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INTRODUÇÃO  Início do séc.xx  O pais estava com um desenvolvimento acelerado principalmente com a produção e exportação do café, e de matérias primas.

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2 INTRODUÇÃO  Início do séc.xx  O pais estava com um desenvolvimento acelerado principalmente com a produção e exportação do café, e de matérias primas.  Aumento do êxodo rural (saída do homem do campo para a cidade) gerou falta de saneamento,de abastecimento,aumento do custo de vida etc..  Surgimento de varias doenças tais como:varíola,febre amarela, gripe espanhola que após ter assolado a Europa chegou ao Brasil.

3  Crise do café (1929), aumento do desemprego,falências,queda das exportações.  medidas tomadas pelo governo: solicitou ajuda ao Dep.Nacional da Saúde Pública (DNSP) chefiado por Carlos Chagas.Chagas pediu apoio à Fundação Rockfeller.  Ethel Parsons, foi convidada desenvolver um serviço de enfermagem no Brasil, e em 1921 ela chegou ao Brasil.

4  Ethel parsons( )

5  Principal medida de Ethel Parsons,foi a implantação de uma escola ou curso para enfermeiras do Brasil. Parsons trouxe para o Brasil 7 enfermeiras nortes americanas para atuar como professoras e supervisoras.  Algumas da enfermeiras formadas foram estudar em outros países buscando melhor especialização e formação profissional.  Em 1926, 2 enfermeiras após ter completado seu estudos no EUA, voltaram para o Brasil,para assumir o posto de enfermeiras chefes de saúde pública.

6  A partir de então são criadas novas escolas de enfermagem em vários estados como : MG,SP,BA,GO,RS.  O que significou a presença da missão no Brasil para as brasileiras?  Significou a oportunidade de mostrar do que eram capazes e Ethel Parsons atestou sua qualidade!

7    

8  Nasceu em 1891 no Rio de Janeiro;  Descendia de uma importante família  Casou-se ainda jovem com um Medico, união que durou pouco tempo;  Após permanecer oito meses no convento, decidiu-se dedicar com abnegação, à causa da Enfermagem  Serviu como voluntária da Cruz Vermelha Brasileira durante a Primeira Guerra Mundial;  1922-Cursou por dois anos na École dês Enfermiéres de L’Assistance Publique, Paris França.  1924-Volta ao Brasil e termina o curso de Enfermagem da Saúde Pública na Escola Anna Nery.

9  1925-Começou trabalhar na Fundação Goffree Guinle, posteriormente passou para Divisão de Saúde Publica no cargo de supervisora;  Ensinou princípios de higiene aos moradores dos morros cariocas;  Dirigiu os serviços de Enfermagem no Hospital Paula Cândido, Niterói RJ;  Lecionou na Escola Anna Nery(EEAN) a convite do Ethel Parsans superintendente do serviço de Enfermeiras da Saúde Pública(SESP);  Aperfeiçoou em administração,nos EUA, para assumir a direção da Escola Anna Nery;  Em 1927 foi bolsista da Fundação Rockfeller e passou a frequentar o Hospital Geral da Filedélfia e o Teachers Callege da Universidade de Calembia, Nova York.

10  Retorna ao Brasil,atuando como assistente de Bertha Pullen, diretora da Escola Anna Nery;  Auxiliou as fundadoras da Associação Nacional de Enfermeiros Diplomadas Brasileiras (ANEDB);  A ANEDB foi aceita como membro do Conselho Internacional de Enfermagem(ICN) e convidada a participar do Primeiro Congresso Quadrienal em Montreal, Canadá;  Surge a ideia de que a ANEDB precisava de um revista;  1931-Foi designada Diretora da Escola de Enfermagem Anna Nery;  Houve mudanças no formato da touca, habitualmente usada pelas alunas, desde a 1ª turma até a de 1931.

11  Houve cerimônia de recepção da touca onde apresentada o novo modelo usado até 1940;  Rachel lecionou as disciplinas: Massagem. História e Ética de Enfermagem;  Fundou no Hospital São Francisco de Assis um curso especial de alimentação destinado às mães pobres com o fato de ensiná-los a preparar alimentação apropriada a higiênica;  Em 17 de março de 1932, Rachel assumiu o cargo de redatora chefe da revista Anna Nery;  Em maio de 1932 saiu o 1º número dos Annaes de Enfermagem;  Rachel ficou doente e faleceu antes que o número seguinte da revista saísse.

12 Elevar a qualidade da assistência de enfermagem no Brasil

13  Início do século XX - poucas possibilidades de uma mulher estudar.  Não podiam opinar sobre questões políticas e sociais. Muitas aceitavam essas limitações, outras entretanto superaram e mostraram seu potencial.  Zaira foi uma dessas pioneiras. Família modesta, nasceu no Rio de Janeiro em  Teve oportunidade de estudar na Escola Anna Nery após um rigoroso exame da instituição.  Tinha um ótimo desempenho acadêmico.  Ganhou uma bolsa de estudos da Fundação Rockefeller e foi para os EUA.

14  Zaira passa por uma decisão arrojada, pois não era comum as mulheres da época viajarem sozinhas para o exterior. (Permaneceu nos EUA de ).  Objetivo de preparar-se para instruir alunos e administrar escolas de enfermagem.  Retorna ao Brasil e é nomeada chefe da divisão de ensino da Escola Anna Nery, cargo que ocupou até  Era chamada de corisco por sua agilidade.  Durante muitos anos participou da banca examinadora da Escola Anna Nery.

15  Em 1938 assumiu integralmente mas por pouco tempo a direção da Escola Anna Nery.  No mesmo ano seu nome foi cogitado para direção permanente da Escola Anna Nery, mas a escolha não aconteceu.  Já na década de 40 chefiou uma equipe de 11 enfermeiras com o objetivo de organizar os hospitais do Rio de Janeiro.  Dirigiu os serviços dos hospitais Carlos Chagas, Getúlio Vargas e outros.  Na segunda guerra mundial alertou as autoridades brasileiras sobre a preparação de equipes para primeiros socorros.

16  Ainda na década de 40 ocupou por duas vezes o cargo de presidente da Associação Nacional de Enfermeiras Diplomadas do Brasil (ANEDB).  Ganha mais uma bolsa de estudo nos EUA e Canadá.  Esse tempo no exterior Zaira percebe que era necessário reestruturar a ANEDB pois havia um desinteresse por parte das enfermeiras dessa entidade.  Criou as subdivisões assim a Associação conseguiria trabalhar com mais eficiência.  Zaira estava preocupada em defender a classe, e fez solicitação ao Presidente da República para o reconhecimento da profissão de forma a separar enfermeiro de auxiliar de enfermagem.

17  Pleiteou a aposentadoria aos 25 anos de serviço, da contagem em dobro de tempo de serviço prestado em zonas insalubres.  Pediu gratificação as enfermeiras que tivessem contato com portadores de tuberculose, lepra e outras moléstias transmissíveis.  20/06/1948 – Inaugurada a Escola de Enfermagem Rachel Haddock Lobo, sob a direção de Zaira.  A instituição consegue equiparação à Escola de Enfermagem Padrão Anna Nery.  Diretora, ministrou as disciplinas de Deontologia, História da Enfermagem e outras. Além de ministrar o curso de pós-graduação de formação de professores: Organização e Administração.

18  1958 – Inspecionou a Escola de Enfermeiras São Francisco, em Porto Alegre para efeito da autorização de funcionamento.  Depois de muitos anos que deixara de lecionar, aos 91 anos, 80 ex-alunas lhe ofereceram um almoço em homenagem a Zaira. Ela emocionada agradeceu a homenagem e ofertou a cada uma, uma pedra preciosa.  1997 – Zaira faleceu aos 94 anos.

19  Zaira sempre teve uma visão clara das necessidades de saúde e, se dispôs a supri-las, abriu caminhos para que outras mulheres alargassem seu espaço, cortassem as amarras que as cercavam e chamou atenção para uma nova e prestigiada profissão, a enfermagem.  Homenagens: Na década de 60 recebeu a medalha como a efígie de Florence Nightingale, durante as comemorações da semana de Enfermagem realizada no Rio de Janeiro.

20 Waleska Paixão “Waleska tem muito mais a ensinar do a aprender.”

21  Natural de Petrópolis (RJ), descendente de uma família tradicional.  Iniciou sua vida profissional lecionando, e posteriormente, dirigindo o Colégio Paixão fundado pelo seu avô.  Mudou-se para Belo Horizonte, continuou exercendo magistério e um novo interesse a levou a se matricular na Escola de Enfermagem Carlos Chagas, concluindo em  Ocupou o cargo de diretora da Escola Carlos Chagas em BH.

22  estudou administração e ensino na Universidade de Cornell, em Nova Iorque.  1945 – Zaira Cintra Vidal apresentou o plano anual da diretoria com destaque à Organização da Liga da Educação.  Waleska participou da primeira diretoria da Divisão de Educação.  1947 – Foi designada primeira Presidente da recém criada Seção da ABED Minas Gerais, além de redatora responsável de sua revista.

23  1950 – Com o falecimento de Laís Moura Netto dos Reys, Waleska assumiu a direção da Escola Anna Nery, permanecendo até  A elaboração do Código de Ética contou com a atuação de Waleska.  1951 – Publicou o livro Páginas de História da Enfermagem.  Sob a presidência de Waleska foi criada a Comissão Permanente de Diretoras de Escolas de Enfermagem.

24  1958 – Fundação Rockefeller ofereceu bolsa de estudos no país às enfermeiras docentes das escolas.  Uma comissão consultiva de bolsas foi constituída, sob presidência de Waleska.  A enfermagem passou à condição de profissão de nível universitário.  1959 – Foi convidada para dar aula inaugural dos cursos de pós-graduação da Escola de Enfermagem de São Paulo.

25  Trabalhou em Santa Rosa de Lima (Sergipe), durante 20 anos. Fundou o Centro Social Paulo VI que abrigava desde creche à primeiro grau, também atendendo excepcionais.  1968 – Foi a primeira a receber o Prêmio de Enfermeira do Ano.  1975 – Foi convidada para fazer conferência no encerramento da Semana da Enfermagem na Escola Anna Nery.

26  1983 – Waleska Paixão ganhou o título de Professora Honoris Causa.  Retornou a sua terra natal quando sua saúde bastante abalada não lhe permitia desenvolver suas atividades no ritmo que estava habituada.  Recolheu-se a Instituição Secular da qual era membro e lá permaneceu até o final dos seus dias (1993).

27 Wanda Horta Lema: Gente que cuida de gente.

28  Nasceu em Belém do Pará em 1926, Wanda de Aguiar.  Quinta filha do casal Alberico e Feliz de Aguiar.  1936-Mudou-se para Ponta Grossa(PR),completou o curso secundário e realizou o curso de Voluntárias Socorristas.  Primeiro emprego em Curitiba, Posto de Puericultura da Legião Brasileira de Assistência.  Consegue bolsa de estudos do SESP para a escola de Enfermagem da USP.  Depois de formada opta por trabalhar em Santarém AM, no SESP, permanecendo até o ano de 1949;

29  Retorna à Curitiba e trabalha por quatro anos no Sanatório Médico;  Publica um artigo sobre Enfermagem, na Gazeta do Povo(Curitiba);  1954-Casa-se com o engenheiro Luis Emilio Gouvêa Horta e muda-se para São Paulo;  1959-Retorna a E.E da USP e começa a desenvolver o núcleo central de seu trabalho que constitui na elaboração de vasta fundamentação teórica para a enfermagem, culminando com a elaboração da Teoria das Necessidades Humanas Básicas.  Trabalha no Hospital Central Sorocabano( ),no Sanatório do Mandaqui (1955), Pronto Socorro da Carteira de Acidentes do Trabalho do Instituto de Aposentadoria e Pensões do Industriários( )  Torna-se docente da Escola de Enfermagem(USP);

30  Cursa pós graduação em Pedagogia Aplicada à Enfermagem;  Realiza o doutorado na E.E Anna Nery com a Tese intitulada "A observação sistematizada na identificação dos problemas de enfermagem em seus aspectos físicos" e tem seu título reconhecido pela EEUSP, permitindo-lhe ser Livre Docente da USP;  Em 1974 presta concurso para o cargo de Professor Adjunto;  Cargo de Titular da USP;  1971 Representa a ABEn nas Comissões Organizadoras da Reunião Anual da Sociedade Brasileira para Progresso da Ciência(SBPC);  Cria a Revista Enfermagem em Novas Dimensões.  Em 1981, Professor Drº. Carlos da Silva Lacaz a homenageia com o título de Professor Emérito, faleceu no mesmo ano

31  Wanda de Aguiar Horta foi uma notável professora que introduziu os conceitos do Processo de Enfermagem no século passado. Antes dela, os pacientes eram apenas indivíduos. Depois dela, passaram a ser tratados como seres humanos, com sentimentos, emoções e métodos de Enfermagem. Para ela, “Enfermagem é ciência e a arte de assistir o ser humano no atendimento de suas necessidades básicas, de torná-lo independente desta assistência através da educação; de recuperar, manter e promover sua saúde, contando para isso com a colaboração de outros grupos profissionais”. “Gente que cuida de gente.”

32  Graduada em Enfermagem;  Licenciada em história Natural, Ciências e Letras;  Pós Graduada em Pedagogia e Didática;  Doutora e Enfermagem;  Professora universitária e Chefe de Enfermagem;  No ano de seu falecimento(1981), foi proclamado Professor Emérito pela Escola de Enfermagem da USP;  Teoria das Necessidades Humanas Básicas.

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34 CONCLUSÃO “A Enfermagem é uma arte; e para realizá-la como arte, requer uma devoção tão exclusiva, um preparo tão rigoroso, quanto a obra de qualquer pintor ou escultor; pois o que é tratar da tela morta ou do frio mármore comparado ao tratar do corpo vivo, o templo do espírito de Deus? É uma das artes; poder-se-ia dizer, a mais bela das artes!” Florence Nightingale

35  Livro: Enfermeiras do Brasil – História das Pioneiras – Victoria Secaf e Hebe C. Boa- Viagem A. Costa – Biblioteca 24horas( livro disponível na biblioteca central da UFV)  sae.blogspot.com.br/2009/03/wanda-de- aguiar-horta-teoria-das.html 


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