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VÍRUS E A SAÚDE HUMANA ELABORAÇÃO MÔNICA ABERCEB.

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Apresentação em tema: "VÍRUS E A SAÚDE HUMANA ELABORAÇÃO MÔNICA ABERCEB."— Transcrição da apresentação:

1 VÍRUS E A SAÚDE HUMANA ELABORAÇÃO MÔNICA ABERCEB

2 VÍRUS E A SAÚDE HUMANA Viroses são doenças causadas pelos vírus

3 AIDS Síndrome da imunodeficiência adquirida  A AIDS é uma síndrome caracterizada por um conjunto de infecções surgida devido a queda da imunidade.  Essa queda é ocasionada principalmente pela redução da quantidade de um tipo de linfócito do sangue chamado linfócito T.  Essa redução se deve a destruição dos linfócitos T auxiliados pelo HIV.

4 AIDS  AIDS significa Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.  Síndrome : Conjunto de sinais e sintomas que se desenvolvem conjuntamente e que indicam a existência de uma doença. A Aids é definida como síndrome porque não tem uma manifestação única, pelo contrário, caracteriza-se pelo surgimento de várias doenças sucessivas e simultâneas, que ocultam a sua verdadeira causa.  Imunodeficiência : Trata-se de uma deficiência do sistema imunológico. "Imuno" refere-se ao sistema imunológico que é responsável pela capacidade natural que o corpo humano possui para se defender das doenças. "Deficiência" quer dizer que o sistema imunológico é incapaz de defender o organismo humano das doenças que o atacam.  Adquirida : Existem formas de deficiência hereditárias. No caso da Aids, a imunodeficiência ocorre por contágio com pessoas ou veículos (sangue, esperma, secreções vaginais) em que o vírus esteja presente.

5

6 AIDS  Seu agente etiológico é um vírus Retroviridae (retrovírus) que possui material genético composto de ácido ribonucléico (RNA), denominado HIV (do inglês Human Immunodefficiency Virus), ou Vírus da Imunodeficiência Humana

7 ESQUEMA DO HIV ESQUEMA DO HIV

8 CICLO DO HIV

9  União do vírus ao linfócito T.  Fusão do envelope do vírus com a membrana da célula.  Liberação do RNA viral e das enzimas.  A transcriptase reversa converte o RNA viral em moléculas de DNA viral.  Integração do DNA viral ao DNA celular por ação da enzima integrase.  Transcrição do RNA viral no núcleo da célula. A célula usa o DNA viral como molde para a produção de RNA viral, que passa para o citoplasma.  Síntese de proteínas.  As proteases quebra as cadeias polipeptídicas, dando origem as diferentes proteínas.  Montagem e liberação do vírus

10 SUBTIPOS DO HIV  HIV-1 Difundido mundialmente, 99% dos casos.  HIV- 2 África Ocidental, regiões da Europa, apresenta maior período de latência.

11 ORIGEM DO HIV Ainda é um mistério. A maioria dos cientistas supõe que a transmissão ao Homem ocorreu através de macacos portadores do vírus SIV(Imunodeficiência Símia do chimpanzé) na África, cujo código genético foi comparado com amostras de HIV, revelando similaridade.

12 ORIGEM DO HIV  Vem da África o caso mais antigo de infecção por HIV conhecido, um homem de etnia Bantu morto em 1959 no Congo (antigo Congo-Belga). A coincidência genética e geográfica confirma que o HIV passou para o Homem por contato de caçadores com sangue dos animais abatidos.

13 SINTOMAS DA AIDS  1- Síndrome Aguda pelo HIV, surge em 2 a 6 semanas após a exposição ao HIV. A aids não se manifesta da mesma forma em todas as pessoas. Entretanto, os sintomas iniciais são geralmente semelhantes e, além disso, comuns a várias outras doenças. São eles: febre persistente, calafrios, dor de cabeça, dor de garganta, dores musculares, manchas na pele, gânglios ou ínguas embaixo do braço, no pescoço ou na virilha e que podem levar muito tempo para desaparecer. Com a progressão da doença e com o comprometimento do sistema imunológico do indivíduo, começam a surgir doenças oportunistas, tais como: tuberculose, pneumonia, alguns tipos de câncer, candidíase e infecções do sistema nervoso (toxoplasmose e as meningites, por exemplo).

14 Principais infecções oportunistas na AIDS:  Citomegalovirose;  Infecções por micobactérias como a Mycobacterium avium-intracellulare;  Candidíase da cavidade oral e esôfago pelo fungo Candida albicans (o "sapinho");  Meningite pelo fungo Cryptococcus neoformans,  Toxoplasmose (Sistema Nervoso Central) pelo protozoário Toxoplasma gondii;  Tuberculose, por Mycobacterium tuberculosis;

15 Infecção por herpes vírus na boca, esôfago, genitália externa e região  Diarréias graves por protozoários e bactérias oportunistas como a Salmonella e Shigella;  Aumento da incidência de certos cânceres como o Sarcoma de Kaposi, um tumor maligno presente em até 40% dos indivíduos com infecções oportunistas.

16 HERPES

17 SARCOMA DE KAPOSI

18 FORMAS DE TRANSMISSÃO DO HIV  sexual;  sangüínea (em receptores de sangue ou hemoderivados e em usuários de drogas injetáveis,) e  vertical (da mãe para o filho, durante a gestação, parto ou por aleitamento). Além das formas mais freqüentes pode ocorrer transmissão ocupacional (acidente de trabalho) em profissionais da área da saúde (médicos, dentistas etc), através de ferimentos com instrumentos contaminados pelo sangue de pacientes infectados pelo HIV.

19 FORMAS DE PREVENÇÃO DO HIV  uso de preservativos nas relações sexuais;  controle de sangue e hemoderivados com exames e análises específicas;  usuários de drogas injetáveis utilizarem apenas seringas descartáveis;  acompanhamento durante a gestação e parto da mãe contaminada (aleitamento é desaconselhável

20 COMO USAR A CAMISINHA MASCULINA  Passo a passo:  Sempre coloque a camisinha antes do início da relação sexual;  - Coloque a camisinha quando o pênis estiver duro;  - Encaixe a camisinha na ponta do pênis, sem deixar o ar entrar;  - Vá desenrolando até que ele fique todo coberto;  - Não deixe a camisinha ficar apertada na ponta do pênis - deixe um espaço vazio na ponta da camisinha que servirá de depósito para o esperma;  - Aperte o bico da camisinha até sair todo o ar, mas cuidado para não apertar com muita força e estragar a camisinha;  - Se ela não ficar bem encaixada na ponta, ou se ficar ar dentro, a camisinha pode rasgar.

21 CAMISINHA FEMININA  A camisinha feminina é uma "bolsa" feita de um plástico macio, o poliuretano, que é um material mais fino que o látex do preservativo masculino. Essa bolsa recebe o líquido que o homem libera na relação sexual, impedindo o contato direto dos espermatozóides com o canal vaginal e com o colo do útero da mulher, evitando assim a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, a transmissão do HIV, e prevenindo a gravidez não planejada. A bolsa tem 15 centímetros de comprimento e oito de diâmetro, sendo, portanto, bem mais larga que o preservativo masculino. Tem, porém, maior lubrificação. Na extremidade fechada existe um anel flexível e móvel que serve de guia para a colocação da camisinha no fundo da vagina. A borda do outro extremo termina em outro anel flexível, que vai cobrir a vulva (parte externa da vagina).

22 COMO USAR A CAMISINHA FEMININA  Encontre uma posição confortável para você - pode ser em pé com um dos pés em cima de uma cadeira, sentada com os joelhos afastados, agachada ou deitada  Segure a camisinha com o anel externo pendurado para baixo  Aperte o anel interno e introduza na vagina;  Com o dedo indicador, empurre a camisinha o mais fundo possível (a camisinha deve cobrir o colo do útero);  O anel externo deve ficar uns 3 cm para fora da vagina - não estranhe, pois essa parte que fica para fora serve para aumentar a proteção (durante a penetração, pênis e vagina se alargam e então a camisinha se ajusta melhor);

23 USO DA CAMISINHA FEMININA

24 TIPOS DE EXAMES  1. Testes Elisa Essa técnica é amplamente utilizada como teste inicial para detecção de anticorpos contra o HIV no sangue do paciente, podendo ser realizada com um grande número de amostras ao mesmo tempo. Para a sua realização, utiliza-se uma placa de plástico que contém algumas proteínas do HIV absorvidas ou fixadas nas cavidades em que cada amostra de soro ou plasma (que são frações do sangue) será adicionada. Após uma seqüência de etapas, em que são adicionados diferentes tipos de reagentes, o resultado é fornecido por meio de leitura óptica, em um equipamento denominado leitora de Elisa. Se uma amostra apresentar resultado negativo no teste Elisa, esse resultado é fornecido para o paciente, acompanhado do aconselhamento pós-teste. Caso uma amostra apresente resultado positivo nesse teste, é necessária a realização de outros testes adicionais, denominados testes confirmatórios. 2. Teste de imunofluorescência indireta para o HIV-1 Esse teste também permite a detecção de anticorpos contra o HIV. No entanto, somente é utilizado quando a amostra de sangue do paciente apresentar resultado positivo no teste Elisa. É, portanto, um teste confirmatório. Para a sua realização, utiliza-se uma lâmina de vidro que contém células infectadas com o HIV, fixadas nas cavidades onde o soro ou plasma do paciente é adicionado. Após uma seqüência de etapas, em que são adicionados diferentes tipos de reagentes, o resultado é fornecido por meio da leitura em um microscópio de imunofluorescência. Esses testes são produzidos pela Fundação Oswaldo Cruz/Ministério da Saúde e são distribuídos gratuitamente para os laboratórios da rede pública.

25 TIPOS DE EXAMES  3. Teste western blot O western blot também é um teste confirmatório. Assim, só é realizado quando a amostra de sangue do paciente apresentar resultado positivo no teste Elisa. Para sua realização, utiliza-se uma tira de nitrocelulose que contém algumas proteínas do HIV fixadas. O soro ou plasma do paciente é então adicionado, ficando em contato com a tira de nitrocelulose. Após uma seqüência de etapas, em que são adicionados diferentes tipos de reagentes, o resultado é fornecido por meio de leitura visual, que é feita pelo profissional responsável pela execução do exame. Esse teste tem o custo bastante elevado e não deve ser feito com um grande número de amostras. 4. Testes rápidos anti-HIV Os testes rápidos permitem a detecção de anticorpos contra o HIV, presentes na amostra de sangue do paciente, em um tempo inferior a 30 minutos. Por isso, podem ser realizados no momento da consulta. A utilização desse teste permite que, em um mesmo momento - o da consulta -, o paciente faça o teste, tenha conhecimento do resultado e receba o aconselhamento pré e pós-teste.

26 NÃO SE PEGA AIDS  É importante que você tenha clareza de que o HIV não se transmite pelo contato social cotidiano, como pela respiração, objetos (como pratos, talheres), alimentos, assentos de sanitários ou insetos.

27 AIDS

28 DENGUE  Dengue é uma doença causada por um vírus, o vírus do dengue, transmitida de uma pessoa doente para uma pessoa sadia por meio de um mosquito, o Aedes aegypti. A doença pode se manifestar de duas formas:  DENGUE CLÁSSICO Dengue se inicia de maneira súbita com febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores nas costas. Às vezes aparecem exantemas (manchas vermelhas no corpo). A febre dura cerca de cinco dias com melhora progressiva dos sintomas em 10 dias. Em alguns poucos pacientes podem ocorrer hemorragias discretas na boca, na urina ou no nariz. Raramente há complicações.  DENGUE HEMORRÁGICO Dengue hemorrágico é uma forma grave de dengue, quando se tem a doença uma segunda vez. No início os sintomas são iguais ao dengue clássico, mas após o 5º dia da doença alguns pacientes começam a apresentar sangramento e choque. Os sangramentos ocorrem em vários órgãos. Alguns doentes apresentam choque circulatório. Este tipo de dengue pode levar a pessoa à morte. Dengue hemorrágico necessita sempre de avaliação médica de modo que uma unidade de saúde deve sempre ser procurada pelo paciente. O médico irá avaliar a condição do doente e indicar o tratamento correto.

29 DENGUE  A origem do Aedes aegypti, inseto transmissor da doença ao homem, é africana. Na verdade, quem contamina é fêmea, pois o macho apenas se alimenta de seivas de plantas. A fêmea precisa de uma substância do sangue (a albumina) para completar o processo de amadurecimento de seus ovos. O mosquito apenas transmite a doença, mas não sofre seus efeitos.

30 MOSQUITO DA DENGUE

31 PREVENÇÃO  Ralos Abertos: jogar CLORO puro, Sal ou Creolina três vezes por semana e tapar com tela.  - Trilhos de Box de Banheiros: escovar, pelo menos três vezes por semana.  - Vaso Sanitário sem tampa ou uso: tampar e jogar CLORO puro.  - Copos ou recipientes com água: tampar ou esvaziá-los.  - Vasos e jarros de plantas, xaxim: eliminar vasos com água. Colocar areia nos pratos das plantas.  - Calhas entupidas: desentupir e escovar com água e sabão.  - Ralos Abertos: jogar CLORO puro, Sal ou Creolina três vezes por semana e tampá- los.  - Caixa d’água e tambor sem tampa: limpar a cada seis meses e tampá-los.  - Vasilhas de água para os animais: escovar todos os dias e trocar a água.  - Garrafas, frascos, latas, potes vazios: deixar virados de boca para baixo.  - Aquário sem tampa ou tela: tampar ou colocar tela de proteção.  - Pneus e outros entulhos velhos: guardar os pneus, limpos e secos em lugar coberto.  - Barco ou caiaque: manter barcos e caiaques com a abertura para baixo.  - Bromélias: não jogar água em cima delas. Furar as folhas que acumulam água.

32 CATAPORA  CAUSA: pelo vírus varicela-zóster.  MODO DE TRANSMISSÃO: saliva ou contato com objetos contaminados pelas lesões da pele.  CARACTERÍSTICAS DA INFECÇÃO: o vírus provoca pequenas e numerosas feridas no corpo, que geralmente não deixam cicatrizes.  MEDIDAS PROFILÁTICAS: vacinação e evitar contato direto com doentes.

33 CAXUMBA  A caxumba também chamada de papeira ou parotidite é uma infecção viral das glândulas salivares (geralmente a parótida), sublinguais ou submandibulares, todas próximas aos ouvidos.  TRANSMISSÃO:através do contato direto com secreções (saliva ou espirro) da pessoa infectada.  SINTOMAS:As glândulas ficam inchadas, podendo-se perceber pelo pescoço logo abaixo da orelha, e doloridas. Também causa dor de cabeça, dores musculares, fraqueza, febre, calafrios e dor ao mastigar ou engolir. Nos casos masculinos pode ocorrer orquite, isto é inflamação do testículo e em casos femininos, a ooforite, isto é, inflamação dos ovários. Em alguns casos podem ocorrer meningite, as seqüelas podem ser diminuição da capacidade auditiva e esterilidade.  MEDIDAS PROFILÁTICAS:vacinação e evitar contato direto com doentes.

34 CONDILOMA ACUMINADO  O condiloma acuminado é uma lesão na região genital, causada pelo Papilomavirus Humano (HPV). A doença é também conhecida como crista de galo, figueira ou cavalo de crista.  Sinais e Sintomas O HPV provoca verrugas, com aspecto de couve-flor e de tamanhos variáveis, nos órgãos genitais. Pode ainda estar relacionado ao aparecimento de alguns tipos de câncer, principalmente no colo do útero, mas também no pênis ou no ânus. Porém, nem todo caso de infecção pelo HPV irá causar câncer.

35 CONDILOMA ACUMINADO  Formas de contágio A infecção pelo HPV é muito comum. Esse vírus é transmitido pelo contato direto com a pele contaminada, mesmo quando essa não apresenta lesões visíveis. A transmissão também pode ocorrer durante o sexo oral. Há, ainda, a possibilidade de contaminação por meio de objetos como toalhas, roupas íntimas, vasos sanitários ou banheiras

36 CONDILOMA ACUMINADO  Prevenção Não existe forma de prevenção 100% segura, já que o HPV pode ser transmitido até mesmo por meio de uma toalha ou outro objeto. Calcula-se que o uso da camisinha consiga barrar entre 70% e 80% das transmissões, e sua efetividade não é maior porque o vírus pode estar alojado em outro local, não necessariamente no pênis, mas também na pele da região pubiana, períneo e ânus. A novidade é a chegada, ainda em 2006, da primeira vacina capaz de prevenir a infecção pelos dois tipos mais comuns de HPV, o 6 e o 11, responsáveis por 90% das verrugas, e também dos dois tipos mais perigosos, o 16 e o 18, responsáveis por 70% dos casos de câncer de colo do útero. Ainda em discussão os valores para dose (3 doses), para o mercado privado brasileiro  Na maioria das vezes os homens não manifestam a doença. Ainda assim, são transmissores do vírus. Quanto às mulheres, é importante que elas façam o exame de prevenção do câncer do colo, conhecido como "papanicolau" ou preventivo, regularmente.

37 HERPES SIMPLES  TRANSMISSÃO:se dá pelo contato direto das lesões com a pele ou a mucosa de uma pessoa não infectada. O vírus de herpes humano pode permanecer latente no organismo e provocar recidivas de tempos em tempos.  SINTOMAS:pequenas bolhas cheias de líquido claro ou amarelado que formam crostas quando se rompem - é precedida por alguns sintomas locais como coceira, ardor, agulhadas, formigamento e que desaparecem em uma semana aproximadamente. No caso especifico do herpes genital, podem ocorrer febre e ardor ao urinar. Algumas pessoas se referem também à sensação de choque, sintoma explicado pela afinidade desse vírus com as terminações nervosas. A primeira infecção costuma ser mais grave e o restabelecimento completo, mais demorado. Nas recidivas, os sintomas são os mesmos, mas menos intensos.

38 HERPES  PREVENÇÃO: uso de preservativo nas relações sexuais.  Evitar contato direto ou indireto com as feridas que surgem nas manifestações herpéticas.

39 HERPES

40 RAIVA OU HIDROFOBIA  A raiva é uma doença provocada por vírus caracterizada por sintomatologia nervosa que acomete animais e seres humanos. Transmitida pelo cão, gato, rato, bovino, eqüino, suíno, macaco, morcego e animais silvestres, através da mordedura ou lambedura da mucosa ou pele lesionada por animais raivosos.  Os animais silvestres são reservatório primário para a raiva na maior parte do mundo, mas os animais domésticos de estimação são as principais fontes de transmissão da raiva para os seres humanos.

41 RAIVA OU HIDROFOBIA  SINTOMAS:No homem, o primeiro sintoma é uma febre pouco intensa (38 graus centígrados) acompanhada de dor de cabeça e depressão nervosa. Em seguida, a temperatura torna-se mais elevada, atingindo 40 a 42 graus. Logo a vítima começa a ficar inquieta e agitada, sofre espasmos dolorosos na laringe e faringe e passa a respirar e engolir com dificuldade. Os espasmos estendem-se depois aos músculos do tronco e das extremidades dos membros, de forma intermitente e acompanhados de tremores generalizados, taquicardia, parada de respiração.

42 RAIVA OU HIDROFOBIA  MEDIDAS PROFILÁTICAS:O controle e profilaxia visa vacinar os animais de estimação a partir de 3 meses de idade e depois anualmente; capturar cães de rua; controlar os transmissores (morcegos), evitando, porém, contato direto com o mesmo. Caso seja detectada a presença de morcegos em alguma região deve-se: procurar iluminar áreas externas nas residências; colocar telas nos vãos, janelas e buracos e fechar ou vedar porões, pisos falsos e cômodos pouco utilizados que permitam o alojamento de colônias.

43 HEPATITE A,B,C,D e E  "A hepatite é uma doença caracterizada por uma inflamação do fígado. Pode apresentar diversas causas como as infecções por vírus, uso abusivo de álcool e certos medicamentos, de drogas, doenças hereditárias e auto-imunes. Entretanto, sabemos que as causas mais comuns são as virais. A hepatite pode ser classificada em aguda e crônica, sendo que essa última é representada por um processo inflamatório que dura mais de seis meses, porém a cronificação não ocorre em todos os casos."

44 HEPATITE  Hepatite por vírus A: esse vírus é eliminado nas fezes e seu modo de transmissão é chamado fecal-oral, ou seja, ingestão de água e/ou alimentos contaminados. Por isso, essa forma de hepatite é bastante comum em países menos desenvolvidos e em locais com precárias condições de higiene e saneamento básico. Acomete principalmente crianças, na faixa etária entre dois e seis anos, mas qualquer indivíduo pode ter a doença, caso ainda não tenha tido. Devemos ressaltar que quando os sintomas aparecem, o vírus já está começando a desaparecer das fezes, isto é, a fase de maior transmissibilidade já está terminando. Mesmo assim, recomenda-se um período de isolamento (não ir à escola, creche, etc) de mais ou menos sete dias, a partir do início dos sintomas. Em raros casos pode evoluir de forma grave, com hepatite fulminante. Por isso, pode apresentar-se em surtos, epidemias. Uma característica de extrema importância: esse tipo de hepatite não se cronifica.

45 HEPATITE  Hepatite por vírus B: o modo de transmissão desse vírus é através do uso compartilhado de seringas e agulhas (entre usuários de drogas), relação sexual sem preservativo, acidentes pérfuro-cortantes (como durante cirurgias) e durante o parto, quando a mãe pode transmitir o vírus para o recém-nascido. Uma forma de transmissão comum no passado era a transfusão de sangue. Na forma aguda, pode evoluir mais frequentemente que a hepatite A com hepatite fulminante, podendo levar à morte.  Hepatite por vírus C: o modo de transmissão é semelhante ao do vírus B, porém a transmissão durante o parto é bem menor. Antigamente era considerada a principal causa de hepatite transmitida por transfusão de sangue, mas atualmente existem exames bastante eficazes na realização de triagem das amostras em bancos de sangue, o que diminuiu a transmissão. Apresenta também potencial para desenvolvimento de formas crônicas  Hepatite por vírus D: o modo de transmissão é o mesmo do vírus B, e esse tipo de hepatite só ocorre em indivíduos infectados pelo vírus B, pois o vírus D precisa dele para poder multiplicar-se.  Hepatite por vírus E: o modo de transmissão é o mesmo do vírus A. Ocorre em países menos desenvolvidos, em formas de epidemias. Em grávidas, pode levar mais comumente a formas graves.

46 HEPATITE

47 SARAMPO  TRANSMISSÃO:Gotículas da respiração e mesmo o ar com o vírus ainda vivo são responsáveis pela disseminação da doença.  SINTOMAS:Febre muito alta, tosse intensa, coriza, conjuntivite e exantema máculo-papular (pele com placas ásperas avermelhadas).  O exame interno da bochecha permite identificar pequenos pontos branco-amarelados (enantema de Koplick) que confirma o diagnóstico.  MEDIDAS PROFILÁTICAS:vacina anti-sarampo, altamente eficaz, é aplicada em duas doses, sendo a primeira aos 9 meses e a segunda aos 15 meses.

48 GRIPE  MODO DE TRANSMISSÂO: o vírus Influenza se dissemina, principalmente, pelo ar. Quando a pessoa gripada espirra, tosse ou fala, gotículas com o vírus ficam dispersas no ar por um tempo suficiente para ser inaladas por outra pessoa.  SINTOMAS:febre, calafrios, suor excessivo, tosse seca - pode durar mais de duas semanas dores musculares e articulares (dores no corpo) - podem durar de 3 a 5 dias fadiga - pode levar mais de duas semanas para desaparecer mal- estar,dor de cabeça,nariz obstruído, irritação na garganta

49 GRIPE  PREVENÇÃO: A melhor maneira de se proteger da gripe é fazer a vacinação anual contra o Influenza antes de iniciar o inverno, época em que ocorrem mais casos.  Evitar contato direto com doentes.

50 FEBRE AMARELA  doença infecciosa causada por um tipo de vírus chamado flavivírus, cujo reservatório natural são os primatas não-humanos que habitam as florestas tropicais. Existem dois tipos de febre amarela: a silvestre, transmitida pela picada do mosquito Haemagogus, e a urbana transmitida pela picada do Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue e que foi reintroduzido no Brasil na década de Embora os vetores sejam diferentes, o vírus e a evolução da doença são absolutamente iguais.  A forma urbana já foi erradicada. O último caso de que se tem notícia ocorreu em 1942, no Acre, mas pode acontecer novo surto se a pessoa infectada pela forma silvestre da doença retornar para áreas de cidades onde exista o mosquito da dengue que prolifera nas cercanias das residências e ataca durante o dia.

51 FEBRE AMARELA  SINTOMAS:Febre alta, mal-estar, dor de cabeça, dor muscular muito forte, cansaço, calafrios, vômito e diarréia aparecem, em geral, de três a seis dias após a picada (período de incubação).  Afeta principalmente o fígado, dando aspecto amarelado à pele do doente.  Afeta também baço, rins, medula óssea e linfonodos, podendo levar o indivíduo à morte.

52 FEBRE AMARELA  PROFILAXIA:Vacine-se contra febre amarela pelo menos dez dias antes de viajar para áreas de risco e não se esqueça das doses de reforço que devem ser repetidas a cada dez anos; · Use, sempre que possível, calças e camisas que cubram a maior parte do corpo; · Aplique repelente sistematicamente. Não se esqueça de passá-lo também na nuca e nas orelhas. Repita a aplicação a cada quatro horas, ou a cada duas horas se tiver transpirado muito; · Não se esqueça de reaplicar o repelente toda a vez que molhar o corpo ou entrar na água; · Use mosqueteiro, quando for dormir nas áreas de risco, · Procure informar-se sobre os lugares para os quais vai viajar e consulte um médico ou os núcleos de atendimento ao viajante para esclarecimentos sobre cuidados preventivos; · Erradicar o mosquito transmissor da febre amarela é impossível, mas combater o mosquito da dengue nas cidades é uma medida de extrema importância para evitar surtos de febre amarela nas áreas urbanas

53 POLIOMIELITE  TRANSMISSÃO: O vírus pode ser eliminado na saliva ou nas fezes de pessoas contaminadas. A transmissão pode ocorrer por meio de gotículas de saliva ou pela ingestão de água ou alimentos contaminados por fezes de doentes.  SINTOMAS: O vírus afeta o sistema nervoso e a musculatura. Pode causar paralisia severa que leva à morte. A forma mais comum é a paralisia infantil.  PROFILAXIA: Vacinação

54 POLIOMIELITE

55  TRANSMISSÃO: gotículas de saliva e uso de objetos contaminados pelo vírus.  SINTOMAS: doença caracterizada por feridas grandes e numerosas na pele, que deixam cicatrizes.Hoje é considerada erradicada, mas causou numerosas mortes e deixou sequelas em muitas pessoas em todo mundo na década de  PROFILAXIA: vacinação VARÍOLA

56 VARÍOLA


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