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Após a morte de D. José I, o marquês de Pombal foi afastado do poder. Iniciou-se então um período que costuma ser designado como «Viradeira» - com o sentido.

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2 Após a morte de D. José I, o marquês de Pombal foi afastado do poder. Iniciou-se então um período que costuma ser designado como «Viradeira» - com o sentido de que teria havido grandes mudanças em relação à orientação pombalina. Na verdade, as modificações políticas não foram muito acentuadas, e a «Viradeira» traduziu-se mais numa mudança de alguns nomes e de cargos do que propriamente em grandes alterações políticas. A nova rainha, D. Maria I, procurou dar resposta às numerosas queixas vindas de muitos nobres e de outros presos políticos, em resultado das medidas de repressão ordenadas pelo marquês de Pombal. Muitos foram libertados e outros, que estavam no exílio, regressaram ao país. Sob o ponto de vista económico, diminuiu o dirigismo económico imposto pelo marquês de Pombal e foram suprimidas algumas companhias estatais. A crise do Tesouro, resultante da quebra das remessas de ouro do Brasil, implicou uma contenção nas despesas públicas que se traduziu no abandono de algumas orbas.

3 Contudo, apresar das dificuldades económicas foram tomadas algumas importantes medidas culturais e educativas, como foi o caso da Criação da Academia Real das Ciências e da Casa Pia de Lisboa. D. Maria ID. Maria I e o Príncipe Consorte D. Pedro III

4 As Invasões Napoleónicas Em 1789 deu-se a Revolução Francesa. Os revolucionários franceses, na sua maioria burgueses e gente do povo, revoltaram-se contra os poderes absolutos do seu rei, contra os pesados impostos e obrigações que lhes eram exigidos pela nobreza e pelo clero. Os revolucionários tinham “novas ideias”. Defendiam que todos os cidadãos eram iguais perante a lei, isto é, todos tinham os mesmo direitos e deveres. E consideravam que a liberdade era um direito do indivíduo. A Revolução Francesa pôs em perigo as outras monarquias absolutas da Europa e alguns reis absolutistas, ao sentirem-se ameaçados, reagiram e declararam guerra à França. A guerra durou vários anos, até que ficou à frente do governo francês um militar muito ambicioso chamado Napoleão Bonaparte. Em pouco tempo, Napoleão conseguiu dominar uma grande parte da Europa.

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6 A Inglaterra continuava a opor-se e a resistir aos exércitos franceses. Então Napoleão, em 27 de Novembro de 1806, ordenou que todos os países europeus fechassem os seus portos aos navios ingleses. A essa ordem chamou-se “Bloqueio Continental”. Portugal não aderiu ao Bloqueio Continental porque era um velho aliado da Inglaterra e com ela mantinha relações comerciais. Por isso, em Novembro de 1807, tropas napoleónicas comandadas pelo general Junot, entraram em Portugal. Começou assim a 1.ª Invasão Francesa. Por esta altura governava em Portugal o príncipe regente D. João, filho de D. Maria I. A rainha era já viúva e tinha enlouquecido. Por isso, a partir de 1799, o príncipe D. João passou a ser o regente do Reino. Para não serem presos pelas tropas francesas, a rainha e o príncipe regente retiraram-se para o Brasil, a 27 de Novembro de Acompanharam a família real pessoas da corte, magistrados, alguns funcionários e todos aqueles que quiseram mudar-se para o Brasil, num total de cerca de 15 mil pessoas.

7 Os 15 navios de guerra e os 20 navios mercantes que saíram de Lisboa rumo ao Brasil também levaram jóias, pratas, móveis, tapeçarias, livros e tudo o mais que foi possível carregar.

8 A Resistência aos Invasores e a Intervenção Inglesa Chegado a Lisboa, Junot instalou o seu quartel-general na cidade e escolheu para sua residência o palácio de Quintela. Desde logo, começou a tomar medidas que desagradaram aos portugueses: - Mandou substituir, no castelo de D. Jorge, a bandeira portuguesa pela francesa; - Acabou com a “Junta da Regência” nomeada pelo príncipe D. João e passou ele próprio a governar Portugal em nome de Napoleão. Ao mesmo tempo Junot distribuiu as tropas francesas, num total de cerca de 50 mil soldados, por todo o território português. De norte a sul e do litoral ao interior, as tropas invasores destruíram as culturas, incendiaram povoações, mataram pessoas e roubaram das igrejas, das casas e dos solares tudo aquilo que lhes pareceu ter algum valor. A população portuguesa reagiu contra o invasor. E movimentos de resistência popular apareceram espontaneamente em vários pontos do país.

9 General Junot Entretanto, a Inglaterra, aliada de Portugal e a quem pediu auxílio, mandou desembarcar cerca de 9 mil militares ingleses na praia de Lavos (próximo da Figueira da Foz). Em Agosto de 1808, um exército anglo-português, comandado por Arthur Wellesley, atacou os franceses e venceu-os nas batalhas de Roliça (Óbidos) e de Vimeiro (Lourinhã). Estas derrotas obrigaram Junot a pedir a paz e a assinar um tratado – Convenção de Sintra – pelo qual se comprometeu a sair de Portugal com todas as suas tropas.

10 Arthur Wellesley


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