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Mesa Redonda ESTRUTURA DA ASSISTÊNCIA EM TUBERCULOSE ASSISTÊNCIA NO HOSPITAL ESTADUAL DE REFERÊNCIA EM TUBERCULOSE – Octávio Mangabeira HEOM Jamocyr Moura.

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1 Mesa Redonda ESTRUTURA DA ASSISTÊNCIA EM TUBERCULOSE ASSISTÊNCIA NO HOSPITAL ESTADUAL DE REFERÊNCIA EM TUBERCULOSE – Octávio Mangabeira HEOM Jamocyr Moura Marinho - Coordenador do PCT HEOM

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3 Mycobacterium tuberculosis

4 PCT HEOM Ambulatório Tisiologia Enfermarias Laboratório Farmácia Núcleo de Epidemiologia Serviço Social Nutrição Serviço Psicologia Enfermagem Terapia Ocupacional Fisioterapia Ambulatório Pneumologia

5 Recomendação para a implementação da rede assistencial para a TB Organização dos níveis assistenciais priorizandoa Atenção Básica formalização Organização dos níveis assistenciais no âmbito estadual e municipal, priorizando a Atenção Básica e a formalização de uma rede integrada de referência e contra-referência Fonte: Nota Técnica PNCT/DEVEP/SVS/MS

6 Rede assistencial para a TB Atenção Básica Profissionais generalistas capacitados para o atendimento ao paciente portador de TB e seus contatos. Referência Secundária Profissionais especialistas ou generalistas com experiência em TB Referência Terciária Equipe multidisciplinar formada por especialistas, capacitada para o manejo da TB resistente e sua complexidade

7 Atenção Básica – Referência Primária

8 Atenção Básica Diagnosticar e prescrever o EB dos casos confirmados bacteriologicamente, realizando mensalmente as baciloscopias de controle até o final do tratamento. Identificar precocemente a ocorrência de efeitos adversos, conduzindo e orientando os casos que apresentem efeitos considerados “menores”.

9 Atenção Básica: Encaminhar para a unidade de referência os casos nas seguintes situações: casos com forte suspeita clínico- radiológica e baciloscopias negativas; casos de difícil diagnóstico; casos de efeitos adversos “maiores”; falência; qualquer tipo de resistência; casos com evolução clínica desfavorável.

10 Referência Secundária Estabelecer diagnóstico diferencial de TB pulmonar negativa à baciloscopia, casos com apresentação radiológica atípica e formas extrapulmonares. Avaliar criteriosamente os casos encaminhados com persistência de baciloscopia positiva no 4º mês: Má adesão ao esquema básico iniciar TDO e aguardar Cultura e TS Resistência as drogas (falência) encaminhar à referência terciária

11 Encaminhar casos com qualquer tipo de resistência à Referência Terciária. Referência Secundária:

12 Referência Terciária Diagnosticar e tratar todos os casos com qualquer resistência (monorresistência, polirresistência, TBMR e TBXDR) Garantir o TDO para todos os casos, podendo ser feito na própria referência ou na Atenção Básica (supervisão compartilhada). Enviar o cartão do tratamento supervisionado à Atenção Básica, além de todas as orientações que se fizerem necessárias. dentre outras...

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16 O HEOM NA REDE DE ASSISTENCIAL.

17 Enfermarias: Intolerância aos medicamentos antiTB incontrolável em ambulatório; Estado geral que não permita tratamento em ambulatório; Intercorrências clinicas ou cirúrgicas relacionadas ou não a TB que necessitem de tratamento ou procedimento em unidade hospitalar; Casos em situação de vulnerabilidade social como ausência de residência fixa ou grupos com maior possibilidade de abandono, especialmente se for um caso de retratamento, falência ou multirresistência. HEOM

18 Ambulatório Pneumologia – Primeira Consulta HEOM Estabelecer diagnóstico diferencial de TB pulmonar negativa à baciloscopia, casos com apresentação radiológica atípica e formas extrapulmonares; Casos de difícil diagnóstico

19 HEOM Ambulatório Tisiologia Referência terciária Monorresistência à R ou H. Monorresistência à R ou H. Polirresistência Polirresistência Resistência extensiva (XDR) Resistência extensiva (XDR)

20 Qualquer tipo de resistência; Falência; Micobactérias não tuberculosas; Casos de efeitos adversos “maiores”; HEOM Ambulatório Tisiologia

21 Referência secundária Mudançadeesquema Mudança de esquema por hepatotoxicidade por hepatopatia prévia por intolerância grave por alergia medicamentosa por alterações auditivas por alterações visuais por alterações mentais por alterações renais outras causas HEOM Ambulatório Tisiologia

22 Laboratório HEOM Baciloscopia Cultura Teste de sensibilidade Tipificação.

23 Obrigado. Telefones: Ambulatório Fax Coord.Médica PCT Diretória


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