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Compreendendo alguns termos 1. Afetividade A afetividade é uma dimensão básica e central da pessoa. Situa-nos na base e no centro do ser humano, ali onde.

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1 Compreendendo alguns termos 1

2 Afetividade A afetividade é uma dimensão básica e central da pessoa. Situa-nos na base e no centro do ser humano, ali onde surge o sujeito autônomo e aberto aos outros. É a energia propulsora da vida humana. 2

3 É fácil perceber a energia gerada por uma represa: milhões e milhões de metros cúbicos de água contidos e represados pela barragem, orientados e canalizados pelas turbinas, geral luz, irrigação, vida. Se essa força quase ilimitada, por falta de canalização, explode a contenção da represa, é símbolo de destruição e morte: tudo que estiver pela frente é destruído e engolido pelas águas. Afetividade 3

4 Se essa força quase ilimitada, por falta de canalização, explode a contenção da represa, é símbolo de destruição e morte: tudo que estiver pela frente é destruído e engolido pelas águas. Afetividade 4

5 Com a afetividade se passa algo semelhante. É uma força quase ilimitada, que impulsiona e energiza o ser humano. Se é orientada e canalizada, é sinal de vida. Ao contrário, se essa força não é orientada, arrebenta a pessoa por dentro e compromete as relações com os outros, converte-se em sinal de doença e desequilíbrio pessoal e comunitário. Afetividade 5

6 Sexualidade Sexualidade, fenômeno inerente ao ser humano, está presente em todos os atos da vida. É um fundamento básico da personalidade que possibilita à pessoa maneiras particulares e individuais de manifestar-se, de comunicar-se com os outros, de sentir, de exprimir e de viver o amor humano e se expressar. 6

7 É um dos fundamentos da identidade pessoal. É um conjunto de fenômenos que são ligados ao sexo e que o extrapolam: masculinidade e feminilidade, erotismo, sensualidade, afetos, desejos, posturas e valores. Sexualidade 7

8 Homossexualidade Homossexualidade é a condição de um ser pessoal que, ao nível da sexualidade, se caracteriza pela peculiaridade de sentir- se constitutivamente posicionado na forma de expressão exclusiva na qual o parceiro é do mesmo sexo 8

9 .... por homossexual não se entendem direta e exclusivamente os comportamentos homossexuais, e sim a condição sexual de um ser humano que, através de seus comportamentos, busca a realização pessoal... (Marciano Vidal). Homossexualidade 9

10 Homossexualidade situacional. A homossexualidade situacional é própria das pessoas heterossexuais que tem condutas homossexuais quando seu acesso à conduta heterossexual é limitado ou negado, como em prisões, internatos, etc.. (Sperry 2000). 10

11 Para descontrair

12 Bissexualidade. Bissexualidade. Bissexualidade designa a orientação sexual na qual uma pessoa tem preferência, se sente atraída e/ou realiza atividades sexuais com homens e com mulheres. 12

13 É relativamente pouco o que se conhece sobre o número de pessoas bissexuais, sobre seu percentual no conjunto da população e sobre como suas relações se diferenciam das dos indivíduos exclusivamente heterossexuais ou homossexuais. Bissexualidade 13

14 Além disso, apenas há um acordo entre os investigadores acerca do que constitui a bissexualidade, mas não há uma definição se se trata de um traço permanente ou apenas uma questão de conveniência ou oportunidade. Bissexualidade 14

15 Transexualismo (ou transexualidade) O transexualismo é o intenso e prolongado mal-estar psicológico com o próprio sexo biológico, que frequentemente leva o indivíduo a recorrer a uma cirurgia para “corrigir” sua condição sexual. Um transexual é uma pessoa adulta cuja identidade de gênero não corresponde ao seu sexo biológico. 15

16 Homofobia. É um medo irracional da homossexualidade e dos indivíduos homossexuais. 16

17 Compulsividade sexual A compulsividade sexual é a perda da capacidade de decidir livremente se prosseguir ou não com uma determinada conduta sexual. Se refere também a situações nas quais se produz a continuação da conduta apesar das conseqüências adversas, e a pessoa compulsiva mantém sua conduta apesar dos esforços realizados para conter ou reduzir a freqüência dessas condutas. 17

18 Adicção sexual Adicção sexual designa uma relação patológica com qualquer forma de atividade sexual que o indivíduo é incapaz de controlar, piora progressivamente, e, geralmente, tem conseqüências negativas (Carnes 1983; 1991). 18

19 Orientação sexual A orientação sexual alude à preferência emocional e erótica pela categoria de pessoas – heterossexual, homossexual ou bissexual – que um indivíduo prefere para relacionar-se sexual ou intimamente. Este fenômeno recebe o nome de homossexualidade situacional. Uma visão alternativa da orientação sexual se baseia mais na excitação do que na preferência. 19

20 “Sexo” – diz da constituição e do aspecto externo corpóreo do indivíduo. Ele determina, biologicamente falando, desde o nascimento, se alguém é imediatamente tido pelos pais como “macho” ou “fêmea”. Sexo tem a ver com o fato de sermos macho ou fêmea e com o conjunto dos órgãos reprodutores, além de significar também o ato sexual propriamente dito. 20

21 “Gênero” – se refere à forma culturalmente tida como diferenciadora dos papéis e do status atribuídos pelo grupo social a cada um dos dois sexos. Indica os comportamentos a serem assumidos pelas crianças à medida que crescem e normatiza o que é próprio à menina e o que é próprio ao menino. Gênero diz respeito aos aspectos culturais e individuais da vivência do sujeito definindo o masculino e o feminino. 21

22 Identidade de sexo Identidade de sexo é a consciência do sexo a que se pertence biologicamente; 22

23 Identidade de gênero Identidade de gênero se refere aos aspectos culturais e individuais dessa consciência, ao sentido subjetivo que uma pessoa tem de ser uma mulher ou um homem. Este sentido se adquire normalmente por volta dos 3 anos de idade. Enquanto que sexo é uma designação biológica, gênero é uma designação socialmente construída. 23

24 A identidade de gênero é o sentido interior do eu que uma pessoa tem como homem ou como mulher, enquanto que o papel de gênero é a expressão exterior do que a pessoa sente, pensa, diz e faz para demonstrar aos outros que é um homem ou uma mulher. Ademais, o papel de gênero e a identidade de gênero refletem na masculinidade e na feminilidade da pessoa. Identidade de gênero 24

25 Finalmente, pode ainda acontecer que a identidade sexual difira da identidade de gênero. Por exemplo, alguns poderiam considerar que um indivíduo com uma preferência e identificação claramente heterossexual, porém que manifesta alguns traços femininos e relativamente poucas características masculinas clássicas, tem uma orientação homossexual. Identidade de gênero 25

26 Identidade sexual Identidade sexual é a soma da identidade de sexo e da identidade de gênero. A identidade sexual designa a auto- identificação de uma pessoa como heterossexual, gay, lésbica ou bissexual. 26

27 “Auto-identificação” é o termo operativo que indica se uma pessoa se considera homem ou mulher. A identidade sexual indica também se a pessoa se considera atrativa para os outros. Este termo tem relação com a identidade de gênero, mas não é a mesma coisa. Identidade Sexual 27

28 Sexo A relação entre sexo, sexualidade e reprodução se mostra tanto mais estreita quanto mais se sobe na escala zoológica. No homem, no entanto, em virtude de elementos culturais que se impuseram aos comportamentos instintivos, as questões ligadas à sexualidade se libertaram em grande medida das determinações do sexo e da reprodução e se situaram principalmente na esfera da afetividade. 28

29 Sexo é o conjunto de caracteres estruturais e funcionais segundo os quais um ser vivo se classifica como macho ou fêmea e desempenha papel específico de uma dessas condições na reprodução da espécie. Sexo 29

30 O sexo do indivíduo depende da combinação de vários fatores geralmente harmônicos, como a determinação cromossômica, a evolução intra-uterina das gônadas e demais órgãos sexuais, a ação dos hormônios e os efeitos do meio ambiente. Na reprodução sexuada, cada organismo novo é geneticamente único e resulta da combinação de genes dos dois genitores. Sexo 30

31 O mecanismo que determina a direção do desenvolvimento sexual, no homem e na maioria dos organismos bissexuais, consiste de um par especial de cromossomos sexuais, presente em todas as células do corpo. Nas mulheres, os dois cromossomos sexuais são iguais e foram designados como cromossomos X. Nos homens, o par consiste de um cromossomo X e de outro diferente, chamado Y. Sexo Cromossômico ou Genético 31

32 As células sexuais (óvulos, nas mulheres, e espermatozóides, nos homens), formadas por um processo chamado mitose redutora, apresentam, ao invés do par, um único cromossomo sexual. Nos óvulos, estes são sempre X, enquanto nos espermatozóides podem ser X ou Y. Sexo cromossômico ou genético 32

33 O indivíduo que se desenvolve a partir de um ovo XX é do sexo feminino e o que provém de um ovo XY é do sexo masculino. Caso ocorra anomalia na diferenciação, pode resultar, de uma determinação XX, a formação de indivíduos com alguns aspectos masculinos, da mesma forma que um ovo XY pode diferenciar-se com vários aspectos femininos. Sexo cromossômico ou genético 33

34 No início de sua existência, o embrião não tem testículos nem ovários, mas gônadas indiferenciadas que podem evoluir num ou outro sentido. Em circunstâncias anormais, podem se diferenciar nos dois sentidos, ou mesmo permanecerem em estado rudimentar, formadas apenas por tecido conjuntivo. Sexo Gonádico e Genitália 34

35 A direção do desenvolvimento da gônada primitiva é determinada pelos cromossomos. A diferenciação da genitália externa depende da ação de hormônios androgênicos. Mais uma vez, basta a ausência dos fatores de masculinização para que ocorra a diferenciação feminina. Sexo gonádico e genitália. 35

36 Na puberdade surge, pela primeira vez na seqüência de transformação do corpo humano, a necessidade de um fator feminino específico: os estrogênios. Os caracteres sexuais secundários masculinos dependem de androgênios. Caracteres Sexuais Secundários 36

37 Na menina, pela entrada em função de seus ovários, desenvolvem-se os seios, crescem os pêlos púbicos e axilares, e ocorre a primeira menstruação. No menino, por ação testicular, a voz se torna grave, surgem pêlos no rosto, no púbis e em outras partes do corpo, e os órgãos genitais aumentam de tamanho. Caracteres sexuais secundários 37

38 Aspectos psicossociais da sexualidade. Desde os primeiros meses, os pais orientam o comportamento da criança para torná-lo condizente com seu respectivo sexo. O menino e a menina acabarão por considerar-se como tais e assim serão considerados pelos outros. 38

39 O surgimento posterior dos caracteres sexuais secundários só faz acentuar um sexo psicossocial já nitidamente estabelecido, elaborado pela educação e pelos valores da família, da escola e da sociedade em geral, e que resulta da interação de fatores genéticos, fisiológicos, psicológicos e socioculturais. Aspectos psicossociais da sexualidade 39

40 Desejo e orientação sexual. O ser humano é inicialmente pansexual. É a ação do meio que estimulará certos contatos e os tornará no mínimo aceitáveis, enquanto outros serão violentamente condenados. Fatores como os cromossomos e hormônios sexuais, as gônadas e os órgãos genitais, contrariamente ao que se costuma divulgar, não determinam a intensidade do desejo nem a orientação sexual. 40

41 A influência dos hormônios, inegável nos animais, é sobrepujada no homem pelos fatores culturais, e as numerosas manifestações sexuais infantis, sobretudo a masturbação, provam o despertar do desejo muito antes de se elevarem os teores dos hormônios sexuais. Desejo e orientação sexual. 41

42 Inversamente, têm considerável importância os determinantes culturais, que ditam também as diferenças entre homem e mulher, jovens e adultos, adultos e velhos. Desejo e orientação sexual. 42

43 Intimidade: A intimidade implica relação interpessoal profunda e comprometida que produz na pessoa sensação de plenitude, mesmo que possa exigir alta soma de entrega e sacrifício. 43

44 Segundo Erick Erikson, a intimidade não se restringe à esfera sexual, nem ao terreno genital. Abarca também a capacidade de abrir-se, de compartilhar, de dar, de sentir afeto por outra pessoa sem temor de perder-se a si mesmo. Dá lugar à relação sadia de amizade entre pessoas de sexo diferente ou do mesmo sexo. 44


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