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Federação Espírita Brasileira ESDE - Programa Fundamental – Tomo I Federação Espírita Brasileira ESDE - Programa Fundamental – Tomo I Módulo III - DEUS.

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2 Federação Espírita Brasileira ESDE - Programa Fundamental – Tomo I Federação Espírita Brasileira ESDE - Programa Fundamental – Tomo I Módulo III - DEUS Apresentar Deus como a inteligência suprema e a causa primeira de todas as coisas. Objetivo Geral

3 1.Existência de Deus. 2.Provas da existência de Deus. 3.Atributos da divindade. 4.A providência divina. 1.Existência de Deus. 2.Provas da existência de Deus. 3.Atributos da divindade. 4.A providência divina. RoteirosRoteiros Módulo III - DEUS

4 Roteiro 2: Provas da existência de Deus. Provas da existência de Deus. Roteiro 2: Provas da existência de Deus. Provas da existência de Deus. Objetivo específico: Citar e analisar provas da existência de Deus.

5 Onde se pode encontrar a prova da existência de Deus? Num axioma que aplicais às vossas ciências: não há efeito sem causa. Procurai a causa de tudo o que não é obra do homem e a vossa razão responderá. LE: Questão 4 Resposta dos Espíritos

6 O Universo existe logo tem uma causa.

7 Onde se pode encontrar a prova da existência de Deus? Para crer em Deus basta se lance o olhar sobre as obras da Criação. O Universo existe, logo tem uma causa. Duvidar da existência de Deus é negar que todo efeito tem uma causa e avançar que o nada pôde fazer alguma coisa. LE: Questão 4 Comentário de Kardec

8 Fotografia é da galáxia NGC 1672 g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL

9 Via-Láctea... nossa galáxia

10 Sistema solar

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12 Que consequência se pode tirar do sentimento intuitivo, que todos os homens trazem em si, da existência de Deus? Que Deus existe; pois, de onde lhes viria esse sentimento, se não se apoiasse em alguma coisa? É ainda uma consequência do princípio de que não há efeito sem causa. LE: Questão 5 Resposta dos Espíritos

13 O sentimento íntimo que temos da existência de Deus não seria fruto da educação e das idéias adquiridas? Se assim fosse, por que os vossos selvagens teriam esse sentimento? LE: Questão 6 Resposta dos Espíritos

14 Poder-se-ia encontrar nas propriedades íntimas da matéria a causa primeira da formação das coisas? Mas, então, qual seria a causa dessas propriedades? É preciso sempre uma causa primeira LE: Questão 7 Resposta dos Espíritos

15 Que pensar da opinião que atribui a formação primeira a uma combinação fortuita da matéria, ou seja, ao acaso? Outro absurdo. Que homem de bom senso pode considerar o acaso como um ser inteligente? E, além disso, o que é o acaso? Nada! LE: Questão 8 Resposta dos Espíritos

16 Que pensar da opinião que atribui a formação primeira a uma combinação fortuita da matéria, ou seja, ao acaso? A harmonia que regula as forças do Universo revela combinações e propósitos determinados e, por isso mesmo, denota um poder inteligente. Atribuir a formação primeira ao acaso seria um contra-senso, pois o acaso é cego e não pode produzir os efeitos que a inteligência produz. Um acaso inteligente já não seria acaso. LE: Questão 8 Comentário de Kardec

17 Onde se vê, na causa primeira, uma inteligência suprema e superior a todas as inteligências? Tendes um provérbio que diz: Pela obra se conhece o autor. Pois bem! Vede a obra e procurai o autor. É o orgulho que gera a incredulidade. O homem orgulhoso nada admite acima de si e é por isso que se julga um espírito forte. Pobre ser, que um sopro de Deus pode abater! LE: Questão 9 Resposta dos Espíritos

18 Imagine-se vendo a terra do espaço é uma obra belíssima.

19 Questões para nossa reflexão... Todo efeito inteligente tem que decorrer de uma causa inteligente (GE:II-3). Todo efeito inteligente tem que decorrer de uma causa inteligente (GE:II-3). Deus não se mostra, mas se revela pelas suas obras (GE:II-6). Deus não se mostra, mas se revela pelas suas obras (GE:II-6). Todo efeito inteligente tem que decorrer de uma causa inteligente (GE:II-3). Todo efeito inteligente tem que decorrer de uma causa inteligente (GE:II-3). Deus não se mostra, mas se revela pelas suas obras (GE:II-6). Deus não se mostra, mas se revela pelas suas obras (GE:II-6).

20 Em pequenos grupos

21 Grupo 1 a) Ler os subsídios do Roteiro; b) Trocar opinião a respeito do texto lido; c) Analisar o princípio da crença instintiva em um ser supremo e explicar porque ele pode ser considerado uma prova da existência de Deus. a) Ler os subsídios do Roteiro; b) Trocar opinião a respeito do texto lido; c) Analisar o princípio da crença instintiva em um ser supremo e explicar porque ele pode ser considerado uma prova da existência de Deus.

22 Grupo 2 a) Ler os subsídios do Roteiro; b) Trocar opinião a respeito do texto lido; c) Analisar o princípio da lei de causa e efeito e explicar porque ele pode ser considerado uma prova da existência de Deus. a) Ler os subsídios do Roteiro; b) Trocar opinião a respeito do texto lido; c) Analisar o princípio da lei de causa e efeito e explicar porque ele pode ser considerado uma prova da existência de Deus.

23 Grupo 3 a) Ler os subsídios do Roteiro; b) Trocar opinião a respeito do texto lido; c) Destacar a obra da criação do Universo e seus Sistemas e explicar porque ela pode ser considerada uma prova da existência de Deus. a) Ler os subsídios do Roteiro; b) Trocar opinião a respeito do texto lido; c) Destacar a obra da criação do Universo e seus Sistemas e explicar porque ela pode ser considerada uma prova da existência de Deus.

24 Grupo 4 a) Ler os subsídios do Roteiro; b) Trocar opinião a respeito do texto lido; c) Explicar porque as revelações por mensageiros divinos podem ser consideradas provas da existência de Deus. a) Ler os subsídios do Roteiro; b) Trocar opinião a respeito do texto lido; c) Explicar porque as revelações por mensageiros divinos podem ser consideradas provas da existência de Deus.

25 Grupo 5 a) Ler os subsídios do Roteiro; b) Trocar opinião a respeito do texto lido; c) Ler o texto anexo do Espírito Meimei e comentar sobre os principais pontos apresentados que destacam provas da existência de Deus. a) Ler os subsídios do Roteiro; b) Trocar opinião a respeito do texto lido; c) Ler o texto anexo do Espírito Meimei e comentar sobre os principais pontos apresentados que destacam provas da existência de Deus.

26 Resultados do estudo em grupo

27 CONCLUSÕES DO ESTUDO

28 A crença instintiva na existência de um poder sobre-humano, que levou todos os povos, em todos os tempos, a adorar um poder supremo é uma prova da existência de Deus. Provas da existência de Deus 1) Sentimento instintivo da crença em Deus. KARDEC, Allan. A gênese. Tradução de Guillon Ribeiro. 48. ed. Rio de Janeiro: FEB, Cap. 2, item 7, p. 35.

29 O sentimento íntimo que temos da existência de Deus não seria fruto da educação e das idéias adquiridas? Se o sentimento da existência de um ser supremo fosse apenas produto de um ensino, não seria universal e, como sucede com as noções científicas, só existiria nos que houvessem podido receber esse ensino. LE: Questão 6 Comentário de Kardec:

30 Todo efeito inteligente deriva de uma causa também inteligente. Atribuir a formação primária ao acaso é insensatez, pois que o acaso é cego. Um acaso inteligente já não seria acaso. Provas da existência de Deus 2) A Lei de Causa e Efeito.

31 Duvidar da existência de Deus é negar que todo efeito tem uma causa e declarar que o nada pode fazer alguma coisa (LE:Q4-comentário). Duvidar da existência de Deus é negar que todo efeito tem uma causa e declarar que o nada pode fazer alguma coisa (LE:Q4-comentário). Toda obra que manifeste um aspecto inteligente necessariamente deve ter uma inteligência que a concebeu e criou e, portanto, não pode ser fruto do acaso. Toda obra que manifeste um aspecto inteligente necessariamente deve ter uma inteligência que a concebeu e criou e, portanto, não pode ser fruto do acaso. O princípio da obra e o autor

32 A insuperável inteligência da estrutura total da natureza, em seus mínimos detalhes, revela a existência de um poder inteligente. Pela Obra se deduz a inteligência do Autor. Provas da existência de Deus 3) A obra harmônica do Universo e seus sistemas.

33 Que pensar da opinião que atribui a formação primeira a uma combinação fortuita da matéria, ou seja, ao acaso? A harmonia que regula as forças do Universo revela combinações e propósitos determinados e, por isso mesmo, denota um poder inteligente. Atribuir a formação primeira ao acaso seria um contra-senso, pois o acaso é cego e não pode produzir os efeitos que a inteligência produz. Um acaso inteligente já não seria acaso. LE: Questão 8 Comentário de Kardec

34 O acaso e a coincidência podem levar a suposição de um efeito inteligente em alguma coisa, mas quando o efeito inteligente se manifesta em uma série sequencial, desaparece essa possibilidade.. A impossibilidade de acaso inteligente

35 Jesus: Deus é nosso Pai. Os Espíritos Superiores: Deus é a inteligência suprema, causa primária [primeira] de todas as coisas. Provas da existência de Deus 4) As revelações por mensageiros divinos.

36 Necessidade da crença em Deus... [...] A crença em Deus está estreitamente ligada à idéia de Lei e, assim, a de dever e de sacrifício. A idéia de Deus liga-se a todas as noções indispensáveis à ordem, à harmonia, à elevação dos seres e das sociedades. [...] [...] A crença em Deus está estreitamente ligada à idéia de Lei e, assim, a de dever e de sacrifício. A idéia de Deus liga-se a todas as noções indispensáveis à ordem, à harmonia, à elevação dos seres e das sociedades. [...] DENNIS, Léon. O grande enigma. 14 ed. Rio de Janeiro: FEB, Primeira parte. Cap. 7, p. 95.

37 Deus à Luz da Doutrina Espírita... Ao conceituar Deus como A inteligência suprema, causa primária [primeira] de todas as coisas, Ele deixa de ser visto como um deus antropomórfico, parcial e vingador, apresentado pelas religiões de um modo geral. Ao conceituar Deus como A inteligência suprema, causa primária [primeira] de todas as coisas, Ele deixa de ser visto como um deus antropomórfico, parcial e vingador, apresentado pelas religiões de um modo geral. KARDEC, Allan. O livro do espíritos. Tradução de Guillon Ribeiro. 86. ed. Rio de Janeiro: FEB, Questão 1, p.

38 A existência de Deus é, pois, uma realidade comprovada não só pela revelação, como pela evidência material dos fatos [...] (GE:II-7). A existência de Deus é, pois, uma realidade comprovada não só pela revelação, como pela evidência material dos fatos [...] (GE:II-7). Conclusões KARDEC, Allan. A gênese. Tradução de Guillon Ribeiro. 42. ed. Rio de Janeiro: FEB, Cap. 2, itens 6-7, p [...] Deus não se mostra, mas se revela pelas suas obras. (GE:II-6) [...] Deus não se mostra, mas se revela pelas suas obras. (GE:II-6)

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40 Ouvir o que os alunos tem a dizer sobre isso. [...] não há efeito sem causa. Procurai a causa de tudo o que não é obra do homem e a vossa razão responderá. Provas da existência de Deus


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