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Iremos ver aqui: Ovóides. Ovóides É pela fixação mental de uma só idéia, denominada de Monoideísmo, que tem como conseqüência o atrofiamento, e posterior.

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1 Iremos ver aqui: Ovóides

2 Ovóides É pela fixação mental de uma só idéia, denominada de Monoideísmo, que tem como conseqüência o atrofiamento, e posterior aniquilamento, dos atributos fisio-motores dos corpos de manifestação da consciência. Essa fixação exacerba o sentimento de posse, de domínio, de poder. O orgulho, enfim. “(...) desencarna-se a alma, sem que se lhe desagarrem os pensamentos, enovelados em situações, pessoas e coisas da Terra. A mente, por isso, continua encarcerada nos interesses quase sempre inferiores do mundo, cristalizada e enfermiça em paisagens inquietantes, criadas por ela mesma.”

3 E a conseqüência é inevitável na queda no Monoideísmo, pois só um desejo lhe prende a atenção, criando com isso uma verdadeira couraça fluídica que o Ser constrói para si. Nela ele se fecha para o mundo exterior. As engrenagens de sua mente só se movimentam para realizar um só propósito: satisfazer a si, e unicamente a si. Ovóides

4 Ovoidização Simulação em imagens... O corpo Mental sem atributos próprios funde-se ao Astral, como se apenas um fosse. Está, a partir desse ponto, no mundo que construiu para si, uma bolha. Um ovóide ! Ovóides

5 O vídeo completo sobre o processo de “ovoidização”, pode ser visto no site Nele você vai encontrar muitos vídeos de animação. Vale a pena visitar e vê-los.

6 Dentro dessa conformação fisiológica, resultante de seu processo ideoplástico, a criatura se transforma no mais renitente e prejudicial parasita. Suas ações se limitam a sugar a vitalidade de outros Seres, e de preferência de encarnados, já que por si mesma não consegue metabolizar alimentos que a sustenham. Além de sugar a vitalidade alheia, infunde na pessoa que a hospeda sua radiação nociva e degenerativa. Verdadeiro estado de mórbida hipnose cuja ligação provoca a simbiose na qual a mente encarnada, - o hospedeiro - à ela ligada, vai perdendo a vontade própria e passa a ser o instrumento daquela consciência encerrada no ovóide. Num estágio mais avançado desse parasitismo o encarnado além de instrumento se torna “propriedade” do ovóide, tal o enraizamento entre ambos. Ovóides Ovoidização

7 Elucidando que o parasita ovóide se imanta ao campo psicosférico das pessoas, cujas emanações mentais os atrai. Descrevendo acontecimento obsessivo, André Luiz no livro Libertação, nos relata começando a dizer que ligadas a algumas pessoas haviam umas formas esferoidais. Destas, algumas apresentavam algum movimento em torno dos indivíduos, e outras estavam estacionadas. Todas, porém, ligadas às auras de seus hospedeiros, e nelas se vitalizando. Assim diz o autor: “Semelhavam-se a pequenas esferas ovóides (...) ao jeito de grandes amebas, respirando naquele clima espiritual (...)” A figura ao lado faz essa representação, onde vemos as “manchas ovóides” impregnando a aura da pessoa. A seguir para falar da origem dessas metamorfoses que transformam o corpo Astral em forma ovóide, o autor informa que “(...) os ignorantes e os maus, os transviados e os criminosos também perdem, um dia, a forma perispiritual. Pela densidade da mente, saturada de impulsos inferiores, não conseguem elevar-se e gravitam em derredor das paixões absorventes que por muitos anos elegeram em centro de interesses fundamentais.” (Livro Libertação, página 86) Ovóides

8 Como comentamos antes, os casos de monoideísmo levam à fixação mental, prendendo a consciência nas “paixões absorventes”, que foram os seus atos habituais durante a última vida humana. Nesta classe de pessoas estão as que André Luiz enumerou. Em razão da fixação da mente em propósitos inferiores perdem a forma perispiritual humana. Sem a forma humana, de seus corpos Astrais, e para atender suas necessidades de vitalização, como também para satisfazer os apetites grosseiros a que estavam habituados quando na Terra viviam, se imantam às auras dos que ainda permanecem no plano Físico e que, por idênticos prazeres lhes franqueiam o campo psíquico. Na abaixo damos um singelo exemplo dessa imantação entre uma entidade ovoidizada e um ser encarnado. Em um trecho da página 115 onde ele descreve outra situação inclusa no mesmo processo parasitário: “A vampirização era incessante. As energias usuais do corpo pareciam transportadas às formas ovóides, que se alimentavam delas, automatica- mente, num movimento indefinível de sucção.” O trecho acima informa, precisamente, sobre a questão da imantação e absorção da vitalidade do humano pelo ovóide. Todavia, há uma razão para que esse estado simbiótico se estabeleça, e esta se origina da igualdade dos desejos e vontades. Ovóides

9 Imantação

10 Para acrescentar mais esclarecimentos citamos a seguir o mesmo André Luiz, desta feita no seu outro livro por título Evolução em Dois Mundos, página 117. É assim que ele descreve as entidades que se imantam às auras de encarnados: “(...) assemelhando-se a ovóides, vinculados às próprias vítimas que, de modo geral, lhes aceitam, mecanicamente, a influenciação, à face dos pensamentos de remorso ou arrependimento tardio, ódio voraz ou egoísmo exigente que alimentam no próprio cérebro, através de ondas mentais incessantes.” Esse trecho confirma que a simbiose se efetiva a partir de desejos e vontades consagradas em pensamentos egoísticos, em sentimentos vingativos e desregramentos luxuriosos, que, muitas vezes, se despertaram no chamado “vítima” muito antes das primeiras aproximações dos chamados “algozes. Como vemos, se todo e qualquer processo obsessivo merece atenção, cuidados e muito respeito dentro das linhas da ética cósmica, o caso particular onde haja incidência de parasitas ovóides exige providências mais acuradas. E para que fique bem claro a gravidade de situações como as citadas, vamos reproduzir duas perguntas e suas respostas que extraímos da segunda parte do livro Evolução em Dois Mundos, que são: Ovóides

11 “- Existem “parasitas ovóides” vampirizando desencarnados ? -Sim, nos processos degradantes da obsessão vindicativa, nos círculos inferiores da Terra, são comuns semelhantes quadros, sempre dolorosos e comoventes pela ignorância e paixão que os provocam.” [página 215] Com essa resposta André Luiz não só confirma que existem parasitas ovóides como também é comum vê-los como participantes nos casos de obsessões mais violentas. “- Como compreendermos a situação dos centos vitais no caso dos ovóides ? -Entendereis facilmente a posição dos centros vitais do corpo espiritual, restritos na (ovoidização) – apesar de não terdes elementos terminológicos que a exprimam -, pensando na semente minúscula que encerra dentro dela os princípios organogênicos da árvore em que se converterá de futuro.” [página 175] Para o caso específico do parasita ovóide, seus centros vitais, isto é, os chacras, de seu corpo Astral morfologicamente modificado, permanecem como sementes que aguardam a devida oportunidade de plantio, quando então desabrocharão para outra etapa de atividade. Esse plantio se refere na generalidade das reencarnações, que são das mais dolorosas e impeditivas de ações no âmbito da sociedade. Ovóides

12 Para o caso específico de cura de uma consciência ovoidizada, a solução é fazê-la retornar ao início do percurso que a levou àquele estado. Em outras palavras, o processo de ovoidização foi iniciado a partir de um momento na vida do indivíduo quando seus atos convergiam para atitudes prejudiciais e, unicamente, egoísticas. Logo, terá que retornar ao princípio da conscientização, para que, desta vez, esta lhe induza conceitos de fraternidade. A convergência para atitudes prejudiciais, (excesso de força egoística), não só paralisou a mente em um único propósito como, também, causou a atrofia dos corpos, levando-os à forma rudimentar de um ovo. Reverter esse processo, como dissemos, significa fazer voltar a percorrer o mesmo caminho antes trilhado, de quando na fase transformativa animal/hominal. Com uma substancial diferença, de que na primeira vez havia simplicidade e ignorância no despertar daquela consciência, e agora existe perversidade. Neutralizar esta é o objetivo. Tal que, como da primeira vez, o caminho deve ser palmilhado a partir do corpo Físico, para que deste desenvolva-se, regenerativamente, o corpo Astral e o Mental. Logo, o recurso único é a reencarnação. Ovóides

13 Será, sem dúvida, uma reencarnação cheia de tropeços. Os mais acerbos, porque, como se sabe, o corpo Astral é o molde pré-existente para o corpo Físico e tendo ele perdido sua característica forma humana, não poderá consolidar um corpo Físico perfeito. São os nascimentos de crianças teratológicas. Portadoras de anomalias as mais horrendas. Faltando membros, ou membros atrofiados. Não andam, não falam, cegas, surdas e tantas outras deficiências. Algumas, verdadeiros vegetais em corpos quase humanos. Obviamente, o citado acima não generaliza tais nascimentos, induzindo a pensar que, nesses casos, todos seriam espíritos reencarnando em situações de correção ovóide. Muitas outras circunstâncias podem ocasionar encarnações deficitárias no que concerne à constituição fisiológica do nascituro. Nesse contexto de nascimentos deficitários juntam-se, carmicamente, uma mãe culposa e o condenado. Ela, apenas para gestacionar com sua fisiologia um corpo quase sem mecanismos. Só para permitir a entrada no plano Físico de um espírito a regenerar-se. Embora tudo isso seja doloroso, entretanto, essas consciências, perversas, não poderiam ter um corpo Físico normal, pois se o adquirissem voltariam a ser os mesmos tiranos de antes. Afinal, com a morte do anterior corpo Físico, suas mentes não se modificaram. Ainda estão prisioneiros do monoideísmo. Ovóides

14 O recurso de lhes impor um corpo Físico defeituoso, teratológico, é o sinal cármico da caminhada que se reinicia. No desconforto de uma fisiologia imprestável, no que concerne ao lado humano, aquela consciência, perversa, começa a despertar para o verdadeiro sentido da vida. E nos milhões de anos terrestres futuros, célula a célula – física, astral e mental – executará o árduo trabalho de reconstruir seus instrumentos de evolução. A Teratologia (teratos = monstro; logus = estudo) consiste no estudo das malformações congênitas, ou seja, das anomalias de desenvolvimento que provocam alterações morfológicas presentes ao nascimento. Feto diencéfalo, ou seja, com dois encéfalos. Devido ao nascimento de aberrações como esta é que surgiu a disciplina Teratologia. Vemos aqui uma criança que, durante a organogênese, desenvolveu um segundo feto em seu abdômen. Ovóides

15 Capítulo 7. Processo Redentor. Em rápidos minutos achávamo-nos em pequena câmara, onde magro doentinho repousava, choramingando. Cercavam-no duas entidades tão infelizes quanto ele mesmo, pelo estranho aspecto que apresentavam. O menino enfermo inspirava piedade. — É paralítico de nascença, primogênito de um casal aparente- mente feliz, e conta oito anos na existência nova — informou Calderaro, indicando-o —; não fala, não anda, não chega a sentar-se, vê muito mal, quase nada ouve dá esfera humana; psiquicamente, porém, tem a vida de um sentenciado sensível, a cumprir severa pena, lavrada, em verdade, por ele próprio. (...) “(...) Viveu nas regiões inferiores, apartado da carne, inomináveis suplícios. Inúmeras vítimas já lhe perdoaram os crimes; muitas, contudo, seguiram-no, obstinadas, anos afora... A malta, outrora densa, rareou pouco a pouco, até que se reduziu aos dois últimos inimigos, hoje em processo final de transformação. Com as lutas acremente vividas, em sombrias e dantescas furnas de sofrimento, o desgraçado aprestou-se para esta fase conclusiva de resgate; conseguiu, assim, a presente reencarnação com o propósito de completar a cura efetiva, em cujo processo se encontra, faz muitos anos.” A paisagem era triste e enternecedora. O doente, de ossos enfezados e carnes quase transparentes, pela idade deveria ser uma criança bela e feliz; ali, entretanto, se achava imóvel, a emitir gritos e sons guturais, próprios da esfera sub-humana. CONTINUA

16 Capítulo 7. Processo Redentor. Com o respeito devido à dor e com a observação imposta pela Ciência, verifiquei que o pequeno paralítico mais se assemelhava a um descendente de símios aperfeiçoados. — Sim, o espírito não retrocede em hipótese alguma — explicou Calderaro —; todavia, as formas de manifestação podem sofrer degenerescência, de modo a facilitar os processos regenerativos. Todo mal e todo bem praticados na vida impõem modificações em nosso quadro representativo. Nosso desventurado amigo envenenou para muito tempo os centros ativos da organização perispiritual. (...) Como desejasse ver-me suficientemente esclarecido, acrescentou: — Espiritualmente, este pobre doente não regrediu. Mas o processo de evolução, que constitui o serviço do espírito divino, através dos milênios, efetuado para glorioso destino, foi por ele mesmo (o enfermo) espezinhado, escarnecido e retardado. Semeou o mal, e colhe-o agora. FIM

17 Consciências encarceradas em corpos deficientes. Desta forma, até que uma nova encarnação não aconteça, os chacras permanecem inativos. É isso que faz desses indivíduos seres parasitários, pois só pela ação parasitária conseguem assimilar a vitalidade que necessitam. Os chacras, que são de comum os vitalizadores do corpo, nos ovóides estão inanimados. Repetindo no que foi descrito antes, será um difícil e doloroso caminho de recuperação. Entretanto, aqueles que nele ingressam não terão outra alternativa, senão segui-lo. Só o tempo, depois que laboriosa e dolorosamente tecerem com as próprias mãos novas roupagem de vida, permitirá germinar esperanças de renovação. E como diz o ditado: A Semeadura é livre, porém a colheita é obrigatória. Ovóides

18 Vejam por exemplo neste caso com um suicida, o que é dito a ele. E imaginem nos casos mais graves como o dos ovóides! Prelúdios de Reencarnação "— Sim! Reconheço-te sincero e forte para o resgate, plenamente arrependido do passado culposo! Realmente, esse será o recurso aconselhável para o teu caso, medida drástica que te moverá com muito menor morosidade à reabilitação honrosa que de ti exige a consciên- cia! Pondera, no entanto, que foste também suicida e, por isso, necessariamente, as condi- ções precárias em que se encontra tua presente organização, teu envoltório fluídico, mode- lador que será da tua futura estruturação carnal, levar-te-á a receberes, com o renascimen- to, um corpo enfermo, debilitado por achaques irreparáveis no plano objetivo ou terreno..." O Suicida diz estar pronto para a reencarnação, para o resgate de suas faltas... FIM

19 Capítulo 6. Observações e Novidades. Ante o intervalo espontâneo, reparei, não longe de nós, como que ligadas às personalidades sob nosso exame, certas formas indecisas, obscuras. Semelhavam-se a pequenas esferas ovóides, cada uma das quais pouco maior que um crânio humano. Variavam profusamente nas particularidades. Algumas denunciavam movimento próprio, ao jeito de grandes amebas, respirando naquele clima espiritual; outras, contudo, pareciam em repouso, aparentemente inertes, ligadas ao halo vital das personalidades em movimento. Fixei, demoradamente, o quadro, com a perquirição do laboratorista diante de formas desconhecidas. Grande número de entidades, em desfile nas vizinhanças da grade, transportavam essas esferas vivas, como que imantadas às irradiações que lhes eram próprias. Nunca havia observado, antes, tal fenômeno. Em nossa colônia de residência, ainda mesmo em se tratando de criaturas perturbadas e sofredoras, o campo de emanações era sempre normal. E quando em serviço, ao lado de almas em desequilíbrio, na Esfera da Crosta, nunca vira aquela irregularidade, pelo menos quanto me fora, até ali, permitido observar. Inquieto, recorri ao instrutor, rogando-lhe ajuda. CONTINUA

20 Capítulo 6. Observações e Novidades. – André – respondeu ele, circunspecto, evidenciando a gravidade do assunto –, compreendo-te o espanto. Vê-se, de pronto, que és novo em serviços de auxílio. Já ouviste falar, de certo, numa “segunda morte”. – Sim – acentuei –, tenho acompanhado vários amigos à tarefa reencarnacionista, quando, atraídos por imperativos de evolução e redenção, tornam ao corpo de carne. De outras vezes, raras aliás, tive notícias de amigos que perderam o veículo perispiritual, conquistando planos mais altos. A esses missionários, distinguidos por elevados títulos na vida superior, não me foi possível seguir de perto. Gúbio sorriu e considerou: – Sabes, assim, que o vaso perispirítico é também transformável e perecível, embora estruturado em tipo de matéria mais rarefeita. – Sim... – acrescentei, reticencioso, em minha sede de saber. – “Viste companheiros – prosseguiu o orientador –, que se desfizeram dele, rumo a esferas sublimes, cuja grandeza por enquantonão nos é dado sondar, e observaste irmãos que se submeteram a operações redutivas e desintegradoras dos elementos perispiríticos para renascerem na carne terrestre. (...)” CONTINUA

21 Capítulo 6. Observações e Novidades. “(...) Os primeiros são servidores enobrecidos e gloriosos, no dever bem cumprido, enquanto que os segundos são colegas nossos, que já merecem a reencarnação trabalhada por valores intercessores, mas, tanto quanto ocorre aos companheiros respeitáveis desses dois tipos, os ignorantes e os maus, os transviados e os criminosos também perdem, um dia, a forma perispiritual.” “Pela densidade da mente, saturada de impulsos inferiores, não conseguem elevar-se e gravitam em derredor das paixões absorventes que por muitos anos elegeram em centro de interesses fundamentais. Grande número, nessas circunstâncias, mormente os participantes de condenáveis delitos, imantam-se aos que se lhes associaram nos crimes. Se o discípulo de Jesus se mantém ligado a Ele, através de imponderáveis fios de amor, inspiração e reconhecimento, os pupilos do ódio e da perversidade se demoram unidos, sob a orientação das inteligências que os entrelaçam na rede do mal.” – E se consultarmos esses esferóides vivos? ouvir-nos-ão? Possuem capacidade de sintonia? Gúbio atendeu, solícito: – Perfeitamente, compreendendo-se, porém, que a maioria das criaturas, em semelhante posição nos sítios inferiores quanto este, dormitam em estranhos pesadelos. (...) CONTINUA

22 Capítulo 6. Observações e Novidades. “(...) Em verdade, agora se categorizam em conta de fetos ou amebas mentais, mobilizáveis, contudo, por entidades perversas ou rebeladas. O caminho de semelhantes companheiros é a reencarnação na Crosta da Terra ou em setores outros de vida congênere, qual ocorre à semente destinada à cova escura para trabalhos de produção, seleção e aprimoramento. Claro que os Espíritos em evolução natural não assinalam fenômenos dolorosos em qualquer período de transição, como o que examinamos.” congênere : Do mesmo gênero; Da mesma natureza; Parecido, semelhante. Gúbio ainda... “(...) Registram-nos os apelos, mas respondem-nos, de modo vago, dentro da nova forma em que se segregam, incapazes que são, provisoriamente, de se exteriorizarem de maneira completa, sem os veículos mais densos que perderam, com agravo de responsabilidade, na inércia ou na prática do mal.” FIM

23 Capítulo 7. Quadro Doloroso. Descemos alguns metros e encontramos esquálida mulher estendida no solo. Gúbio nela fixou os olhos muito lúcidos e, depois de alguns momentos, recomendou-nos seguir-lhe a observação acurada. – Vês, realmente, André? – inquiriu, paternal. Percebi que a infeliz se cercava de três formas ovóides, diferençadas entre si nas disposições e nas cores, que me seriam, porém, imperceptíveis aos olhos, caso não desenvolvesse, ali, todo o meu potencial de atenção. – Reparo, sim – expliquei, curioso –, a existência de três figuras vivas, que se lhe justapõem ao perispírito, apesar de se expressarem por intermédio de matéria que me parece leve gelatina, fluida e amorfa. Elucidou Gúbio, sem detença: – São entidades infortunadas, entregues aos propósitos de vingança e que perderam grandes patrimônios de tempo, em virtude da revolta que lhes atormenta o ser. Gastaram o perispírito, sob inenarráveis tormentas de desesperação, e imantam-se, naturalmente, à mulher que odeiam, irmã esta que, por sua vez, ainda não descobriu que a ciência de amar é a ciência de libertar, iluminar e redimir. CONTINUA

24 Capítulo 7. Quadro Doloroso. A mulher sofredora, envolvida num halo de “força cinzento-escura”, registrou-nos a presença e gritou, entre a aflição e a idiotia: – Joaquim! onde está Joaquim? Digam-me, por piedade! Para onde o levaram? Ajudem-me! Ajudem-me! O nosso orientador tranqüilizou-a com algumas palavras e, não lhe conferindo maior atenção, além daquela que o psiquiatra dispensa ao enfermo em crise grave, observou-nos: – Examinem os ovóides! sondem-nos, magneticamente, com as mãos. Operei, expedito. Toquei o primeiro e notei que reagia, positivamente. Liguei, num ato de vontade, minha capacidade de ouvir ao campo íntimo da forma e, assombrado, ouvi gemidos e frases, como que longínquos, pelo fio do pensamento: – Vingança! vingança! Não descansarei até ao fim... Esta mulher infame me pagará... Repeti a experiência com os dois outros e os resultados foram idênticos. As exclamações “assassina! assassina!...” transbordavam de cada um. CONTINUA

25 Capítulo 7. Quadro Doloroso. – Exonerada dos liames carnais, viu-se perseguida pelas vítimas de outro tempo, anulando-se-lhe a capacidade de iniciativa, em virtude das emissões vibratórias do próprio medo perturbador. (...) Os impiedosos adversários prosseguiram na obra deplorável e, ainda mesmo depois de perderem a organização perispirítica, aderiram a ela, com os princípios de matéria mental em que se revestem. A revolta e o pavor do desconhecido, com absoluta ausência de perdão, ligam-nos uns aos outros, quais algemas de bronze. A infeliz perseguida, na posição em que se encontra, não os vê, não os apalpa, mas sente-lhes a presença e ouve-lhes as vozes, através da inconfundível acústica da consciência. Vive atormentada, sem direção. Tem o comportamento de um ser quase irresponsável. FIM

26 Capítulo 9 Perseguidores Invisíveis (...) atingíramos a intimidade de Margarida, a obsidiada que o nosso orientador se propunha socorrer. Dois desencarnados, de horrível aspecto fisionômico, inclinavam- se, confiantes e dominadores, sobre o busto da enferma, submetendo-a a complicada operação magnética. Essa particularidade do quadro ambiente dava para espantar. No entanto, meu assombro foi muito mais longe, quando concentrei todo o meu potencial de atenção na cabeça da jovem singularmente abatida. Interpenetrando a matéria espessa da cabeceira em que descansava, surgiam algumas dezenas de “corpos ovóides”, de vários tamanhos e de cor plúmbea, asseme- lhando-se a grandes sementes vivas, atadas ao cérebro da paciente através de fios sutilíssimos, cuidadosamente dispostos na medula alongada. A obra dos perseguidores desencarnados era meticulosa, cruel. Margarida, pelo corpo perispirítico, jazia absolutamente presa, não só aos truculentos perturbadores que a assediavam, mas também à vasta falange de entidades inconscientes, que se caracterizavam pelo veículo mental, a se lhe apropriarem das forças, vampirizando-a em processo intensivo. CONTINUA

27 Em verdade, já observara, por mim, grande quantidade de casos violentos de obsessão, mas sempre dirigidos por paixões fulminatórias. Entretanto, ali verificava o cerco tecnicamente organizado. Capítulo 9 Perseguidores Invisíveis Evidentemente, as “formas ovóides” haviam sido trazidas pelos hipnotizadores que senhoreavam o quadro. Com a devida permissão, analisei a zona física hostilizada. Reparei que todos os centros metabólicos da doente apareciam controlados. A própria pressão sanguínea demorava-se sob o comando dos perseguidores. A região torácica apresentava apreciáveis feridas na pele e, examinando-as, cuidadoso, vi que a enferma inalava substâncias escuras que não somente lhe pesavam nos pulmões, mas se refletiam, sobremodo, nas células e fibrasconjuntivas, formando ulcerações na epiderme. A vampirização era incessante. As energias usuais do corpo pareciam transportadas às “formas ovóides”, que se alimentavam delas, automaticamente, num movimento indefinível de sucção. FIM

28 Capítulo 11 Valiosa experiência. Acercamo-nos de acolhedora poltrona, em que um cavalheiro de idade madura, dando mostras de evidente moléstia nervosa, permanecia ladeado por dois rapazes. Suor frio lhe banhava a fronte e extrema palidez, com traços de terror, lhe exteriorizava a lipotimia. Revelava-se torturado por visões pavorosas no campo íntimo, somente acessíveis a ele mesmo. Registrei-lhe as perturbações cerebrais e vi, sob forte assombro, as várias formas ovóides, escuras e diferençadas entre si, aderindo-lhe à organização perispirítica. Lipotimia: Perda momentânea da consciência, sem que se paralisem o coração e a respiração; desfalecimento, desmaio, delírio; vertigem. “(...) Temos sob nosso olhar um investigador da polícia em graves perturbações. Não soube deter o bastão da responsabilidade. Dele abusou para humilhar e ferir. Durante alguns anos, conseguiu manter o remorso a distância; todavia, cada pensamento de indignação das vítimas passou a circular-lhe na atmosfera psíquica, esperando ensejo de fazer-se sentir. Com a maneira cruel de proceder atraiu, não só a ira de muita gente, mas também a convivência constante de entidades de péssimo comportamento que mais lhe arruinaram o teor de vida mental. Chegado o tempo de meditar sobre os caminhos percorridos, na inti- midade dos primeiros sintomas de senectude corporal, o remorso abriu-lhe grande brecha na fortaleza em que se entrincheirava...” CONTINUA

29 Capítulo 11 Valiosa experiência. “(...) As forças acumuladas dos pensamentos destrutivos que provocou para si mesmo, através da conduta irrefletida a que se entregou levianamente, libertadas de súbito pela aflição e pelo medo, quebraram-lhe a fantasiosa resistência orgânica, quais tempestades que se sucedem furiosas, esbarrondando a represa frágil com que se acredita conter o impulso crescente das águas.” “(...) Sobrevindo a crise, energias desequilibradas da mente em desvario vergastaram-lhe os delicados órgãos do corpo físico. Os mais vulneráveis sofreram conseqüências terríveis. Não apenas o sistema nervoso padece tortura incrível: o fígado traumatizado inclina-se para a cirrose fatal.” Sentindo-nos as interrogações silenciosas do olhar, quanto à solução possível naquele enigma doloroso, o orientador acentuou: – Este amigo, no fundo, está perseguido por si mesmo, atormentado pelo que fez e pelo que tem sido. Só a extrema modificação mental para o bem poderá conservá-lo no vaso físico; uma fé renovadora, com esforço de reforma persistente e digna da vida moral mais nobre, conferir-lhe-á diretrizes superiores, dotando-o de forças imprescindíveis à auto-restauração. Permanece dominado pelos quadros malignos que improvisou em gabinetes isolados e escuros, pelo simples gosto de espancar infelizes, a pretexto de salvaguardar a harmonia social. A memória é um disco vivo e milagroso. Fotografa as imagens de nossas ações e recolhe o som de quanto falamos e ouvimos... Por intermédio dela, somos condenados ou absolvidos, dentro de nós mesmos. FIM

30 Cap. 19 Segunda parte Predisposições Mórbidas – Como apreendermos a existência das predisposições mórbidas do corpo espiritual? – Não podemos olvidar que a imprudência e o ócio se responsabili- zam por múltiplas enfermidades, como sejam os desastres circula- tórios provenientes da gula, as infecções tornadas de higiene, os de- sequilíbrios nervosos nascidos da toxicomania e a exaustão decor- rente de excessos vários. De modo geral, porém, a etiologia das moléstias perduráveis, que afli- gem o corpo físico e o dilaceram, guardam no corpo espiritual as suas causas profundas. A recordação dessa ou daquela falta grave, mormente daquelas que jazem recalcadas no espírito, sem que o desabafo e a corrigenda funcionem por válvulas de alívio às chagas ocultas do arrependimento, cria na mente um estado anômalo que podemos classificar de “zona de remorso”, em torno da qual a onda viva e contínua do pensamento passa a eno- velar-se em circuito fechado sobre si mesma, com reflexo permanente na parte do veículo fisiopsicossomático ligada à lembrança das pessoas e circunstâncias associadas ao erro de nossa autoria. CONTINUA

31 Cap. 19 Segunda parte Predisposições Mórbidas Estabelecida a idéia fixa sobre esse “nódulo de forças desequilibradas”, é indispensável que acontecimentos reparadores se nos contraponham ao modo enfermiço de ser, para que nos sintamos exonerados desse ou daquele fardo íntimo ou exatamente redimidos perante a Lei. Essas enquistações de energias profundas, no imo de nossa alma, ex- pressando as chamadas dívidas cármicas, por se filiarem a causas in- felizes que nós mesmos plasmamos na senda do destino, são perfei- tamente transferíveis de uma existência para outra. Isso porque, se nos comprometemos diante da Lei Divina em qualquer idade da nossa vida responsável, é lógico venhamos a resgatar as nossas obrigações em qualquer tempo, dentro das mesmas circunstâncias nas quais patrocinamos a ofensa em prejuízo dos outros. É assim que o remorso provoca distonias diversas em nossas forças recônditas, desarticu- lando as sinergias do corpo espiritual, criando predisposições mórbidas para essa ou aque- la enfermidade, entendendo-se, ainda, que essas desarmonias são, algumas vezes, singu- larmente agravadas pelo assédio vindicativo dos seres a quem ferimos, quando imanizados a nós em processos de obsessão. Todavia, ainda mesmo quando sejamos perdoados pelas vítimas de nossa insânia, detemos conosco os resíduos mentais da culpa, qual depósito de lodo no fundo de calma piscina, e que, um dia, virão à tona de nossa existência, para a ne- cessária expunção, à medida que se nos acentue o devotamento à higiene moral. FIM

32 Cap. 19 Segunda parte Predisposições Mórbidas – Como pode o débil mental comandar a renovação celular do seu corpo físico? – Não será lícito esquecer que, mesmo conturbada, a consciência está presente nos débeis mentais ou nos doentes nervosos de toda espécie, presidindo, ainda que de modo impreciso e imperfeito, o automatismo dos processos orgânicos. – Existem “parasitas ovóides” vampirizando desencarnados? – Sim, nos processos degradantes da obsessão vindicativa, nos círculos inferiores da Terra, são comuns semelhantes quadros, sempre dolorosos e comoventes pela ignorância e paixão que os provocam. FIM

33 Seria possível a um Espírito ovóide manifestar-se através da psicofonia em reunião de desobsessão? Nesse caso, o médium traduziria adequadamente o pensamento da entidade? Esse trabalho poderia ser útil à reencarnação desse Espírito? DIVALDO - O fenômeno da comunicação dos Espíritos ovóides ocorre com mais frequência do que se pensa, o que constitui uma bênção nas reuniões mediúnicas. Invariavelmente, trata-se de uma comunicação atormentada, sem verbalização do sofrimento, sem raciocínio lógico, com alta carga de perturbação do Espírito, em consequência alterando o sistema nervoso central e endócrino do médium, que, sendo moralizado, não sofre efeitos perturbadores. Comunicações Como a "vida do ovóide" é um estágio somente mental, a comunicação mediúnica pro- porciona-lhe uma pré-recomposição do perispírito, em face da união com o do médium, preparando-o para a futura reencarnação. É, portanto, de salutar benefício estabelecer-se a comunicação desses irmãos em tremen- da limitação, que, nada obstante, somente pode ser facultada (permitido) pelos orienta- dores espirituais do núcleo espírita. FIM

34 Obsessão Luiz Antonio Brasil Veremos a seguir: Périclis Roberto


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