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1.Parusia (8 slides) 2.Ressurreição (10 slides) 3.Morte (13 slides) 4.Céu (16 slides) 5.Inferno (9 slides) 6.Purgatório (12 slides) Aulas previstas: Escatologia.

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1 1.Parusia (8 slides) 2.Ressurreição (10 slides) 3.Morte (13 slides) 4.Céu (16 slides) 5.Inferno (9 slides) 6.Purgatório (12 slides) Aulas previstas: Escatologia Aula 5 Inferno

2 1 / 9 A.AT: revelação progressiva desde o sheol, onde estão tanto justos como injustos, até ao sheol onde há graus (os ímpios estão no mais profundo do sheol ). B.NT: 23 ocasiões nas quais o Evangelho se re- fere ao fogo do inferno. Muitas expressões: gehenna, abismo, forno de fogo, trevas exterio- res, etc. Inferno João Paulo II (28.VII. 99) João Paulo II (28.VII. 99): As imagens com as quais a Sagrada Escritura nos apresenta o inferno devem interpretar-se correctamen- te. Expressam a completa frustração e vacuidade de uma vida sem Deus. O inferno, mais que um lugar, indica a situação em que acaba por encontrar-se quem livre e definitivamente se afasta de Deus, manancial de vida e alegria. Rom 6, 4 Rom 6, 4: vínculo entre o Baptismo e a Ressurreição.

3 2 / 9 A sua existência é ensinamento cons- tante dos Padres e dos símbolos de fé. (Só alguns gnósticos falam de aniquila- ção dos que não se salvam. Actualmen- te repetido pelos adventistas e pelas Tes- temunhas de Jeová). Verdade definida também em vários Con- cílios: IV Latrão (1215) (eternidade das penas), II Lion (1274) e Florença (1439) (conde- nação depois da morte). Benedictus Deus (1336): Definimos que, segundo a disposição geral de Deus, as almas dos que morrem em pecado mortal descem, depois da sua morte, ao inferno, onde são atormentados com penas infernais. Inferno

4 3 / 9 Inferno A existência de um castigo eter- no já está revelada no AT. João Baptista e Jesus serviram- -se de algumas expressões do AT. Ex.: o seu verme não morrerá, Is 66, o seu fogo não se apagará (Is 66, 24Mc 9, 49 24; Mc 9, 49). No NT o carácter definitivo da exclusão do céu apa- rece em muitas passagens. Constantinopla (543) O Magistério definiu a eternidade do inferno já no Sínodo de Constantinopla (543), IV Latrão(1215), e, depois, em IV Latrão (1215), sem contar os símbolos de fé. Repetiu-o recentemen- Lumen gentium (c.7)Profissão de fé (1968) te a Const. Lumen gentium (c.7), Paulo VI na sua Profissão de fé (1968) e o Catecis- mo da Igreja Católica ( ).

5 4 / 9 Inferno A sua Verdade é ensinada pela Revelação e definida como dogma de fé pelo Magistério. Há dois tipos de penas no inferno: a pena de dano e a de sentido.

6 5 / 9 Inferno CCE 1033 CCE 1033 : Morrer em pecado mortal sem arrependimento e sem dar acolhimento ao amor misericordioso de Deus, significa per- manecer separado dEle para sempre, por nossa própria livre escolha. CCE 1035 CCE 1035 : a principal pena do inferno consiste na separação eterna de Deus. Supõe para sempre desesperação, vazio e contradição interiores (solidão e ódio), privação da companhia da Hu- manidade Santíssima do Senhor, da Virgem, dos Anjos e dos Santos, e não alcançar jamais a glória do corpo. Pena de dano

7 6 / 9 Inferno O pecado mortal traz consigo não só o afastamento de Deus, mas também o relacionar-se de maneira desordenada com as criaturas. Pena de sentido, 1 A esta segunda desordem corresponde a pena de sentido. O Evangelho refere-se com frequência a ela.

8 7 / 9 Inferno Santos Padres : este suplício sensível atormenta já agora os demónios e as almas condenadas. Doutrina católica: é um fogo eterno, difícil de explicar. Seria instrumento da justiça divina, que lhe confere com a sua omnipotência o poder actuar sobre os espíritos. Dores proporcionadas à gravidade dos pecados cometidos.

9 8 / 9 Inferno 1. Deus apostou seriamente na liberdade do homem ; Ter em conta: 2. Não sabemos o que sucede entre Deus e a alma ; 3. Propriamente é o homem que escolhe sepa- rar-se de Deus; 4. Problema da reparação das injustiças na terra e o da justiça infinita de Deus ; 5. Carácter de advertência medicinal que tem a revelação de Cristo sobre a existência do inferno. Mas não simples ameaças : quem é a própria Verdade não se serve da mentira para salvar.

10 9 / 9 Ficha técnica Bibliografia Estes Guiões são baseados nos manuais da Biblioteca de Iniciación Teológica da Editorial Rialp (publicados em português pela editora Diel – Slides Originais - D. Serge Nicoloff, disponíveis em (Guiones doctrinales actualizados) Tradução para português europeu - disponível em inicteol.googlepages.com


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