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IMPRENSA E PODER  VOCÊ SABE COM QUEM ESTÁ FALANDO?

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Apresentação em tema: "IMPRENSA E PODER  VOCÊ SABE COM QUEM ESTÁ FALANDO?"— Transcrição da apresentação:

1 IMPRENSA E PODER  VOCÊ SABE COM QUEM ESTÁ FALANDO?

2 IMPRENSA E PODER A relação entre o campo jornalístico e o campo jurídico

3 Da sociedade mediática  Como surge a sociedade midiática e a importância da mudança de paradigma iniciado em 1500, culminando no século XIX  A imprensa como um produto do capitalismo: papel social e político durante o século XIX

4 Da sociedade mediatizada  A sociedade se reproduz na e pela tecnologia de comunicação  A diferentes instituições são afetadas pelas lógicas mediáticas  Os indivíduos constroem suas relações e identidades pelas redes e localmente.

5 A formação da opinião pública  A opinião pública e a imprensa como vetor principal  A pauta determinando o que pensar e como pensar

6 Bernardo Kucinski  “ Os meios de comunicação de massa substituíram as praças públicas na definição do espaço coletivo da política no mundo contemporâneo, mesmo em países como o Brasil, nos quais ainda ocupam as ruas importantes movimentos sociais e de protesto. Devido ao grau ainda elevado de analfabetismo e ao baixo poder aquisitivo da maioria da população a percepção popular da política e da sociedade provém principalmente dos meios eletrônicos de comunicação, o rádio e a TV, e em menor escala, da leitura de jornais e revistas, os poucos objetos de leitura popular regular”

7 Formação da opinião pública  1. Como se forma o consenso  2. Qual a função da agenda  3. Com os jornais definem a agenda?

8 O Rádio  Formador de opinião pública

9 Surgimento de normas  Reputação de honorabilidade profissional  Deontologia (informar os cidadãos, estar a serviço da democracia...)  Código de Ética

10 Para que serve o jornalismo

11 Evolução do Campo jornalístico Walter Lippmann  Monopólio do governo  Controle dos partidos políticos  Apoio comercial dos seus leitores

12 Da lógica comercial  De informar ao cidadão ao sucesso comercial. Existe contradição nestes dois aspectos?  Do fazer saber ao fazer sentir ou fazer seduzir

13 Da economia de mercado à sociedade de mercado  “Ao mesmo tempo que o campo jornalístico torna-se dominante, ele é cada vez mais penetrado pela lógica comercial, e por conseguinte submete os outros a esta mesma lógica ”

14 Do monopólio da difusão  Campo cultural prisioneiro dos best-seller list, da relação dos “10 mais vendidos”  A difusão dos meios de comunicação orienta a produção de outros campos (político, cultural, científico...): a pauta

15 Prática jornalística e a importância do “furo”  Relegar o concorrente ao plano inferior  Autonomia do campo jornalístico em relação aos outros campos  Jornalista(s) em destaque em relação seus colegas

16 Prática jornalística e tempo “ É preciso procurar rápido e publicar depressa uma notícia para realizar um furo, tal velocidade deve acompanhar não importa qual tipo de notícia. Os jornalistas devem pensar rapidamente, lá onde nenhuma pessoa consegue mais pensar. Logo, as experiências do passado vão ter uma importância enorme” (Bourdieu)

17 Atualidade  Instantaneidade (velocidade e aceleração social)  Simultaneidade  Periodicidade  Novidade  Revelação pública

18 Da relação de poder  Campo ou espaço de relação de disputa. O capital de um campo vale para a dominância em outros campos. A importância da comunicação no jogo político, econômico, jurídico...

19 Campo jornalístico = campo de poder. O quarto poder  “O campo jornalístico se constrói e gera efeitos sobre outros campos, ao mesmo tempo que ele é cada vez mais submetido à dominação direta e indireta da lógica comercial, ele se torna mais agressivo nos seus efeitos sobre outros campos para impor esta mesma lógica” (Bourdieu)

20 Como se constrói a comunicação no Brasil?  A Imprensa durante a ditadura militar  A Construção do Império Globo e os laços com o poder  O leilão das comunicações no processo de abertura democrática;  O rádio como moeda de barganha política

21 Como se constrói a comunicação na Bahia?  O poder dos Magalhães. Detém 80% das comunicações no Estado  Relação com judiciário, legislativo e executivo;  Relação com o quarto poder.

22 Formação de práticas e mentalidade  A relação dos profissionais com o poder;  A autocensura permanente;  Jornalismo conduzido: pautas e textos orientados;  O fontismo;  A estranha relação com a autoridade.

23 Sequelas da censura  “Com exceções de dois jornais da família Mesquita e de Tribuna da Impresna, nenhum jornal da burguesia brasileira sofreu censura prévia sistemática por períodos de tempo consideráveis. E o apoio da Rede Globo ao projeto autoritário foi tal que o regime militar nunca precisou criar seu próprio veículo de persuasão. Apenas 15 jornalistas foram processados por crimes de imprensa, a maioria por revelar casos de mandonismo ou corrupção em jornais do interior”. (Kucinski, Bernardo. A síndrome da antena parabólica, p. 63)

24 O campo jurídico e os média  A justiça e os meios de comunicação são construídos no espaço público, mas as funções sociais de cada um em vez de serem complementares são muitas vezes concorrentes e incompreendidas. Por quais razões?

25 Dos meios de comunicação  De testemunhos a ordenadores do real, lugar onde se edificará a a cena da justiça  A construção social mediática se dá pelo escrever ou mostrar a epopéia de uma sociedade no seu cotidiano (atualidade)

26 Do campo jurídico  Construir o justo e a verdade  Constituição de um corpo de agentes  Da construção de uma linguagem também específica

27 Jurídico X média  Ocupação de espaço (em nome da justiça)  Cada um dos campos com sua lógica  Fim do monopólio da justiça

28 O discurso e a reprsentação  A questão da verdade e sua construção  O discurso jurídico e sua verdade;  O discurso jornalístico e sua verdade;  A tradução da verdade jurídica (discursiva) para a verdade jornalística (também discursiva)  “O jornalismo quer expressão o máximo com uma expressão mínima, enquanto a literatura quer expressar o mínimo com uma expressão máxima” (Juremir Machado)

29 Sob o império dos média?  “Não é mais o aparelho administrativo que diz a verdade para todos, nem os representantes políticos... É o aparelho de comunicação que se instala como soberano, captando as antigas retóricas e organizando o consenso num novo corpo” (Lucien Sfez)

30 Jurídico + Mediático  Cada um se repensar numa nova sociedade mediada pelas tecnologias de comunicação  Explorar seus objetivos comuns (cidadania, ouvir as diferentes partes implicadas...)  Se projetar a partir dos serviços prestados aos mais fracos

31 Do jurídico  “O campo jurídico não é um universo isento de compromisso... Como todos outros campos, o jurídico é atravessado pela influência de outros agentes sociais, atingindo procedimentos e hierarquias, pela pressão seja das necessidades econômicas, seja pela sedução do sucesso mediático” (Pierre Bourdieu)

32 Algumas esferas do jurídico e sua relação com a imprensa  O tema criança na mídia e seus tentáculos legais:  1. O ECA  2. O Ministério público  3. Os conselhos tutelares  4. As Ongs  5. A luta da ANDI para o estabelecimento de outro tratamento jurídico para a questão;

33 Algumas esferas do jurídico e sua relação com a imprensa  A questão das mulheres;  Uma nova relação jurídica para os afrodescendentes;  O casamento Gay;  O reconhecimento dos direitos trabalhistas das profissionais do sexo;  Do legislativo, ao judiciário e a formação da opinião pública pela mídia.

34 Relações de poder  Judiciário e imprensa: uma relação de poder.  Você sabe com quem está falando?


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