A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Roteiro de Palestra Autor: Carlos Augusto Parchen www.carlosparchen.net.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Roteiro de Palestra Autor: Carlos Augusto Parchen www.carlosparchen.net."— Transcrição da apresentação:

1 Roteiro de Palestra Autor: Carlos Augusto Parchen

2 Igreja Igreja [do grego ekklesia e do latim ecclesia] - 1. Templo Cristão. 2. Autoridade eclesiática. 3. O conjunto de fiéis ligados pela mesma fé e sujeitos aos mesmos chefes espirituais. Seita Seita [do latim secta] - 1. Doutrina ou sistema que diverge da opinião geral e é seguido por muitos. 2. Conjunto de indivíduos que professam a mesma doutrina. Templo Templo [do latim templu] - 1. Edifício público destinado ao culto religioso. 2. Igreja. ALGUNS CONCEITOS E DEFINIÇÕES INICIAIS Fonte: adaptado de Novo Dicionário Aurélio da Lingua Portuguesa

3 Religião Religião [do latim religare - religione] - 1. Crença na existência de uma força ou forças sobrenaturais, considerada(s) como criadora(s) do Universo, e que como tal deve(m) ser adorada(s) e obedecida(s). 2. A manifestação de tal crença por meio de doutrina e ritual próprios, que envolvem, em geral, preceitos éticos. 3. Virtude do homem que presta a Deus o culto que lhe é devido. 4. Reverência às coisas sagradas. 5. Crença fervorosa; devoção, piedade. (fonte: adaptado de -

4 Religião, deriva do termo latino "Re-Ligare", que significa "religação" com o divino. Essa definição engloba necessariamente qualquer forma de aspecto místico e religioso, abrangendo seitas, mitologias e quaisquer outras doutrinas ou formas de pensamento que tenham como característica fundamental um conteúdo Metafísico, ou seja, de além do mundo físico. Seita, derivado da palavra latina "Secta", nada mais é do que um segmento minoritário que se diferencia das crenças majoritárias, mas como tal também é religião. (fonte: adaptado de -

5 Será a religião, em seu aspecto mais amplo, que é o de re-ligar a criatura ao Criador, uma postura interior, ou uma prática externa? A religião, como agente de transformação moral, tem sua real manifestação na postura, na conduta do indivíduo, ou meramente na prática de cerimônias e preceitos rituais e simbólicas? (fonte: adaptado de - interior.html) interior.html) UMA REFLEXÃO INICIAL Religião: postura ou prática?

6 Allan Kardec, na obra “O Que é o Espiritismo”, afirma que: “...O Espiritismo é ao mesmo tempo uma ciência de observação e uma doutrina filosófica. Como ciência prática, ele consiste nas relações que se podem estabelecer com os Espíritos; como filosofia, ele compreende todas as conseqüências morais que decorrem dessas relações...”. Ainda segundo Kardec, na mesma obra: “...O Espiritismo, sendo independente de toda forma de culto, não prescreve nenhum deles, e não se ocupa de dogmas particulares, não é uma religião especial, porque não tem nem seus sacerdotes e nem seus templos...”. ALGUMAS COLOCAÇÕES DE ALLAN KARDEC

7 Kardec complementa: “... Eis porque sem ser, em si mesmo, uma religião, ele (o Espiritismo) leva essencialmente às idéias religiosas, as desenvolve naqueles que não as têm e as fortifica naqueles em que elas são hesitantes...”. Continua... No livro “Obras Póstumas”, Kardec afirma: “...O Espiritismo é uma doutrina filosófica de efeitos religiosos... Não é uma religião constituida, visto que não tem culto, nem rito, nem templos e que entre seus adeptos, nenhum recebeu o título de sacerdote...”.

8 Na “Revista Espírita” de 1/11/1868, Vol.11, Kardec, afirma: “... No sentido filosófico, o Espiritismo é uma religião, e nós nos ufanamos disso, porque ele é a Doutrina que funda os laços da fraternidade e da comunhão de pensamentos, não sobre uma simples convenção, mas sobre as mais sólidas bases: as leis da Natureza. Por que então declaramos que o Espiritismo não é uma religião? Por isso: só temos uma palavra para exprimir duas idéias diferentes e que, na opinião geral, a palavra religião é inseparável da idéia de culto; revela exclusivamente uma idéia de forma e o Espiritismo não é isso...”.

9 Herculano Pires afirma: “... Conclui-se destas passagens que, para Allan Kardec, o Espiritismo é uma doutrina científica e filosófica de conseqüências morais, e deixa o título de religião para os cultos dogmáticos, com hierarquia sacerdotal e templos instalados para a adoração, mas reconhece, num sentido filosófico, que o Espiritismo é religião, porque de uma certa forma a religião serve de laço que une as pessoas, em uma ‘comunhão de sentimentos, de princípios e de crenças’...”. Fonte: Espiritismo e Religião - Autor: Jorge Cordeiro publicado em: OUTRAS COLOCAÇÕES ESCLARECEDORAS

10 Na Revista Espírita, volume de 1868, Kardec coloca que: “...Dissemos que o verdadeiro objetivo das assembléias religiosas deve ser a comunhão de pensamentos; é que com efeito, a palavra religião quer dizer laço. Uma religião, em sua acepção nata e verdadeira, é um laço que religa os homens numa comunidade de sentimentos, de princípios e de crenças...”. Continua...

11 Na obra “O Céu e o Inferno”, Kardec afirma: “... se a religião, apropriada em começo aos conhecimentos limitados do homem, tivesse acompanhado sempre o movimento progressivo do Espírito humano, não haveria incrédulos, porque está na própria natureza do homem a necessidade de crer, e ele crerá desde que se lhe dê o pábulo espiritual de harmonia com as suas necessidades intelectuais...”. Continua...

12 Ainda em “Obras Póstumas”, encontra-se a seguinte afirmação de Allan Kardec: “...O Espiritimo proclama a liberdade de consciência como direito natural; reclama-a para os seus adpetos, do mesmo modo que para toda a gente. Respeita todas as convicções sinceras e faz questão de reciprocidade. Da liberdade de consciência decorre o direito de livre exame em matéria de fé. O Espiritismo combate a fé cega, porque ela impõe ao homem que abdique da sua própria razão; considera sem raiz toda fé imposta, donde o inscrever entre suas máximas: Não é inabalável, senão a fé que pode encarar de frente a razão em todas as épocas da Humanidade...”. Continua...

13 “... Desse modo, concluiu-se que a Doutrina Espírita convida-nos para uma evolução da idéia do sentido religioso, ao propor o conceito interno, elaborado e vivenciado na intimidade da alma do homem, ‘em espírito e verdade’, como ensinou Jesus...”. (Fonte: religiao-interior.html) religiao-interior.html)http://www.espirito.org.br/portal/artigos/diversos/comportamento/a- religiao-interior.html) Continua...

14 Segundo Feuerbach, “... A consciência de Deus é autoconsciência, o conhecimento de Deus é autoconhecimento. A religião é o solene desvelar de tesouros ocultos do homem, a revelação dos seus pensamentos mais íntimos, a confissão aberta dos seus segredos de amor...”. Rubem Alves coloca: “... A religião está mais próxima de nossa experiência pessoal do que desejamos admitir. O estudo da religião, portanto, longe de ser uma janela que se abre apenas para panoramas externos, é como um espelho em que nos vemos. Aqui a ciência da religião é também ciência de nós mesmos: sapiência, conhecimento saboroso...”. (fonte: ogos) ogos ogos

15 A Educadora e Escritora Dora Incontri, em uma entrevista, perguntada a respeito das influências de Pestalozzi em Allan Kardec, faz uma colocação preciosa: “... São várias. Eu não acho que tenha sido casual o fato de ele ser mestre de Kardec, acho que ele foi realmente um precursor do Espiritismo. Uma das coisas mais impressionantes que existe de relação de pensamento, é a questão do conceito de religião, porque Pestalozzi já tinha o conceito espírita de religião, uma religião natural, sem hierarquias, sacerdócio, a religião como algo íntimo de homem...”. Obs: grifo nosso

16 “... A religião verdadeira é aquela que enternece os corações, fala às almas, orienta-as, infunde coragem e jamais atemoriza. Deve dar liberdade de fé e de raciocínio, pois ‘onde há liberdade, aí reina o Espírito do Senhor’...”. (fonte: Revista Internacional de Espiritismo – Junho de unho61/espiritismo_religiao_noraldino.htm) unho61/espiritismo_religiao_noraldino.htm) unho61/espiritismo_religiao_noraldino.htm) Temos que lembrar o que nos disse o Mestre Jesus: “... Conheceis a verdade, e a verdade vos libertará...” e ainda: “... Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo: toda a lei e todos os profetas aí estão contidos...”

17 É importante lembrar que Allan Kardec, em “A Gênese”, afirma que: “...vimos que uma única lei, primordial e geral, foi outorgada ao Universo, para lhe assegurar eternamente a estabilidade, e que essa lei geral nos é perceptível aos sentidos por muitas ações particulares, que nomeamos forças diretrizes da Natureza. Vamos agora mostrar que a harmonia do mundo inteiro, considerada sob o duplo aspecto da eternidade e do espaço, é garantida por essa lei suprema...”. Obs: grifo nosso ANÁLISE E REFLEXÃO

18 Com essa visão, também é importante destacar o que coloca Emmanuel, na obra “Emmanuel”: “... A matéria não organiza, é organizada. E não representa senão uma modalidade da energia esparsa no Universo. Os seus elementos não fazem outra coisa senão submeter-se às injunções do Espírito; e é a soberana influência deste último que elucida todos os problemas intrincados dos seres e dos destinos...”. Obs: grifo nosso

19 Das colocações anteriormente levantadas, temos bases para as seguintes propositivas: a) a “religião espírita” é uma religião natural, baseada na fé raciocinada, sem dogmas, sem templos, sem sacerdotes, sem hierarquia eclesiástica, sem rituais. Não é Igreja, não é Seita. b) a “religião espírita” é a da obra Deus, onde o ser (espírito) se reconhece como criatura divina, em igualdade com toda a criação universal. c) a “religião espírita” é a da efetiva busca da ligação com Deus, pelo Amor e pelo Respeito às Leis Universais.

20 d) a “religião espírita” é a da busca individual do aperfeiçoamento e da evolução, pela compreensão de nosso papel na natureza e no destino do Universo. e) a “religião espírita” é a da busca da harmonia, em todos os seus aspectos, baseada no equilíbrio, no respeito, na ética, no bem e na caridade. f) a “religião espírita” é a do Livre Arbítrio, sem imposições, sem castigos, sem temores, sem inferno e sem céu, mas com responsabilidade proporcional, refletida na Lei de Causa e Efeito.

21 g) a “religião espírita” é aquela em que o “templo” é o universo, o “altar” é a vida de relação e a “oração” é o viver em harmonia com a Lei de Deus, em todos os atos da vida diária. h) a “religião espírita” é aquela em que o “Reino de Deus” deve ser construído em nosso interior, pela compreensão da Lei Maior, pelo pensamento elevado, pela atitude firme no caminho do bem, pela construção diária da evolução e do aperfeiçoamento pessoal. i) a “religião espírita” é aquela da educação, do aprendizado, da busca da verdade, do “amai-vos e instruí-vos”.

22 j) A “religião espírita” é aquela do equilíbrio entre ciência, filosofia e ética/moral, estbilizando o tripé que nos permite conhecer, inferir e amar. l) A “religião espírita” é aquela onde trilhamos a nossa própria estrada, construíndo-a e pavimentando-a com nossos erros e nosso acertos, e isso reconhecemos como útil e necessário. m) A “religião espírita” é aquela em que não se necessita nem mesmo ter uma religião, bastando sim amar, respeitar, compreender, ajudar, servir.

23 n) A “religião espírita” é aquela que nos permite reconhecer que “somos deuses”, que nos convida a utilizar esse poder divino para nossa evolução, para mudar a nós mesmo, para mudar o mundo, para construir o bem. o) A “religião espírita” é aquela que nos lembra que nós fomos criados para sermos felizes e nos permite estudar, compreender e vivenciar os caminhos para tal, nos dizendo que apenas nós mesmos podemos fazer isso por nós. p) A “religião espírita” é aquela que praticamos quando nos ligamos com Deus, seja qual for o lugar onde estivermos, seja qual for a atividade que realizamos.


Carregar ppt "Roteiro de Palestra Autor: Carlos Augusto Parchen www.carlosparchen.net."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google