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ARQUIDIOCESE DE APARECIDA Formação Litúrgica para coordenadores da área da Comissão de liturgia 50 anos da Sacrosanctum Concilum.

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1 ARQUIDIOCESE DE APARECIDA Formação Litúrgica para coordenadores da área da Comissão de liturgia 50 anos da Sacrosanctum Concilum

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3 dezembro de1961 João XXIII anuncia a realização do Concílio outubro de 1962 aberta a primeira sessão dezembro de 1963 Paulo VI promulga a Sacrosanctum Concilium votos a favor 19 votos contra

4 Capítulo 1 OS PRINCÍPIOS GERAIS PARA A REFORMA E O INCREMENTO DA LITURGIA Capítulo 2 O MISTÉRIO DA EUCARISTIA Capítulo 3 OS DEMAIS SACRAMENTOS E SACRAMENTAIS Capítulo 4 O OFÍCIO DIVINO Capítulo 5 O ANO LITÚRGICO Capítulo 6 A MÚSICA SACRA Capítulo 7 A ARTE SACRA E AS ALFAIAS

5 “Exulta o nosso espírito com este resultado. Vemos que se respeitou a escala dos valores e dos deveres: Deus em primeiro lugar; a oração, a nossa obrigação primeira; a Liturgia, fonte primeira da vida divina que nos é comunicada, primeira escola de nossa vida espiritual, primeiro dom que podemos oferecer ao povo cristão que junto a nós crê e ora; o primeiro convite dirigido ao mundo para que solte a sua língua muda em oração feliz e autêntica e sinta a inefável força regeneradora, ao cantar conosco os divinos louvores e as esperanças humanas, por Cristo, Senhor nosso e no Espírito Santo”. Paulo VI

6 os precursores: O MOVIMENTO LITÚRGICO e O MAGISTÉRIO DO PAPA PIO X (Tra le sollecitudini, 1903) EM BUSCA DE UMA RESTAURAÇÃO DA LITURGIA

7 1947, Mediator Dei - Capta as intuições do Movimento Litúrgico...é a primeira iniciativa na direção do espírito da reforma. 1950, inicia o processo de reforma: - Reforma da Semana Santa - Missa Vespertina - Atenuação do jejum Eucarístico

8 A RECUPERAÇÃO DA CENTRALIDADE DO MISTÉRIO PASCAL A RECUPERAÇÃO DA CENTRALIDADE DO MISTÉRIO PASCAL

9 “A Liturgia da Igreja vai além da própria reforma conciliar, cujo objetivo, de fato, não era principalmente o de mudar os ritos e os gestos, mas sim renovar as mentalidades e colocar no centro da vida cristã e da pastoral a celebração do mistério pascal de Cristo.”

10 “ [...] “Esta obra da redenção humana e da perfeita glorificação de Deus da qual foram prelúdio as maravilhas divinas operadas no povo do Antigo Testamento, completou-a Cristo Senhor, principalmente pelo mistério pascal de sua sagrada paixão, ressurreição dos mortos e glorioso ascensão. Por este mistério, Cristo ‘morrendo na cruz, destruiu a nossa morte e ressuscitando recuperou a nossa vida’ (Missal romano, prefácio da páscoa)”. Sacrosanctum Concilium 5

11 LITURGIA POVO LIT = laós CELEBRAÇÃO LITÚRGICA CELEBRAÇÃO LITÚRGICA CRISTÃ FAZER AÇÃO TRABALHO SERVIÇO OBRA URGIA = ergon CELEBRAR =. Tornar célebre festivo inesquecível memorável solene

12 1078. Abençoar é uma ação divina que dá a vida e da qual o Pai é a fonte. A sua bênção é, ao mesmo tempo, palavra e dom («bene-dictio», «eu-logia»). Aplicada ao homem, tal palavra significará a adoração e a entrega ao seu Criador, em ação de graças. CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA

13 ABENÇOAR bene + dictio BENDIZER bene + dictio BENDIZER dizer bem BÊNÇÃO Fonte: Pai Efeito: Vida Deus nos abençoa Nós “abençoamos” a Deus CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA

14 LITURGIA POVO LIT = laós CELEBRAÇÃO LITÚRGICA CELEBRAÇÃO LITÚRGICA CRISTÃ FAZER AÇÃO TRABALHO SERVIÇO OBRA URGIA = ergon CELEBRAR =. Tornar célebre festivo inesquecível memorável solene MISTÉRIO PASCAL

15 (Presidente): Na noite em que ia ser entregue, Jesus tomou o pão... e disse... Do mesmo modo, no fim da ceia, tomou o c á lice... e disse.... Fazei isto em MEM Ó RIA de mim. Eis o mist é rio da f é ! (Povo:) Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurrei ç ão, Vinde, Senhor Jesus! (ou:) Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste c á lice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos vossa vinda! (Presidente): Celebrando, pois, a MEM Ó RIA da morte e ressurrei ç ão de vosso Filho, n ó s vos oferecemos, ó Pai,... e vos agradecemos... e vos suplicamos...

16 Sinal profético (antecipação) Evento fundador da Aliança (único e irrepetível) Iteração (repetição) da ação ritual como sinal memorial Páscoa judaica Última ceia no Egito Ex 3,7-8; Ex 12, Sinal profético + ordem de iteração (repetição) Passagem do Mar Vermelho O povo novo, livre da escravidão do Faraó - ‘comunidade de Israel. rito anual da ceia pascal - com cordeiro, ervas amargas, pão ázimo. Cf. Ex 12,14, memorial = Aliança no sangue do cordeiro. Páscoa cristã Última ceia no cenáculo Única e irrepetível Sinal profético da morte de Jesus + ordem de iteração Morte e ressurreição de Jesus Hb 9,26-28; 10,10) celebração eucarística dominical (Toda vez que... 1Cor 11,26) = Nova aliança no sangue do Cordeiro.

17 RECUPERAÇÃO DA LITURGIA COMO FONTE e CUME da vida eclesial

18 A Liturgia é simultaneamente a meta para a qual se encaminha a ação da Igreja e a fonte de onde emana toda a sua força. “A fé não é conectar o mundo com Deus, mas reconhecer Deus nos elementos do mundo.” Não é um conhecimento metafísico, mas experiencial, estético, corpóreo. Sacrosanctum Concilium 10

19 A missa é a ç ão de gra ç as A missa tamb é m pode ser chamada de eucaristia, ou seja, a ç ão de gra ç as. E a partir da passagem do servo de Abraão pudemos ter uma no ç ão do que é uma ora ç ão eucar í stica ou de a ç ão de gra ç as. Pois bem, esta atitude de a ç ão de gra ç as recebe o nome de berakah em hebraico, que traduzindo-se para o grego originou três outras palavras: euloguia, que traduz-se por bendizer; eucharistia, que significa gratidão pelo dom recebido de gra ç a; e exomologuia, que significa reconhecimento ou confissão. Diante da riqueza desses significados podemos nos perguntar: quem d á gra ç as a quem? Ou melhor, dizendo, quem d á dons, quem d á bên ç ãos a quem? Diante dessa pergunta podemos perceber que Deus d á gra ç as a si mesmo, uma vez que sendo uma comunidade perfeita o Pai ama o Filho e se d á por ele e o Filho tamb é m se d á ao Pai, e deste amor surge o Esp í rito Santo. Por sua vez, Deus d á gra ç as ao homem, uma vez que não se poupou nem de dar a si mesmo por n ó s e em resposta o homem d á gra ç as a Deus, reconhecendo-se criatura e entregando-se ao amor de Deus. Ora, o homem tamb é m d á gra ç as ao homem, atrav é s da doa ç ão ao pr ó ximo a exemplo de Deus. Tamb é m o homem d á gra ç as à natureza, respeitando-a e tratando-a como criatura do mesmo Criador. O problema ecol ó gico que atravessamos é, sobretudo, um problema eucar í stico. A natureza tamb é m d á gra ç as ao homem, se respeitada e amada. A natureza d á gra ç as a Deus estando a servi ç o de seu criador a todo instante. A partir desta visão da a ç ão de gra ç as come ç amos a perceber que a Missa não se reduz apenas a uma cerimônia realizada nas Igrejas, ao contr á rio, a celebra ç ão da Eucaristia é a vivência da a ç ão de Deus em n ó s, sobretudo atrav é s da liberta ç ão que Ele nos trouxe em seu Filho Jesus. Cristo é a verdadeira e definitiva liberta ç ão e alian ç a, levando à plenitude a liberta ç ão do povo judeu do Egito e a alian ç a realizada aos p é s do monte Sinai.

20 2. A missa é sacrifício Sacrifício é uma palavra que possui a mesma raiz grega da palavra sacerdócio, que do latim temos sacer-dos, o dom sagrado. O dom sagrado do homem é a vida, pois esta vem de Deus. Por natureza o homem é um sacerdote. Perdeu esta condição por causa do pecado. Sacrifício, então, significa o que é feito sagrado. O homem torna sua vida sagrada quando reconhece que esta é dom de Deus. Jesus Cristo faz justamente isso: na condição de homem reconhece-se como criatura e se entrega totalmente ao Pai, não poupando nem sua própria vida. Jesus nesse momento está representando toda a humanidade. Através de sua morte na cruz dá a chance aos homens e às mulheres de novamente orientarem suas vidas ao Pai assumindo assim sua condição de sacerdotes e sacerdotisas. Com isso queremos tirar aquela visão negativa de que sacrifício é algo que representa a morte e a dor. Estas coisas são necessárias dentro do mistério da salvação, pois só assim o homem pode reconhecer sua fraqueza e sua condição de criatura.

21 3. A Missa também é Páscoa A Páscoa foi a passagem da escravidão do Egito para a liberdade, bem como a aliança selada no monte Sinai entre Deus e o povo hebreu. E diante desses fatos o povo hebreu sempre celebrou essa passagem, através da Páscoa anual, das celebrações da Palavra aos sábados, na sinagoga e diariamente, antes de levantar-se e deitar-se, reconhecendo a experiência de Deus em suas vidas e louvando a Deus pelas experiências pascais vividas ao longo do dia. O povo judeu vivia em atitude de ação de graças, vivendo a todo instante a Páscoa em suas vidas.

22 RECUPERAÇÃO DA LITURGIA COMO FONTE PRIMEIRA de espiritualidade Somos participantes ativos da ação litúrgica: nos deixamos envolver pelas cores, Perfumes, toques, sons, silêncios, sabores, etc.

23 A Liturgia é a primeira e necessária fonte da qual os fiéis haurem o espírito verdadeiramente cristão. A liturgia exige: velas que queimam, água que molha, óleo que unge, perfume de bom odor, cores definidas, canto seguro, leituras bem executadas, silêncio profundo, etc. pois a experiência espiritual não está em saber que Deus existe: mas em experimentar a Sua presença. Sacrosanctum Concilium 14 e 10

24 TRÊS FONTES DA ESPIRITUALIDADE CRISTÃ A ORAÇÃO PESSOAL A LITURGIA A DEVOÇÃO

25 Sacrosanctum Concilium 12 Todavia, a vida espiritual não se limita unicamente à participação da sagrada Liturgia. O cristão, chamado para a oração comunitária, deve também entrar no seu quarto para rezar ao Pai (Mt 6,6); e até, segundo ensina o Apóstolo, deve rezar sem cessar. O mesmo Apóstolo nos ensina também a trazer sempre no nosso corpo os sofrimentos da morte de Jesus, para que a sua vida se revele em nossa carne mortal (cf 2Cor 4,10-11). É por esse motivo que no sacrifício da missa suplicamos ao Senhor que aceitando a oferta do sacrifício espiritual faça “de nós uma perfeita oferenda eterna”.

26 Sacrosanctum Concilium 12 Os atos de piedade do povo cristão, conquanto conformes às leis e normas da Igreja, são muito de se recomendar, principalmente, quando se fazem por ordem da Sé Apostólica. Gozam também de especial dignidade os atos de piedade das igrejas particulares, que se realizam por disposição dos bispos, e segundo os costumes ou os livros legitimamente aprovados. Importa, porém, ordenar esses atos de piedade, levando em conta os tempos litúrgicos, de modo que se harmonizem com a sagrada Liturgia, nela se inspirem, e a ela, por sua própria natureza muito superior, conduzam o povo cristão. HIERARQUIA DAS CELEBRAÇÕES

27 A LIGAÇÃO ENTRE LITURGIA e VIDA

28 A Liturgia, pela qual, especialmente no sacrifício eucarístico, «se opera o fruto da nossa Redenção», contribui em sumo grau para que os fiéis exprimam na vida e manifestem aos outros o mistério de Cristo e a autêntica natureza da verdadeira Igreja, que é simultaneamente humana e divina, visível e dotada de elementos invisíveis, empenhada na ação e dada à contemplação, presente no mundo e, todavia, peregrina, mas de forma que o que nela é humano se deve ordenar e subordinar ao divino, o visível ao invisível, a ação à contemplação, e o presente à cidade futura que buscamos. Sacrosanctum Concilium 2

29 DA ASSISTÊNCIA MUDA E PASSIVA À PARTICIPAÇÃO ATIVA de todo Povo de Deus

30 “É desejo ardente na mãe Igreja que todos os fiéis cheguem àquela plena, consciente e ativa participação nas celebrações litúrgicas que a própria natureza da Liturgia exige e que é, por força do Batismo, um direito e um dever do povo cristão, ‘raça escolhida, sacerdócio real, nação santa, povo adquirido’ (1 Ped. 2,9; cfr. 2, 4-5). Na reforma e incremento da sagrada Liturgia, deve dar-se a maior atenção a esta plena e ativa participação de todo o povo”. Sacrosanctum Concilium 14

31 o grande objetivo da reforma litúrgica: A PARTICIPAÇÃO ATIVA INTERIOR CONSCIENTE FRUTUOSA PLENA DIREITO e DEVER do cristão batizado

32 “as celebrações pertencem a todo corpo da igreja, influem sobre ele e o manifestam; mas atingem a cada um de seus membros de modo diferente, conforme a diversidade de ordens, ofícios e da participação atual efetiva”. Sacrosanctum Concilium 26

33 “Em todas as celebrações litúrgicas, ministro e fiéis, no desempenho de sua função, façam somente aquilo e tudo aquilo que convém à natureza da ação, de acordo com as normas litúrgicas”. Sacrosanctum Concilium 28

34 PERTENCEM A toda Igreja INFLUEM Sobre a Igreja MANIFESTAM A IGREJA ATINGEM A CADA UM CONFORME : - diversidade de ordens e ofícios - Participação efetiva AS CELEBRAÇÕES LITÚRGICAS

35 DA CAUSALIDADE À SIGNIFICATIVIDADE dos sinais sensíveis

36 Com razão se considera a Liturgia como o exercício da função sacerdotal de Cristo. Nela, os sinais sensíveis significam e, cada um à sua maneira, realizam a santificação dos homens; nela, o Corpo Místico de Jesus Cristo - cabeça e membros - presta a Deus o culto público integral. “velas que queimam, água que molha, óleo que unge, perfume de bom odor, cores definidas, canto seguro, leituras bem executadas, silêncio profundo, etc. pois a experiência espiritual não está em saber que Deus existe: mas em experimentar a Sua presença.” Sacrosanctum Concilium 7

37 Para chegar a essa eficácia plena, é necessário que os fiéis se acerquem da sagrada Liturgia com disposições de reta intenção, acompanhem com a mente as palavras, e cooperem com a graça divina para não recebê-la em vão (cf. 2Cor 6,1). Por isso, é dever dos sagrados pastores vigiar para que, na ação litúrgica, não só se observem as leis para a válida e lícita celebração mas que os fiéis participem dela com conhecimento de causa, ativa e frutuosamente. Sacrosanctum Concilium 11

38 Sacramento Sinal Sensível Realidade Invisível

39 sentidoteológico-litúrgico PENSAR (racionalidade) ‏ atitude interior SENTIR (afetividade) ‏ AUTENTICIDADE gesto corporal FAZER (corporeidade) ‏

40 A SACRAMENTALIDADE DA PALAVRA DE DEUS PROCLAMADA NA LITURGIA

41 [...} Cristo está presente na sua Palavra, pois é Ele que fala ao ser lida na Igreja a Sagrada Escritura [...]. Sacrosanctum Concilium 5

42 DO FIXISMO À ADAPTAÇÃO dos ritos DO FIXISMO À ADAPTAÇÃO dos ritos

43 Não é desejo da Igreja impor, nem mesmo na Liturgia, a não ser quando está em causa a fé e o bem de toda a comunidade, uma forma única e rígida, mas respeitar e procurar desenvolver as qualidades e dotes de espírito das várias raças e povos. A Igreja considera com benevolência tudo o que nos seus costumes não está indissolu- velmente ligado a superstições e erros, e, quando é possível, mantém- no inalterável, por vezes chega a aceitá-lo na Liturgia, se se harmoniza com o verdadeiro e autêntico espírito litúrgico. Sacrosanctum Concilium 37

44 O IMPERATIVO DA FORMAÇÃO LITÚRGICA do clero e do Povo

45 Não há qualquer esperança de que tal aconteça, se antes os pastores de almas se não imbuírem plenamente. do espírito e da virtude da Liturgia e não se fizerem mestres nela, é absolutamente necessário que se providencie em primeiro lugar a formação litúrgica do clero. Procurem os pastores de almas fomentar com persistência e zelo a educação litúrgica e a participação ativa dos fiéis, tanto interna como externa, segundo a sua idade, condição, gênero de vida e grau de cultura religiosa, na convicção de que estão cumprindo um dos mais importantes múnus do dispensador fiel dos mistérios de Deus. Neste ponto guiem o rebanho não só com palavras mas também com o exemplo. Sacrosanctum Concilium 14 e 19

46 ESTREITAMENTO DA RELAÇÃO ENTRE ESTREITAMENTO DA RELAÇÃO ENTRE CATEQUESE E LITURGIA para o bem da participação do Povo de Deus

47 Procure-se também inculcar por todos os modos uma catequese mais diretamente litúrgica. Sacrosanctum Concilium 35

48 A REFORMA DO A REFORMA DO ANO LITÚRGICO

49 O mistério de Cristo se desdobra por todo o ciclo anual, desde a sua Encarnação e Nascimento até a Ascensão, Pentecostes e à expectativa da feliz esperança e da vinda do Senhor. Relembrando assim os mistérios da Redenção, a Igreja coloca os fiéis em contato com a riqueza das virtudes e méritos do seu Senhor, que se torna de certa maneira presente a todo os tempos, e lhes abre o acesso à plenitude da graça da salvação. Sacrosanctum Concilium 102

50 UM NOVO ESTATUTO PARA UM NOVO ESTATUTO PARA MÚSICA RITUAL na Liturgia

51 A tradição musical da Igreja é um tesouro de inestimável valor, que excede todas as outras expressões de arte, sobretudo porque o canto sagrado, intimamente unido com o texto, constitui parte necessária ou integrante da Liturgia solene. Não cessam de a enaltecer, quer a Sagrada Escritura, quer os Santos Padres e os Romanos Pontífices, que ainda recentemente, a começar em S. Pio X, vincaram com mais insistência a função ministerial da música sacra no culto divino. A música sacra será, por isso, tanto mais santa quanto mais intimamente unida estiver à ação litúrgica, quer como expressão delicada da oração, quer como fator de comunhão, quer como elemento de maior solenidade nas funções sagradas. A Igreja aprova e aceita no culto divino todas as formas autênticas de arte, desde que dotadas das qualidades requeridas. Sacrosanctum Concilium 112

52 NOVA TEOLOGIA PARA O ESPAÇO SAGRADO na Liturgia

53 “Ao promoverem uma autêntica arte sacra, prefiram os Ordinários à mera suntuosidade uma beleza que seja nobre [...] “Na construção de edifícios sagrados, tenha-se grande preocupação de que sejam aptos para lá se realizarem as ações litúrgicas e que permitam a participação ativa dos fiéis.” Sacrosanctum Concilium 124

54 FIM

55 Fim


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