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ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Disc.: Gerência de Manutenção Prof. Jorge Marques Aulas 24 Pesquisas e Desenvolvimentos na Gestão da Manutenção Principais fontes:

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1 ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Disc.: Gerência de Manutenção Prof. Jorge Marques Aulas 24 Pesquisas e Desenvolvimentos na Gestão da Manutenção Principais fontes:

2 Instrumentação Crescente aplicação de instrumentação de tecnologia avançada na manutenção preditiva: – Analisadores de vibração; – Ferrografos; – Pirômetros; – Telemetria

3 Medida da Temperatura Pirômetro digital por infravermelho.

4 Esquema de funcionamento de um pirômetro

5 Exemplos de aplicação da termografia

6 Telemetria A telemetria é usualmente compreendida como a transmissão de um sinal de medida a uma certa distância. A transmissão pode ocorrer com ou sem fio e as grandezas medidas são monitoradas num painel, que também pode exercer funções controladoras. A telemetria industrial é tipicamente utilizada no controle de processos. Mas a manutenção pode (e deve) se aproveitar desta tecnologia.

7 Gestão para a Manutenção Classe Mundial Adaptado do artigo homônimo de Júlio Nascif Xavier, do TECEM A Importância da Gestão Não há dúvida que a Tecnologia é a base mas a Gestão é o mais importante fator de êxito de uma organização. – Orienta, indica a direção; – Lidera o processo; – Fornece os recursos necessários; – Faz as auditorias; – Promove as correções necessárias.

8 Diretrizes O Gerenciamento pelas Diretrizes é um sistema de gestão que se baseia no estabelecimento de um plano estratégico que prevê ações de curto, médio e longo prazo: Alinhada com a visão e a missão da empresa, as diretrizes estabelecem as metas e as ações necessárias para atingimento da meta.

9 Exemplo de Meta e Ações Meta: reduzir em 5% o tempo de setup até março de 2012: Ações necessárias: – Atualizar a tecnologia do maquinário (retofit); – Revisar metodologias de TRF; – Reestudar métodos, tempos e movimentos; – Qualificar operadores; – Revisar processo de suprimento de MP, ferramentas e acessórios. Meta: reduzir em 5% o tempo de setup até março de 2012: Ações necessárias: – Atualizar a tecnologia do maquinário (retofit); – Revisar metodologias de TRF – Revisar metodologias de TRF; – Reestudar métodos, tempos e movimentos; – Qualificar operadores – Qualificar operadores; – Revisar processo de suprimento de MP, ferramentas e acessórios.

10 Desdobramento das Diretrizes Um erro comumente detectado, tanto nas Organizações como na Manutenção é que o desdobramento das diretrizes não passa por todos os níveis da estrutura. A participação dos executantes é fundamental pois além de trazer uma série de contribuições pela visão diferente daquela do pessoal de gerência e supervisão, é um fator de motivação. Entre os executantes é preciso incluir os terceirizados.

11 Mudança de paradigma na manutenção O Custo deve ser visto de uma forma global e não apenas o custo diretamente relacionado à manutenção.

12 Atingimento da Excelência – Classe Mundial – Requer tempo e comprometimento institucional

13 Principais práticas da Manutenção Classe Mundial Análise de falhas e ação para evitar que ocorram novamente; Trabalho em cooperação com a operação; Ênfase na manutenção preditiva; Utilização de softwares de acompanhamento (gerenciamento) e diagnósticos (análise de vibração, ferrografia, termometria, etc.); Utilização de RCM, FMEA, etc; Contratar terceiros por desempenho;

14 Principais práticas da Manutenção Classe Mundial Aplicação de procedimentos para os relacionamentos interáreas (suprimentos, operações, engenharia, PCP, etc); A estrutura compõe a Engenharia de Manutenção; Avaliação de performance objetiva, por meio de indicadores: – Disponibilidade; – Segurança do pessoal; – Retrabalhos por problemas de manutenção, etc.

15 Atribuições da Engenharia de Manuteção Elaboração e revisão da documentação técnica; Determinação de padrões de manutenção; Capacitação e domínio da tecnologia; Planejamento da manutenção: preventivas, preditivas, detectivas. Homologação de fornecedores de peças e serviços; Elaboração de matriz de criticidade;

16 Criticidade da falha Grau representativo do efeito da falha. Numa escala de 0 a 5, por exemplo, onde o menor valor é o menos crítico, poderiam se classificar os seguintes graus: 0 – não há perdas de produção ou riscos acidentais; 1 – pode provocar perdas pequenas de produção; 2 – haverá certamente pequena perda de produção; 3 – haverá perda moderada de produção; 4 – há riscos leves de segurança às pessoas; 5 – riscos significativos de segurança ao pessoal.

17 Manutenção Enxuta


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