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Apostila 2013.  Equipe técnica Equipe técnica  O Judô no SPFC O Judô no SPFC  História do Judô História do Judô  glossário glossário  Arbitragem.

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1 Apostila 2013

2  Equipe técnica Equipe técnica  O Judô no SPFC O Judô no SPFC  História do Judô História do Judô  glossário glossário  Arbitragem Arbitragem  Filosofia do judô Filosofia do judô  Postura no DOJO Postura no DOJO  Go-Kyo no waza Go-Kyo no waza  Ne-Waza Ne-Waza  Shime-Waza Shime-Waza  Kansetsu-Waza Kansetsu-Waza  Mudança de Faixa Mudança de Faixa  Créditos Créditos Índice

3 O Judô no SPFC O setor foi idealizado no São Paulo na década de 60, por Salomão Menazi. Nos registros da Federação Paulista de Judô consta que sua filiação se deu dia 19 de março de Desde então, o Tricolor nunca deixou de participar de grandes competições. Hoje o clube oferece aulas para sócios de todas as idades, e conta com uma área de treinamento moderna, equipada com amortecedores no piso e tatames importados da mais alta qualidade.

4 Departamento de Judô Diretor André Luís Cipriani Coordenador Técnico Antônio Carlos Mesquita Professores Marco Aurélio Macedo de Almeida Alexandre Masato Torai

5 História do Judô Jigoro Kano, que era pequeno e fraco por natureza, começou a praticar o ju-jitsu aos 17 anos pelo propósito de não ser dominado por sua fraqueza física. Ele aprendeu atemi-waza (técnicas de percussão), e katame-waza (técnicas de domínio) do estilo ju-jitsu Tenjin-shin-yo Ryu e nague-waza (técnicas de arremesso) do estilo de ju-jitsu Kito Ryu. Baseado nestas técnicas ele aprofundou seus conhecimentos tomando como base a força e a racionalidade. Além disso, criou novas técnicas para o treinamento de esportes competitivos, mas também pelo cultivo do caráter. Adicionando novos aspectos ao seu conhecimento do tradicional ju- jitsu o professor Kano fundou o Instituto Kodokan, com a educação física, a competição e o treinamento moral como seus objetivos. Com o estabelecimento do dojô Kodokan, em 1882, e com 9 alunos, Jigoro Kano começou seus ensinamentos do judô. Ao redor do ano 20 da era Meiji (1887), o judô tinha dominado o ju-jitsu, que foi varrido de vários países. O princípio do "JU", do judô, passou a significar o mesmo que na frase "gentileza é mais importante que obstinação". Kano deixou como ensinamento que através do treinamento a pessoa deve se disciplinar, cultivar o seu corpo e espírito através das técnicas de ataque e defesa, fazendo engrandecer a essência do caminho. O melhor uso da energia e o bem estar mútuo são uma versão resumida dos ensinamentos de Jigoro Kano, que definiu como objetivo último do judô construir a perfeição de uma pessoa e beneficiar o mundo. Em 1904, Koma ao lado de Sanshiro Satake, saiu do Japão. Seguiram então para os Estados Unidos, México, Cuba, Honduras, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Equador, Peru (onde conheceram Laku, mestre em ju-jitsu que dava aulas para a polícia peruana), Chile, onde mantiveram contato com outro lutador, (Okura), Argentina (foram apresentados a Shimitsu) e Uruguai. Ao lado da troupe que a eles se juntou nos países sul-americanos, Koma exibiu-se pela primeira vez no Brasil em Porto Alegre. Seguiram depois para o Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Recife, São Luís, Belém (em outubro de 1915) e finalmente Manaus, no dia 18 de dezembro do mesmo ano, período que ficou no México. A primeira apresentação do grupo japonês em Manaus, intermediado pelo empresário Otávio Pires Júnior, em 20 de dezembro de 1915, aconteceu no teatro Politeama. Foram apresentadas técnicas de torções, defesas de agarrões, chaves de articulação, demonstração com armas japonesas e desafio ao público. Com o sucesso dos espetáculos, os desafios contra os membros da equipe multiplicaram. Aí começou a popularização do judô no Brasil.

6 Jigoro Kano Nascido em 28 de outubro de 1860, em Mikage, distrito de Hyogo, filho de Jirosaku Maresiba Kano, Jigoro Kano com apenas onze anos de idade transferiu-se para Kioto para estudar o idioma inglês, então indispensável para o progresso em qualquer sentido e que, possibilitou mais tarde tornar-se professor e tradutor dessa língua e ainda montar sua própria escola em Tóquio, o Kobunkan. Era de baixa estatura, medindo 1,50 metro e seu peso, proporcional a altura, não ia além de 50 quilos. Aos dezessete anos, teve o seu primeiro professor, mestre Fukuda, da escola Coração de Salgueiro, depois, mestre Iso, e ainda Iikugo. Buscou conhecimento também em outras escolas, para tanto estudando com rara persistência, o que lhe permitiu um pouco mais tarde formar um conjunto de técnicas, regras e princípios que viriam a se constituir o Judô que hoje conhecemos. Formado pela universidade Imperial de Tóquio, em Letras e Ciências Estéticas e Morais, no ano da sua formatura, 1882, funda sua escola, o Kodokan, na qual pretendeu impulsionar um novo método de luta, mais esportiva, mais intuitiva, mais segura e sem os segredos que impediam uma divulgação generalizada, para que todos pudessem usufruir, desde crianças até adultos de idade mais avançada. Sua vida não ficou conhecida, nem marcada e não atingiu as culminâncias só através do Jiu-Jitsu e do Judô, mas a sua cultura lhe possibilitou galgar altos postos no Ensino, no esporte e no governo de seu país. Foi professor, vice- presidente e reitor do Colégio dos Nobres, adido do ministro da Casa Imperial, conselheiro do ministro da Educação Nacional, diretor da Escola Normal Superior e, ainda, secretário da Educação Nacional.

7 Jigoro Kano Fundou sociedades e institutos para jovens e também o primeiro clube de Baseball do Japão. Editou revistas, viajou para a Europa e América do Norte em missão cultural. Foi ainda diretor da educação primária, presidente do Centro de Estudos das Artes Marciais e o primeiro Japonês a pertencer ao Comitê Olímpico Internacional e, ainda, presidente da Federação Desportiva do Japão. Notadamente, para quem como Kano introduziu também o desporto e a Educação Física no plano educacional do Japão, fato esse que já seria o suficiente para perpetuar seu nome como educador e como esportista. Leva Jigoro Kano o galardão de Pai da Educação Física do Japão. Ainda aluno do mestre Iikugo, Jigoro Kano inicia a montagem de sua escola, o Kodokan, em fevereiro de 1882 e para isso convidou alguns alunos do Colégio Gakushuin e da sua escola de inglês, o Kobunkan, vários dos quais alojou no templo de Eishosi e os mantinha às suas expensas. O primeiro aluno foi Tomita, que estava sempre a mão para Kano testar e aperfeiçoar as técnicas que desenvolvia. A Tomita seguiram-se Yamashita, Shiro Saigo, Yokoyama, Nagaoka, Higushi, Nakajima, Arima e Amano Kai, e ainda, segundo o mestre Terayama, Matsuoka, Ysso Gay Kaso, Tobata Nobutaro e Toko Sambo. O Kodokan crescia em tamanho, em virtudes e no respeito da sociedade e para que assim continuasse, foram instituídas algumas normas que os alunos prometiam seguir e por elas empenhavam sua palavra.

8 Glossário arigatô-gozaimashita Muito obrigado ashi pé ou perna ashi-waza Técnicas de perna atemi-waza arte de atacar os pontos vitais com o braço ou com o pé ayumi-ashi Passos normais ayumi-kata Maneira de andar bujutsu artes marciais butsukari método de treinar as projeções até o ponto de desfazer a posição do adversário sem o atirar realmente ao chão chugaeri cambalhota para frente usada para amortecer as quedas dan titular de um grau de cinturão negro dojô Local de prática de Judô eri gola e flanco fusegi defesa genki vigor, energia, vitalidade gomem Desculpa gonosen-no-kata demonstração preestabelecida de projeções e contra projeções goshi anca ou rim

9 Glossário Guruma roda Gyaku invertido, aplicado aos métodos de estrangulamento e imobilizações hajime Comece handori Treino livre hane saltar harai varrer ou ceifar hidari Esquerda hiki-wake empate hiza joelho ippon um ponto ganho jigo-tai Posição de defesa judô caminho suave judogui roupa de judô (quimono) judoca participante de judô ou judoista ju-no-kata demonstração dos princípios básicos executados em movimento lento kaeshi-waza técnica de contra ataque kake Projeção kangueiko Treino de inverno

10 Glossário kansetsu-waza Técnica de chaves kata sistema formal de exercícios preestabelecidos de ataque e defasa katame-no-kata demonstração do trabalho de base katame-waza arte da luta katsu método de reanimação keiko o treino, em oposição a competição kiai grito secreto emanado do baixo abdômen kime-no-kata métodos preestabelecidos de defesa e ataque ko pequeno kô-hai Inferiores kon-bon-wa Boa noite kon-niti-wa Boa tarde koshi-waza Técnicas de quadril kube pescoço kuzushi Desequilíbrio kyu grau de estudante kyusho ponto vital ma-sutemi-waza Sacrifício frontal

11 Glossário mate Pare migui Direita montei discípulo ou aluno mudansha qualquer aluno de judô abaixo do grau de cinturão negro nage projeção nage-waza arte da projeção ne-waza Técnicas de solo o grande (maior) obi faixa ohayô-gozaimasu Bom dia onegai-shimassu Por favor osaekomi Imobilização osaekomi-waza Técnica de imobilização arte de imobilizações randori treino ou exercício livre ryugei uma escola ou um sistema saika-tanden baixa abdômen sem pai Superiores sensei Professor

12 Glossário shiai Competição shihan mestre shime-waza Técnica de estrangulamento shinken luta a sério shisei posição ou atitude shizen-hontai Posição natural shizen-tai posição fundamental shobu competição sode manga soremade Terminou soto exterior suri-ashi Passos arrastados sutemi-waza Técnica de Sacrifício tachi-waza Técnica em pé tanden abdômen tatame espécie de colchão para pratica de judô te mão te-waza Técnicas de braço

13 Glossário tori o atacante, parceiro que faz a projeção tsugui-ashi Passos emendados método de se caminhar no judô tsukuri Preparo para desequilibrar o adversário antes da projeção tsurikomi puxão para cima na gola e na manga do adversário uchi interior ude braço uke o atacado ukemi queda amortecida ura para traz waza golpe ou técnica yakusoku Treino combinado yoko lado yoko-sutemi-waza Sacrifício lateral yudansha titular de um grau dan (faixa preta)

14 Vocabulário Técnico para competições Fusen-Gachi Vitória Por Ausência do Adversário Hajime Começar Hansoku-Gashi Vitória por desclassificação Hantei Em Julgamento (desempate) Hiki-Wake Empate Ippon Ponto completo Jikan Tempo Jogai Área de proteção Jonai Área de combate Kiken-Gachi Vitória por abandono Maitá Bater, desistir Makê Derrota Mate Parar de lutar, esperar Osaekomi Imobilização feita Rei Saudação, cumprimento Shidô Falta Sogo-Gachi Vitória com combinação

15 Vocabulário Técnico para competições Sonomama Não se movam Soremade Cessar, terminar Tatê Em pé, levantam-se Toketá Imobilização desfeita Wazári Quase ippon Wazári-Awasete-Ippon Das técnicas totalizam 1 ippon Yoshi Continuem Yusei-Gachi Vitória por superioridade

16 Filosofia do Judô O mestre Jigoro Kano (criador do caminho suave: o Judô) percebeu a necessidade da ética e da moral quando concebeu o processo pedagógico para ensinar o judô. Com o passar dos anos e o aperfeiçoamento do processo inicialmente concebido, é unânime afirmar que o judô é uma arte marcial formadora do caráter e bem vista por toda a sociedade. Sendo assim, enaltece-se o pioneirismo seguindo-o com o pensamento SHINGUITAI. SHIN : Espírito. GUI : Técnica TAI : Comportamento

17 Filosofia do Judô Judô prega paz, harmonia,cultura física e controle mental. Pois vejamos. Paz : Não treinamos para sair por ai batendo em todos ou falando a todos que somos judocas, pois não temos marcas,símbolos ou outra forma qualquer de nos identificar. Não procuramos brigas muito pelo contrario até as evitamos, e os que tem uma forma contraria a este comportamento são automaticamente excluindo do meio pois não se adaptam. Harmonia : Se um judoca sair de seu país de origem e viajar pelo mundo, visitando outras escolas de judô verá que em todos os lugares do mundo os ensinamentos serão os mesmos, e que ao se apresentar como um judoca será recebido com as maiores honras pois é um visitante um irmão que veio de longe Cultura Física : Sabemos que como todos os esporte, o judô não e uma exceção, ao treinarmos estamos fazendo exercícios, nos aquecemos antes de cada aula temos que cuidar de nossa alimentação, não exagerar com bebidas alcoólicas com noitadas e não fumar. Controle Mental : Se não o tivermos, como teremos os itens acima, e mais o judô sendo um esporte de contato físico, provoca muitas vezes hematomas, lesões, fraturas e mesmo assim ao terminarmos um treino, nós olhamos o nosso companheiro ou adversária(quando em um campeonato)e o abrasamos como se nada tivesse acontecido, pois ele não e nosso inimigo, porem ele esta ali para superar você usando de todos os meios possíveis para isso, menos e claro ferir você.Portanto não vejo outra forma de definir o judô a não ser um dos esportes mais completos que já vi.

18 Postura de um lutador de judô 1.Cumprimentar o local de treinamento antes de entrar para o treinamento e antes de sair após o treino. o mestre após entrar no local de treinamento e antes de sair do mesmo. 2.Não tirar o kimono dentro do local de treinamento. É uma atitude de respeito manter o kimono bem amarrado, limpo e em perfeito estado. 3.O local de treinamento não é uma cama ou um sofá. 4.Deve-se manter uma postura adequada quando sobre o mesmo. 5.Não brigar nunca. Lembrar que a arte ensinada é para defesa pessoal e só deve ser usada como último recurso. 6.Cumprimentar o companheiro de treino antes e após a luta, afinal ele está emprestando-lhe o corpo para que você possa realizar seu treinamento. 7.Nunca aplicar uma técnica se você sabe de antemão que irá machucar o companheiro ou adversário. 8.Só treinar as técnicas correspondentes à sua graduação.

19 Frases Pior do que não ter o que fazer é não fazer nada para ter Conhecer-se é dominar-se. Dominar-se é triunfar Quando o adversário parecer como uma montanha, avance com força de um oceano Quem teme perder, já está vencido Somente se aproxima da perfeição, quem a procura com constância, sabedoria e sobretudo com humildade Quando verificares, com tristeza, que não sabes nada, terás feito o seu primeiro progresso no aprendizado Nunca te orgulhes de ter vencido a um adversário; ao que venceste hoje, poderá derrotar-te amanhã A vitória que perdura é a que se conquista sobre a própria ignorância

20 Frases O judoca é o que possui inteligência para compreender aquilo que lhe ensinam, paciência para ensinar aquilo o que aprendeu aos seus semelhantes, e fé para acreditar naquilo que não compreende Saber cada dia um pouco mais e usa-lo todos os dias para o bem, esse é o caminho dos verdadeiros judocas não vive para servir não serve para viver O Judô é um buquê de todas essas flores. A meta final do Judô é o aperfeiçoamento do indivíduo por si mesmo, desenvolvendo um espírito que deve buscar a verdade através de esforço constante e da sua total abnegação, para contribuir na prosperidade e no bem estar da raça humana. Doutor Jigoro Kano Judô e o caminho para o uso da força espiritual e física. Esse treino, através da prática da defesa e do ataque, aperfeiçoa o corpo e o espírito, entrando na moral. Assim, pelo próprio aperfeiçoamento torna-se útil à humanidade que é o objetivo capital do Judô. Doutor Jigoro Kano

21 HAJIME hajime : sinal dado para início do combate

22 MATE mate : pára a disputa e também o tempo de competição, usado para quando um lutador sai da área de competição, comete uma falta, para arrumar o quimono ou em caso de ferimento

23 IPPON IPPON : comando dado para um ponto completo. Quando a queda ocorre com as costas em sua totalidade no tatame. Também é dado devido ao acúmulo de dois wazaris. É dado para o final de uma imobilização por mais de 20 segundos, e para finalização por estrangulamento ou chave de braço

24 WAZARI WAZARI : É quando um golpe quase perfeito, como quando o uke é projetado, cai com as costas no chão mas não com perfeição exigida pelo IPPON. Dois wazaris correspondem a 1 IPPON. É dado também para imobilizações de 15 a 19 segundos

25 YUKO YUKO : Quando o uke é projetado mas a queda ocorre lateralmente ou quando sofre uma imobilização por 10 a 14 segundos

26 OSAEKOMI OSAEKOMI : sinal dado para início de uma imobilização

27 TOKETA TOKETA : sinal dado informando que a imobilização não mais acontece.

28 Como sentar no Tatame Só há duas formas de se sentar em um tatame 1.Estas formas de sentar são as mais usuais nas academias durante as aulas, pois não são cansativas.

29 Como NÃO sentar no Tatame Em hipótese alguma faça isso pois alem de estar sendo desrespeitoso aos seus companheiros de academia esta desrespeitando os princípios do seu dojô.

30 Saudação A primeira coisa que se prende em um dojô são as saudações, pois é através delas que se demonstra o respeito ao seu local de treino e aos seus companheiros de treino, esta demonstração de cortesia e respeito mútuos são feitas nas seguintes circunstanciais. 1.antes de adentrar no dojô e ao sair do mesmo 2.diante do seu mestre, (quando mais senseis sempre o mais graduado em primeiro), antes de iniciar o treinamento e também no final do mesmo. 3.antes e depois de cada randori. obs.: todas as saudações devem ser feitas com convicção e respeito, pois se do contrário as mesmas não tem sentido.

31 Saudação Há duas formas de se fazer saudação ritsu-rei za-rei

32 Mudança de Faixa Para mudar de faixa o candidato deverá satisfazer todas as condições exigidas para os exames das faixas anteriores. Todos os exames obedecerão à programação específica à graduação do candidato, estabelecida pela comissão nacional de graus e pelo conselho nacional da superior graduação. Para que o candidato tenha direito a participar do Exame de Graduação, deverá:

33 Mudança de Faixa BRANCA para CINZA ( 7º kyu ) O candidato a exame à faixa cinza terá que apresentar as condições mínimas exigidas e noções básicas. Ter no mínimo 06 (seis) meses como faixa branca APRESENTAR O SEGUINTE: Posturas e pegadas; Tipos de saudações utilizadas no judô (); Maneira de sentar sobre tatame (); Tipos de amortecimentos de queda (); GOLPES De escolha dos professores CINZA ( 7ºkyu ) para AZUL ( 6º kyu ) O candidato a exame à faixa azul terá que apresentar as condições mínimas exigidas e noções técnicas básicas. Ter no mínimo 06 (seis) meses como faixa branca APRESENTAR O SEGUINTE: Postura e pegadas; Tipos de saudações utilizadas no judô (Regras); Tipos de amortecimentos de queda (); Projeções em pé de conformidade com o que for pedido; Tipos de imobilizações.

34 Mudança de Faixa AZUL ( 6º kyu ) para AMARELA ( 5º kyu ) O candidato a exame à faixa amarela terá que apresentar as condições mínimas exigidas e noções técnicas básicas. Ter no mínimo 06 (seis) meses como faixa Azul APRESENTAR O SEGUINTE: Tipos de passos durante a pratica do judô; Amortecimentos de quedas; tipos de projeções; Quatro tipos de imobilizações. ROLAMENTOS (04) Zempo Kaiten Ukemi Ushiro-ukemi Mae-ukemi Yuko-ukemi AMARELA ( 5º kyu ) para LARANJA ( 4º kyu ) O candidato a exame à faixa laranja terá que apresentar as condições mínimas exigidas e noções técnicas básicas. Ter no mínimo e 01 (um) ano como faixa amarela APRESENTAR O SEGUINTE: tipos de projeções; tipos de projeções combinadas; tipos de contra golpes; técnicas de KATAME-WAZA.

35 Mudança de Faixa LARANJA ( 5º kyu ) para VERDE ( 3º kyu ) O candidato a exame à faixa verde terá que apresentar as condições mínimas exigidas e noções técnicas básicas. Ter no mínimo e 1 (um) ano como faixa laranja APRESENTAR O SEGUINTE: tipos de projeções; tipos de projeções combinadas; tipos de contra golpes; técnicas de KATAME-WAZA. VERDE ( 3º kyu ) para ROXA ( 2º kyu ) O candidato a exame à faixa roxa terá que apresentar as condições mínimas exigidas e noções técnicas básicas. Ter no mínimo 13 (treze) anos de idade e 1 (um) ano como faixa verde APRESENTAR O SEGUINTE: Tudo o que foi apresentado para os exames anteriores; Go-kyo completo Shime Waza Kansetsu Waza

36 Mudança de Faixa ROXA (2º kyu ) para MARROM ( 1º kyu ) O candidato a exame à faixa marrom terá que apresentar as condições mínimas exigidas e noções técnicas básicas. Ter no mínimo 15 (quinze) anos de idade e 1 (um) ano como faixa roxa.

37 Ne – Waza (Imobilizações) TATE-SHIHO-GATAME KAMI-SHIHO-GATAME

38 Ne – Waza (Imobilizações) YOKO-SHIHO-GATAME HON-KESA-GATAME

39 Ne – Waza (Imobilizações) KUZURE-KESA-GATAME SANKAKU GATAME

40 Ne – Waza (Imobilizações) KATA-GATAME MAKURA-KESA-GATAME

41 Ne – Waza (Imobilizações) KAMI-SHIHO-GATAME USHIRO-KESA-GATAME

42 Kata Juji Shime

43 Nami Juji Shime

44 Gyaku Juji Shime

45 Okuri Eri Shime

46 Kataha Shime

47 Hadaka Shime

48 Sankaku Shime

49 Ude Gatame

50 Ude Garami

51 Juji Gatame

52 Hiza Gatame

53 Waki Gatame

54 Numeros 1- Iti 2- Ni 3- San 4- Shi 5- Go 6- Roku 7- Shiti 8- Hati 9- Kyu ou Ku 10- Jyu 11- Jyu Iti 12- Jyu Ni 13- Jyu San 14- Jyu Shi 15- Jyu Go 16- Jyu Roku 17- Jyu Shiti 18- Jyu Hati 19- Jyu Kyu 20- Ni Jyu 21- Ni Jyu Iti 22- Ni Jyu Ni 23- Ni Jyu San 24- Ni Jyu Shi 25- Ni Jyu Go 26- Ni Jyu Roku 27- Ni Jyu Shiti 28- Ni Jyu Hati 29- Ni Jyu Kyu 30- San Jyu 31- San Jyu Iti 32- San Jyu Ni 33- San Jyu San 34- San Jyu Shi 35- San Jyu Go 36- San Jyu Roku 37- San Jyu Shiti 38- San Jyu Hati 39- San Jyu Kyu 40- Yon Jyu

55 Créditos Fotos – Luciano de Souza e Castro – Marco k Sampaio Montagem, diagramação e criação – Luciano de Souza e Castro Demonstrações – Sensei Toninho – Sensei Thiago Takara – Sensei Markinho Revisão final – Sensei Toninho – André – Luciano – Sensei Thiago – Sensei Markinho

56 GO-KYO NO WAZA  O GO-KYO NO WAZA É O CONJUNTO DE TÉCNICAS DE ARREMESSO QUE SE ORIGINOU DE 1895 NO KODOKAN JAPÃO.FOI REVISADO EM É CONSTITUIDO DE 40 ARREMESSOS DIVIDIDOS EM 5 GRUPOS QUE SERÃO MOSTRADOS A SEGUIR. GRUPO 1 - DAI-IKKYO GRUPO 2 - DAI-NIKYO GRUPO 3 - DAI-SANKYO GRUPO 4 - DAI-YONKYO GRUPO 5 - DAI-GOKYO

57 GRUPO 1 DAI-IKKYO DE ASHI HARAI HIZA GURUMA SASAE TSURIKOMI ASHI UKI GOSHI O SOTO GARI O GOSHI O UCHI GARI SEOI NAGE GOKYO

58 GRUPO 2  KO SOTO GARI KO SOTO GARI  KO UCHI GARI KO UCHI GARI  KOSHI GURUMA KOSHI GURUMA  TSURI KOMI GOSHI TSURI KOMI GOSHI  OKURI ASHI HARAI OKURI ASHI HARAI  TAI OTOSHI TAI OTOSHI  HARAI GOSHI HARAI GOSHI  UCHI MATA UCHI MATA GRUPO 2 DAI-NIKYO GOKYO

59  Grupo 3  KO SOTO GAKE KO SOTO GAKE  TSURI GOSHI TSURI GOSHI  YOKO OTOSHI YOKO OTOSHI  ASHI GURUMA ASHI GURUMA  HANE GOSHI HANE GOSHI  HARAI TSURI KOMI ASHI HARAI TSURI KOMI ASHI  TOMOE NAGE TOMOE NAGE  KATA GURUMA KATA GURUMA GRUPO 3 DAI-SANKYO GOKYO

60 GRUPO 4 DAI-YONKYO  SUMI GAESHI SUMI GAESHI  TANI OTOSHI TANI OTOSHI  HANE MAKI KOMI HANE MAKI KOMI  SUKUI NAGE SUKUI NAGE  UTSURI GOSHI UTSURI GOSHI  O GURUMA O GURUMA  SOTO MAKI KOMI SOTO MAKI KOMI  UKI OTOSHI UKI OTOSHI GOKYO

61  O SOTO GURUMA O SOTO GURUMA  UKI WAZA UKI WAZA  YOKO WAKARE YOKO WAKARE  YOKO GURUMA YOKO GURUMA  USHIRO GOSHI USHIRO GOSHI  URA NAGE URA NAGE  SUMI OTOSHI SUMI OTOSHI  YOKO GAKE YOKO GAKE GRUPO 5 DAI-GOKYO GOKYO

62 DE ASHI HARAI

63 HIZA GURUMA

64 SASAE TSURI KOMI ASHI

65 UKI GOSHI

66 O SOTO GARI

67 O GOSHI

68 O UCHI GARI

69 SEOI NAGE

70 KO SOTO GARI

71 KO UCHI GARI

72 KOSHI GURUMA

73 TSURI KOMI GOSHI

74 OKURI ASHI HARAI

75 TAI OTOSHI

76 HARAI GOSHI

77 UCHI MATA

78 KO SOTO GAKE

79 TSURI GOSHI

80 YOKO OTOSHI

81 ASHI GURUMA

82 HANE GOSHI

83 HARAI TSURI KOMI ASHI

84 TOMOE NAGE

85 KATA GURUMA

86 SUMI GAESHI

87 TANI OTOSHI

88 HANE MAKI KOMI

89 SUKUI NAGE

90 UTSURI GOSHI

91 O GURUMA

92 SOTO MAKI KOMI

93 UKI OTOSHI

94 O SOTO GURUMA

95 UKI WAZA

96 YOKO WAKARE

97 YOKO GURUMA

98 USHIRO GOSHI

99 URA NAGE

100 SUMI OTOSHI

101 YOKO GAKE


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