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ARTEMIR BEZERRA - Elaboração: Artemir Bezerra -. PORQUE REALIZAR AS MEDIDAS? - Elaboração: Artemir Bezerra -

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Apresentação em tema: "ARTEMIR BEZERRA - Elaboração: Artemir Bezerra -. PORQUE REALIZAR AS MEDIDAS? - Elaboração: Artemir Bezerra -"— Transcrição da apresentação:

1 ARTEMIR BEZERRA - Elaboração: Artemir Bezerra -

2 PORQUE REALIZAR AS MEDIDAS? - Elaboração: Artemir Bezerra -

3 Erros nas medidas está entre as principais causas de inadaptações com óculos. Na prática, os vendedores não dispensam a verdadeira importância para as medidas. - Elaboração: Artemir Bezerra -

4 AS CONSEQUÊNCIAS Os Ópticos devem lembrar-se que não é só o usuário dos óculos que fica no prejuízo. Todo o mercado padece. - Elaboração: Artemir Bezerra -

5 As principais medidas quando erradas podem causar grandes queixas dos usuários como ASTENOPIA e outros. - Elaboração: Artemir Bezerra -

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7 1. DNPS DE LONGE; 2. DNPS DE PERTO; 3. A.C.O. OU C.O.; 4. ALT. DE PELÍCULA; 5. CONVERGÊNCIA; 6. ÂNGULO PANTOSCÓPICO; 7. DISTÂNCIA VÉRTICE. - Elaboração: Artemir Bezerra -

8 1. D.N.P. DE LONGE DISTÂNCIA NASO- PUPILAR - Elaboração: Artemir Bezerra -

9 Empregue sempre equipamento adequado; Realizar sempre em função do reflexo corneano; Levar em conta a influência da convergência; Realizar a medida monocularmente; - Elaboração: Artemir Bezerra -

10 Ao realizar a medida com escala, use uma lanterna. Fazer no mínimo duas medidas do mesmo cliente; Não desconsiderar 0,5 mm; Sempre anotar separadamente; - Elaboração: Artemir Bezerra -

11 VAMOS VER O EFEITO PRISMÁTICO GERADO EM CONSEQUÊNCIA DE ERROS NAS DNPS: EX.: 1. DIOPTRIA: + 0,75DE ERRO DE 2 MM NA DNP FÓRMULA : ∆ = D X DS / 10 ∆ = 0,75 X 2 10 = 0,15 ∆ - Elaboração: Artemir Bezerra -

12 EX.: 2. DIOPTRIA: + 5,5DE ERRO DE 2 MM NA DNP FÓRMULA : ∆ = D X DS / 10 ∆ = 5,5 X 2 10 = 1,1 ∆ - Elaboração: Artemir Bezerra -

13 A conclusão que chegamos após estes dois exemplos é que, quanto maior a dioptria do usuário, menor a tolerância de erros nas DNPs. Por isso orientamos que os vendedores, nos casos de dioptrias médias e altas, repita as medidas do mesmo usuário para diminuir as chances de erros. - Elaboração: Artemir Bezerra -

14 ATENÇÃO! Casos de nistagmos, estrabismos e/ou outros, merecem uma atenção maior dos profissionais. - Elaboração: Artemir Bezerra -

15 DISTÂNCIA NASO- PUPILAR 2. D.N.P. DE PERTO - Elaboração: Artemir Bezerra -

16 Evite seguir as “tabelas” já conhecidas. Caso necessite das D.N.P.s de perto, faça-as. A maioria das pessoas convergem 2,5 mm para cada olho. - Elaboração: Artemir Bezerra -

17 3. A.C.O. OU C.O. ALTURA DE CENTRO ÓPTICO - Elaboração: Artemir Bezerra -

18 Medida realizada mesmo nas lentes mono; Realizada separadamente para cada olho; Vendedor e cliente na mesma altura; Armação totalmente ajustada; Altas potências dióptricas, lentes progressivas e lentes asféricas merecem maior atenção dos profissionais. - Elaboração: Artemir Bezerra -

19 Para verificarmos os efeitos prismáticos gerados em função de erros nas medidas de C.O. utilizamos a fórmula do prisma: - Elaboração: Artemir Bezerra - Δ = D x DS 10

20 4. ALTURA DE PELÍCULA MEDIDA REALIZADA EM FUNÇÃO DO LIMBO. - Elaboração: Artemir Bezerra -

21 PELÍCULA DOS BIFOCAIS A altura da película nos bifocais é medida a partir de 1 mm abaixo do limbo, até o aro inferior interno da armação. Caso não seja possível visualizar o limbo inferior do cliente, faz-se em função da pálpebra. - Elaboração: Artemir Bezerra -

22 PELÍCULA DOS BIFOCAIS

23 - Elaboração: Artemir Bezerra - CORRETOERRADO

24 5. CONVERGÊNCIA - Elaboração: Artemir Bezerra -

25 CONVERGÊNCIA Capacidade que os olhos possuem de desviarem para nasal a fim de focalizarem objetos em distância próxima. Um usuário de lentes progressivas necessita de convergência adequada para uma perfeita adaptação com as lentes. - Elaboração: Artemir Bezerra -

26 Alguns profissionais, ao constatarem um usuário com insuficiência de convergência, montam as lentes na armação com as DNPs de longe a mais, visando compensar o problema. CONVERGÊNCIA - Elaboração: Artemir Bezerra -

27 USUÁRIO DE PROGRESSIVA COM CONVERGÊNCIA INSUFICIENTE - Elaboração: Artemir Bezerra -

28 CONVERGÊNCIA A técnica tem seus críticos ferrenhos, porém, em baixas ametropias para longe, é possível conseguir êxito. - Elaboração: Artemir Bezerra -

29 MEDIR A CONVERGÊNCIA Medir o PPC (Ponto Próximo de Convergência) do usuário é a forma mais exata para constatar a insuficiência. Como este teste demanda um estudo mais adiante, indicamos que os vendedores meçam as DNPs de longe e de perto e verifiquem se a diferença de cada olho seja, de pelo menos, 2 mm. - Elaboração: Artemir Bezerra -

30 6. INCLINAÇÃO PANTOSCÓPICA

31 A inclinação é necessária, pois, a maior parte do uso da visão que fazemos é da linha do horizonte para baixo. INCLINAÇÃO PANTOSCÓPICA - Elaboração: Artemir Bezerra -

32 Nos casos de lentes progressivas e altas potências dióptricas, a inclinação pantoscópica torna-se mais importante. INCLINAÇÃO PANTOSCÓPICA - Elaboração: Artemir Bezerra -

33 7. DISTÂNCIA VÉRTICE - Elaboração: Artemir Bezerra - DV

34 A preocupação com a distância vértice deve ser maior nos casos de altas potências dióptricas. Em geral, DV menor proporciona ao usuário maior conforto com os óculos. - Elaboração: Artemir Bezerra - DISTÂNCIA VÉRTICE

35 OBRIGADO! M - Elaboração: Artemir Bezerra -


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