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G RUPO Gabriel Quintans Getulio Vasconcellos João Granja Marjorie Farias Seção 2 Cap. 3.

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1 G RUPO Gabriel Quintans Getulio Vasconcellos João Granja Marjorie Farias Seção 2 Cap. 3

2 M ANUTENÇÃO P REDITIVA Conceito Não é simplesmente uma ferramenta de manutenção agendada Objetivos Redução de custos Melhora da performance

3 M ANUTENÇÃO P REDITIVA Dados Identifica ofensores a eficiência e a eficácia O que ocasionou queda na produtividade?

4 M ANUTENÇÃO P REDITIVA CorretivaPreventiva

5 M ANUTENÇÃO P REDITIVA Técnicas da Manutenção Preditiva Monitoramento da Vibração Determinar a condição dos equipamento Tecnologia e análise de dados

6 TERMOGRAFIA Técnica que possibilita determinar a temperatura de equipamentos, componentes, a partir da radiação infravermelha emitida pelos objetos; Permite identificar anomalias térmicas que possam prejudicar o funcionamento dos equipamentos; Instrumentos usados na medição: termômetro infravermelho, imagem infravermelha.

7 TERMOGRAFIA

8 TRIBOLOGIA Ciência e tecnologia do atrito, lubrificação e desgaste; Superfícies interagindo em movimento relativo entre si e assuntos relacionados; Técnicas da tribologia usadas na manutenção preditiva: análise de lubrificantes, análise de desgaste, ferrografia.

9 ANÁLISE DE LUBRIFICANTES Visa economizar lubrificante, através da otimização do intervalo entre as trocas Análises efetuadas resultam em indicadores que informam sobre o desgaste dos componentes e apontam para falhas iminentes.

10 ANÁLISE DO DESGASTE Análise das partículas contidas em amostras de lubrificantes. Estudo da forma da partícula, composição, tamanho e quantidade, fornecem informações sobre as condições dos equipamentos.

11 5 T IPOS DE DESGASTE 1) Esfregar (Rubbing Wear) Resultado normal do desgaste por deslizamento em uma máquina.

12 5 T IPOS DE DESGASTE 2) Corte de partícula por desgaste Cortes gerados quando uma superfície penetra em outra.

13 5 T IPOS DE DESGASTE 3) Fadiga por rolamento Associado principalmente com rolamentos de contato. Tipos principais: 3.1) Partículas Spall 3.2) Partículas esféricas 3.3) Partículas laminar

14 5 T IPOS DE DESGASTE 4) Desgaste combinado e por deslizamento. Resulta do contato de superfícies que se deslocam em sistemas de engrenagens. 5) Grave desgaste por deslizamento Causado por cargas excessivas ou elevadas temperaturas em um sistema de engrenagens.

15 F ERROGRAFIA Separa a contaminação por partículas usando um campo magnético. Técnica limitada a partículas de ferro ou magnéticos.

16 A NÁLISE DA D INÂMICA DE F UNCIONAMENTO Com base na dinâmica única de cada máquina, os parâmetros de condição operacinal ideal são medidos e avaliados rotineiramente; Utiliza os dados brutos provenientes de vibração, infravermelho, ultra-som, os parâmetros do processo e inspeção visual.

17 O UTRAS T ÉCNICAS Não fornecem uma aplicação ampla o suficiente ou é demasiado caro para apoiar um programa de manutenção preditiva;

18 Monitoramento da Vibração V aria de US $ 8000 a mais de US $ Termografia O instrumento de infravermelho custa menos de U$1000, e os sistemas de imagem está entre U$8000 a U$ Tribologia O custo típico para um sistema baseado em microprocessador espectrográfica está entre US $ e US $ Ultra Som Custo normal dos instrumentos ultra-sônicos varia entre $ 1000 a US $ Requer pouco treinamento para utilizar. Custo-benefício positiva para a inclusão desta técnica em um programa de manutenção preditiva. C USTOS

19 B ENEFÍCIOS Redução de perdas - No primeiro ano em uma grande usina siderúrgica integrada os atrasos foram reduzidos em 15,4%. Qualidade de defeitos - Após dois anos, os custos totais associados à má qualidade foram reduzidos em mais de 2%, ou US$ 10 por tonelada. Fator de Capacidade - Redução de perdas significativas em conjunto com a redução dos atrasos e rejeição, resultou em um aumento global de 2,5% em capacidade de produção líquida. Custos de Manutenção - Após 2 anos, a siderúrgica reduziu sua força de trabalho total e os custos em mais de 15%. As despesas de material foram reduzidas por mais de US $ por ano.

20 Obrigado!


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