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CONFIGURAÇÕES DE ÁREAS TERMINAIS E SEUS CRITÉRIOS DE DIMENSIONAMENTO.

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Apresentação em tema: "CONFIGURAÇÕES DE ÁREAS TERMINAIS E SEUS CRITÉRIOS DE DIMENSIONAMENTO."— Transcrição da apresentação:

1 CONFIGURAÇÕES DE ÁREAS TERMINAIS E SEUS CRITÉRIOS DE DIMENSIONAMENTO.

2 INTEGRANTES: Alexandre Augusto Ferreira de Almeidanº Bruno Branco de Carvalhonº Bruno Hideo Tomanº Daniel Lima de Oliveiranº Eduardo Santos Costanº Fábio Furukawanº Gustavo Ré Franguellinº João Victor Neves Luizon nº Leonardo Emidio Lopesnº

3 DEFINIÇÃO DE AEROPORTO. Aeroporto é o local destinado para as operações de aeronaves civis (decolagem e/ou pouso), embarque e desembarque de passageiros e transporte de cargas, para a operação de aeronaves militares dá-se o nome de Base Aérea.

4 ÁREA TERMINAL. A área terminal é todo o complexo aeroportuário que dá apoio as aeronaves e aos passageiros, dentro da área terminal de um aeroporto há: Terminal de Passageiros (TPS); Terminal de Carga (TECA); Hangares; Torre de Controle; Comissaria; Corpo de Bombeiros; Tanques de Querosene;

5 LOCALIZAÇÃO DA ÁREA TERMINAL. Fatores que Influenciam a localização da área terminal. Distância de taxiamento; Acesso viário ao aeroporto; Potencial de expansão; Proximidade com outras instalações; –De carga; –Manutenção; –De apoio; Topografia; –Zonas de proteção desimpedidas; –Adequabilidade para construção.

6 INSTALAÇÕES DA ÁREA TERMINAL. Pista Única. Devem estar eqüidistantes das cabeceiras. Podem estar mais próximas de uma das cabeceiras quando há uma direção predominante de operação das aeronaves. Aeroporto de Ribeirão Preto.

7 INSTALAÇÕES DA ÁREA TERMINAL. Duas Pistas Paralelas. Localizar as instalações preferencialmente entre as pistas. Podem situar-se, entretanto, mais próximas das cabeceiras de acordo com a direção predominante de operação. As pistas podem ser defasadas sendo que isto é vantajoso apenas em condições de tráfego pouco intenso. Quando, por alguma razão, o Terminal tende ser situado em um dos lados externos às pistas podem surgir problemas de cruzamento de pistas de pouso e grandes distâncias de taxiamento a vencer.

8 INSTALAÇÕES DA ÁREA TERMINAL. Aeroporto de Congonhas.

9 INSTALAÇÕES DA ÁREA TERMINAL. Pistas em diferentes direções Localizar as instalações eqüidistantes entre as pistas, de modo a minimizar as distâncias de taxiamento. Aeroporto do Galeão - RJ

10 TERMINAL DE PASSAGEIROS. O terminal de passageiros é o local onde ocorre o transito dos passageiros que irão viajar ou que estão chegando de viagem, para comodidade dos passageiros os terminais são dotados de vários serviços para bem atender a demanda de passageiros.

11 TERMINAL DE PASSAGEIROS. Dentre os serviços pode-se citar. Balcões de check in; Shopping Center; Estação de Ônibus; Estação de VLT; Terminal de Embarque; Terminal de Desembarque; Policia Federal.

12 TERMINAL DE PASSAGEIROS. Aeroporto de Fortaleza. Aeroporto de Paris.

13 TERMINAL DE CARGAS (TECA). Edificações e pátios para recebimento, tratamento, armazenamento e transferência de cargas. Necessitam de instalações para depósito em bagagens (paletização/containerização), circulação, escritórios e atendimento público. No Brasil: A carga doméstica é tratada pelas companhias aéreas. A carga internacional (principalmente importação) é manipulada pela INFRAERO.

14 TERMINAL DE CARGA (TECA). A localização do TECA deve: Viabilizar o mais fácil possível os tratamentos de cargas e usuários. Isto é, deve permitir o acesso da aeronave, ou das cargas provenientes das aeronaves e dos transportes terrestres (caminhões e outros) o mais eficientemente possível. No Brasil temos como exemplo de aeroporto cargueiro o aeroporto de Campinas Viracopos.

15 TERMINAL DE CARGAS (TECA). Terminal de Cargas de Campinas/Viracopos.

16 HANGARES. Destinados a: –Permanência; –Proteção; –Manutenção; –Reparo das Aeronaves; Englobam: –Pátios e edificações para aeronaves; –Oficinas; –Almoxarifados; –Escritórios, etc.

17 HANGARES. Hangar de Manutenção da TAM – São Carlos. Hangar da GOL – São Paulo.

18 PARQUE DE COMBUSTÍVEL. É o local onde fica alocado os tanques de combustível para abastecimento das aeronaves. É potencialmente uma área perigosa, mas essencial; Tipos de combustível armazenado; – AVTUR – querosene de aviação (aviões a turbina); – AVGAS – gasolina de aviação (aviões a pistão); O abastecimento é feito por carros-tanques ou hidrantes.

19 PARQUE DE COMBUSTÍVEL. Porte da área depende: –Tempo de reserva (de 3 a 30 dias, conforme dificuldade de acesso do combustível à região); –Tipo de armazenamento (enterrado e semi- enterrado para pequenos volumes e de superfície, na vertical ou horizontal para grandes volumes ).

20 PARQUE DE COMBUSTÍVEL. – Normalmente: < litros: tanques subterrâneos ou horizontais de superfície. > litros: tanques verticais de superfície. Roteiro para dimensionamento. – Cálculo do consumo diário em função da frota operante; – Estabelecimento do tempo de reserva: 5 a 10 dias; – Obtenção do volume de tancagem; – Definição do tipo de tanque; – Formação de baias de contenção; – Previsão de separações de segurança.

21 PARQUE DE COMBUSTÍVEL. Caminhão de Abastecimento.

22 SERVIÇOS CONTRA INCÊNDIO. Apresenta duas esferas de atuação: – Voltada para as edificações disposição de hidrantes, sprinkles (chuveiros automáticos), extintores tipo água, espuma, CO2, pó químico seco, para incêndios que deixam resíduos, inflamáveis, elétricos e pirofóricos respectivamente. – Voltada ao atendimento do lado aéreo depende da classe das aeronaves e da freqüência de operação. Para cada uma existem exigências mínimas de agentes extintores e carros de combate.

23 SERVIÇOS CONTRA INCÊNDIO. Para o 1º caso: Instalações localizadas de maneira a atender o sinistro em no máximo 120 minutos. Para o 2º caso: Previstas aéreas para permanência do pessoal em estado de alerta, incluindo alojamentos, salas de estar, setores para treinamento, fácil acesso e circulação.

24 SERVIÇOS CONTRA INCÊNDIO.

25 COMISSARIA. Preparação do serviço de bordo (feito dentro ou fora do aeroporto) Embalagem adequada dos alimentos.

26 TORRE DE CONTROLE. Critérios para instalação: – Proporcionar ao controlador do aeródromo ampla e total visibilidade do circuito de tráfego sob jurisdição, das pistas em operação e de todas as áreas utilizadas pelas aeronaves em movimento na superfície do aeródromo sob controle da torre; –Dispor de área suficiente para acomodar as edificações iniciais e permitir futuras expansões; –Evitar qualquer interferência da altura da torre nos gabaritos de zona de proteção do aeródromo, assim como devem ser avaliadas suas influências sobre o desempenho dos auxílios rádio à navegação e à aproximação;

27 TORRE DE CONTROLE. – Ter avaliado a profundidade de percepção das superfícies sob controle da torre, evitando a incidência solar sobre o controlador (no hemisfério sul a face operacional deve ser orientada preferencialmente para o sul) e o prejuízo provocado por fontes externas; –Ter minimizado o efeito do ruído no desempenho operacional (alguns casos exigem insonorização); – Evitar que o sítio da torre cruze áreas operacionais; – Ter estudado o plano diretor para evitar que futuras instalações passem a ser obstáculos.

28 TORRE DE CONTROLE. Torre de Guarulhos. Torre de Viracopos.

29 SALA DE TRÁFEGO. Local onde são prestados serviços de apoio ao vôo; Serve de elo entre os pilotos e os órgãos de proteção ao vôo; Os pilotos verificam as condições de operação e de meteorologia em frota, submetem planos de vôo antes da decolagem.

30 INFRA ESTRUTURA BÁSICA. Água Esgoto Telecomunicações Energia Lixo Gás

31 BIBLIOGRAFIA. Apostila de Aeroportos 2010 – UFSC


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