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UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA CECIERJ/CEDERJ VII Seminário de Práticas Educativas Aluno:

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1 UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA CECIERJ/CEDERJ VII Seminário de Práticas Educativas Aluno: Rafael Rodrigues Martins Matrícula: Pólo: Maracanã

2 O surgimento do “ser brasileiro” A verdade por trás do mito Fonte:

3 Em nosso país, o convívio multicultural não deveria representar uma dificuldade, afinal, nossa sociedade é fruto da miscigenação de raças - negra, branca, índia – bem como de seus costumes, seus valores, seu modo de vida, e da adaptação dessas etnias umas às outras, numa “quase reciprocidade cultural”. Seria dessa mistura que surgiria um indivíduo que não é branco nem índio, que tampouco é negro, mas que é simplesmente brasileiro. Representantes da “brasilidade”. Filhos do hibridismo e com a característica marcante de abrigar diversas culturas e relacionar-se facilmente com as diferenças.

4 As culturas são produtos de determinados contextos sociais, se determinada cultura é posta em contato com outra, necessariamente, sob pena de ser sufocada, uma delas se adaptará à outra. Adaptar-se é, enfim, sobreviver, e se assim não o fizer, tende a desaparecer. Fonte: s/s1600/Escravos+jogando+capoeira.jpghttp://4.bp.blogspot.com/-RUZS2hNShIA/UKD6YzPgDfI/AAAAAAAABMY/kQWhaY9hX- s/s1600/Escravos+jogando+capoeira.jpg

5 As culturas não-dominantes presentes em nosso território, desde a colonização, vêm sofrendo as mazelas deste processo, na luta para não serem esmagadas pela cultura etnocêntrica e, finalmente, com o passar do tempo, se perderem ou serem esquecidas. Nos dias atuais, devido às novas tendências capitalistas em associação com a globalização, cada vez mais os choques entre grupos de culturas diferentes ocorre. Assim, a diversidade cultural passa a ser alvo de intensos debates, onde o ponto crucial destes reside no desafio de conciliar a pretensão pelo igual, mas ao mesmo tempo, a exigibilidade da diferença. Fonte:

6 Não podemos fechar os olhos para os verdadeiros acontecimentos que marcaram o nosso passado e acreditar numa fábula imposta por aqueles que dela se beneficiam, e é pela reformulação da Educação Nacional, materializada pela transformação dos currículos que alcançaremos a capacidade de reconhecer e respeitar as diferenças, pois é este o ponto de partida para uma convivência harmoniosa, não com os iguais, pois a igualdade que realmente interessa é do ponto de vista legal, enquanto do ponto de vista humano, social, o importante é poder ser diferente. Fonte:

7 Promover o diálogo e as relações entre sala de aula e atividades extra-classe é um caminho para a articulação da cultura escolar (comum às entidades) com a cultura da escola (própria de cada entidade) e com as diversas culturas que cada indivíduo carrega em seu cerne, concebendo assim a reformulação do papel da escola na nossa sociedade, de forma que contribua para que a nação brasileira seja efetivamente o berço da pluralidade cultural, embasada na articulação entre igualdade e diferença, na perspectiva do multiculturalismo emancipatório. Fonte:

8 BIBLIOGRAFIA GOMES, Nilma Lino. Relações étnico-raciais, educação e descolonização dos currículos. Currículo sem fronteiras, v. 12, n.1, p – UFMG, INFOESCOLA, Navegando e Aprendendo. Sociologia – Multiculturalidade. Acesso em 18 de outubro de 2013 em: McCARTHY, C. The uses of culture: education and the lilmits of ethnic affiliation. New York: Routledge, RIBEIRO, Ana Paula Alves. Questões Étnicas e de Gênero. v. único/Ana Paula Alves Ribeiro; Maria Alice Rezende Gonçalves – Rio de Janeiro: Fundação CECIERJ, SANTOS, Boaventura de Sousa. A construção multicultural da igualdade e da diferença. Coimbra; Oficina do C.E.S. nº 135, _______. Entre Prospero e Caliban: Colonialismo, pós-colonialismo e inter-identidade. Maria Irene Ramalho e António Sousa Ribeiro (orgs.), Entre ser e estar: Raízes, percursos e discursos da identidade. Porto: Afrontamento, WARAT, Luiz Alberto. A fantasia jurídica da igualdade: Democracia e direitos humanos numa pragmática da singularidade. Buscalegis, 24, 1992.


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