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A palavra hospital vem do latim “hospes”, que significa hóspede, deu origem a “hospitalis” e “hospitium” que designam o local onde, na antiguidade, se.

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2 A palavra hospital vem do latim “hospes”, que significa hóspede, deu origem a “hospitalis” e “hospitium” que designam o local onde, na antiguidade, se hospedavam os enfermos, viajantes e peregrinos.

3  Matilde Neder dá inicio à Psicologia Hospitalar no Brasil desenvolvendo uma atividade no Hospital das Clínicas, preparando crianças para cirurgia da coluna.  Belkis Wilma Romano Lamosa implanta o Serviço de Psicologia no Instituto do Coração.

4  Foi criado o Departamento de Psicologia da Sociedade de Cardiologia do Estado de SP. A partir deste momento, todos os Congressos da Sociedade Brasileira de Cardiologia contavam com a presença da Psicologia em sua programação Científica.  Criado o Departamento de Psicologia Aplicada à Cardiologia da Sociedade Brasileira de Cardiologia-DF sob a Coordenação de Lúcia Miranda.

5  O Conselho Federal de Psicologia regulamentou a psicologia hospitalar como uma especialidade.  Primeira Turma da Disciplina Optativa de Psicologia Hospitalar –UniCEUB.

6  É um ramo da psicologia que pretende humanizar as práticas dos profissionais da saúde dentro do contexto hospitalar.  A partir da psicologia hospitalar houve uma redefinição dos conceitos teóricos para uma melhor compreensão da somatização, suas causas, origens e consequências.

7  ela procura trabalhar os pacientes e seus familiares, de qualquer faixa etária, que se encontram em sofrimento psíquico por conta da doença, da internação e do tratamento.  não se limita apenas a assistência, ela também atua educando e busca promover pesquisas que possam desenvolver sua área de atuação.

8  Avalia o grau de comprometimento emocional do paciente, causado pela doença, tratamento e internação;  Elabora a situação vivenciada pelo paciente procurando perceber suas principais dificuldades;  Processa essas informações buscando uma forma de diminuir os medos básicos, a ansiedade e a angústia tornando-os toleráveis pelo paciente principalmente quando se trata de situações de cirurgia.

9  prioriza ou relativiza as dificuldades do paciente;  fornece suporte emocional ao doente para agilizar sua recuperação  facilita a expressão de sentimentos e expectativas (angústias, insegurança, medos e fantasias) prevenindo prejuízos associados ao processo do adoecimento;  fornece apoio e orientação psicológica, suporte afetivo e terapêutico ao paciente e familiares;

10  Promove a adaptação as novas condições geradas pela doença ( físicas, afetivas, sociais ou ocupacionais );  Promove a humanização e excelência no atendimento favorecendo a relação equipe de saúde-paciente-família-instituição.  atua de forma integrada (interdisciplinar) com os demais profissionais de saúde;  favorece a comunicação entre pacientes, familiares e a equipe médica;  acolhe a família.

11  Ele atua em instituições de saúde a nível de assistência, ou seja, nível secundário e terciário.  Pode-se trabalhar no nível primário de atenção à saúde junto ao Programa de saúde da família (PSF).

12  Atendimento psicoterapeutico.  Grupos psicoterapeuticos.  Grupos psicoprofilaxia.  Atendimento em ambulatório.  Atendimento em unidade de terapia intensivo.  Pronto atendimento.  Enfermarias em geral.

13  Psicomotricidade no contexto hospitalar.  Psicodiagnóstico.  Consultoria e interconsultoria.

14  Setor cirúrgico: o psicólogo atua promovendo uma melhor aceitação aos procedimentos médicos que ajuda a diminuir as ansiedades e favorecendo sua recuperação.  Setor maternidade: O psicólogo promove uma visão mais humana por considerar aspectos subjetivos e afetivos que estão envolvidos na relação que são desconsiderados pela equipe médica.

15  Quando são reconhecidos fatores inconscientes que atuam em diversas patologias, como nas doenças psicossomáticas;  Quando através da psicoterapia o paciente traz à tona a causa dos seus sofrimentos ajudando-o a elaborá-lo;  Quando os resultados práticos do atendimento psicológico repercutem na alta hospitalar do paciente;

16  Quando é reconhecido que os fatores anatômicos, físicos e químicos não são suficientes para justificar e tratar determinadas patologias;  Quando há diminuição de ansiedades pré- cirúrgicas possibilitando ao médico melhor comunicação com o paciente;  Quando o sujeito sofre um desequilíbrio em uma das instâncias bio-psico-social e através da psicoterapia é possível restabelecer seu equilíbrio anteriormente existente.

17  Quando há uma compreensão do conceito de saúde emitido pela O.M.S. (Organização Mundial de Saúde) "Saúde é o total bem- estar biopsicossocial do homem e não somente a ausência da doença".

18  Distúrbios Alimentares e Obesidade  Anorexia nervosa  Bulimia  Obesidade infantil / adulto  Obesidade mórbida

19  Abortamento Espontâneo  Afonias  Alcoolismo  Depressão pós parto  Bruxismo  Constipação intestinal  Dispnéia asmática  Distúrbio diabético  Doença de Crohn  Dor Orofacial

20  Ansiedade pré e pós-cirúrgica  Depressão secundária  Alterações da imagem corporal  Ansiedade e depressão em oncologia  Distúrbios psíquicos pré e pós transplantes de rim e fígado

21  Traumatismos  Tentativas de suicídio  Doenças agudas e crônicas  Abortamentos

22  Pronto Atendimento Psicológico  Avaliação e intervenção em situações de crise, como angústia ou depressão diante de diagnósticos clínicos, realização de exames, internação hospitalar e tratamentos clínicos ou cirúrgicos.  Psicodiagnóstico  Investigação de dinamismos psíquicos associados ao modo de enfrentar a doença e o tratamento, e definição de objetivos psicoterapêuticos, através de entrevistas e/ou testes psicológicos.

23  Interconsulta Psicológica  Discussões clínicas de rotina com profissionais da equipe de saúde, visando esclarecimento diagnóstico e desenvolvimento de propostas terapêuticas.  Avaliação Neuropsicológica  Diagnóstico de disfunções cognitivas decorrentes de patologias neurológicas ou de outros quadros clínicos com sintomatologia cognitiva (distúrbios de memória, atenção, orientação temporal e espacial, habilidade motora, humor), através de baterias de testes específicos.

24  Psicoterapia Breve  Acompanhamento psicológico individual ou grupal, voltado à elaboração de questões emocionais associadas ao quadro orgânico, favorecendo a adaptação às condições geradas pela doença- físicas, afetivas, sociais ou ocupacionais.  Aconselhamento  Modalidade psicoterápica notado a resolução de conflito associados ao processo de atendimento à funcionários.  Atendimento Familiar  Suporte psicológico a familiares emocionalmente fragilizados em função do quadro clínico de seu parente em tratamento na Instituição.

25  Assistência Psicológica Domiciliar  Suporte emocional ao paciente crônico e familiares em domicílio, focalizando temáticas relacionadas ao declínio funcional grave e estresse do cuidador.

26  Psicologia Preventiva  Diagnóstico de problemáticas afetivas relacionadas a momentos evolutivos críticos e condições especiais, como infância, adolescência, gravidez, menopausa, aposentadoria, envelhecimento, separações, lutos.  Programas Psicoeducativos  Voltados a pacientes ambulatoriais e internados, portadores de doenças crônicas.

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