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PLANEJAMENTO DER- CENTRO SUL EDUCAÇÃO ESPECIAL 2014.

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Apresentação em tema: "PLANEJAMENTO DER- CENTRO SUL EDUCAÇÃO ESPECIAL 2014."— Transcrição da apresentação:

1 PLANEJAMENTO DER- CENTRO SUL EDUCAÇÃO ESPECIAL 2014

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3 ESPAÇO PEDAGÓGICO TRÊS PRIMEIROS PASSOS DO PLANEJAMENTO PARA INCLUSÃO DE ALUNOS COM NECESSIDADE EDUCACIONAL ESPECIAL N.E.E.

4 REALIZAR DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO INTERNA E EXTERNA DA ESCOLA LEVANTAR POSSIBILIDADES DE APRENDIZAGEM AVALIAR EXTRATÉGIAS DE ENSINO PLANEJAMENTO 2014 EDUCAÇÃO ESPECIAL PCNP – ALZIRA HELD

5 PLANIFICAÇÃO PEDAGÓGICA E AÇÕES DOCENTES COMO E QUANDO SUA APRENDIZAGEM DEVE SER AVALIADA O QUE O ALUNO DEVE APRENDER COMO E QUANDO O ALUNO DEVE APRENDER QUE FORMAS DE ORGANIZAÇÃO DO ENSINO SÃO MAIS EFICAZES PARA QUE ELE APRENDA REALIZAR DIAGNÓSTICO Adaptação curricular

6 NO NÍVEL INDIVIDUAL NO CURRÍCULO DESENVOLVIDO NA SALA DE AULA NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO LEVANTAR POSSIBILIDADES DE APRENDIZAGEM

7 EDUCAÇÃO PARA VALORES CONCEITOS BÁSICOS (ESTABELECIMENTO DE UMA LÍNGUAGEM COMUM) SENSIBILIZAÇÃO E DIAGNÓSTICO DE NECESSIDADES REVISÃO DO PLANEJAMENTO AJUSTE DOS CONTEÚDOS AJUSTE DAS PROPOSTAS DE TRABALHO AVALIAR EXTRATÉGIAS DE ENSINO

8 PLANEJAMENTO PLANO DE ENSINO É aquele que compreende todo o processo ensino /aprendizagem durante o ano letivo “o planejamento escolar é uma tarefa docente que inclui tanto a previsão das atividades didáticas em termos de organização e coordenação em face dos objetivos propostos, quanto a sua revisão e adequação no decorrer do processo de ensino”. Portanto, o planejamento de aula é um instrumento essencial para o professor elaborar sua metodologia conforme o objetivo a ser alcançado, tendo que ser criteriosamente adequado para as diferentes turmas, havendo flexibilidade caso necessite de alterações. PLANO DE AULA Está diretamente relacionado ao plano de ensino, mas acontece diariamente, nada mais é do que o plano de ensino dividido por dias letivos. -clareza e objetividade; - Atualização do plano periodicamente; - Conhecimento dos recursos disponíveis da escola; - Noção do conhecimento que os alunos já possuem sobre o conteúdo abordado; - Articulação entre a teoria e a prática; - Utilização de metodologias diversificadas, inovadoras e que auxiliem no processo de ensino-aprendizagem; - Sistematização das atividades com o tempo; - Flexibilidade frente a situações imprevistas; - Realização de pesquisas buscando diferentes referências, como revistas, jornais, filmes entre outros; - Elaboração de aulas de acordo com a realidade sociocultural dos estudantes.

9 AVALIAÇÃO PEDAGÓGICA DIAGNÓSTICA PLANO PEDAGÓGICO INDIVIDUAL PPI O relatório do Plano Pedagógico Individual tem em vista narrar a organização dos conteúdos trabalhados pelo apoio oferecido pela Escola que comporta Sala de Recursos aos estudantes com deficiência intelectual, múltipla deficiência, Transtorno Global do Desenvolvimento – TGD, Altas habilidades - Superdotação, deficiência visual e auditiva. O Relatório procura, abranger os diversos assuntos nos quais os alunos estão inseridos, uma vez que se avalia que seu desenvolvimento acontece no intercâmbio com os vários espaços em que a pessoa está presente de forma direta ou indireta, até o marcos teóricos e referenciais técnicos e tecnológicos que a consolidam na sala de aula. Já os alunos das classes especiais com deficiência intelectual e os alunos com Transtorno Global do Desenvolvimento - TGD, o relatório é organizado pelo Currículo Funcional,, embora com o avançar da idade, ainda não conseguem desempenhar tarefas mínimas relacionadas à auto-cuidados ou autoproteção.  COMPORTAMENTO SÓCIO-AFETIVO  COMUNICAÇÃO  ATENÇÃO E CONCENTRAÇÃO  HABILIDADES SENSORIAIS  HABILIDADES MOTORAS  MEMÓRIA  RACIOCÍNIO LÓGICO  EXPRESSÃO CRIATIVA  CONTEÚDOS PEDAGÓGICOS

10 ADAPTAÇÃO CURRICULAR É conjunto de modificações necessárias seja nos: objetivos, conteúdos, metodologia, atividades e avaliações, para atender as dificuldades no princípio da individualização. São possibilidades educacionais que auxiliam os professores frente às dificuldades de aprendizagem dos alunos. Torna o currículo regular apropriado às peculiaridades dos alunos com necessidades especiais. Um currículo dinâmico, alterável, passível de ampliação. Implicam no planejamento pedagógico e em ações docentes fundamentadas em critérios e nas formas de organização do ensino dando maior eficiência ao processo de aprendizagem.

11 ACESSIBILIDADE PEDAGÓGICA  PRANCHA DE COMUNICAÇÃO  CADERNO DE PAUTA AMPLIADO  CADERNO DO ALUNO (BRAILLE E AMPLIADO)  KIT BAIXA VISÃO  NOTEBOOK  SALA DE RECURSOS  MATERIAIS PEDAGÓGICOS ( JOGOS LÚDICOS)  RÉGUA DE AUMENTO  SCANER DE VOS  COMPUTADOR COM TECLADO COLMÉIA  MÁQUINA BRAILLE  IMPRESSORA BRAILLE  SORABAN  REGLETE E PUNÇÃO  LUPA ELETRONICA (TV)  PRANCHA COM LUPA  PROFESSOR INTERLOCUTOR  MESA ACESSÍVEL ADAPTADA ACESSO  RAMPA  SANITÁRIOS ADAPTADOS  ELEVADOR  CUIDADOR  TRANSPORTE

12 ACESSIBILIDADE CUIDADOR TERMO DE AJUSTAMENTO E CONDUTA – TAC 18/03/2013 Cláusula Quarta – Ficam definidos como público- alvo dos cuidadores os alunos com deficiência, cujas limitações lhes acarretem dificuldades de caráter permanente ou temporário no cotidiano escolar, e que não conseguem, com independência e autonomia, realizar, dentre outras, atividades relacionadas à alimentação, higiene bucal e intima, utilização de banheiro, locomoção, administração de medicamentos constantes de prescrição médica (mediante autorização escrita dos responsáveis em que esta atividade for privativa de enfermeiro, nos termos da legislação), bem como aqueles que, excepcionalmente, necessitem de apoio para atividades escolares. O Cuidador atuará, em regra, fora da sala de aula, sendo que a necessidade de seu apoio no interior da sala de aula, como facilitador na execução das atividades escolares, será avaliada pela equipe de educação especial da Diretoria de Ensino, com a participação da família, e somente para casos de exceção e de dependência que comprometa, substancialmente, a realização das atividades escolares, atentando para a não interferência no trabalho pedagógico e no desenvolvimento da autonomia do aluno. TRANSPORTE PARA ALUNOS DEFICIENTES FÍSICOS (MOBILIDADE REDUZIDA E CADEIRANTES) PARA ALUNOS AUTISTA – TGD VIAGEM DE CASA PARA ESCOLA E NO CONTRA TURNO OFÍCIO DA DIREÇÃO DE ESCOLA AVALIAÇÃO MÉDICA COM CID COMPROVANTE DE ENDEREÇO OFÍCIO DA DIREÇÃO DE ESCOLA AVALIAÇÃO MÉDICA COM CID RELATÓRIO DE MATERIAL COMO SOLICITAR TRANSPORTE CUIDADOR

13 SERVIÇO DE APOIO PEDAGÓGICO ESPECIALIZADO SAPEs AULAS CLASSE ESPECIAL Permanecem como Classe,respeitando o contido na Resolução Se3, de 16/01/2014 Cumprindo 25 aulas + 02 ATPC + 03 ATPL AULAS SALA DE RECURSOS Salas de Recursos devem ser organizadas em turmas de atendimento especializado. Cada Sala de Recursos autorizada poderá comportar até 3 (três) turmas em horários distintos, e cada uma das turmas contará com 10 aulas semanais para o atendimento especializado de, preferencialmente, 5 (cinco) alunos, quer individualmente, quer em pequenos grupos na conformidade de suas necessidades. Ressalta-se que o apoio oferecido aos alunos em Sala de Recursos deverá ser no contraturno escolar, e terá como parâmetro o desenvolvimento de atividades que não deverão ultrapassar a 2 aulas diárias de 50 minutos cada uma.. DECRETO Nº /2013 que altera e acrescenta dispositivos ao DECRETO Nº55.078/2009, a RESOLUÇÃO SE Nº08/2012 e RESOLUÇÃO SE Nº75/ turma (até 5 alunos) – 10 aulas 02 turmas ( 06 a 10 alunos) – 20 aulas 03 turmas ( de 11 a 15 alunos) – 30 aulas 03 ATPC e 03 ATPL

14 ABERTURA DE SALAS DE RECURSOS 1- Ofício da Direção de Escola, solicitando a criação da SAPE/SR, detalhando a área de deficiência, o turno de atendimento, a relação com nome, RA, série/ano e escola de origem do aluno a ser atendido e ficha do aluno (Opção: 2.1.1) impressa; 2. Parecer do NRM e do CIE informando: a) a indicação da sala (espaço disponível no prédio) a ser utilizada, b) cópia do croqui de localização da SR, c) indicação SR no GDAE (Sistema de Cadastro de Escola), d) análise sobre a demanda, e) posterior coleta desta SAE junto ao SCA, após parecer favorável da CGEB. 3. Parecer favorável do Supervisor de Ensino responsável pela Unidade Escolar; 4. Parecer do PCNP e Supervisor de Ensino da Educação Especial; 5. Comprovação de demanda avaliada pedagogicamente; 6. Comprovação de professor com habilitação/especialização na área de Educação Especial, conforme estabelecido no artigo 8º da Resolução SE nº 75, de , disponível para assumir as aulas; 7. Informação de que possui material e recursos suficientes para atender os alunos; 8. Acolhimento do Dirigente Regional de Ensino.

15 ITINERÂNCIA Poderão apresentar à DER um projeto que contemple o atendimento especializado itinerante aos alunos público-alvo da Educação Especial. Este atendimento deverá ser orientado por avaliação pedagógica realizada pela equipe da escola, formada pelo Diretor, Professor Coordenador e Professor da sala comum, podendo contar, com relação aos aspectos físicos, motores, visuais, auditivos e psicossociais, com o apoio de professor especializado da Diretoria de Ensino e de profissionais da área da saúde. O projeto deverá apresentar as seguintes informações: • Número de alunos a serem atendidos; • Justificativa para o atendimento; • Dados completos de cada aluno; • Laudo clínico e/ou pedagógico que justifique o atendimento; • Plano de atendimento (número de aulas semanais, informações sobre local e horários de atendimento, recursos disponíveis, etc); • Parecer favorável do Supervisor de Ensino responsável pela Unidade Escolar.

16 ATENDENDO AO ALUNO COM DI Cadastro CIE/ PRODESP; Encaminhamento para atendimento nas Salas de Recursos; Encaminhamento para avaliação nas SRs; Termo de Compromisso; Avaliação Pedagógica (Anexo I Resolução SE 11/2008); E mail PCNP:

17 Cadastro de alunos N.E.E CÓDIGO DE IDENTIFICAÇÃO ESCOLAR CIE ATUALIZAR SEMPRE ; ALUNOS N.E.E COM AVALIAÇÃO MÉDICA PERMANECE NO CIE NA ÁREA DE SUA DEFICIÊNCI E OU TRANSTORNO; ALUNOS SEM AVALIAÇÃO MÉDICA NÃO PODERÃO ESTAR NO CIE COM NENHUMA NOMENCLATURA DE DEFICIÊNCIA; ALUNOS MATRICULADOS NO SAPES, ESTES ENTRARÃO NO CIE COM NOMEMCLATURA DE DEF. INTELECTUAL, MESMO SEM AVALIAÇÃO MÉDICA, APENAS COM A AVALIAÇÃO PEDAGÓGICA DA PROFESSORA ESPECIALISTA.

18 OBRIGADA Verdade A porta da verdade estava aberta, mas só deixava passar meia pessoa de cada vez. Assim não era possível atingir toda a verdade, porque a meia pessoa que entrava só trazia o perfil de meia verdade. E sua segunda metade voltava igualmente com meio perfil. E os meios perfis não coincidiam. Arrebentaram a porta. Derrubaram a porta. Chegaram ao lugar luminoso onde a verdade esplendia seus fogos. Era dividida em metades diferentes uma da outra. Chegou-se a discutir qual a metade mais bela. Nenhuma das duas era totalmente bela. E carecia optar. Cada um optou conforme seu capricho, sua ilusão, sua miopia. Carlos Drummond de Andrade BOMTRABALHOBOMTRABALHO


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