos peixes atuais Aparecimento dos tubarões Aparecimento dos primeiros anfíbios O Acanthosthega – o elo entre os peixes e os répteis Período Devoniano 408 – 362 Milhões AP Evolução e diversificação dos cefalópodes. Aparecimento dos corais Aparecimento de peixes com mandíbula No final do período Siluriano, pântanos e charcos vizinhos ao mar eram ocupados por uma vegetação baixa composta pelas mais primitivas formas de plantas vasculares, que se reproduziam como as samambaias Ambiente marinho no Siluriano Período Siluriano Milhões AP O PALEOZÓICO 540 – 362 Milhões AP 3,96% da História da Terra 178 Milhões de Anos

34 A superfície terrestre há 430 milhões de anos O PALEOZÓICO Período Siluriano Milhões AP

35 A superfície terrestre há 370 milhões de anos O PALEOZÓICO Período Devoniano 408 – 362 Milhões AP

36 O PALEOZÓICO Período Siluriano Milhões AP

37 O PRIMEIRO ANFÍBIO O PALEOZÓICO Período Devoniano Milhões AP Um osso fossilizado de Eusthenopteron de 365 milhões de anos foi achado em Ele pertenceu à primeira criatura capaz de se apoiar em suas patas, um passo evolutivo fundamental para os animas se moverem do mar à terra seca. Essa criatura de quatro patas tinha um úmero, osso muito diferente das barbatanas dos peixes, que o dotou de uma importante nova habilidade – ele podia levantar seu corpo como um atleta fazendo flexão de braços

38 Este é um animal chamado Eusthenopteron, que era mais que um peixe mas menos que um anfíbio. Provavelmente foi a primeira criatura que se arrastou pela terra há 380 milhões de anos atrás.

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40 Na medida em que o meio-ambiente tornava-se mais seco e quente, os anfíbios primitivos vão sendo extintos e os répteis, como os Pelicossauros, se disseminam pelo planeta Panorama do Permiano O final do período Permiano é marcado pela segunda extinção em massa, esta de proporções nunca antes vistas, onde 95% da vida na Terra desapareceu, incluindo os trilobitas e os escorpiões marinhos Período Permiano 290 – 245 Milhões AP Florestas cobrem toda a superfície terrestre, cujos restos depositados no solo formaram a maioria dos depósitos de carvão mineral e petróleo atuais Aparecimento das plantas com sementes – gimnospermas Aparecimento de insetos com asas. Disseminação dos cotilossauros, um pequeno grupo de animais intermediário evolutivamente entre os anfíbios e os répteis, que se reproduziam através de ovos Período Carbonífero Milhões AP O MESOZÓICO 362 – 65 Milhões AP 6,6% da História da Terra 297 Milhões de Anos

41 A superfície terrestre há 300 milhões de anos O MESOZÓICO Período Carbonífero Milhões AP

42 A superfície terrestre há 260 milhões de anos O MESOZÓICO Período Permiano 290 – 245 Milhões AP

43 Fósseis do Glossopteridales, um grupo extinto de gimnospermas que apareceu no fim do carbonífero no continente ao sul do mundo conhecido como Gondwana. O MESOZÓICO Período Carbonífero Milhões AP

44 Os Cotilossauros foram animais pré-históricos que ainda não eram répteis, mas sim reptiliomorfos. Os cotilossauros viveram do período carbonífero ao período triássico. Neste grupo, encontravam-se repteis que possuíam características de anfíbios e de repteis também, seu tamanho era variado, entre 0,30cm e 1,5 metros. Eventualmente, acredita-se que eles deram origem aos répteis, e mais tarde aos mamíferos e aves.

45 O MESOZÓICO Período Permiano Milhões AP

46 Os pelicossauros (do latim científico Pelycosauria) constituíram uma ordem de sinapsídeos de tamanho médio a grande (até 3 metros ou mais), pertencente à classe Synapsida, que incluía também a ordem Therapsida (terapsídeos). Os pelicossauros são ancestrais distantes dos mamíferos, já que deles descenderam os ancestrais imediatos dos mamíferos, os terapsídeos. O dimetrodonte não era um dinossauro, apesar de ser popularmente agrupado com eles. Fósseis de dimetrodontes foram encontrados na América do Norte e Europa, bem como uma importante descoberta de pegadas de Dimetrodonte no sul do Novo México.

47 Panorama da Terra Aparecimento das angiospermas (plantas com flores) Árvores lenhosas paulatinamente substituem as coníferas, propiciando frutas, flores e néctar como novas fontes de alimento, o que causou grandes mudanças da vida na Terra Aparecimento de mamíferos carnívoros No final do Cretáceo (K-T), há outra extinção em massa; 75% dos animais e plantas desapareceram Período Cretáceo 145 – 65 Milhões AP Panorama da Terra Aparecimento dos dinossauros Aparecimento dos mamíferos Período Triássico Milhões AP O MESOZÓICO 362 – 65 Milhões AP 6,6% da História da Terra 297 Milhões de Anos Período Jurássico 208 – 145 Milhões AP Panorama da Terra A Era dos Dinossauros Aparecimento das aves O Archaeopteryx lithographica, elo evolutivo entre os répteis e os pássaros

48 A superfície terrestre há 240 milhões de anos - PANGÉIA O MESOZÓICO Período Triássico Milhões AP

49 O MESOZÓICO Período Triássico Milhões AP

50 O MESOZÓICO: ANIMAIS DO PERÍODO TRIÁSSICO Milhões AP Scaphonyx fischeri, um rincossaurídeo Staurikosaurus pricei, um dinossauro primitivo Prestosuchus chiniquensis, um crocodilomorfo

51 O MESOZÓICO Período Triássico Milhões AP Reconstituição do Megazostodonte – o primeiro mamífero

52 A superfície terrestre há 170 milhões de anos O MESOZÓICO Período Jurássico Milhões AP

53 O MESOZÓICO Período Jurássico Milhões AP

54 O MESOZÓICO Período Jurássico Milhões AP A Era dos Dinossauros

55 O MESOZÓICO Período Jurássico Milhões AP A Evolução das Aves

56 O MESOZÓICO Período Jurássico Milhões AP

57 A superfície terrestre há 105 milhões de anos O MESOZÓICO Período Cretáceo Milhões AP

58 Início do Cretáceo O MESOZÓICO Período Cretáceo Milhões AP Final do Cretáceo

59 O MESOZÓICO Período Cretáceo Milhões AP a) Archaefructus liaoningensis, a mais antiga angiosperma conhecida, identificada no nordeste da China; b) Reconstrução de Archaefructus liaoningensis; c) Flor fóssil do Cretáceo inferior da Inglaterra, com sépalas e pétalas muito reduzidas; d) Nympheacea fóssil do Cretáceo de Portugal. Reconstrução do pendão dos frutos da Lesqueria elocata

60 O MESOZÓICO Período Cretáceo Milhões AP Mamíferos carnívoros, como o Repenomamus começam a sair das sombras. Um fóssil completo deste animal foi achado na base da Formação Yixian, no nordeste da China.

61 A superfície terrestre há 65 milhões de anos (evento K-T) O MESOZÓICO Período Cretáceo Milhões AP

62 Período caracterizado por quatro eras glaciais, separadas por períodos interglaciais mais quentes Surgimento da megafauna Separação da Pangéia, o que ocasionou o isolamento de várias espécies pelos continentes, como na Austrália e Madagascar. Período Quaternário 1,64 Milhões AP – Presente Período dividido em épocas: Paleoceno, Eoceno, Oligoceno, Mioceno e Plioceno. A Era Cenozóica foi marcada pelo aparecimento de 28 ordens de mamíferos, 16 das quais ainda vivem, por isso é denominada de a Idade dos Mamíferos No paleoceno e no eoceno viveram mamíferos de tipo arcaico que no fim do Eoceno e no Oligoceno foram substituídos, exceto na América do Sul, pelos ancestrais dos mamíferos modernos. Período Terciário 65 – 1,64 Milhões AP O CENOZÓICO 65 Milhões AP – Presente 1,44% da História da Terra 65 Milhões de Anos O Gênero Homo surge no final do Período Terciário do Cenozóico

63 A superfície terrestre há 50 milhões de anos – Eoceno O CENOZÓICO Período Terciário 65 – 1,64 Milhões AP

64 A superfície terrestre há 35 milhões de anos – Oligoceno O CENOZÓICO Período Terciário 65 – 1,64 Milhões AP

65 A superfície terrestre há 20 milhões de anos – Mioceno O CENOZÓICO Período Terciário 65 – 1,64 Milhões AP

66 Smilodon, popularmente conhecido como Tigre-dentes-de- sabre. O primeiro fóssil deste felino foi encontrado em Lagoa Santa (MG) por Peter W. Lund em Hyracotherium, o mais antigo membro da família dos cavalos O CENOZÓICO Período Terciário 65 – 1,64 Milhões AP Brontotherium, um ancestral dos rinocerontes

67 A superfície terrestre há 50 mil anos – Pleistoceno O CENOZÓICO Período Quaternário 1,64 Milhões AP – Presente

68 VARIAÇÃO DA TEMPERATURA DA ATMOSFERA DESDE 400 MIL ANOS ATRÁS (Estação Antártica Vostok) No Quaternário, a Terra sofre alterações de temperatura a cada anos, configurando os períodos glaciais com os períodos interglaciais. Isto deve-se ao movimento de excentricidade da Terra

69 Obliqüidade : mudança na inclinação do eixo da Terra. Esta inclinação varia de 21,5º a 24,5º. A inclinação atual é de 23,5º. Período: anos. Estações mais ou menos intensas. Excentricidade : é o que deixa a órbita da Terra mais ou menos elíptica. Período: a anos. Precessão : mudança na orientação do eixo rotacional da Terra. Período: anos. ALGUNS MOVIMENTOS DA TERRA

70 Mamute A Preguiça Gigante (Megatério), muito comum na América do Sul O CENOZÓICO Período Quaternário 1,64 Milhões AP – Presente Representante da Megafauna australiana Megatério e Gliptodonte (Tatu Gigante)

71 A superfície terrestre atual O CENOZÓICO Período Quaternário 1,64 Milhões AP – Presente

72 A ESPÉCIE HUMANA E O QUADRO DE EVOLUÇÃO DO PLANETA Introdução à Antropologia – Prof. Dr. Márcio Caniello

73 A HUMANIDADE NO QUADRO DA EVOLUÇÃO DO PLANETA 4,5 bilhões de anos: Formação da crosta terrestre 1 bilhão de anos: Primeiras algas azuis 500 milhões de anos: Primeiros invertebrados 400 milhões de anos: Primeiras plantas terrestres e primeiros peixes 350 milhões de anos: Primeiros répteis 225 milhões de anos: Primeiros dinossauros 220 milhões de anos: Primeiros mamíferos 70 milhões da anos: Extinção dos dinossauros e aparecimento das aves; Introdução à Antropologia – Prof. Dr. Márcio Caniello

74 70 milhões de anos: Início da Idade dos Mamíferos 65 milhões de anos: Primeiros primatas 40 milhões de anos: Primeiros antropóides 15 milhões de anos: Cisão entre macacos e hominídeos (estimativa) 12 milhões de anos: Ramapitecus (o primeiro hominídeo) 5 milhões de anos: Mais antigos fósseis humanos conhecidos 3 milhões de anos: Homo habilis 1 milhão de anos: Homo erectus 100 mil anos: Homo sapiens A HUMANIDADE NO QUADRO DA EVOLUÇÃO DO PLANETA Introdução à Antropologia – Prof. Dr. Márcio Caniello

75 A EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE EM UM ANO É 1º de Janeiro, dia do nascimento do primeiro Homem (Homo habilis). Seu território vai restringir-se à África até o fim de junho. O Homo Erectus nasceu também na África, no meio do mês de abril. Eles chegaram às portas da Europa no início de maio. Um dentre eles, o Homem pré-neardertalense de Tatavel, o mais antigo da França, só aparece no final de outubro. Em meados de dezembro, extinguem-se os últimos Erectus. Assim, o Homem de Neandertal e o Homo sapiens arcaico assumem bastão da evolução. O Homo sapiens sapiens, nosso ancestral imediato, não faz sua entrada antes do dia do Natal. Nesta escala, a História, com a invenção da escrita, começa no dia de São Silvestre, 31 de dezembro, por volta do meio dia. (Delluc, 2003: 14) Introdução à Antropologia – Prof. Dr. Márcio Caniello

76 O HOMEM NO QUADRO DA EVOLUÇÃO DOS PRIMATAS Introdução à Antropologia – Prof. Dr. Márcio Caniello

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78 A EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE Introdução à Antropologia – Prof. Dr. Márcio Caniello

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80 O BERÇO DA HUMANIDADE Homo habilis, o primeiro construtor de instrumentos 2,5 a 3 milhões de anos atrás Introdução à Antropologia – Prof. Dr. Márcio Caniello

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82 A DISPERSÃO DO HOMO ERECTUS 1 milhão de anos antes do presente Introdução à Antropologia – Prof. Dr. Márcio Caniello

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84 Introdução à Antropologia – Prof. Dr. Márcio Caniello A EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE

85 Liberação dos membros dianteiros da função de locomoção Mãos livres para executar tarefas antes feitas pela boca Redução dos caninos e aligeiramento da mandíbula Equilíbrio da cabeça sobre a coluna vertebral Aldegaçamento da musculatura do pescoço Fabricação de instrumentos CULTURA ADAPTAÇÃO EXÓGENA ANDAR ERETO AUMENTO DO CÉREBRO VISÃO ESTEREOSCÓPICA POLEGAR OPOSITOR ADAPTAÇÃO ENDÓGENA LUTA PELA SOBREVIVÊNCIA MUDANÇAS AMBIENTAIS Simbolização Linguagem Introdução à Antropologia – Prof. Dr. Márcio Caniello

86 EVOLUÇÃO ENDÓGENA A MARCHA DA EVOLUÇÃO Introdução à Antropologia – Prof. Dr. Márcio Caniello

87 A MARCHA DA EVOLUÇÃO EVOLUÇÃO EXÓGENA Introdução à Antropologia – Prof. Dr. Márcio Caniello

88 EM SUMA... Introdução à Antropologia – Prof. Dr. Márcio Caniello


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