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 Portanto, o Sistema Conselhos criou o Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas – CREPOP.  Conceito principal – produção de.

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3  Portanto, o Sistema Conselhos criou o Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas – CREPOP.  Conceito principal – produção de informação qualificada.  Ampliar a capacitação dos Psicólogos na compreensão das políticas públicas.  Compreensão teórico-técnica do processo de elaboração, planejamento, execução das políticas públicas nas diversas áreas.

4  A partir da delimitação anterior, apresenta-se Referências Técnicas para Atuação do Psicólogo no Centro de Referência em Assistência Social - CRAS.  As ações do CREPOP são de referências para a prática profissional, elaborando diretrizes para os Psicólogos no Brasil.  Está organizado em três diretrizes concebidas nacionalmente (aberta a especificidades regionais).

5  1ª constitui-se no subprojeto “o CREPOP como recurso de gestão” – que opera como catalizador das ações políticas dos conselhos.  2ª Define o subprojeto de “Pesquisa Permanente em Políticas Públicas”, que visa à localização e manutenção de um processamento constante dos dados e informações relativas aos psicólogos e as políticas públicas brasileiras.

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7 Garantia de Direitos Sociais pelos princípios da Impessoalidade, Universalidade, Economia e Racionalidade. O indivíduo, em interação constante com seu contexto Social (familiar, comunitário), é o eixo da produção e utilização do conhecimento psicológico numa prática comprometida com o desenvolvimento, a justiça e a equidade social.

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10 1. Atuar em consonância com as diretrizes e objetivos da PNAS e da Proteção Social Básica (PSB), 2. Atuar de modo integrado à perspectiva interdisciplinar, em especial nas interfaces entre a Psicologia e o Serviço Social, 3. Atuar de forma integrada com o contexto local, 4. Atuar baseado na leitura da comunidade, 5. Atuar para identificar e potencializar os recursos psicossociais, 6. Atuar a partir do diálogo entre saber popular e científico, 7. Atuar para favorecer processos e espaços de participação social, 8. Manter-se em permanente processo de formação profissional, 9. Atuar com prioridade de atendimento aos casos de maior vulnerabilidade. 10. Atuar para além dos settings convencionais,

11 O CRAS é responsável pela oferta de serviços continuados de proteção social básica e de Assistência Social ás Famílias, grupos e indivíduos em situação de vulnerabilidade social. Com seguintes Serviços: 1 - Serviços: socioeducativos-geracionais, intergeracionais e com famílias; sócio-comunitário; reabilitação na comunidade, 2- Benefícios: transferência de renda (bolsa-família e outros); Benefícios de Prestação continuada, etc, 3- Programas e Projetos: capacitação e promoção da inserção produtiva; promoção da inclusão produtiva para beneficiários do Programa Bolsa Família, etc. A atuação do Psicólogo deve se apoiar em investigação sobre essas situações no território de abrangência do CRAS.

12 Temos, aqui, a necessidade de mudanças nos referenciais teórico- metodológicos, na fundamentação dos programas, projetos, serviços e benefícios que devem se dar em nova ótica, investindo- se no potencial humano. O trabalho do CRAS deve identificar redes de apoio e deve articular os serviços oferecidos por outras políticas públicas por meio da intersetorialidade. No caso de demanda que requeira ação e serviço não previsto nos aparatos normativos (SUAS), por exemplo, acompanhamento clínico psicoterapêutico, o profissional de psicologia deve acessar outra rede de serviço no seu território.

13 Atuam no CRAS assistentes sociais, psicólogos e outros profissionais. O psicólogo passou a integrar as equipes de trabalhadores do SUAS e isso trouxe alguns desafios Apropriar-se dos marcos legais e normativos operacionais da política pública e, CF 1988 E LOAS Apropriar-se de conhecimentos sobre indicadores de: vulnerabilidade e risco sócio-psicológico, especificidades contextual, trabalho com grupos e redes, inclusão social. Orientar princípios éticos (NOB-RH/SUAS). Compromisso em garantir atenção profissional direcionada para a construção de projetos pessoais e sociais para autonomia e sustentabilidade.

14 Garantir direitos dos usuários do serviço. Incentivar a participação de Fóruns, Conselho, e outros. Desburocratizar a relação. Garantir proteção social básica. Desenvolver modalidades interventivas no trabalho social. Construção de atividade de potencialização pessoal, grupal e comunitário. Fortalecer espaços de interação dialógica que integrem vivências, críticas, ação criativa, afim de que as pessoas movimentem na condição de co-construtores de si e dos seus contextos social, comunitário e familiar e subjetivo. No atendimento, desenvolver as ações de acolhida, entrevistas, orientações, referenciamento, visitas e entrevista, educação sócioeducativa.

15 Contribuir na elaboração, socialização, execução, no acompanhamento e na avaliação do plano de trabalho de seu setor de atuação. Contribuir na educação dos profissionais da Assistência Social.


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